Texto para um Amor te Esquecer

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O casamento feliz não é nem um contrato nem uma relação. Relações temos nós com toda a gente. É uma criação. É criado por duas pessoas que se amam.

O nosso casamento é um filho. É um filho inteiramente dependente de nós. Se nós nos separarmos, ele morre. Mas não deixa de ser uma terceira entidade.

Quando esse filho é amado por ambos os casados - que cuidam dele como se cuida de um filho que vai crescendo -, o casamento é feliz. Não basta que os casados se amem um ao outro. Têm também de amar o casamento que criaram.

O nosso casamento é uma cultura secreta de hábitos, métodos e sistemas de comunicação. Todos foram criados do zero, a partir do material do eu e do tu originais.

O casamento é um filho carente que dá mais prazer do que trabalho. Dá-se de comer ao bebé mas, felizmente, o organismo do bebé é que faz o trabalho dificílimo, embora automático, de converter essa comida em saúde e crescimento.

Também o casamento precisa de ser alimentado mas faz sozinho o aproveitamento do que lhe damos. Às vezes adoece e tem de ser tratado com cuidados especiais. Às vezes os casamentos têm de ir às urgências. Mas quanto mais crescem, menos emergências há e melhor sabemos lidar com elas.

Os pais felizes reconhecem o trabalho que os filhos dão mas, regra geral, acham que vale a pena. Isto é, que ficaram a ganhar, por muito que tenham perdido. O que recebem do filho compensa o que lhe deram. E mais: também pensam que fizeram bem ao filho. Sacrificam-se mas sentem-se recompensados.

Num casamento feliz, cada um pensa que tem mais a perder do que o outro, caso o casamento desapareça. Sente que, se isso acontecer, fica sem nada. É do amor. Só perdeu o casamento deles, que eles criaram, mas sente que perdeu tudo: ela, o casamento deles e ele próprio, por já não se reconhecer sozinho, por já não saber quem é - ou querer estar com essa pessoa que ele é.

Vendo bem, os casamentos felizes são muito mais dramáticos, violentos, divertidos e surpreendentes do que os infelizes. Nos casamentos infelizes é que pode haver, mantidas inteligentemente as distâncias, paz e sossego no lar.

SOBRECARGA EMOCIONAL PALPÁVEL
Sobrevivo com um nó na garganta, boiando nas lágrimas produzidas pelas sombras do meu passado. Um passado recente que projetou sombra suficiente para me alcançar onde eu esteja independente do tempo que passe.
Tenho trabalhado mais do que gosto, tenho bebido mais do que posso, dormido menos do que preciso e pensado como nunca pensei.
Sinto-me no limite das minhas forças emocionais e psicológicas. Tenho gostado da escuridão e por vezes a luz do meu smartphone torna-se a única iluminação nesta sala, acompanhada por uma infinidade de lembranças.
Sinto falta, muita falta, saudade inevitável!

MURO VIRTUAL

Somos um corpo
Que por vezes sente
Outras nem sabe disso
Que pergunta tantas vezes
Para quê sentir
Para quê perceber
Para quê amar
Vivemos cercados
De altos muros virtuais
Com medo de viver
Onde paro e me deparo
Vivo, sobrevivo
Sinto, pressinto
Choro, consolo
Paixão, desejo
Amo, odeio
Ouço, ignoro
Fé, oração
Grito, silêncio
Agito e acalmo
Entrego, roubo
Beijo, abraço
Deus, amor
Permito, expulso
Faço, desfaço
Alma, coração
Procuro a saída
Deste muro virtual.
✿♥ღ✿♥ღ✿

Dores infinitas

A esperança de dias melhores anula o sofrimento,
Uma pena que é somente por um pouquinho de tempo.
A dor fere no íntimo e busca cegar o entendimento,
Escurece a aura e provoca a primazia do sofrimento.

A natureza é muito afligida,
A ternura sente-se atingida,
A felicidade fica constrangida,
E a alma sem forças e ferida!

Quando vencido pela dor o homem fica sem saída,
Prefere render-se a viver uma crise desmedida.
Chorar não vai resolver nada da noite para o dia,
Para qualquer escolha, que não seja a efêmera!

A dor é um lamento,
Muito chato veneno.
Mas não compreendo,
Alguns estão querendo!

O renovo da alma acalma o pobre e ferido coração,
A conduta correta coloca os pés do sofredor no chão,
As dúvidas nunca poderão lhe enfraquecer as emoções,
Mas a continuidade da vida lhe pedirá agora a razão!

PRESO NO LIMBO

Longe de ser quem fui, agora sou somente um livre questionador de minhas próprias idéias, idéias inseridas, idéias criadas, idéias herdadas. Esperando que os relâmpagos que vejo no horizonte desta noite traga uma tempestade que leve minha condição de enxurrada, se é que ela virá.
Por enquanto, só me deixem, deixem-me questionar toda gama de aspectos que permeiam minha vida, mesmo sabendo que não haverá respostas. Será que a expressão "preso no limbo" ainda é suficiente para descrever meu estado mental, emocional e psicológico?

Cidade carioca

Lugar de gente bonita e sarada, o Rio de Janeiro é um Brasil misturado, gente de todos os cantos, gente de todos os lados. Nascidas ou de coração, o que importa é ser parte desse povo cheio de emoção. As altas temperaturas levam toda essa gente alegre à praia, onde tem o mate leão, biscoitos de vento, sacolés, frescobol e muitas mulheres, eu disse muitas mulheres mesmo, belas e saradas.

Vida agitada, confusão maluca, escolas de samba, passeios turísticos e muito subúrbio para passear e conhecer. No Carnaval com os amigos de outras cidades, nós vemos muitos gringos cheios de felicidade, que visitam desde o mar até as favelas e as montanhas desta bela cidade.

Os menestréis recitam suas belas frases poéticas, enquanto os músicos cantam suas lindas canções que parecem as mais lindas orações. As crianças não param de falar: "Rio, eu amo você". Porém, este encanto não é só um mero local para se divertir e extravasar, vai muito mais além, é um lugar onde você pode sonhar e realizar.

Quando a canção Garota de Ipanema nos provoca com o impacto dessa estrofe: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça. É ela, menina, que vem e que passa, num doce balanço a caminho do mar". Parece que a beleza feminina encontra-se somente na Zona Sul, o que não é verdade! Poderíamos dizer para as meninas da Zona Norte ou das favelas cariocas sem o menor constrangimento, assim: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça. É ela, menina, que vem e que passam, num doce balanço a caminho dos mais diversos lugares". Elas são, na sua maioria, de pele morena, de rostos belos, de traços marcantes, de olhos meigos e brilhantes. Esse é o retrato de grande parte das mulheres cariocas.

Grande e fértil é a beleza da mulher carioca, quando os nordestinos se entrelaçam com os negros (homens e mulheres, é claro) dá nessas lindas mulatas com carinhas de pandeiro, bustos e bumbuns grandes. Na relação entre brancos e índios (homens e mulheres, também, é claro) temos também lindas mulheres com rostinhos arredondados, pernas roliças e uma cintura de dar inveja, sem querer me alongar nessa miscigenação adorável.

Dessa querida cidade maravilhosa que foi desbravada pelas invasões brasileiras e estrangeiras, surgiu um povo pra lá de misturado aumentando as suas aspirações. Hoje podemos dizer que somos ricos em cultura, pois toda essa gente que aqui chega nos empresta um pouco da sua, que, somada a nossa, deixa essa cidade cada vez mais maravilhosa.

Não sei o que há?
Se uma vida de muitos amores!
Ou se de um bom e protetor,
Quem deve escolher não sou eu!
Ficarei só a observar,
Mas saiba que o mundo tem muito a revelar!
Tente descobrir o que nele melhor que há,
Veja com os olhos da mente e principalmente do coração que há de amar!.
24.11.16

Eu sei que por vezes o mundo pode parecer mórbido e cruel.
E que nem sempre vamos poder esboçar um sorriso quando deveria.

Dizem aos quatro cantos que o momento é ruim e que é grave a crise.

Muitos inventam um Deus e esquecem que Deus foi quem os inventou.

Diante de tudo isso deveríamos nos sentir mais fortes, por estarmos vivos, e todos os dias sermos surpreendidos pelas surpresas da vida.

Olhe ao seu redor, você é um privilegiado por ter nascido, pelos amigos que conquistou, pelas pessoas queridas que pode distribuir abraços, por estar lendo essa mensagem e poder guardar só as boas lembranças.

Curta a natureza, você faz parte dela!

Talvez um dia você irá se lembrar de mim.
Irá lembrar da mulher que quis ser para você, que mesmo com todos os defeitos te aceitava como você era.

Irá lembrar de todas mensagens de carinho, amor e compreensão que sempre mandava, dos áudios longos que com o tempo você não quis mais escutar, por estar com preguiça.

Irá lembrar que nunca te disse uma palavra que o deixasse para baixo. Apenas coisas boas para você ver que era um homem bom, apenas confuso.

Contudo irá lembrar do motivo da minha partida.
Quando num momento de susto e tristeza, disse coisas complicadas mas que se encaixariam caso sua história fosse verdade, e nunca se esqueça, minha atitude foi movida por sua causa, por uma brincadeira que jamais deve ser feita.

E mesmo admitindo meu erro, e lhe pedindo perdão, o que eu tive de resposta?
Ingratidão, falta de consideração, rigidez, rispidez, frieza, e um pouco de maldade.

Talvez, quando você se lembrar de mim, você esteja só, apenas talvez.
E caso esteja, lembre-se que no curto tempo que tentei estar ao seu lado, queria ser a melhor mulher para você, mas no final das contas, fui só mais uma.

Mas eu tenho certeza que você irá lembrar de mim, e vai entender meu agir, e quando entender, será tarde demais.

Pois está menina, já foi embora.

Não sem quem sou, as vezes me sinto um pouco confuso com: sentimentos, pessoas, amizades, amores etc. Também não gosto de esperar muita coisa do tempo, vejo muito o agora, mesmo assim penso em uma vida de paz e alegria, possível sim, mas nem sempre será tudo de amor.
Pois bem, sou jovem sonhador, já amei e não aceitei o ódio.
Em alguns tempos apenas escrever me alivia em outros nem isso basta. Não quero jogar o tempo fora atoa, embora, muitas vezes o faça.

Você vem-me trás alegria,
Um frio na barriga, sensação de dias melhor,
De que algo poça acontecer,
Esperança de um amanha melhor,
Com felicidade plena, mas...
Você se vai, leva com você tudo novamente,
Volta toda incerteza, angustia e segue vida normal,
Sem aquela sensação de uma respiração profunda,
Algo que tire o fôlego ou sentimento verdadeiro.

Amar, correr, sorrir são pequenos átomos de um organismo chamado vida.
Essa mesmo que vários de nós deixamos passar sem dar a ela a verdadeira
importância que tem, sempre queremos o próximo minuto, o dia de amanhã, o final
do ano, e nunca nos damos conta de que mais importante do que o dia em que você
se encontra é o que você pode fazer nele, cada segundo pode se tornar mais
especial, só depende de você, mude suas atitudes, mude seus pensamentos, faça
com que sua vida ganhe um sentido novo, faça amizades, recupere amizades nada é
mais prazeroso do que viver, não passar pela vida, viver, no mais simples
sentido do verbo.

Quando um avião cai a gente cai junto. Um avião transporta mais do que vidas, transporta sonhos. É o pai que está indo reencontrar os filhos, é a mãe que está indo buscar o sustento de sua família, são pilotos que planejam estar em casa ao jantar e a aeromoça que leva na bagagem o perfume favorito do namorado.

Quando cai um avião a gente cai junto, pois quantos de nós viram os sonhos começar dentro de um avião. A viagem tão esperada, a assinatura de um contrato, o encontro com alguém que tanto sonhamos estar junto.

Aviões partem rumo a sonhos, e era isso que cabia também neste trágico voo que quase chegou a seu destino. Jogadores que representavam o sonho do menino que quer ser jogador, jogadores que representavam seus familiares, seus torcedores.

Quando um avião cai todos nós caímos juntos. Morrem sonhos, morrem encontros que não vão mais ocorrer, morrem saudades que não vão ser vencidas e que dali por diante vão apenas crescer e se tornar um buraco junto a quem nunca chegou.

Quando um avião cai a dor é compartilhada, pois todos nós somos torcedores, torcemos para quem amamos, torcemos para logo poder dar o abraço, torcemos, pois ninguém sonha sozinho.

Hoje esse humilde time de Santa Catarina tem a maior torcida do mundo, pois quando sonhos despencam do céu a solidariedade é a única camisa que todos vestem, pois essa é a única camisa que nesse momento nos conforta.

Felipe Sandrin

Nota: Texto publicado no Facebook oficial do autor em 29/11/2016.

SONETO IN SAUDADE

Sou um verso inacabado
Um pouso sem céu
Um poço sem fundo
Um vazio alado .


Meus instantes soam ventania
Meu ar anda vestido de solidão
O pensamento vaga na ilusão
Numa inquieta e infinda agonia .


Vivo escorregando no tempo
Num poema rasgado e ansiando alento
Sob um pano de fundo se perdendo de mim .


O outrora sempre me persegue
Inda que no presente o vento me negue
Mas sem pedir a saudade sempre pousa por aqui.

Houve, uma vez, um rei que tinha uma filha extraordinariamente linda, mas tão soberba e orgulhosa que pretendente algum lhe parecia digno dela; repelia-os todos, um após outro e, ainda por cima, fazia troça deles.
Certo dia, o rei organizou uma grande festa e convidou, das regiões vizinhas e distantes, todos os homens que desejassem casar. Foram colocados todos em fila, de acordo com as próprias categorias e nobreza: primeiro os reis, depois os duques, os príncipes, os condes, os barões e, por fim, os simples fidalgos. Em seguida, fizeram a princesa passar em revista a fila dos candidatos mas ela criticou um por um, em todos encontrando defeitos; um era muito gordo: - Que pipa! - dizia; o outro muito comprido: - Comprido e fino não dá destino! - o terceiro era muito pequeno: - Gordo e baixo graça não acho; - o quarto era pálido: - A morte pálida! - O quinto multo corado: - Peru de roda: - o sexto não era muito direito: - lenha verde secada atrás do forno; - e assim por diante. Punha defeitos em todos mas, especialmente, visou e divertiu-se a troçar de um bom rei que estava na primeira fila, o qual tinha o queixo um tanto recurvo.
- Oh, - exclamou, rindo-se abertamente, - esse tem o queixo igual ao bico de um tordo.
E daí por diante, o pobre rei ficou com o apelido de Barba de Tordo. Mas o velho rei, ao ver a filha caçoar do próximo e desprezar todos os pretendentes lá reunidos, encolerizou-se violentamente; e jurou que a obrigaria a casar-se com o primeiro mendigo que aparecesse à sua porta.
Decorridos alguns dias, um músico-ambulante parou sob a janela, cantando para ganhar uma esmola. Ouvindo-o, o rei disse:
- Mandai-o entrar.
O músico-ambulante entrou, vestido de andrajos imundos; cantou na presença do rei e da filha e, quando terminou, pediu-lhes uma esmolinha. O rei disse-lhe:
- Tua canção agradou-me tanto que vou dar-te minha filha em casamento.
A princesa ficou horrorizada, mas o rei disse:
- Jurei que te daria ao primeiro mendigo que aparecesse e cumprirei meu juramento.
De nada valeram os protestos e as lágrimas. Foram chamar o padre e ela teve de casar-se com o musico. Depois do casamento, o rei disse-lhe:
- Não é lógico que a mulher de um mendigo fique morando no palácio real; portanto, deves seguir teu marido.
O mendigo saiu levando-a pela mão, e, assim, ela teve de caminhar a pé, ao lado dele. Chegaram a uma grande floresta e então ela perguntou:
- A quem pertence esta bela floresta?
Pertence ao rei Barba de Tordo;
Se o tivesses querido, pertenceria a ti.
Ah! como fui tola, meu bem,
Porque não quis ao Rei
Que a Barba de Tordo tem!
Depois atravessaram um belo prado verde jante e ela novamente perguntou:
- A quem pertence este belo prado?
Pertence ao rei Barba de Tordo;
Se o tivesses querido, pertenceria a ti.
Ah! como fui tola, meu bem,
Porque não quis ao Rei
Que a Barba de Tordo tem!
Mais tarde chegaram a uma grande cidade e ela perguntou mais uma vez:
- A quem pertence esta grande e bela cidade?
Pertence ao Rei Barba de Tordo;
Se o tivesses querido, pertenceria a ti.
Ah! como fui tola, meu bem,
Porque não quis ao Rei
Que a Barba de Tordo tem!

O músico-ambulante, então, disse:
- Não me agrada nada ouvir lamentares-te por não teres outro marido: achas que não sou digno de ti?
Finalmente chegaram a uma pobre casinha pequenina e ela disse:
- Ah! meu Deus. que casinha pequenina
A quem pertence a pobrezinha?
O músico respondeu:
- É a minha casa e a tua; aqui residiremos juntos.
A porta era tão baixa que, para entrar, a princesa teve de curvar-se.
- Onde estão os criados? - perguntou ela.
- Qual o que criados! - respondeu o mendigo; - o que há a fazer deves fazê-lo tu mesma. Acende logo o fogo e põe água a ferver para preparar a ceia! Eu estou muito cansado e quase morto de fome.
Mas a princesa não sabia acender o fogo, e nem serviço algum de cozinha, e o mendigo teve de ajudá-la se queria ter algo para comer. Tenho engolido a mísera comida, foram deitar-se; na manhã seguinte, logo cedo, ele tirou-a da cama para que arrumasse a casa. E assim viveram, pobre e honestamente, diversos dias até se consumir a provisão que tinham. Então, o marido disse:
- Mulher, não podemos continuar assim, comendo sem ganhar. Tu deves tecer cestos.
Saiu a cortar juncos e trouxe-os para casa; ela pôs- se a tecê-los, mas os juncos muito duros feriam-lhe as mãos delicadas.
- Vejo que isso não vai, - disse o homem, - é melhor que fies! Talvez consigas fazer algo.
Ela sentou-se e tentou fiar, mas o fio duro cortou-lhe logo os dedos finos até escorrer sangue.
- Vês, - disse o marido, - não sabes fazer coisa alguma; contigo fiz mau negócio. Vou tentar o comércio de panelas e potes de barro: tu poderás vendê-los no mercado.
"Ah! - pensou ela, - se vier ao mercado alguém do reino de meu pai e me vir sentada lá a vender panelas, como irá escarnecer de mim!"
Mas não tinha remédio, ela foi obrigada a ir, se não quisesse morrer de fome. Da primeira vez, tudo correu bem; porque era muito bonita, a gente que ia ao mercado comprava prazerosa a mercadoria e pagava o que exigia; muitos, aliás, davam-lhe o dinheiro e não levavam objeto algum. Com o lucro obtido, viveram até que se acabou, depois o homem adquiriu novo estoque de pratos; ela foi ao mercado, sentou-se num canto e expôs a mercadoria. De repente, porém, chegou desenfreadamente um soldado bêbado, atirando o cavalo no meio da louça e quebrando tudo em mil pedaços. Ela desatou a chorar e na sua aflição não sabia o que fazer.
- Ah, que será de mim! - exclamava entre lágrimas; - que dirá meu marido?
Correu para casa e contou-lhe o sucedido.
- Mas, quem é que vai sentar-se no canto do mercado com louça de barro! - disse ele. - Deixa de choro, pois já vi que não serves para nada. Por isso estive no castelo do nosso rei e perguntei se não precisavam de uma criada para a cozinha; prometeram-me aceitar-te; em troca terás a comida.
Assim a princesa tornou-se criada de cozinha; era obrigada a ajudar o cozinheiro e a fazer todo o trabalho mais rude. Em cada bolso, trazia uma panelinha para levar os restos de comida para casa e era com o que viviam.
Ora, deu-se o caso que iam celebrar as bodas do filho primogênito do rei; a pobre mulher subiu pela escadaria e foi até a porta do salão para ver o casamento. Quando se acenderam as luzes e foram introduzidos os convidados, um era mais bonito que o outro; em meio a tanto luxo e esplendor ela pensava, tristemente, no seu destino e amaldiçoava a soberba e a arrogância que a haviam humilhado e lançado naquela miséria.
De quando em quando os criados atiravam-lhe alguma migalha daqueles acepipes que iam levando de um lado para outro, e cujo perfume chegava às suas narinas; ela apanhava-as, guardava-as nas panelinhas a fim de levá-las para casa. De repente, entrou o príncipe, todo vestido de seda e veludo, com lindas cadeias de ouro em volta do pescoço. Quando viu a linda mulher aí parada na porta, pegou-lhe a mão querendo dançar com ela; mas ela recusou espantada, pois reconhecera nele o rei Barba de Tordo, o pretendente que havia repelido e escarnecido. Mas sua recusa foi inútil, ele atraiu-a para dentro da sala; nisso rompeu-se o cordel que prendia os bolsos e caíram todas as panelinhas, esparramando- se a sopa e os restos de comida pelo chão. A vista disso, caíram todos na gargalhada, zombando dela; ela sentiu tal vergonha que desejou estar a mil léguas de distância. Saiu correndo para a porta, tentando fugir daí, mas um homem alcançou-a na escadaria e fê-la voltar, novamente, para a sala. Ela olhou para ele e viu que era sempre o rei Barba de Tordo, o qual, gentilmente, lhe disse:
- Nada temas, eu e o músico-ambulante que morava contigo no pequeno casebre, somos a mesma pessoa.
Por amor a ti disfarcei-me assim, e sou, também, o soldado que quebrou a tua louça. Tudo isto sucedeu com o fim de dobrar o teu orgulho e punir a arrogância com que me desprezaste.
Chorando, amargamente, ela disse:
- Eu fui injusta e má, portanto não sou digna de ser sua esposa.
Mas ele respondeu:
- Consola-te, os maus dias já acabaram; agora vamos celebrar as nossas núpcias!
Vieram, então, as camareiras e vestiram-na com os mais preciosos trajes; depois chegou o pai com toda a corte, a fim de apresentar-lhe congratulações pelo casamento com o rei Barba de Tordo e, só então, começou a verdadeira festa.
- Ah! como gostaria de ter estado lá contigo nessas bodas!

A quem disse que a ''vida é uma passagem,'' aonde um dia podemos embarcar, e dizer o último adeus.
Dias de luz, risos e felicidades. Dia de sombra, dor e lagrimas, são necessários para nos ensinar os valores da vida. Não podemos pensar no que poderia ser feito, e nem lamentarmos pelo que se passou, não tente imaginar o futuro deixe que ele te surpreenda. Todos os dias acordamos, ou na maioria deles ''irritados'' por acordar tão cedo e seguir nossas obrigações, e mal sabemos nós o quão abençoados somos por viver mais um dia.
Nosso único dever é torna-lo especial, fazer dele o melhor. Nosso tempo é de exatamente 86400 segundos, para fazer a diferença, sonhar e sonhar e também os realizar!

Um dia um passarinho me contou que minha hora ia chegar que tudo ia mudar mais só dependia de mim. Tive uma inspiração que me fez voltar a escrever e por pra fora tudo o que pensava e por em reflexões. Até então eram palavras ardentes, apaixonantes, verdadeiras e sinceras de mais, mais ai você surgiu e eu me transformei. Assim como mil palavras vem em minha mente elas só se encaixam se tiver um pedacinho seu. Eu te observei nos mínimos detalhes e fui te conhecendo aos poucos aprendendo a cada dia um ser diferente amando você um dia após o outro, gestos , sorrisos, medos e aflições, tudo era novo um desafio. Um quebra cabeça que não tem fim mais que quero montar peça por peça fazendo acontecer. Deixando acontecer. Se já é amor o q você sente não sei ao certo mais que a cada dia eu tenho vontade de viver ao seu lado eu tenho e muita.
O amor acontece assim... vivendo, compartilhando, confiando e principalmente mudando. O significado do amor vem com o tempo. Vem a cada dia, a cada gesto. Sabe por que eu não desisto?
Sabe porquê eu luto?
Porquê sei que vai dar certo.
Eu escolhi você.
A vida me deu você.
Como desistir de alguém que não tenho coragem de machucar e sim de mostrar a cada dia que somos capazes de ser feliz. O passado estará sempre em nossas vidas. Mas o que seria de nós sem um passado?
Sem um aprendizado?
Não seríamos nada.
Então... Eu digo!
Você é minha razão ♡
Meu desafio.
Minha mudança.
E eu não desistiria de você nem que o mundo se afogasse em decepções.
Eu faria tudo de novo .
Só para ouvir de você que a partir de hoje eu seria o seu amor e que você faria tudo para ficar ao meu lado e me fazer feliz.
Palavras de uma mulher apaixonada.
(Adriana Amador)

Quando agente encontra um alguém do qual vale a pena acreditar e amar. O que menos importa é o medo e a desconfiança.
Quando nos sentimos seguros(as) ao ponto de só pensar na saudade e na próxima vez que vai encontrar esse alguém tão especial, o coração nos pede para essa vontade imensa que sai do peito nunca acabar.
Quando não pensamos mais no futuro e sim nas maravilhas que podemos usufluir um dia após o outro e conseguir arrancar sentimentos nunca sentidos ou arracandos desse outro alguém ai sim... teremos a plena certeza que estamos no caminho certo e as consequências não serão menores do que um, Eu Te Amo, verdadeiro!!!
"Aqui escreve uma mulher totalmente segura."
(Adriana Amador)

... Um dia!
Eu sentia saudades tuas.
Só que na verdade não era bem tua!
Mais sim... De mim mesma!
Pois havia me perdido de minh'alma no vago da tua!
E por isso: busquei-me!
Para voltar a viver...
O legado do meu amor
Em outras vidas, em outros lugares, menos egoísta
Do que àqueles que um dia tu me ofertaste
Sem cores, cheiros ou sons verdadeiros
Para o meu coração que tanto te amava em silêncio,
Em voz, no vento, no tempo do meu EU profundo.

A escolha é de cada um...
Foi-nos dado o livre-arbítrio e
cada qual faz uso dele como bem lhe aprouver,
sendo responsável pelas decisões que toma.
Assumo total responsabilidade por meus atos
e aceito todas as consequências que deles advém.
Por saber das regras "do jogo da vida", penso muito
antes de agir, falar, julgar, acusar... sem esquecer que
cada atitude minha fará parte da bagagem de vida
que carregarei até o final meus dias e que será lembrada
pelos que me sucederem.
Cika Parolin 04 de dezembro de 2016