Texto para minha Sogra
Mergulhar em mim mesmo, cada vez mais fundo,
a remover pedaços da minha emoção cruzadas na parede de minha alma,
vasculhar os corredores sombrios de minha conciencia,
soprar a pueira que me sufoca, arejar a mente e dizer nao a
todas as tentativas de voltar atras o processo foi longo e dificil,
mais valeu a pena, pois ao voltar em mim mesmo, compreedi que cresci.
Minha rede
Quando era jovem, bem jovem, dormia todos os dias da minha juventude em uma rede quentinha, confortável e forte. Lembro que me balança bastante nela. Ah, como era bom, como era divertido. Balançava alto, cada vez mais alto, quase que dando uma volta completa no ar. Lembro também que eu me enrolava dentro dela, todo o corpo dentro e coberto, quase que como uma casa. Ela era resistente a tudo, inclusive a mim mesmo, e olha que eu exigia bastante dela. Sempre tomei o cuidado de tirá-la vez ou outra para lavar e secar, definitivamente era um cuidado sem igual. Brinquei bastante dentro da minha rede, descansei muito no seu interior, adormeci inúmeras vezes envolto por ela.
O tempo passou, e parece que aquela rede tão resistente, já não é mais assim. Começou a ranger, a desfiar. Perdeu um pouco da sua cor original também. Há que diga até que se trata de outra rede. Fico com receio de balançar muito alto, já não sei se ela suportaria as minhas alturas. Ainda durmo dentro dela, mas já não me enrolo como antes, pois tenho medo de puxá-la demais e ela soltar fios e criar pequenos buracos, acho até que ela já tem alguns, eu que ainda não os vi. Hoje levo um lençol para dentro para poder cuidar do frio. Ainda cuido bastante dela, mas confesso que tenho receio desse cuidado todo terminar deixando-a ainda mais velha e mudada. Dizem que lavar demais desbota e enfraquece o tecido. Isso é estranho pra mim, sempre pensei que fosse o contrário, inclusive em se tratando da minha rede.
Queria que ela me fizesse dormir como antes. Sinto falta daquela sensação...
Serena
Serena meu amor, minha vida,
Meu tudo.
Procuro carreira solo, consegui...
A solidão, meus amigos sumiram
e me deixaram!
Serena meu anjo,
Fiquei triste
Pensei em sucicídio.
Nâo viver, foi o que escolhi,
Solidão, solidão, isso é mais um texto
cheio de virgulas e pontos.
Serena, bebê
Escolhi você para ser minha,
A minha felicidade.
Hoje a vida ri de mim,
Serena meu amor!
Escolhi você, você é minha mulher;
Serena
Se tudo tem que ser assim,
Então deixar ser.
Serena meu amor.
Minha vida não é assim tão fácil,
mtos me veêm por ai sorrindo mas não me veêm em casa chorando,
trabalhar é cansativo, coisas ilícitas são perigosas,
amar é gostoso, perder é triste.
São todas emoções, sentimentos, sensações as quais estamos dispostos a passar para estamparmos em nossos rostos sorrisos, mtas vezes falsos porem que com o tempo torna-se verdadeiro.
As mentiras em nossas vidas estão a tanto tempo presente que tornam-se verdades. Preferimos acreditar nelas do que viver com a dura verdade.
Nos iludimos por uma boa impressão de quem nos vê, para nos passarmos por fortes mesmo nos momentos mais dificeis em nossas vidas.
Essa é a natureza Humana: "Mostrar-se forte em frente aos outros para quando olhar-se ao espelho desabar em choro e insatisfação.
Vermes de uma Carcaça
Veja minha desgraça
Somos da mesma raça
Estou me alimentando
De vermes de uma carcaça
Carcaça como a sua
Carcaça como a minha
Carcaça, carcaça humana
Carcaça suja e fedida
Tamanha minha desgraça
Minha saúde é escassa
Vermes vou mastigando
Enquanto a morte me abraça
Carcaça podre, horrenda
Carcaça infestada por bichos
Carcaça,carcaça humana
Carcaça é meu destino.
Eu te amo...
E te amarei durante todo minha vida;
Te amo nos seus gestos,
Te amo no seu sorriso,
Te amo na sua voz,
Te amo no que você é!!!
Te amarei em tudo...
No ar que respiramos,
No alvorecer da tarde,
No crepúsculo,
Na morte...
Te amo na chuva que cai,
No sol que queima...
Eu quero te amar.
Te amar nas minhas horas de tristezas,
Pois sua lembrança só me traz alegrias;
Te amar quando a alegria chegar,
Pois o amor é alegria
E sou feliz enquanto te amo...
Mesmo que o amor se torne extinto,
Faço questão de te amar;
Mesmo que a luz do mundo acabe,
Quero te iluminar com o meu amor;
E somente a vontade de Deus
Seria capaz de tirar todo esse amor
Que alimenta minha própria existência...
Você mora dentro de mim.
Te amo mas so vc não vê...
Minha Timidez!
Hoje vi o sol raiar!,E isso me fez recordar
De como é lindo o teu Sorriso e o teu Olhar,
Isso deixou meu Coração apertado,
Pois o AMOR que eu sentia por você foi desprezado!
E o Amor que você fez brotar em mim
Cresceu mas não vingou, enfim
Pois você não cuidou dele como deveria ser
Então esse AMOR veio a Morrer
A minha timidez e o medo de te perder
Me fez perceber!
Que era cedo demais
Pra desistir por isso fui atras!
Escrevendo foi o meio que eu encontrei
Pra diblar a minha timidez,
E assim poder te dizer
O quanto eu AMO você!!!
Que enjoo, como as minhas mãos soam, minha barriga parece que “treme” ou que existe “borboletas” voando. Credo, que sensação esquisita, por que eu to cantarolando? E esse sorriso do meu rosto? Meu Deus, de onde surgiu essa sensação de bem-estar, de paz interior? Eu comecei a semana num estado de nervos que não me imagino assim agora. O que será que está havendo comigo? Será que estou doente e não sei...
“Amiga, estou com tantos sintomas, parece uma doença, sabe me dizer o que pode ser?” “É apenas amor, sua bobinha.”
À Sombra da Lua
Ouço um silêncio...
Deitado em minha cama
à sombra da Lua
e do gotejar da fina garoa.
E pouco perturba o verme
voando no quarto,
sim; se há tantos grilos
no escuro da mente.
Lá fora, na noite de Lua
procuro versos no silêncio
que me deixem sonhos bons
na noite deitado
à sombra da Lua.
POESIA, MINHA FIEL COMPANHIA
Num dia fui inventada, no outro me reinventei. Já tive asas quebradas. Já as tive inteiras, outra vez. Já pisei em pedregulhos e sorri por puro orgulho, quando a dor me visitou.
Já me perdi no horizonte sem sequer sair do lugar, viajando ao ver os navios
dançando felizes, nas águas, em alto mar.Já sonhei com outras terras, outros portos, com as gentes de outro lugar.
Já bebi minha própria saliva; já provei do meu próprio veneno; já tive a boca rachada de tanto tagarelar.
Já rasguei minhas memórias escritas em um papel qualquer que o tempo, no seu tempo, esqueceu em algum lugar.
Já tive medo do escuro, já me perdi em atalhos, já enlouqueci por bobagens.
e distraidamente, tranquei minha alma num armário.
Já chorei quando perdi amores; já dei risadas quando recebi flores; já voei nas nuvens, inflada pela felicidade.
Até corri em disparada, só para ganhar um abraço dos braços de quem eu tinha muita saudade.
Já tive o coração na garganta, na boca, na cabeça com sentimentos que nem me deixavam a realidade enxergar.
Já amei quem não devia e tremi mesmo quando me diziam: “Não tenha medo não”.
Os anos foram passando e eu sempre esperando que minha alma estabanada sossegasse e, quieta devorasse essa tal de poesia, que os mais velhos diziam que com o tempo nos fugia, desfigurando todas e quaisquer emoções.
De fato, passaram-se os anos, os dias, as horas e meus planos.
Porém, a poesia, dona absoluta de minhas fantasias, numa doce e eterna teimosia, resistiu ao tempo, às dores, aos desencantos , ao meu cansaço e como uma bactéria resistente, continua presente em minhas veias ,correndo com sofreguidão como sangue quente me fazendo companhia nas minhas horas de total e irrestrita solidão.
COBIÇO O SOL NESSA MINHA CARA DE CHUVA
Ponto de partida.
Eu e os meus contrapontos, nas suas complexas conexões.
Entre o branco e o preto, ilógica e incoerente minha alma navega em estado apocalíptico nos debates íntimos do paraíso perdido.
Sentimentos escondem-se em narrativas cifradas por suas rochas subterrâneas.
Uma forma crua de acesso aos sons desafinados dos desejos e anseios estanques revelados no universo onírico de minha alma alarmada diante de mim mesma.
Na ordem desordenada do abalo sísmico do abismo que me guarda e me amedronta, me debruço e invoco a calma.
Quero uma calma mediática, harmônica e voraz.
Quero pensamentos mágicos roubando-me desse isolamento que me prende, com uma âncora, às esquinas de meus medos e às zonas de turbulências.
Minha urgência reflete-se no visível, no grito da alma, nos sentimentos bailarinos de minhas veias, no cansaço da tristeza, nos sonhos caídos por terra, nas distâncias insanas, nas sintonias dessintonizadas.
Coração está asilado. Sufocado. Sentimentos no avesso.
Cobiço o sol nessa minha cara de chuva, porque a vida não peguei emprestada.
Dedico esta poesia a Alessandra Espínola, após matar a minha sede na fonte de seus escritos.
PROCURO-TE
Procuro-te nas palavras.
E em teus versos te encontro.
São diferentes as nossas estradas,
mas iguais as nossas madrugadas.
Perco-te pelas frias esquinas da vida
e em tua alma te reencontro.
São diferentes os nossos destinos,
mas iguais os nossos desatinos.
Nossas feridas são pulsantes.
Nossas dores, viajantes errantes.
Nossas vozes jamais podem descansar.
Procuro-te na prisão dos loucos.
Porque ouço gritos sufocados e roucos.
E vozes que mal posso escutar.
Amiga, sinto te informar.
Somos prisioneiras da fantasia
Estamos condenadas à poesia
Somos Deusas da nossa criação
SEM VOCÊ AMIGO, NÃO SEI NAVEGAR.
Você, que na minha vida, faz toda diferença.
Que é minha companhia e me ajuda a caminhar.
Que me traz alegria, quando vem comigo conversar.
Que quebra a minha rotina com as risadas que dá.
Que nem preciso pedir ajuda, porque aqui já está.
Que elogia o meu penteado, mesmo quando desarrumado.
Que chega aqui correndo como um louco,
quando me escondo no meu porão do sufoco
e me traz uma flor para me acalmar
Que sempre tem coisas boas para me contar,
mesmo quando a seu lado, resolvo me calar.
Que não tem pressa de ir embora, quando resolvo falar.
Que compreende o que digo, sem eu ter que me explicar.
Que não me deixa bater em retirada, quando estou apavorada.
Que me leva a sério quando me queixo de solidão.
Que acredita que não sou causa perdida, quando minha coragem resolve cochilar.
e corro risco sem necessidade só pelo gosto de me aventurar. Que cuida de minhas feridas que latejam, sem nunca reclamar.
Que encosta a minha cabeça no seu ombro, quando começo a chorar.
Que não tem medo de me dizer a verdade e ouvir a minha explosão.
Que compartilha comigo os sonhos de seu coração para me fazer sonhar.
E que no seu desespero, no meio da noite, não titubeia em me ligar,
ao descobrir que vendeu a sua alma o diabo e não sabe como se safar.
Ou mesmo,em me acordar na madrugada só para dizer onde está.
A você amigo, eu posso lhe afirmar:
Sem você nesta vida, não sei navegar.
VOLTA À VIDA
No silêncio, reencontrei a calma
e assim, descansei minha alma,
das tristezas que habitaram os meu dias.
E novamente,estou aqui
no tempo e dentro do espaço,
com o coração dando seus passos,
caminhando na busca de uma nova estação.
Estou inteira, não mais em pedaços.
Posso até ver as estrelas enfeitando o meu chão.
Como é bom estar de novo na vida
Sem ferida, sem medo de morrer.
DESESPERO
Experimentei o medo da perda e perdi.
Desesperadamente, bebi a minha lucidez e fugi.
Tentei me resgatar na fúria dos sentimentos desordenados.
Quase morri.
Me escondi de minha alma e enlouqueci.
Fiquei prisioneira no emaranhado do tempo
e sem tempo tive que partir.
Doeu-me às horas.
Pesaram-me as vertigens.
Contraíram-se todos os meus músculos
Desabei com o peso de minha própria carcaça
e estirada ao chão me arrastei.
Me senti lixo.
Chorei.
Considero minha vida como um livro em construção... Não posso mudar, nem apagar o que já foi escrito. Mas posso virar a página e escrever uma nova história.
Não posso voltar o passado, mas posso recomeçar de onde parei e dar continuidade...
Não posso mudar os fatos ocorridos em minha vida, mas posso mudar a forma como eles acontecem.
Fatos são consequências de nossos atos.
Mudando meus atos, mudo os fatos, mudando os fatos... Mudo minha vida. Mudando de vida, escreverei um novo livro.
Um novo começo...
Uma nova história...
Mas nunca um ponto final.
"O que importa é o que está dentro."
Ontem fiquei parada olhando à minha volta. Olhei para as pessoas, suas cores e olhares. Parei, mais uma vez, pra olhar pra esse mundo e essas voltas que ele dá. Então, sobro eu aqui, me martirizando em entender pra que serve tudo isso. Pra que serve juntar tanta coisa ao longo da vida - troféus, empregos, dinheiro, estabilidade, relacionamentos e quinquilharias. Pra quê? No final, é sempre aquele mesmo repertório; vem a morte. E não levamos nada disso junto. Pra que serve se entregar à alguém, à um relacionamento, se depois é sempre a mesma coisa; um dos dois saem machucados e cheio de memória incríveis que não consegue se livrar? Pra que serve os sentimentos? Pra que pegar todo bendito dia o metrô lotado, onde nem cabe mais, e eles te empurram de abolinam e te machucam, e você rala o dia todo no serviço, pra voltar naquele mesmo inferno e chegar em casa e durmir, e no outro dia a mesma rotina de sempre? Pra que ser tão cobrado da sociedade em ser igual, em fazer coisas iguais, em sorrir, em ser social, legal, em ser correta, em não ser você mesmo?
E eu, sempre, me questionando sobre todas as coisas e todo mundo. Percebo que enquanto eu aqui, penso e tento compreender toda essa maluquice do que é feita a vida, eles estão ali, fazendo algo melhor - vivendo. Ou não. As pessoas vivem. À forma delas, mas acredito que vivem. Não sou a mesma que há de dois anos atrás, aquela que vivia e sorria feliz mil, mas por incrivel que pareça, a minha verdadeira alma nunca mudou. Ainda consigo ver o mundo com olhos de criança, mesmo com essas e tantas cacetadas da vida que já levei e raras são as vezes, mas ainda vejo. Apesar de ter meu coração em cacos, eu ainda tenho ele aqui, batendo forte e eu, uma vez o outra, o sinto batendo, nem que de fininho devido à algum sentimento tentando surgir, mas aí eu o abafo. Apesar de toda essa mudança radical dentro e fora de mim, o que importa é o que está dentro. Não importa em quantos quilos de maquiagem você passar ou em quantas coisas você conseguir fazer certinho; você ainda é o mesmo, e sabe que o é. Mas todo mundo erra, não vejo nenhum perfeito por aqui, você vê? As pessoas erram, erram e erram de novo. Aliás, pra que mesmo estamos aqui? Pra errar? Não sei. Mas para aprender, tenho certeza. Mas pra quê? Não faço a mínima idéia. Não quero nem começar. Só vou seguindo e lembrando: o que importa é o que está por dentro. O resto? Deixo com Deus.
Minha Esperança
As vezes fico pensando na vida, em tudo que passo e ja passei...
E choro por motivos, os quais ainda não sei.
Mas de uma coisa eu tenho certeza: Existe esperança!
Olho para o céu, mil estrelas a brilhar;
Contemplo as ondas do infinito mar.
Flores no jardim, começam a brotar;
Tudo isso me faz entender, quem espera sempre alcança.
Pois ainda existe esperança.
Se existe esperança, então por que me preocupar com as coisas que virá?
Pois Deus tudo criou com seu infinito amor, e jamais me abandonará.
Sempre existe uma esperança para aquele que Nele confiar!
Minha esperança é saber que Deus tem cuidado de mim, com seu amor sem fim. Por isso não temerei e nele confiarei.
Em Deus deposito minha fé e confiança, pois nele encontro minha esperança!
A esperança não é ultima que morre, pois ela estará sempre viva em meu coração.
Oblíquos
Cruel enleio que delinea minha face pálida,
Atira-me às sombras mórbidas da insensatez,
Tira-me fantasias que nutrem a alma cálida,
Esvai num redemoinho silêncioso descolorindo minha tez...
Suga-me sentimentos puros transformando-os em dores,
Meu corpo abandonado em sulcos da imaginação,
Afloram espinhos e hastes ríspidas onde haviam flores,
Enrijece como rocha meu suave coração...
Meus braços já não alcançam os teus,
Minha voz soa como a de um pássaro perecendo,
Meu vôo alto como se enterrando num breu,
Minha essência cintilante desaparecendo...
Já não sinto teus olhares,
Nem teus lábios sobre os meus,
Não há volta, nem noites espetaculares,
Nem o toque e o brilho dos olhos teus...
A bruma gélida que se apossa vertiginosa
Derrama prantos desesperados e aflitos,
Mas a vida continua, impiedosa
E seguimos... como dois pontos oblíquos.
Abraça-me
Permite-me sentir teu calor em meus poros
e a profundidade de tua alma na minha...
Abraça-me com a suavidade dos teus sonhos,
E deixa-me devanear em teus pensamentos...
Abraça-me com teus olhos, e incendeia meus sentidos...
Efervescendo sensações produzidas com tua chegada,
Pulsantes e ternas como o primeiro beijo,
Como o primeiro toque... o princípio do desejo...
Abraça-me com teus lábios, e umedece meu ser,
Arrepiando pêlos, nervos, a flor da pele,
A se entregar com ardor e volúpia,
Invadindo espaços até então proibidos...
Abraça-me com teus abraços, e aninha-me em teu corpo
Deslizando tuas mãos entre meus seios,
Confundindo pernas, coxas, braços, faces,
Mundos e sonhos... num único plano.
Tu és, o melhor de todos os feitiços,
És doçura, amor e alegria, meu anjo encantado...
E de teus abraços degusto o melhor de todos os sabores:
Sentimentos puros, com gosto de pecado...
Eu te amo...
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