Textos sobre as mães que motivam com sua garra e dedicação

Mães, mulhereres agraciadas com o dom da vida.. criaturas quase mágicas, sobrehumanas que todos os dias travam muitas novas batalhas em seus lares, seus trabalhos e dentro de si mesmas.
Ser Mãe é ser o princípío e o fim. O princípio pois são elas o mistério de Deus, tem a dádiva da vida. E o fim, pois sem elas nosso mundo parecem simplesmente não existir mais.
Mães são definitivamente, como dizem, tudo igual. Só muda o nome e o endereço. E não importa se ela não te deixou ir à aquela festa maneira, isso não diminui o amor dela por você. Não importa se ela não aceita as suas escolhas, mas sim se ela está ao teu lado quando você tomá-las.
Eu posso não ser mãe, e não ter dos melhores relacionamentos Mãe&Filho mas de uma coisa eu tenho certeza. Não há nada nesse mundo que substitua ou se compare a uma Mãe.

Minha homenagem as mães...
Mãe...
Deus na sua infinita sabedoria usou apenas três letras criando você um dia
Como pode caber em tão poucas letras um amor que ultrapassas as vidas
Segue na eternidade dos mundos em formas de um sábio guia
Anda nos passos daqueles que se seguras em suas mãos! Amor que lhe deu a vida...
No amor é impossível que tenhas outro maior
Amor de mãe é tão grande que chegas ao fazer dó
De ver alguns filhos ingratos no mundo as deixando sós.
As lagrimas dos seus olhos na alma. Viras em nós...
Esmagando seus corações em cada nó mais apertado
Nos olhos são suas lagrima, um balsamo abençoado
Escorrendo pelas faces num olhar quase parado
Pedindo ao pai eterno que os filhos sejam para sempre abençoados...
Se nova tem grande amor no coração a guardar
Homem nenhum neste mundo pode este amor roubar
O amor de uma mãe ao um filho vem demonstrar
Nos desespero-nos da vida sua alma chagas a dar...
Se recursos tem bastante o amor é sempre o mesmo
Se pobre de tudo um pouco seu amor nunca tens preço
A vida lhes ofereces nas dores dentro do peito
É uma dor que todas passam! Mesmo no parto perfeito...
Se a idade lhe judia o tempo lhe foi um placebo
Só por ter tido na vida de Deus recebido o direito
De dar a vida a um filho o pagamento foi feito
Das dores do dia a dia os filhos para as mães são sempre todos perfeitos...
Nunca devemos esquecer que mãe também é mulher
Ama, sofre e desesperas dos amores que se é
Dificilmente no peito não traz um amor de um passado
Guardado dentro do peito a sete chaves trancado...
Faço a ti minha homenagem mães que Deus te abençoou
De dar à vida a outra vida só Deus mesmo quem criou
E amor igual ao seu nos homens não colocou
A minha mãe já estas com ele num altar que ele criou...
(Zildo de Oliveira Barros) 06/05/12

Mães novas, mães idosas,
mães simples e mães vaidosas.
Mães zelosas, mães carinhosas,
mães solteiras e mães guerreiras...
Mães pais, mães avós, mães irmãs
e bisavós.
Mesmo as que estão lá no céu,
por quem os filhos choram...
e as que choram pelos seus filhos no céu...
Todas as mães são sempre amor...
Seja lá como for, a maneira como se chama...
mãe é quem ama, quem cuida e protege.
Mãe é quem agradece por ver
o filho contente.
É quem pede a Deus que
os abençoe sempre.

PAIS, MÃES E FILHOS

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Nunca tive saudades do meu pai. Tive, sim, saudades do pai que meu pai não foi. Na verdade, saudades de qualquer saudade que teria, se a minha história e de meus irmãos com ele fosse outra.
Ao me tornar e “retornar” pai, passei a ter medo. Um medo imenso de que minhas filhas algum dia não tenham saudades do pai que tiveram, mas, do pai que não fui. Ou que tenham saudades de qualquer saudade que pudessem ter, se nossa história fosse outra. Se tivéssemos história, pelo menos que valesse a pena lembrar.
Pais e mães deveriam refletir mais a respeito disso. Deveriam se preocupar em construir com seus filhos, histórias relevantes. De amor e presença. De atenção e cumplicidade. Se houver sofrimento - e sempre há -, que o sofrimento seja compensado por esses atributos indispensáveis à relação pai, mãe e filhos.
Que seja por egoísmo. Pelo simples deixar saudades. Não tem problema, porque esse egoísmo tem a capacidade mágica de salvar os filhos de uma frustração eterna.

Deus abençoe a todas as mães... não só hoje, mas todo o sempre...
Parabéns mães que cuida com amor e carinho dos filhos especiais...pois Deus não confiaria a qualquer mãe os cuidados com esses anjos;
Parabéns as mães que não passam a mão na cabeça dos filhos que enveredaram pelo caminho do erro,e mesmo assim não os abandonam e oram por eles;
Parabéns as mães que perderam seus filhos,que Deus as amparem na sua dor, e que creiam que a morte física não é o fim,que eles ainda vivem na casa do Pai como o nosso amado Jesus disse que há muitas moradas na casa do pai,confiem nas palavras de Jesus,e que Deus as abençoem;
Parabéns as mães que não souberam ser mães,que Deus as iluminem e tenha misericórdia dessas infelizes;
Parabéns as todas as mães de amor infinito,que Deus as abençoem,ilumine e as guarde.Amém !

São mães,filhas,esposas e companheiras
São as mulheres do dia de hoje e de sempre
Que lutam,encaram,tomam para si os desafios
De tornar esse mundo melhor para vivermos.
O carinho de mãe supera o amor Universal
Tando que Deus precisou de uma mãe
Para encarnar entre nós!
Experimentou a doçura,o carinho especial do colo.
As palavras de destemor firmados pelo testemunho
Apenas uma mulher...
Mas que faz a diferença nesse mundo.

Parabéns a todas as mães.
Mães de barriga, mães adotivas,futuras mamães, pais que são mães...
Parabéns aos tios,tias,avós,avôs, madrinhas, padrinhos que criam.
Mães de bicho, mães de criação...
Todas e todos são mães de ❤️.
Porque sempre o que importa é o amor.
Amor incondicional .
Trabalho não remunerado,sem férias e feito com prazer.
Trabalho eterno.
Amor eterno.

Os filhos nunca morrem
Não, para suas Mães...
Quando um filho se vai
A Mãe se veste de luto.


Seu universo se desfez
Os dias parecem morrer
As lágrimas parecem congelar
Também parou de viver.


Sua dor é lancinante
Estampada em seu semblante
Tatuada em seu olhar.


A morte levou o seu filho
Ela não pôde evitar
Mas seu amor infinito
Jamais mudará de lugar.

Foi-se o mês de maio, mês do amor, da doçura das noivas e mães. Passou para dar lugar ao mês de junho, mês paixão, cheio de cores, sabores, sons, luzes no céu e no chão. Não sei se é o calor da fogueira. Não sei se é o amendoim torrado, o coco ralado, quadrilhas, barraquinhas o forró, o quentão. Não sei se é o frio que pede abraço e dengo, se é o dia dos namorados que espalha romance no vento, ou é o arrasta-pé, coladinho no salão, que faz todo mundo lembrar que ser casal é arretado. Em junho, quem tem xodó fica muito mais apaixonado. E quem não tem, se anima a procurar um amor para se alegrar e quem sabe fazer um casamento...
Mesmo que seja só pelo tempo de uma quadrilha.

Depois Que Todos Foram Embora: a dor silenciosa das mães que continuam.


Existem abandonos que fazem barulho.


E existem aqueles que acontecem em silêncio.


Silenciosamente, algumas mulheres vão desaparecendo dentro da própria rotina. Não porque desistiram da vida. Mas porque passaram anos sustentando tudo sozinhas enquanto o mundo, pouco a pouco, foi indo embora.


“Depois Que Todos Foram Embora” nasce exatamente desse lugar invisível da existência humana.


Não é um livro sobre heroísmo. Não é uma história construída para romantizar sofrimento. E também não é uma obra feita para despertar pena.


É um retrato humano da permanência.


Daquelas mulheres que continuam quando todos os outros já partiram emocionalmente.


Mães que permanecem nas salas de terapia. Nos corredores silenciosos das clínicas. Nas madrugadas de crise. Nas batalhas escolares. Nos julgamentos sociais. Na exaustão invisível que quase ninguém vê.


Porque existe uma solidão específica na maternidade atípica que raramente é discutida com honestidade.


No começo, muitas pessoas estão presentes. Existem opiniões. Conselhos. Promessas de apoio. Discursos prontos.


Mas, com o passar dos anos, a realidade muda.


As visitas diminuem. As mensagens ficam mais raras. Os convites desaparecem. Os relacionamentos se transformam. E muitas mães passam a viver uma rotina onde o amor pelos filhos continua enorme, mas o suporte ao redor praticamente deixa de existir.


Então sobra ela.


A mãe.


Cansada. Sobrecarregada. Em silêncio. Tentando reorganizar emocionalmente uma vida inteira enquanto ainda precisa continuar funcionando para todos.


E talvez uma das maiores dores dessas mulheres seja justamente esta: o fato de que a sociedade aprende a enxergar o diagnóstico da criança, mas quase nunca enxerga o apagamento emocional da mãe.


“Depois Que Todos Foram Embora” fala sobre isso com profundidade humana.


Sobre o luto invisível da mulher que deixou de existir como indivíduo para sobreviver como estrutura emocional da família.


Sobre a culpa permanente. Sobre o medo constante. Sobre o esgotamento que não encontra descanso. Sobre a solidão que nasce não apenas da ausência física das pessoas, mas principalmente da ausência de compreensão.


Porque muitas mães atípicas não se isolam apenas por escolha.


Elas vão se recolhendo emocionalmente porque se cansam de explicar dores que ninguém realmente deseja compreender.


Cansam das opiniões superficiais. Das frases prontas. Das comparações cruéis. Da necessidade permanente de justificar sua exaustão.


Então elas economizam energia. Não porque deixaram de amar o mundo. Mas porque precisam sobreviver dentro dele.


Este livro também fala sobre algo profundamente humano: a permanência do amor mesmo quando o corpo está cansado.


Porque existem mulheres que continuam sustentando afetos mesmo emocionalmente exaustas.


Continuam lutando por terapias. Continuam pesquisando. Continuam protegendo. Continuam acreditando. Continuam tentando construir autonomia, pertencimento e dignidade para os filhos enquanto, muitas vezes, já não sabem mais onde ficou a própria identidade.


E talvez uma das partes mais dolorosas disso tudo seja perceber que a sociedade costuma chamar essas mulheres de fortes, sem perceber que muitas delas só continuam porque nunca tiveram a possibilidade real de parar.


“Depois Que Todos Foram Embora” não foi escrito para idealizar sofrimento materno.


Foi escrito para devolver humanidade a mulheres que passaram anos sendo vistas apenas pela função que exercem.


Porque antes de serem mães atípicas, elas eram pessoas.


Tinham sonhos. Tinham identidade. Tinham projetos. Tinham desejos próprios. Tinham existência individual.


E em muitos casos, tudo isso foi ficando para trás enquanto elas sustentavam silenciosamente o peso emocional de famílias inteiras.


Mas este livro não termina na dor.


Ele termina na reconstrução possível.


Na compreensão de que essas mulheres também precisam voltar a existir para além da sobrevivência.


Precisam de acolhimento real. Rede de apoio real. Escuta real. Presença real.


Precisam entender que autocuidado não é egoísmo. Que descansar não é abandono. Que existir como mulher não diminui o amor pelos filhos.


Porque nenhuma sociedade saudável pode continuar tratando mães emocionalmente destruídas como se isso fosse demonstração natural de amor.


O amor não deveria consumir completamente uma pessoa até ela desaparecer.


E talvez o maior propósito deste livro seja justamente este: fazer com que algumas mulheres percebam, pela primeira vez em muitos anos, que alguém finalmente conseguiu enxergar aquilo que elas passaram tanto tempo tentando esconder do mundo.


A solidão invisível de quem continuou mesmo depois que todos foram embora.{b}Depois Que Todos Foram Embora: a dor silenciosa das mães que continuam{/b}


Existem abandonos que fazem barulho.


E existem aqueles que acontecem em silêncio.


Silenciosamente, algumas mulheres vão desaparecendo dentro da própria rotina. Não porque desistiram da vida. Mas porque passaram anos sustentando tudo sozinhas enquanto o mundo, pouco a pouco, foi indo embora.


“Depois Que Todos Foram Embora” nasce exatamente desse lugar invisível da existência humana.


Não é um livro sobre heroísmo. Não é uma história construída para romantizar sofrimento. E também não é uma obra feita para despertar pena.


É um retrato humano da permanência.


Daquelas mulheres que continuam quando todos os outros já partiram emocionalmente.


Mães que permanecem nas salas de terapia. Nos corredores silenciosos das clínicas. Nas madrugadas de crise. Nas batalhas escolares. Nos julgamentos sociais. Na exaustão invisível que quase ninguém vê.


Porque existe uma solidão específica na maternidade atípica que raramente é discutida com honestidade.


No começo, muitas pessoas estão presentes. Existem opiniões. Conselhos. Promessas de apoio. Discursos prontos.


Mas, com o passar dos anos, a realidade muda.


As visitas diminuem. As mensagens ficam mais raras. Os convites desaparecem. Os relacionamentos se transformam. E muitas mães passam a viver uma rotina onde o amor pelos filhos continua enorme, mas o suporte ao redor praticamente deixa de existir.


Então sobra ela.


A mãe.


Cansada. Sobrecarregada. Em silêncio. Tentando reorganizar emocionalmente uma vida inteira enquanto ainda precisa continuar funcionando para todos.


E talvez uma das maiores dores dessas mulheres seja justamente esta: o fato de que a sociedade aprende a enxergar o diagnóstico da criança, mas quase nunca enxerga o apagamento emocional da mãe.


“Depois Que Todos Foram Embora” fala sobre isso com profundidade humana.


Sobre o luto invisível da mulher que deixou de existir como indivíduo para sobreviver como estrutura emocional da família.


Sobre a culpa permanente. Sobre o medo constante. Sobre o esgotamento que não encontra descanso. Sobre a solidão que nasce não apenas da ausência física das pessoas, mas principalmente da ausência de compreensão.


Porque muitas mães atípicas não se isolam apenas por escolha.


Elas vão se recolhendo emocionalmente porque se cansam de explicar dores que ninguém realmente deseja compreender.


Cansam das opiniões superficiais. Das frases prontas. Das comparações cruéis. Da necessidade permanente de justificar sua exaustão.


Então elas economizam energia. Não porque deixaram de amar o mundo. Mas porque precisam sobreviver dentro dele.


Este livro também fala sobre algo profundamente humano: a permanência do amor mesmo quando o corpo está cansado.


Porque existem mulheres que continuam sustentando afetos mesmo emocionalmente exaustas.


Continuam lutando por terapias. Continuam pesquisando. Continuam protegendo. Continuam acreditando. Continuam tentando construir autonomia, pertencimento e dignidade para os filhos enquanto, muitas vezes, já não sabem mais onde ficou a própria identidade.


E talvez uma das partes mais dolorosas disso tudo seja perceber que a sociedade costuma chamar essas mulheres de fortes, sem perceber que muitas delas só continuam porque nunca tiveram a possibilidade real de parar.


“Depois Que Todos Foram Embora” não foi escrito para idealizar sofrimento materno.


Foi escrito para devolver humanidade a mulheres que passaram anos sendo vistas apenas pela função que exercem.


Porque antes de serem mães atípicas, elas eram pessoas.


Tinham sonhos. Tinham identidade. Tinham projetos. Tinham desejos próprios. Tinham existência individual.


E em muitos casos, tudo isso foi ficando para trás enquanto elas sustentavam silenciosamente o peso emocional de famílias inteiras.


Mas este livro não termina na dor.


Ele termina na reconstrução possível.


Na compreensão de que essas mulheres também precisam voltar a existir para além da sobrevivência.


Precisam de acolhimento real. Rede de apoio real. Escuta real. Presença real.


Precisam entender que autocuidado não é egoísmo. Que descansar não é abandono. Que existir como mulher não diminui o amor pelos filhos.


Porque nenhuma sociedade saudável pode continuar tratando mães emocionalmente destruídas como se isso fosse demonstração natural de amor.


O amor não deveria consumir completamente uma pessoa até ela desaparecer.


E talvez o maior propósito deste livro seja justamente este: fazer com que algumas mulheres percebam, pela primeira vez em muitos anos, que alguém finalmente conseguiu enxergar aquilo que elas passaram tanto tempo tentando esconder do mundo.


A solidão invisível de quem continuou mesmo depois que todos foram embora.

Acalento


Cazuza dizia
Que só as mães são felizes
Eu discordo
Os filhos também são


Eu sempre a olho
Com olhar de gratidão
Pois ela sempre me estendeu a mão


Não me desamparou
Desde o primeiro dia me amou
Sua vida dedicou
Seus filhos jamais deixou


Por isso esses versos
A ela eu declamo
E com todo amor
Eu a amo

As mães.

A minha mãe, e a sua mãe.
A mãe nossa, e a toda mãe.
A mãe que está no céu, e a mãe aqui da terra.
A mãe de paz, e a mãe de guerra.
A mãe que assumiu, e a mãe que sumiu.
A mãe que voltou, e a mãe que nunca viu.
A mãe cega, e a mãe que tudo vê.
A mãe que é pai, e o pai que é mãe.
A mãe que lê jornais, e a mãe que nada lê.
A mãe brigona, e a mãe brincalhona.
A mãe que ajudamos e a mãe que ajuda nós.
A mãe elegante, e a mãe demodê.
A mãe viajante, e a mãe que nunca sai.
Em nome da tua, da minha, e em nome da mãe de todos.
"Em nome do pai."
(Saul Beleza)

Difícil falar das mães? Talvez, falarei então da minha mãezinha...
Qualquer semelhança é mera coincidência rs
Minha mãe briga comigo atoa, mais sempre esta certa, como quando ela fala pra eu levar blusa que vai esfriar ou guarda chuva que por que vai chover eu não levo e chego em casa com frio ou molhado.
E quando estou doente que ela já vem com chá disso chá daquilo, quando ninguém percebe que estou mal e ela de longe pergunta o que eu tenho.
Não sei se ela é da metrologia, medica ou psicóloga, se existe um livro secreto que todas as mães ganham e aprende tudo sobre nós.
Sei que o que a minha mãe faz por mim é prova de amor incondicional, é exemplo de vida, que me ensina e protege de forma única.
Vou tentar devolver todo esse carinho mostra até quando briga comigo.
Não da pra agradecer, o que podemos fazer é amar!
Mãe eu te amo! Feliz dia das mães!

Inserida por OdairSSouza

Enquanto os filhos viverem assim debaixo das asas de suas mães, eles jamais serão capazes de enfrentar seus medos...mesmo saindo debaixo delas o carinho o amor que uma mãe tem pelos filhos jamais será comparado a qualquer outro, pois mesmo de longe a mãe é capaz de sentir os perigos que um filho possa estar correndo...Por isso "filhos" nunca diga a sua mãe: " não vejo a hora de sair de casa" ou " vc não sabe nada mãe" Saiba que sua mãe jamais deixaria vc ir embora, e mãe sempre sabe tudo, afinal ela te deu a vida! Ela não irá te impedir de sair de casa, afinal os "filhos" crescem e aprendem a ter a suas próprias opiniões, eles caem, levantam, se aprumam novamente e segui adiante até acertar o seu próprio caminho...Eu não tive este dom de ser MÃE, mas escrevo este texto com sentimentos de uma verdadeira mãe, sei o que toda mãe passa quando escuto uma frase assim: "tá bom mãe, não enche" isso me dói, então vc que é jovem e que ainda mora na casa da sua mãe, pense bem antes de magoá-la, apesar de não ter sido Mãe, eu posso dizer com absoluta certeza de que sua mãe fica muito magoada quando ela sente que não é bem vinda na sua vida e nas suas idéias, eu saí da casa de minha mãezinha com apenas 14 aninhos, fui rebelde e nem dei importância de olhar pra trás e ver aquele rostinho chorando e dizendo vai com Deus filha, que ele cuide de vc pra mim! Uma música que marcou na minha vida é "NO DIA EM QUE SAÍ DE CASA" eu choro todas as vezes que ouço, e tenho vontade de voltar ao passado e corrigir tudo, mas não é bem assim, tenho certeza que vc ainda terá tempo de corrigir tudo o que tenha feito a sua mãe ficar triste! Vc que mora longe de sua mãe, já pensou de quantas vezes ela entra no teu quarto e olha tudo ali, imaginando cada cantinho daquele quarto ter um pouquinho de vc, o quanto ela desejaria te dar um abraço, pois é, traga mais a sua mãe pra sua vida, mesmo não dizendo tudo que aconteça nas suas baladas, mas pelo menos que se lembou dela em algumas das quais vc foi e teve vontade de estar em seus braços, muitas vezes a diversão não vale a pena, um abraço de uma mãe que só deseja a companhia de um filho é muito mais gratificante!
Por acaso vc já ligou pra sua mãe hoje? Já disse que a ama, e que morre de saudades e vontade do seu colo quentinho? Então o que vc está esperando?

...................Um beijo a vc que acabou de ler este meu desabafo.......

Inserida por sollima

Há alguns anos atrás...


Mães Paulistanas costumavam dizer:

"Filho, não esquece de levar um casaco e o guarda-chuva, não vá pegar friagem... Não volta tarde, por favor..."

Hoje...

"Filho, não esquece o colete e o capacete, cuidado com as balas perdidas... Volta vivo pra casa, por favor..."

Inserida por PoetaUrbano

Mães

Para todos os efeitos
Com todos os defeitos
Pesos e medidas
Seu ar amniótico que um respirei
Qual o milagre do água ao vinho
Migrei ao alimento advindo do seu peito
Atavismo certeiro, ancestral pleito
Após nove meses, fez-se a luz
Big Bang comprovado e endossado
Pelo universo do sem fim
Me fizeste pessoa com destino
Incerto como o alvorecer
Sendo assim, és e sempre será
Uma Deusa – do lar, das ruas, do respirar
Deusa dos verbos errantes
Do doravante.
Hoje, as páginas são escritas por mim
Por vós e quem mais nascer
Reinvento a cada instante
Um modo sagaz e pulsante
Para externar a gratidão perpétua

Inserida por Maestroazul

Nós mães temos o dever de cuidar e olhar os passinhos de nossos filhos ainda pequeninos,mas depois de criados é bom desapegar um pouco e dá espaço para que possam caminhar com seus próprios pés,e recomeçar a cuidar mais da gente,para lembrar que existimos e merecemos esse auto carinho por nós mesmas.
Ivânia D.Farias

Inserida por Ivania-D-Farias

Mães que rezam

Eu chamo à lembrança a fé genuína que existe em você, que habitou primeiro em você. . . mãe. - 2 Timóteo 1: 5

A fé e as orações das mães podem ter um impacto profundo na vida de seus filhos. Primeiro Samuel 1 registra o pedido de Ana e a resposta de Deus no nascimento de seu filho Samuel. E numa carta a Timóteo, Paulo referiu-se à fé da mãe de Timóteo, que tenho certeza que muitas vezes era expressa em fervorosa oração por ele. Não admira que ele tenha sido usado por Deus na igreja primitiva.

Eu conheço a esposa de um pastor que é uma mulher de oração. Sempre que o marido partia para uma importante reunião ou visita, ela orava uma ou duas sentenças por ele, pedindo orientação, proteção, sabedoria e força ao Senhor. Ela costumava orar em voz alta e as crianças freqüentemente a ouviam, mas ela nunca pensava muito sobre o impacto que isso teria sobre elas.

Imagine o deleite desta mãe quando sua filha ligada à faculdade disse que sair de casa seria mais fácil porque ela sabia que sua mãe oraria por ela - e continuaria orando!

Às vezes as mães se sentem frustradas porque acham que são limitadas no que podem fazer por seus filhos. Mas eles podem sempre rezar - e suas orações estão entre os presentes mais estimados de todos.

Eu ouvi meu nome na oração da mãe
Quando eu era apenas uma criança
E agora por causa de sua preocupação
Para Deus eu estou reconciliado. - Hess

As orações de uma mãe podem construir uma fortaleza em volta de seus filhos. David C. Egner

Inserida por 2019paodiario

ARSENAL CONTRA O ALCOOLISMO – SÓ NÃO TRATA QUEM NÃO QUER

Por Fernando Vieira Filho (1)

Mães e esposas aflitas muitas vezes me procuram solicitando apoio profissional para seus filhos e maridos alcoólatras, e grande parte vem ao meu consultório desacompanhada do familiar doente. Pergunto o porquê da ausência do marido ou filho em questão. Elas respondem que eles não estão interessados ou não quiseram vir. Então, digo a elas que não posso fazer nada por eles, pois para tratar o alcoolismo é preciso que o próprio doente se comprometa e queira sair do “pântano sedutor” da autopiedade, da autocomiseração. É necessário que ele aceite iniciar uma luta para o resto de sua vida, que se responsabilize 100% por seu próprio destino. O que faço com essas mães e esposas é ensiná-las a lidar com o doente, orientando-as no sentido de estimulá-lo, de forma bem sutil, na decisão de buscar seu próprio tratamento.
Em minha vivência profissional percebo que a maioria dos alcoóis-dependentes não quer deixar o vício, pois estão “viciados” nos ganhos secundários que advêm da doença, como atenção e cuidados de parentes e amigos. Por exemplo, quando uma mãe ou esposa se refere ao filho ou marido alcoólatra dizendo: “Meu filho é muito bonzinho, coitado, sofreu muita decepção na vida”; “Meu filho, ‘tadinho’, não deixo faltar nada para ele, dou comida, lavo as roupas e se for preciso dou até banho. Eu o trato com carinho; “Meu marido bebe todo dia, mas é trabalhador, é bonzinho com a família, o coitado sofreu muito e não sabe falar ‘não’ para os amigos”; e por aí vai, eu afirmo o seguinte: enquanto as mães e esposas e, também, os amigos continuarem a “passar a mão na cabeça” do dependente alcoólico, ele dificilmente tomará a decisão de sair desta “zona de conforto. ” É sempre bom lembrar que o amor tem que ser exigente.
Infelizmente, até hoje, é expressivo o número de pessoas que desconhecem a existência de medicamentos seguros e eficientes e, bem antigos, que são de grande valor no tratamento do alcoolismo. Então, vamos falar de dois deles:
O clordiazepóxido, que no Brasil é conhecido como Psicosedin, foi o primeiro benzodiazepínico (ansiolítico) sintetizado no mundo, em 1957, e, três anos depois, começou a ser comercializado nos Estados Unidos e Europa com o nome comercial Librium. Com o tempo se revelou uma medicação de primeira linha para interromper o uso da bebida alcoólica. No caso do alcoólatra, sabemos que não se deve interromper, de supetão, o uso contínuo de álcool, assim o Psicosedin (clordiazepóxido) é uma ótima escolha para a substituição do álcool. A interrupção do álcool sem nenhum suporte de medicamento psicotrópico pode trazer mais problemas do que a continuidade do vício, por causa da síndrome de abstinência. Esta medicação – o Psicosedin - deve ser mantida pelo tempo que for necessário até que se constate o término do período de abstinência alcoólica. A síndrome de abstinência constitui-se no conjunto de sinais e sintomas observado nas pessoas que interrompem o uso de álcool, de uma só vez, após longo e intenso uso. As formas mais leves de síndrome de abstinência se apresentam com tremores, aumento da sudorese, aceleração do pulso, insônia, náuseas e vômitos, ansiedade depois de 6 a 48 horas desde a última bebida, e, na forma mais violenta, o Delirium Tremens.
Em 1920 foi descoberto, o dissulfiram que é comercializado com o nome de Antietanol (Brasil), Antabuse (USA) e Antabus (Europa). É outro medicamento para ser usado no tratamento do alcoolismo, que atua de forma a provocar desagradáveis efeitos colaterais quando na presença de álcool. O dissulfiram, uma substância sem atividade psicotrópica inibe uma das enzimas de metabolização do álcool, provocando acúmulo desse metabólito no organismo e consequentemente forte mal estar mesmo para doses pequenas de álcool. O dissulfiram deve ser usado junto a um apoio psicoterapêutico.
Temos outros medicamentos mais modernos como a naltrexone, conhecida como Revia, e o acamprosato (evita a recaída alcoólica), conhecido como Campral, que podem ser associados aos mais antigos.
Enfim, existe um verdadeiro “arsenal” medicamentoso para ajudar o álcool-dependente na “guerra” que irá empreender contra o vício-doença. O doente vai precisar do apoio da família, do médico psiquiatra (totalmente necessário) e do psicoterapeuta. E a religiosidade deve ser estimulada por amigos e familiares, pois é de grande valia no fortalecimento da fé, bem como é importante frequentar as reuniões dos Alcoólicos Anônimos (A.A. – www. alcoolicosanonimos.org.br)
No meu trabalho psicoterapêutico, depois do comprometimento do doente alcoólico com o seu tratamento, inicio com uma investigação das possíveis causas emocionais, muitas inconscientes, que o levaram a buscar na bebida uma forma de se autopunir. A autopunição - de forma absolutamente inconsciente - é uma consequência do remorso que advém da culpa. Mas o que o levou a sentir culpa? A mágoa (ódio) por si mesmo ou por alguém? Por ter, tempos atrás, julgado, criticado, humilhado algum parente, amigo, um pai ou mãe alcoólatra?
Aos poucos, o doente começa a entender e a se conscientizar das causas que o levaram a se submeter à droga. A partir daí a pessoa adquire o controle sobre si mesma e, então, a oriento na utilização das “ferramentas” e técnicas necessárias para o início de sua luta, que é manter a doença sob seu controle para o resto de sua existência. Como diz o psicólogo Cel. Edson Ferrarini, que trabalha gratuitamente há mais de trinta anos na prevenção, orientação e recuperação de dependentes do álcool, tabagismo e das drogas, na cidade de São Paulo, o vício é um “leão” dentro da pessoa, e, até hoje, não foi descoberta uma forma de matar esse “leão”, portanto, a recuperação consiste em manter o “leão” adormecido por toda a vida. Para entrar em contato com o Centro de Recuperação, acesse http://coroneledsonferrarini.net.br/, ou ligue: (11) 5058-0726.
E, finalizando, é bom que se diga que para qualquer tipo de dependência química - e não só o alcoolismo - é fundamental que o dependente queira se tratar, com verdadeiro comprometimento, persistência e disciplina.

(1) Fernando Vieira Filho - Psicoterapeuta/clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS – 6ª Ed. - Melhoramentos - 2004.
É autor dos E-Books:
PSICOFÁRMACOS - Uso e aplicações de forma simples e eficaz.
PSICOPATOLOGIA - Apresentada de forma simples e objetiva - Incluindo psicopatologias infantis. SISTEMA DE TERAPIA FLORAL do Doutor Edward Bach (Portuguese Edition) – Amazon – 2013. E-book.
Para saber sobre o atendimento psicoterapêutico presencial ou online, via Skype. Entre em contato comigo através de meu site https://www.harmoniacomflorais.com/agende-uma-consulta.php ou entre em contato pelo fone: (34) 9 9972-4096.
Conheça seus blogs e sites:
http://www.harmoniacomflorais.com
http://harmonize-se-com-florais-de-bach.blogspot.com.br/
http://curesuasmagoasesejafeliz.blogspot.com.br/
http://maldealzheimerhoje.blogspot.com.br/
http://obsessaoepsicopatologias.blogspot.com.br/

Inserida por fernando_vieira_filho

As Marias, Luízas, Serafinas e todas as outras mulheres,
As guerreiras, mães, casadas, solteiras, viúvas e afins
As donas de casa, empresarias, estudantes, empreendedoras e as que ainda não decidiram
As brancas, negras, mulatas e de todas a cores

Um feliz dia da mulher, hoje, amanhã e o ano todo

Inserida por caroline_simieli