Texto Mulher
Observei que havia uma mulher fechando a porta, eu corri ao encontro dela...
Enquanto eu corria, o segurança ficou sem entender nada, só olhando.
Mas, ao chegar perto dela, cansada, exausta de caminhar e faminta...
Perguntei "aqui é a assistência social?" Ela "sim".
Comecei contar a história...
Ela me olhou gentilmente e abriu a porta novamente.
Não perguntou mais nada.
Fez uma ligação, chamou uma combie e disse: "em 15 minutos, vocês vão ser encaminhados para um abrigo no Deus quer" ...
Em menos de 15 minutos, a combie chegou!!
Fomos levados para esse bairro, bem distante do centro.
Chegamos creio que 1 da tarde, lá!!
Nos acolheram, deram um quarto para nós com beliches, muito limpo, lençóis, creme dental, escova de dentes, sabonete e antitranspirantes.
Falaram que podíamos ir tomar banho e ir comer.
Foi a primeira refeição mais feliz da minha vida, e creio que a dos meus irmãos e da minha mãe também.
Finalmente estávamos livres, em paz e acolhidos. Sem violência, sem torturas...
Era um abrigo onde ficava mulheres que sofriam violência doméstica com os seus filhos.
Você, homem ou mulher, foi ensinado a temer o fim do mundo como se ele fosse um evento externo, espetacular, definitivo. Um clarão no céu, uma guerra final, um colapso irreversível. Desde cedo, você aprende a olhar para fora em busca de sinais de destruição, enquanto ignora o desgaste silencioso que acontece dentro. Toda vez que crises se acumulam, que conflitos armados explodem, que economias entram em colapso, alguém repete o mesmo anúncio antigo: agora é o fim. E você quase acredita, porque essa narrativa poupa você de olhar para a parte mais incômoda da verdade.
O mundo não está acabando. O que está em curso é outra coisa, mais lenta, menos cinematográfica e muito mais íntima. É a progressiva desconexão do ser humano consigo mesmo. É a normalização da indiferença, a substituição do pensamento pela reação automática, o abandono da responsabilidade pessoal em nome de sistemas, ideologias ou sobrevivência imediata. Você chama isso de caos global, mas o nome mais preciso é erosão interna.
A Terra permanece. Ela sempre permaneceu. Antes de você existir, ela já assistia a civilizações inteiras nascerem, prosperarem e desaparecerem. Ela viu impérios que se diziam eternos virarem ruínas turísticas. Ela testemunhou religiões dominantes se tornarem notas de rodapé na história. Nada disso a abalou. O planeta não depende da sua organização social, da sua moeda ou da sua narrativa de progresso. Quem depende é você.
Quando você diz que o mundo está acabando, você está falando, sem perceber, da falência de um modo de viver que já não se sustenta. Você está falando da exaustão de um modelo que exige produtividade sem sentido, relações descartáveis, competição constante e anestesia emocional. Você sente o peso disso no corpo, mesmo que não saiba nomear. Sente no cansaço crônico, na ansiedade difusa, na sensação de estar sempre correndo atrás de algo que nunca chega.
O anúncio do fim do mundo se repete porque ele funciona como uma válvula de escape psicológica. Se tudo vai acabar, então nada precisa ser profundamente revisto. Se o colapso é inevitável, você se isenta de responsabilidade. Você pode continuar vivendo no automático, repetindo padrões herdados, adiando escolhas difíceis. O apocalipse vira uma desculpa elegante para a inércia.
Mas observe com atenção. Geração vai, geração vem. Sempre houve guerras. Sempre houve fome. Sempre houve injustiça. O que muda não é a existência do conflito, mas a forma como você se relaciona com ele. Hoje, você consome o sofrimento como conteúdo. Você assiste à destruição em tempo real, entre um vídeo curto e outro, sem metabolizar nada. A dor vira ruído. A tragédia vira estatística. E você segue, cada vez mais distante da própria sensibilidade.
Esse distanciamento não acontece de uma vez. Ele é construído em pequenas concessões diárias. Você aceita um trabalho que te esvazia porque precisa pagar contas. Depois aceita silenciar valores para manter estabilidade. Em seguida, normaliza relações rasas porque não tem energia para profundidade. Quando percebe, você não sabe mais o que sente, apenas reage. Não é o mundo que está em ruínas. É o seu contato consigo.
A ideia de que o mundo vai acabar também carrega um desejo oculto. O desejo de que algo externo resolva o que você não quer enfrentar. Um colapso total dispensaria decisões individuais. Não seria mais preciso escolher com consciência, sustentar limites, rever prioridades. Tudo seria varrido de uma vez. Esse desejo não é consciente, mas ele existe. Ele nasce do cansaço de viver sem sentido.
Só que o mundo não colabora com essa fantasia. Ele continua girando, indiferente às suas previsões apocalípticas. Enquanto você espera o fim, a vida segue exigindo presença. O tempo continua passando. O corpo continua envelhecendo. As escolhas continuam acumulando consequências. Não há pausa cósmica para quem está confuso.
O que realmente está em crise é a forma como você foi ensinado a existir. Uma forma baseada em comparação constante, medo de ficar para trás e uma busca incessante por validação externa. Você mede valor por desempenho, sucesso por visibilidade, felicidade por aparência. Esse modelo adoece porque ignora algo básico: você não é uma máquina de produzir resultados. Você é um ser humano que precisa de coerência interna.
Quando essa coerência se rompe, tudo parece um fim. Relações desmoronam. Profissões perdem sentido. Crenças se mostram frágeis. Você chama isso de colapso civilizacional, mas é também um colapso de identidade. Quem sou eu sem os papéis que desempenho? Quem sou eu sem as promessas que me venderam? Essas perguntas assustam mais do que qualquer guerra distante.
O discurso do fim do mundo também mascara uma recusa em amadurecer. Enquanto você acredita que tudo está prestes a acabar, você se mantém numa posição infantil diante da existência. Espera que algo maior decida por você. Espera que líderes, sistemas ou catástrofes definam o rumo. A maturidade começa quando você aceita que não haverá resgate coletivo. Haverá apenas escolhas individuais feitas em contextos imperfeitos.
Isso não significa negar a gravidade dos problemas reais. Guerras matam. Crises econômicas destroem vidas. Sistemas são injustos. Tudo isso é concreto. Mas nada disso elimina a sua responsabilidade sobre como você vive, pensa e se relaciona. Você pode estar em um mundo caótico e ainda assim escolher lucidez em vez de anestesia. Pode escolher consciência em vez de cinismo.
A Terra não pede que você a salve. Ela não depende da sua angústia. Quem precisa de cuidado é você. Cuidado no sentido mais radical da palavra. Atenção honesta aos seus padrões. Às narrativas que você repete sem questionar. Às crenças que te mantêm pequeno enquanto fingem te proteger.
O verdadeiro apocalipse não vem com sirenes. Ele acontece quando você abandona a capacidade de sentir, refletir e agir com integridade. Quando você terceiriza sua consciência. Quando você se convence de que não há alternativa, mesmo sem ter explorado nenhuma profundamente. Esse fim não vira manchete, mas ele molda uma vida inteira.
Você não precisa esperar que o mundo melhore para começar a se reorganizar internamente. Essa espera é outra armadilha. A história mostra que o mundo raramente oferece condições ideais. Mesmo assim, pessoas lúcidas existiram em todas as épocas. Não porque eram otimistas, mas porque eram responsáveis por si.
Geração vai, geração vem, e a Terra permanece. O que muda é o nível de presença com que cada ser humano atravessa seu tempo. Você pode atravessar este momento repetindo o coro do fim, ou pode atravessá-lo como alguém que decidiu parar de fugir de si. Não é uma decisão confortável, mas é uma decisão adulta.
Este texto não existe para te acalmar. Existe para te lembrar de algo que você já sabe, mas evita encarar. O mundo não vai acabar para te poupar do trabalho interno. Ele vai continuar, exigente, indiferente, fértil. E você terá que escolher se vai seguir se perdendo em narrativas de desastre ou se vai recuperar o fio da própria consciência.
Não há promessa de redenção coletiva. Não há final épico. Há apenas a possibilidade diária de alinhar pensamento, ação e responsabilidade. Isso não salva o mundo. Mas impede que você desapareça de si mesmo enquanto ele segue existindo.
E talvez seja isso o que realmente importa.
Hoje sonhei com uma mulher negra e uma criança. Eu estava na África. Ela era artesã, e eu a chamava para vir para Barra do Corda, porque lá ela não tinha como vender nada, mesmo tendo muito talento.
Depois, sonhei com a vizinha daqui organizando um grande churrasco. Ela colocava convites do tamanho de duas folhas A4, pendurados em um cordão com prendedores de roupa. Estavam muito altos, praticamente na altura do céu.
Em seguida, sonhei com uma mulher árabe se escondendo de muçulmanos. Não entendi bem, já que era a mesma religião, mas ela tinha medo de que descobrissem que também era muçulmana. Eu a escondia.
Depois, sonhei com um homem que foi amarrado dentro de um carro e jogado em uma gruta cheia de outros carros, todos luxuosos.
No final, eu queria salvá-lo. Mas, de repente, eu era ele, tentando retirar as fibras que prendiam meu pé. Acabei me escondendo de uma pessoa que fazia parte de uma família muçulmana… e então acordei, kkkkk.
UMA REFLEXÃO SOBRE OS ÚLTIMOS 5 ANOS... 2021-2026
O CAOS QUE ME TORNOU A MULHER MAIS CORAJOSA QUE CONHEÇO
Eu não sei como começar a escrever novamente, mas vou tentar.
Faz tempo que estou com saudades de escrever sobre muitas coisas.
Os últimos 5 anos foram anos de muita batalha para mim.
Eu morri em todos esses anos, dia após dia, sem saber o meu lugar. Mas, de repente, despertei. De uma tal forma que não consigo enxergar quem eu fui antes disso aqui. Confesso que quebrei as minhas expectativas, e agora estou quebrada por dentro, por causa de tudo o que aconteceu comigo nesses últimos tempos.
Eu nunca tinha pensado em ser tão forte ao ponto de suportar coisas que jamais imaginei passar.
Meu corpo ainda está dilacerado. Após um colapso séptico, que levou meus órgãos a irem embora, nunca mais fui a mesma.
Eles voltaram a funcionar, como se eu fosse uma máquina que precisava de um super mecânico, me energizando e tentando me ressuscitar. E, eu entendi sobre Deus naquela madrugada.
Os sonhos, os símbolos mostrados nos céus, em noites em que eu mal conseguia dormir de tantas dores.
Foi tudo avisado para mim, antes de ocorrer tudo o que me aconteceu.
Eu entendi a onisciência de Deus, o que ele é.
E, eu nunca pertenci a dogmas religiosos, e hoje, me vejo vivendo uma fé laica, livre de qualquer doutrina sistemática.
Deus é energia pura. Eu senti isso. E, desde então, eu não temo mais a morte. Descobri que se ele é eterno, e sou parte fragmentada dele, eu vivo para sempre. A única diferença, é essa carcaça que se desfaz em adubo, e alimento para a terra. Ela é a única coisa que realmente vai embora.
Os sonhos que tive, me fizeram entender que nós como seres imortais, habitando dentro de uma matéria, conseguimos ver e enxergar coisas além do nosso plano físico.
Geralmente, é tudo muito enigmático, mas ainda assim, são avisos sobre a nossa existência por aqui.
Quando tudo começa a acontecer, a gente vai ligando os pontos, é onde as coisas costumam fazer sentido.
Nenhum sonho, é por acaso. Todos eles estão ligados à nossa existência de alguma forma.
Desde 2021 para cá, eu tenho enxergado além do meu alcance, e feito coisas que de algum modo me salvaram do caos interno, de emoções que nunca achei que conseguiria superar.
Em 21 de janeiro de 2022, eu escrevi algo que trouxe a minha liberdade de ser livre. Foi a minha cartada final.
Não achei que fosse conseguir, mas aqui estou.
Mesmo em meio aos prantos, era uma dor que eu carregava por anos.
E, a resposta veio logo em seguida. Era somente daquilo que eu precisava!
Lavar a alma, e me libertar.
Foi então que comecei a enxergar a vida de uma forma, onde percebi que nunca havia dado espaço para isso antes.
Eu me tornei alguém livre!! Livre.
Parei de sonhar, parei de pensar, parei de chorar, parei de escrever sobre, parei de ouvir músicas tristes. Parei de idealizar o que nunca poderia existir. Saí da prisão interna que me oprimia e me fazia parar de viver.
Comecei a valorizar mais quem me ama, e quem eu aprendi a amar, pois o escolhi lá atrás, para tê-lo em minha vida inteira.
Meus olhos se abriram, eu tive um grande despertar.
Eu não conseguia ter paz dentro de mim, por várias vezes, tentei forçar isso a acontecer, mas não é assim que funciona.
Eu tive que colapsar por dentro, tive que me abandonar, tive que parar de viver por muitos anos, tive que esquecer quem eu queria ser, tive que morrer! somente assim eu consegui ressurgir das cinzas.
Eu nunca achei que fosse conseguir.
Eu refiz a caminhada. A trajetória está sendo dolorosa, mas sem mais prisão interna.
Eu tinha ainda tantos traumas, tantas perguntas por fazer, tantas palavras para dizer, tantas coisas para observar no presente, tantas coisas para perceber...
Eu fui a pessoa mais corajosa que eu conheço, e continuo sendo.
Eu passei por tanto, eu enfrentei tudo, eu virei cinzas, enquanto ainda estava de pé.
Eu agradeço a essa força invisível, que eu chamo de meu Pai (Deus) por me sustentar até aqui. Eu não teria me suportado tanto se não fosse ele, me energizando e me dando a força que eu precisava.
Eu sempre tive uma vida difícil.
Violentada fisicamente, e psicologicamente desde a minha infância, e ainda sem conhecer quem eram meus genitores, mesmo no auge da minha maturidade, que eu achava que tinha.
Eu realmente não os conhecia, mas esses anos todos, me ensinaram a ser mais perceptiva, a ligar os pontos lá de trás e não ser mais marionete das maldades deles.
Sofri muito. Sair de casa aos 16, e me tornar mulher à força para conseguir sobreviver, nunca foi fácil.
Agradeço as amizades daquela época, apesar de o tempo ter mostrado coisas que eu jamais gostaria que tivessem acontecido.
Mas, vida que segue. A gratidão permanece aqui, até que a minha memória venha a se findar.
Foram 2 anos vívidos nas casas de familiares. Após sobreviver aos caos que era o lugar onde eu morava desde a minha infância.
Eu fui humilhada, caluniada, difamada, falaram coisas terríveis sobre mim. A conspiração fez parte da minha juventude, assim como as histórias dos Doramas asiáticos.
Eu era julgada, e todos eram manipulados para me odiarem por coisas que nunca fiz.
Mas, assim como nos Doramas, tudo teve uma reviravolta, e o tempo provou que eu sempre fui a mocinha das histórias inventadas.
Eu sabia me defender, mas quem é o culpado, quando todos já o vêem como vilão?
As defesas não significavam nada.
Mas, o tempo é o senhor das conspirações.
E, hoje, sinto orgulho da mulher que sou.
Eu amava com a alma, não era nem com o coração. Por esse motivo, doía tanto.
A minha alma foi curada. Dos traumas, dos medos, dos pesadelos, das mágoas que me fizeram passar, dos anseios. Eu estou realmente em paz.
Eu ainda sinto vontade de abraçar pessoas, mas não sou mais dependente das minhas idealizações.
Eu sei que ninguém permanece igual. Todos mudam, todos se adequam ao seu devido lugar. Estão todos vivendo as suas vidas. Eu posso dizer, que eu estou fazendo tudo aquilo que acho certo.
Eu não sou mais dependente de ficar imaginando atenção de quem sempre dizia "depois eu te ligo, estou ocupada", eu esperava e nunca acontecia.
Me doeu demais. Eu me doava muito. Nada era recíproco!
Aprendi a não esperar nada de ninguém. A confiar verdadeiramente somente em mim mesma.
Eu acredito no que a bíblia diz. Tanto sobre os sonhos, e também sobre confiar!
Assim, a decepção não se torna um medo absoluto.
Estou feliz, vivendo intensamente todos os dias. Agradecendo pelo amanhecer, e na confiança de que tudo já está no lugar certo, exatamente onde deveria estar.
Eu estou esperando me recuperar das 4 cirurgias que fiz, as dores nos órgãos estão á todo vapor, bem inflamados. O fígado dói, às vezes acho que é o pulmão, às vezes passa para debaixo das costelas. Assim estou vivendo, porém creio que vai ficar bom. O tempo dirá.
Mas, enquanto isso, não reclamo, somente agradeço, e sigo em frente.
Nunca pedi para ser forte. Mas, a vida me ensinou a ser sem pedir.
Alinny de Mello 10:37 - 30 de maio de 2026
Sábado 25 de julho/ 10:18 da manhã
Entre cicatrizes e recomeços: a história de uma mulher que aprendeu a sobreviver
Um relato de dor, fé e resiliência diante de uma tempestade que começou em 2022
Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.
Às vezes eu olho para a minha própria história e parece que estou lendo o capítulo de uma vida que outra pessoa escreveu. Foram tantos acontecimentos, tantas batalhas silenciosas, tantos dias em que precisei juntar os pedaços de mim mesma para continuar caminhando.
Tudo começou em 2022, quando eu ainda não imaginava que minha vida entraria em uma fase de tantas provações. Eu carregava dores que nem sempre eram visíveis, sinais que meu corpo tentava mostrar, mas que muitas vezes eram difíceis de compreender. Eu seguia vivendo, tentando cuidar da minha casa, dos meus sonhos, dos meus projetos e das pessoas que amo, enquanto dentro de mim existia uma guerra que ninguém conseguia enxergar completamente.
Eu aprendi uma das maiores lições da vida: nem toda batalha faz barulho. Algumas acontecem dentro do nosso próprio corpo, em consultas, exames, noites mal dormidas, preocupações escondidas atrás de um sorriso e lágrimas que caem quando ninguém está olhando.
Mas o ano de 2024 foi o grande divisor de águas da minha história.
Foi o momento em que a vida me colocou diante de um dos maiores desafios que eu já enfrentei. Meu corpo chegou ao limite. Eu vivi uma septicemia, uma infecção grave que abalou completamente a minha saúde, e enfrentei um choque séptico, uma situação extremamente delicada em que eu precisei lutar pela minha própria vida.
Foi um daqueles momentos em que percebemos que somos muito mais frágeis do que imaginamos, mas também descobrimos uma força que estava escondida dentro de nós.
Eu precisei passar por uma histerectomia de urgência. Meu corpo precisou enfrentar uma cirurgia grande, uma mudança que não era esperada, uma despedida de uma parte de mim que carregava histórias, dores e também memórias. Não foi apenas uma cirurgia física. Foi um processo emocional profundo.
Existe uma diferença entre sobreviver e realmente compreender que sobrevivemos.
Depois de tudo que aconteceu, eu precisei reaprender a confiar no meu próprio corpo. Cada dor gerava medo. Cada sintoma levantava perguntas. Cada exame carregava uma mistura de esperança e ansiedade.
Quando uma pessoa passa por algo assim, ela não volta a ser exatamente quem era antes. Ela carrega marcas. Algumas aparecem na pele, como cicatrizes. Outras ficam na alma, como lembranças de momentos em que ela precisou ser mais forte do que imaginava conseguir ser.
E a minha caminhada não terminou ali.
Em 2026, meu corpo passou por mais uma batalha: uma cirurgia para corrigir hérnias, incluindo hérnias inguinais bilaterais e uma hérnia umbilical. Mais uma vez eu precisei enfrentar recuperação, limitações, dores e a paciência de esperar o corpo se reconstruir.
Enquanto muitas pessoas seguem suas rotinas sem pensar sobre o funcionamento do próprio organismo, eu aprendi a prestar atenção em cada sinal. Aprendi que saúde é um presente que muitas vezes só valorizamos quando somos obrigados a lutar para recuperá-la.
No meio dessa caminhada, também descobri outros desafios. Veio o diagnóstico de colecistite alitiásica, uma inflamação na vesícula sem a presença de pedras, trazendo dores, desconfortos e mais uma investigação para entender o que meu corpo estava tentando comunicar.
Também descobri alterações no meu ovário esquerdo, com característica policística e a presença de um cisto que ainda precisa ser acompanhado. Mais uma preocupação para uma lista que já parecia grande demais.
E como se tudo isso não fosse suficiente, continuo investigando alterações intestinais. Existem dias em que meu corpo parece uma caixa cheia de perguntas esperando respostas. Dores que aparecem e desaparecem, mudanças no funcionamento intestinal, desconfortos que me fazem observar cada detalhe da minha alimentação e da minha rotina.
Mas existe algo que todas essas dificuldades não conseguiram tirar de mim: a vontade de continuar.
Eu poderia olhar para tudo isso e enxergar apenas perdas. Poderia contar minha história apenas pelas cicatrizes, pelos diagnósticos e pelos momentos difíceis. Mas eu escolho contar também pela minha resistência.
Porque eu ainda estou aqui.
Depois de uma septicemia. Depois de um choque séptico. Depois de uma cirurgia de emergência. Depois de outra cirurgia. Depois de tantas incertezas e medos.
Eu ainda escrevo.
Eu ainda sonho.
Eu ainda acredito que existe uma nova página esperando para ser escrita.
Minha história não é apenas sobre doença. É sobre sobrevivência. É sobre uma mulher que descobriu que a fragilidade e a força podem morar no mesmo coração.
Existem dias em que eu me sinto cansada. Existem momentos em que eu questiono por que tantas coisas aconteceram comigo em tão pouco tempo. Eu sou humana. Eu sinto medo. Eu sinto tristeza. Eu sinto o peso dessa caminhada.
Mas também sinto orgulho da mulher que me tornei.
Porque a verdadeira resiliência não é nunca cair. A verdadeira resiliência é olhar para o chão depois da queda e encontrar coragem para levantar mais uma vez.
Minha vida mudou. Meu corpo mudou. Minha forma de enxergar o mundo mudou.
Hoje eu entendo que cada amanhecer é uma oportunidade. Cada pequeno avanço é uma vitória. Cada dia em que consigo fazer algo que antes parecia impossível é uma prova de que ainda existe força dentro de mim.
Eu não sei exatamente quais serão os próximos capítulos dessa história. Ainda existem exames, acompanhamentos e perguntas sem respostas. Mas existe algo que eu sei: eu não sou apenas aquilo que aconteceu comigo.
Eu sou tudo aquilo que fiz depois que aconteceu.
Sou minhas cicatrizes, mas também sou minha cura.
Sou minhas lágrimas, mas também sou minha esperança.
Sou os dias difíceis, mas também sou a mulher que continuou caminhando mesmo quando o caminho parecia pesado demais.
A minha história não terminou em 2024. Na verdade, talvez ali tenha começado uma nova versão de mim.
Uma versão mais consciente, mais forte, mais grata e mais determinada a aproveitar cada oportunidade que a vida ainda colocar diante de mim.
Porque depois de atravessar tantas tempestades, eu aprendi que algumas pessoas não sobrevivem apenas para continuar existindo. Elas sobrevivem para transformar a própria dor em mensagem, aprendizado e inspiração.
E eu sigo escrevendo minha história, um dia de cada vez.
A pergunta que fica para quem lê minha jornada é: quantas vezes a vida tentou me derrubar, e quantas vezes eu ainda escolhi levantar?
É impossível não te elogiar, que mulher de fibra, de uma beleza única, incomparável. Você é aquela mulher que não esconde o que sente, é aquela que fala e age conforme o que diz, é aquela que não tem medo de ser feliz!
Tão admirável e desejada ao mesmo tempo.
Mulher de fibra, a sua personalidade que te faz feliz!
A evolução de uma mulher na academia não se mede só em quilos levantados.
Se mede no peso que ela tirou das costas.
No dia em que entrou insegura e hoje entra dona do próprio espaço.
No espelho que antes cobrava e agora aplaude.
No “não consigo” que virou “olha só até onde eu cheguei”.
Ela não está só construindo um corpo. Está reconstruindo a própria história, uma repetição por vez.
Ela não veio pela balança. Veio pela liberdade.
Não veio pelo padrão. Veio pra quebrar ele.
É sobre se olhar no espelho e finalmente reconhecer: “Essa sou eu. E eu sou foda”.
Cada treino é um ato de amor-próprio. Cada marca, uma medalha.
MULHER MADURA É MONUMENTO🍷
Uma mulher madura é monumento é inspiração. Mulher madura leve na bagagem da vida muitas histórias de luta e superação, mulher guerreira que perdeu algumas batalhas, mas que venceu as mais difíceis, e tem o maior prazer em compartilhar com maestria e satisfação o que já viveu.🖤
Está aí uma mulher interessante.🖤
Sorriso marcante, olhar brilhante, personalidade forte, você é uma mulher bela, rara e especial. Com sua simplicidade e carisma, não existe outra igual. Você deslumbra, você traz luz, paz e alegria em todos os lugares por onde você passa. Mulher determinada, abençoada e cuidada por Deus, você tem seus defeitos e fragilidades, mas é guerreira e se esforça todos os dias para ser alguém bem melhor. Nunca pisa ninguém, vai conquistando seu espaço aos poucos. Você será vitoriosa e proteja sempre por Deus, só ser obediente aos seus mandamentos, e vai viver intensamente o extraordinário de realizações na sua vida.
Gostar de Mulher
Gostar de mulher é um encanto sem medida,
um verso que desperta e transforma a própria vida.
É descobrir um segredo escondido no olhar,
que o mundo inteiro enxerga, mas não consegue decifrar.
É amar o perfume que sua pele faz nascer,
uma fragrância que nenhuma essência soube oferecer.
É sentir que cada aroma guarda um pedaço do infinito,
como se o universo inteiro coubesse em um só suspiro.
É desejar o toque de suas mãos delicadas,
a maciez da pele e as almas entrelaçadas.
É encontrar em seu abraço um porto, um lar,
onde até os silêncios aprendem a descansar.
É perder-se na doçura da sua voz serena,
na risada que floresce e faz a tristeza pequena.
É mergulhar em um olhar que, sem nada dizer,
faz o coração esquecer como era viver.
Há uma beleza que nela jamais precisa provar;
ela seduz naturalmente, apenas por respirar.
No jeito de caminhar, na calma do sorrir,
na elegância discreta de simplesmente existir.
E então existem os lábios...
Guardando promessas em um silêncio encantador,
esperando um beijo lento, carregado de calor.
Um beijo que enfeitiça, que faz o tempo parar,
como as ondas do mar que nunca deixam de voltar.
Gostar de mulher não é somente algo natural;
é sentir o impossível tornar-se essencial.
É intensidade sem medida, sem meio, sem fim,
um sentimento que encontra abrigo dentro de mim.
Porque amar uma mulher é mais do que desejar.
É admirar cada detalhe, sem jamais precisar tocar.
É reconhecer que existem amores feitos para acontecer,
como o mar encontra a areia, sem nunca se perder.
E quando esse encanto finalmente acontece,
a alma inteira floresce.
Tudo muda, tudo ganha cor e direção,
como se o amor escrevesse seu nome dentro do coração.
Desde então, não existe chegada nem despedida.
Existe apenas o instante em que ela sorri...
e o mundo inteiro compreende
que gostar de mulher é a forma mais bonita
que a intensidade encontrou para existir.
Gostar de mulher é algo sensacional.
Você gosta do cheiro que o corpo dela produz, do perfume que ela está usando e sente que é algo que você nunca experimentou antes.
Você gosta do toque, da maciez da pele e das mãos que te abraçam e te acolhem.
A voz, a risada, o olhar, o corpo que seduz sem precisar ser vulgar, os lábios que chamam, esperando um beijo lento capaz de enfeitiçar.
Gostar de mulher, não é apenas uma coisa natural, é uma intensidade sem fim, sem meio, apenas com um começo, onde tudo começa a surgir!
MULHER
Parabéns, MULHER,
Menina ainda flor,
Moça em seu vigor,
Mãe em dever,
Amiga em saber.
Parabéns, MULHER,
Amiga e amante,
Companheira e confidente,
Mais preciosa que diamante,
Conselheira prudente.
Parabéns, MULHER,
Atleta e trabalhadora,
Enfermeira e educadora,
Apesar de todas as lutas,
Guerras e disputas,
És vencedora,
E de minha gratidão merecedora.
Parabéns por todos os dias.
Provérbios: 31. 10. Álefe. Mulher virtuosa, quem a pode achar? Pois o seu valor muito excede ao de joias preciosas. - Bíblia JFA Offline:
A mulher independente.
Aquela mulher moderna
Fachada como a mulher-maravilha
Como uma super-heroína
Começa o dia com brilho e energia.
Para, no final, ter batalhado mais um dia
E ter forças para defender seus direitos
Seu potencial, sua voz e sua inteligência
Aprimorar sempre seus conhecimentos.
LEI DA NATUREZA
A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.
No princípio, o Deus da vida
Fez o mundo em perfeição;
Deu ao homem a missão
De guardar a criação.
À mulher deu companhia,
Amor, graça e comunhão.
A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.
As Escrituras ensinam
Cada qual na sua função;
Autoridade não é força,
Nem domínio ou opressão.
É servir com humildade,
Com justiça e compaixão.
A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.
O marido ama a esposa
Como Cristo amou a Igreja;
Protegendo com ternura,
Sem orgulho que a despreza.
Quem governa pelo amor
Nunca perde a natureza.
A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.
Toda esposa tem seus sonhos,
Seus projetos e querer;
Merecendo ser ouvida
Em qualquer amanhecer.
Pois quem ama escuta antes
De falar ou decidir.
A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.
A palavra é liberdade,
Não é carta de poder;
Cada escolha traz consigo
Consequência no viver.
Quando o casal anda unido,
Deus faz tudo florescer.
A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.
O marido é responsável
Pela paz do seu lugar;
Se disser um "sim" consciente,
Ou um "não" para guardar,
Que o faça com sabedoria,
Sem jamais desrespeitar.
A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.
Nem tirania do homem,
Nem orgulho da mulher;
Quando Cristo é o alicerce,
Cada um cumpre o dever.
Há respeito e harmonia
No caminho do viver.
A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.
Assim segue a Lei Divina,
Fonte viva do Senhor:
Autoridade é serviço,
Sacrifício feito em amor.
Onde Deus governa o lar,
Reina a paz do Criador.
A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.
Gritar que te ama
Linda menina mulher,
És bela e formosa como uma flor.
Desperta em mim tenro sentimentos,
Um misto de amor e paixão.
E agora, não há pernas que me sustente,
E nem fôlego com que lhe possa falar.
Em meio chama ardente que me consome
Desfalece minh’alma num suspiro incontido.
Imagino mil maneiras de te dizer,
O que sinto... o que penso...o que desejo.
E é num silêncio cediço
Que a alma suplica libertar esse amor,
Quebrar as cadeias
Gritar ao mundo que te ama.
Edney Valentim Araújo
O Melhor Poema da Minha
Vida
❤️❤️❤️❤️❤️❤️
Você é a mulher mais incrível que já conheci,
É o Poema mais lindo que já pude ler,
Mesmo sabendo que ainda falta parte enigmática desse poema que todo ainda não consegui ver.
Você é a pequena menina de sorriso largo e alma infinita,
É, e sempre vai ser o melhor Poema da minha vida.
Teu sorriso tem um encanto que me fascina,
Tem algo que tento decifrar, dessa alma com corpo de mulher, com essa essência de menina.
Tem um enigma tão doce e suave que a mente não consegue desistir.
Tu és o meu poema, e a canção, é a rima,
O acorde do violão, e a poesia que me domina em todas as situações.
É o desejo que procuro nas noites frias,
É o verso em minha Alma, e na minha vida, a eterna poesia.
É desejo, é beijo, é frio e ao mesmo tempo é calor que arde por dentro,
Bagunçando tudo que Sou.
Te faço esse simples Poema, Renata dos Santos Xavier,
Pra te dizer que o Poeta dentro de mim sempre te amou.
✨✨✨✨✨✨✨
Contrariando o que ouvimos por aí, mulher muda o homem sim, e o homem também muda a mulher. Não é mudança por puro capricho, mas puramente para somar e agregar.
Quando os dois têm propósitos juntos, não tem nada que possa fazer a relação dar errado.
Amor é sentimento, mas também tem lá sua dose de esforço e vontade em fazer durar!
(Aline M. Abdalah)
Menina, mulher
Menina doce e sapeca, ao mesmo tempo, mulher cheia de responsabilidades e atitudes serenas;
Mulher forte, decidida, com jeito de menina alegre e inocente;
Menina com traços de boneca, mulher com o corpo de manequim;
Mulher que sabe amar como ninguém, menina que sabe o que é ser amada.
Teus passos firmeizam a terra que pisas,
Mulher de alma nobre, de brilho sem fim.
Saber e beleza em ti se harmonizam,
Um livro aberto em um raro jardim.
És culta e mente brilhante que atrai,
Guerreira que luta sem medo de frente.
Em cada batalha tua força não cai,
Batalhas com garra, renasce valente.
Há elegância no som do teu falar,
E uma sabedoria que encanta o olhar.
Linda por fora, monumental por dentro,
És o próprio encanto em teu próprio centro.
Mulher de março ou de Marte
Janeiro, é fila na creche
Anotação no diário
Vem fevereiro,
as contas não fecham
Culpa é o salário
No dia 8 de março
temfesta da Mulher!!
Só alegria!
Depois, vai levar
Filho à escola
Corre para o trabalho
Chega pouco atrasada
E a desculpa não cola
Tem a reunião agora!
Termina arrasada,
Corre ao banheiro
e chora .
E os meses acontecem....
Julho,vem notas de boletim
Agosto vai ter plantão sem fim
Ser Mulher é ser rio perene
Tem ação na correnteza
E na sua nascente a delicadeza
Mas o corpo que sofre
Como um segredo no cofre
Reclama baixinho
Dê-me pausa!
Um pouquinho.
Mulher energia marciana
Faz arte a vida inteira
Você não veio de cratera
Mas sim de trincheira
Seu olhar até declina
Mas sua fala nos ensina
Você tem marca acreditada
É símbolo da Cocriaçao
Fórmula de vida assinalada
Pelo registro da Criação
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