Texto eu Amo meu Namorado
Antes eu era magia,
hoje, sou silêncio.
Antes eu era riso fácil,
hoje, eco por dentro.
Antes eu era chama acesa,
hoje, cinza ao vento.
Antes eu era presença,
inteiro em cada momento,
hoje sou ausência que pesa
no vazio do pensamento.
Antes eu era caminho,
passo firme, sem medo,
hoje me perco em mim mesmo,
guardando tudo em segredo.
Antes eu era mundo,
imenso, vivo, intenso…
hoje, sou só silêncio.
Certa vez me perguntaram se eu era a favor de acabar com a reunião de Oração, pois poucas pessoas estavam vindo.
Disse eu:
Se quisermos continuar sendo uma Igreja medíocre, é melhor acabarmos sim.
Nada de valioso no Reino é conquistado sem Oração.
Ministério. Resgate
Unção e Legado
Entre versos e canções, eu prefiro poesias...
... Entre ter e perder, eu prefiro ganhar...
... Entre pensar e agir, eu prefiro escolher...
... Entre você e a sua dúvida, eu prefiro suas certezas...
... Entre avançar e recuar, eu prefiro seguir caminhando, sem medo, sem receios, sem procrastinar. Eu quero coisas novas...
Entendeu...
Entre versos e canções, eu prefiro poesias.
Entre ter e perder, eu prefiro ganhar.
Entre pensar e agir, eu prefiro escolher.
Entre você e a sua dúvida, eu prefiro suas certezas.
Entre avançar e recuar, eu prefiro seguir, caminhando sem medo, sem receios, sem procrastinar.
Entre o jardim e a floresta, eu prefiro o bosque.
Entre a paixão e o momento, eu prefiro o amor.
Entre o chá da tarde e o café matutino, eu prefiro o vinho da manhã de inverno.
Entre as cortinas do passado e o palco do presente, eu prefiro caminhar à beira da praia.
Entre olhares e perspectivas, eu prefiro alcançar.
Entre a rua larga e calçadas vermelhas, eu prefiro a areia marcando os meus passos.
Entre a reflexão e a frase do filósofo, eu prefiro a poesia lírica ou até mesmo sem versos.
Entre admirar e querer, eu prefiro conquistar.
Por fim, entre o silêncio da sua resposta, eu prefiro o grito de suas palavras.
Simples, eu prefiro...
By Ubirajara Almeida
Entre flores, nuvens, estrada e silêncio… eu.
Uma pequena parte do todo.
Ele sorriu pra mim.
Ele sempre sorri…
E o meu coração sempre aquece.
Como pode criar coisas tão perfeitas e magníficas,
capazes de tocar tão fundo?
Eu só tenho a agradecer
por poder contemplar o seu íntimo.
Agradecer por sempre ter a oportunidade
de caminhar na presença do sol.
Agradecer por perceber
e me encantar com cada cor
que surge nesse longo caminho.
Por cada nuvem,
em seu formato único,
que mais me lembra um pensamento.
Por um azul tão infinito
que me traz paz.
Eu vejo e sinto,
porque também faço parte disso.
Você também.
Você também tem olhos de vida…
Se permita.
Ana Caroline Marinato
Para minha amiga
Não sei pq eu pergunto
Sempre é o mesmo assunto
Se eu já sei a resposta
Pra que insistir nessa conversa mal composta
Eu tento mas nunca consigo
Isso parece um castigo
Eu não consegui entender
Pra mim só basta querer
Eu sempre pergunto porque pra mim você vai mudar
Não basta só sonhar
Quem quer faz acontecer
Pra no final você me faz enlouquecer
Mas isso sempre vai ser uma lembrança
Mas eu ainda tenho esperança
De um dia você dizer que sim
Mas isso vai ficar pro fim
Dente de Leite
Eu fui na praia passear com minha vó
Veio uma concha na onda bateu no dente da frente
Que era de leite tão molinho meu xodó
E eu já tinha prometido pra minha vó de presente
Mas eu engoli o dente
Engoli o dente
Que eu já tinha prometido
Pra minha vó de presente
Eu engoli o dente
Engoli o dente
Que eu já tinha prometido
Pra minha vó de presente
Dor de Dente
Eu sou daqueles menino que pouco fala e não mente
Minha vó sempre dizia a mentira dá dor de dente
Eu sou daqueles menino que pouco fala e não mente
Minha vó sempre dizia mentira dá dor de dente
A minha vó me ensinou e hoje eu sou clarividente
Aprendi ver com clareza a bondade e seus acidentes
Minha vó me ensinou e hoje sou clarividente
Aprendi ver com clareza a bondade e seus acidentes
Sobre Abusadores e Abusados
Eu...fui uma criança que não conheceu o pai e era feliz assim, até que aos quatro anos de idade levei um tapa na cara de um gigante muito forte enquanto com um canecão de alumínio despejava água para que o gigante escovasse sua dentadura, e foi assim que conheci o meu padrasto.
Com o tapa, que mais percecia um soco mesmo, cai, bati com o queixo no chão e de alguma forma cortei o céu da boca e doeu, e sangrou bastante. Assim foi a minha vida até os 16 anos quando finalmente eu criei coragem e fugi para São Paulo com uma namorada e lá construímos nossa própria família.
Foram 12 anos de abusos físicos e psicológicos, e naquele tempo era aceitável pelas Leis, e minha mãe também vítima de abusos psicológicos, pois nunca presenciei agressão física contra ela, aceitava tudo de boa.
Ninguém veio me salvar. Ah! Como eu sonhava com isso. Não consegui amar de verdade minha mãe até o dia que ela faleceu, não conseguia entender a razão de ela não ter feito nada todas as vezes que ele me bateu.
Hoje vejo o povo Venezuelano, que por anos vem apanhando, e nós? Da América do Sul nada fizemos. Salve os Norte Americanos!!!
Fogo Morto
Eu comecei a estudar para em um concurso passar
Objetivo era aprender. Literatura e matemática
Eu estava indo até muito bem
Velocidade Média eu aprendi também
Até que um dia do meu lado se sentou alguém
A timidez me dominou
Eu só pensava em me mudar de lugar
Até que ela me cutucou
Pedindo um lápis se eu pudesse emprestar
Foi nessa hora que eu fiz besteira
Disse não tenho lápis. Uso lapiseira
Infelizmente não posso emprestar
Então entrou o professor
E foi chamando pelo bombeirinho
E perguntou se ele estudou
Ou se o Fogo Morto se apagou
Rapidamente eu me levantei e disse sim senhor
Claro que eu estudei. Fogo Morto não é história de amor
Fogo Morto! Fogo Morto! É a paixão que se acabou
Fogo Morto! Fogo Morto! É o amor que se apagou
sorrir
pra não chorar de saudade
da felicidade
daquele seu olhar
quando eu chegava e batia palmas lá no seu portão
você atendia brava e perguntava
por onde eu andava por onde eu andava por onde eu andava
por onde eu andava
que não vem me visitar
por onde eu andava você perguntava por onde eu andava
por onde eu andava
que não vem me visitar
eu vou sorrir
sorrir pra não chorar de saudade daquele seu olhar
que me perguntava por onde eu andava por onde eu andava
por onde eu andava
que não vem me visitar
que me perguntava por onde eu andava
por onde eu andava? que não vem me visitar
Eu, você e a dúvida.
Entre o “sim” e o “talvez”,
a dúvida veio morar.
Sentou-se entre eu e você
sem pedir licença pra entrar.
Eu trazia mil certezas
presas dentro da razão,
você tinha os olhos cheios
de coragem e direção.
Mas a dúvida, silenciosa,
soprava devagar: “E se o caminho escolhido
for difícil de suportar?”
Então ficamos parados,
olhando o tempo correr,
com medo das consequências
de tentar ou de perder.
Eu queria dar um passo,
você queria esperar,
e a dúvida construía muros
onde havia lugar.
Mas aprendi certa noite,
ao ouvir meu coração,
que toda escolha na vida
carrega renúncia e transformação.
Decidir é atravessar pontes
sem saber onde vão dar,
é aceitar que o destino
também ensina ao caminhar.
E entre eu, você e a dúvida,
houve enfim compreensão:
não existe estrada perfeita,
apenas passos na direção.
Porque pior que o erro
que o tempo pode curar,
é viver preso para sempre
sem coragem de
♥️Meus Pilares de Vida♥️
Dizem que a vida é um voo solitário, mas eu descobri que só consigo abrir minhas asas porque tenho onde pousar. Minha caminhada, com todos os seus desafios e superações, é escrita a seis mãos.
À minha mãe, minha soberana rainha: você é a raiz que me sustenta e a força que me ensinou que ser mulher é ser fênix. Seu colo é o meu refúgio e sua sabedoria é o meu guia nos dias de tempestade.
Ao meu irmão, meu melhor amigo: obrigado por ser o elo, por caminhar ao meu lado sem soltar minha mão e por transformar as minhas perdas em motivos para recomeçar. Com você, o fardo fica leve e o horizonte parece mais perto.
Vocês são os pilares que Deus colocou na minha terra para que minha alma pudesse tocar o céu. Amo vocês além das palavras.
Com carinho: Amanda Tamiris da Maia
Eu me pergunto o que aconteceu.
Do nada, você sumiu —
e as conversas, antes cheias de vida,
viraram silêncio.
Com o tempo, parece que você esqueceu.
Mas eu não.
Ainda lembro de tudo —
de cada palavra,
de cada instante suspenso no ar.
Às vezes penso
que a memória é um castigo disfarçado:
o vento leva o que é leve,
mas o que pesa fica —
e eu fiquei com elas.
Espero que as suas lembranças
não tenham ido com o vento,
como se nunca tivessem existido.
Porque as minhas continuam aqui,
tecendo silêncio
no lugar onde você estava.
Eu te escolhi em meio a multidão.
E seria bom chegar em casa e ter você garantida.
Me esperando na sala de jantar.
Era muito fácil te ver orbitando
Por tanto me acostumei a isso.
O que eu senti quando te vi ?
Você era o meu sol
Mas te vi indo embora pra sempre.
Percebi o que você fez.
Você usou meu nome
Pra dizer coisas tão lindas.
Poderia usar o seu.
Senti raiva do mistério nunca descoberto.
Eu jamais escreveria tão bem assim.
Por o meu nome ?
Por que você não me contou a verdade?
Quem me dera ter você do jeito que fosse.
Mas você não teve coragem.
Se escondeu em mim.
Ainda assim, você seria escolhido por mim na multidão...
Ninguém me olhou com esses olhos.
"Eu sou todas as emoções.
Eu sou a mistura de todos os sentimentos e de todas as emoções: eu sou o amor, eu sou o ódio, sou a mistura de tudo. Eu sou a chuva, eu sou o sol, eu sou a mistura de todas as estações. Eu sou o perdão, eu sou a condição, eu sou a mistura de todas as sensações. Eu sou a calmaria e eu sou a agitação, eu sou a soma de todas as motivações."
Autora: Priscila da Silva Oliveira Orphanides
No Centro de Rodeio
é onde eu moro,
e não próximo
do Ribeirão São Pedro;
Te conto um segredo
o Canário-da-terra
no Ribeirão São Pedro
cantou diferente.
Algo me disse que
para do amor
não ter mais medo,
e tenho certeza
que ali nos encontraremos
sem nenhum receio;
Porque com todo
o seu carinhoso jeito,
logo virá aqui em Rodeio.
Eu vi galinhas no telhado!
A Humanidade sabe o caminho
de volta para a Lua,
Só ainda não aprendeu a parar
de usar o nome de Cristo
para justificar guerras.
Eu juro que vi galinhas no telhado!
Um Tribunal de Direitos Humanos
confundir suicídio com cuidado,
Vejo defensores de Direitos Humanos
olhando para o próprio lado,
Não queria nada disso ter enxergado.
Eu vi galinhas no telhado!
Na terra que dizem ser Terra Santa
o corredor da morte foi legalizado!
O desamparo fértil
das circunstâncias
da vida fala o tempo
todo nos ouvidos,
Eu quero saber quando
chega a liberdade
dos presos políticos.
Ah! A região sórdida
do inconsciente
que não deixa
a razão descansar
para encontrar
a saída para
se reconciliar
com toda a gente.
Este travesseiro
parece um mar
e a mente um
barco a balançar
lembrando
que o General
está preso injustamente,
uma tropa, paisanos
e um velho tupamaro
em trágica situação igualmente.
Tudo isso é de rasgar
a minh'alma abertamente
que aleatoriamente
segue como a poetisa
destes invisíveis incansavelmente
Confesso abertamente que,
não tenho nenhuma pena deles, porque cada um está escrevendo
com honra clara um capítulo
para mudar o curso da História
e devolver para a Venezuela a glória.
Os heróis jamais serão
dignos da minha pena,
Cada herói merece mesmo
é mais de um poema,
Assim como o Esequibo
merece aparecer em todos
os mapas que estão em equívoco.
Tenho pena mesmo
é dos covardes que insistem
em se abrigar na soberba
se distanciando de viver
a vida com paz, dignidade
e em reconciliação com a verdade.
Chovendo lentamente
sobre Camboatá-vermelho,
Com a palavra que me rege
a história no final eu escrevo,
Somente diante do Bom Deus
temo, respeito e me ajoelho.
...
A minha poesia
é Camboatá-branco
nas mãos da ventania
se espalhando toda
pelos campos da vida.
...
Tudo em mim tem
algo de Camboatá
com sementes a se espalhar,
Está para nascer quem
tem a coragem de me dominar.
...
Tapirirá florida
que com amor
concede poesia
à minha vista,
Diante sou
muito pequenina
com a minha escrita.
...
Debaixo da Pombeira
absoluta fiz a jura
de ser somente tua,
Se me amares,
retribuirei em dobro,
Algo diz que o sonho
haverá de ser cumprido logo.
...
Do caminho do tempo
sou nômade devota,
Do meu país por dentro
domino cada rota,
Nos braços de novembro
com fascínio me rendo
a floração das Tapirirás
a espera do momento
que está sendo escrito
com tudo àquilo que hei
de declarar no silêncio
que me permita escutar
o seu peito de amor batendo.
