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Uma reflexão sobre um adjetivo e um verbo: sensorial e sentir.
Sensorial é o físico: visão, audição, olfato, tato e paladar, como o toque de um abraço, o cheiro de alguém querido, o som da voz que conforta.
Sentir é muito mais amplo: pode ser físico, emocional ou até metafísico. Não depende apenas dos sentidos; pode existir mesmo à distância, sem contato físico, como quando sentimos alguém que não está presente.
Amor é sentir.

UMA REFLEXÃO SOBRE OS ÚLTIMOS 5 ANOS... 2021-2026


O CAOS QUE ME TORNOU A MULHER MAIS CORAJOSA QUE CONHEÇO




Eu não sei como começar a escrever novamente, mas vou tentar.
Faz tempo que estou com saudades de escrever sobre muitas coisas.
Os últimos 5 anos foram anos de muita batalha para mim.


Eu morri em todos esses anos, dia após dia, sem saber o meu lugar. Mas, de repente, despertei. De uma tal forma que não consigo enxergar quem eu fui antes disso aqui. Confesso que quebrei as minhas expectativas, e agora estou quebrada por dentro, por causa de tudo o que aconteceu comigo nesses últimos tempos.


Eu nunca tinha pensado em ser tão forte ao ponto de suportar coisas que jamais imaginei passar.


Meu corpo ainda está dilacerado. Após um colapso séptico, que levou meus órgãos a irem embora, nunca mais fui a mesma.


Eles voltaram a funcionar, como se eu fosse uma máquina que precisava de um super mecânico, me energizando e tentando me ressuscitar. E, eu entendi sobre Deus naquela madrugada.


Os sonhos, os símbolos mostrados nos céus, em noites em que eu mal conseguia dormir de tantas dores.


Foi tudo avisado para mim, antes de ocorrer tudo o que me aconteceu.


Eu entendi a onisciência de Deus, o que ele é.
E, eu nunca pertenci a dogmas religiosos, e hoje, me vejo vivendo uma fé laica, livre de qualquer doutrina sistemática.


Deus é energia pura. Eu senti isso. E, desde então, eu não temo mais a morte. Descobri que se ele é eterno, e sou parte fragmentada dele, eu vivo para sempre. A única diferença, é essa carcaça que se desfaz em adubo, e alimento para a terra. Ela é a única coisa que realmente vai embora.


Os sonhos que tive, me fizeram entender que nós como seres imortais, habitando dentro de uma matéria, conseguimos ver e enxergar coisas além do nosso plano físico.


Geralmente, é tudo muito enigmático, mas ainda assim, são avisos sobre a nossa existência por aqui.


Quando tudo começa a acontecer, a gente vai ligando os pontos, é onde as coisas costumam fazer sentido.


Nenhum sonho, é por acaso. Todos eles estão ligados à nossa existência de alguma forma.


Desde 2021 para cá, eu tenho enxergado além do meu alcance, e feito coisas que de algum modo me salvaram do caos interno, de emoções que nunca achei que conseguiria superar.


Em 21 de janeiro de 2022, eu escrevi algo que trouxe a minha liberdade de ser livre. Foi a minha cartada final.
Não achei que fosse conseguir, mas aqui estou.


Mesmo em meio aos prantos, era uma dor que eu carregava por anos.


E, a resposta veio logo em seguida. Era somente daquilo que eu precisava!
Lavar a alma, e me libertar.


Foi então que comecei a enxergar a vida de uma forma, onde percebi que nunca havia dado espaço para isso antes.


Eu me tornei alguém livre!! Livre.


Parei de sonhar, parei de pensar, parei de chorar, parei de escrever sobre, parei de ouvir músicas tristes. Parei de idealizar o que nunca poderia existir. Saí da prisão interna que me oprimia e me fazia parar de viver.


Comecei a valorizar mais quem me ama, e quem eu aprendi a amar, pois o escolhi lá atrás, para tê-lo em minha vida inteira.


Meus olhos se abriram, eu tive um grande despertar.


Eu não conseguia ter paz dentro de mim, por várias vezes, tentei forçar isso a acontecer, mas não é assim que funciona.


Eu tive que colapsar por dentro, tive que me abandonar, tive que parar de viver por muitos anos, tive que esquecer quem eu queria ser, tive que morrer! somente assim eu consegui ressurgir das cinzas.


Eu nunca achei que fosse conseguir.


Eu refiz a caminhada. A trajetória está sendo dolorosa, mas sem mais prisão interna.


Eu tinha ainda tantos traumas, tantas perguntas por fazer, tantas palavras para dizer, tantas coisas para observar no presente, tantas coisas para perceber...


Eu fui a pessoa mais corajosa que eu conheço, e continuo sendo.


Eu passei por tanto, eu enfrentei tudo, eu virei cinzas, enquanto ainda estava de pé.


Eu agradeço a essa força invisível, que eu chamo de meu Pai (Deus) por me sustentar até aqui. Eu não teria me suportado tanto se não fosse ele, me energizando e me dando a força que eu precisava.


Eu sempre tive uma vida difícil.


Violentada fisicamente, e psicologicamente desde a minha infância, e ainda sem conhecer quem eram meus genitores, mesmo no auge da minha maturidade, que eu achava que tinha.


Eu realmente não os conhecia, mas esses anos todos, me ensinaram a ser mais perceptiva, a ligar os pontos lá de trás e não ser mais marionete das maldades deles.


Sofri muito. Sair de casa aos 16, e me tornar mulher à força para conseguir sobreviver, nunca foi fácil.


Agradeço as amizades daquela época, apesar de o tempo ter mostrado coisas que eu jamais gostaria que tivessem acontecido.
Mas, vida que segue. A gratidão permanece aqui, até que a minha memória venha a se findar.


Foram 2 anos vívidos nas casas de familiares. Após sobreviver aos caos que era o lugar onde eu morava desde a minha infância.


Eu fui humilhada, caluniada, difamada, falaram coisas terríveis sobre mim. A conspiração fez parte da minha juventude, assim como as histórias dos Doramas asiáticos.


Eu era julgada, e todos eram manipulados para me odiarem por coisas que nunca fiz.


Mas, assim como nos Doramas, tudo teve uma reviravolta, e o tempo provou que eu sempre fui a mocinha das histórias inventadas.


Eu sabia me defender, mas quem é o culpado, quando todos já o vêem como vilão?


As defesas não significavam nada.




Mas, o tempo é o senhor das conspirações.


E, hoje, sinto orgulho da mulher que sou.


Eu amava com a alma, não era nem com o coração. Por esse motivo, doía tanto.


A minha alma foi curada. Dos traumas, dos medos, dos pesadelos, das mágoas que me fizeram passar, dos anseios. Eu estou realmente em paz.


Eu ainda sinto vontade de abraçar pessoas, mas não sou mais dependente das minhas idealizações.


Eu sei que ninguém permanece igual. Todos mudam, todos se adequam ao seu devido lugar. Estão todos vivendo as suas vidas. Eu posso dizer, que eu estou fazendo tudo aquilo que acho certo.


Eu não sou mais dependente de ficar imaginando atenção de quem sempre dizia "depois eu te ligo, estou ocupada", eu esperava e nunca acontecia.


Me doeu demais. Eu me doava muito. Nada era recíproco!


Aprendi a não esperar nada de ninguém. A confiar verdadeiramente somente em mim mesma.


Eu acredito no que a bíblia diz. Tanto sobre os sonhos, e também sobre confiar!


Assim, a decepção não se torna um medo absoluto.




Estou feliz, vivendo intensamente todos os dias. Agradecendo pelo amanhecer, e na confiança de que tudo já está no lugar certo, exatamente onde deveria estar.


Eu estou esperando me recuperar das 4 cirurgias que fiz, as dores nos órgãos estão á todo vapor, bem inflamados. O fígado dói, às vezes acho que é o pulmão, às vezes passa para debaixo das costelas. Assim estou vivendo, porém creio que vai ficar bom. O tempo dirá.


Mas, enquanto isso, não reclamo, somente agradeço, e sigo em frente.


Nunca pedi para ser forte. Mas, a vida me ensinou a ser sem pedir.


Alinny de Mello 10:37 - 30 de maio de 2026

Um Relato de Sobrevivência
Alinny de Mello


Sejam muito bem-vindos ao meu espaço de reflexão. Antes de nos aprofundarmos nas memórias que moldaram a minha existência, convido todos vocês a visitarem a minha página no Pinterest. Lá, eu organizo cuidadosamente todos os meus e-books, criando um acervo visual e textual para quem busca compreender as complexidades da nossa natureza humana. Não se esqueçam de acompanhar os lançamentos semanalmente, pois há sempre uma nova perspectiva esperando por vocês.
A memória humana é um arquivo curioso, que seleciona o que guardar não pelo critério da utilidade, mas pelo peso do impacto. Se a infância costuma ser pintada com as cores lúdicas da inocência, a minha foi desenhada com os traços rígidos do absurdo. Descobri cedo que o lar, aquele lugar teoricamente destinado ao acolhimento, pode se transformar em um cenário de horror cotidiano, operado por quem deveria proteger e assistido por quem deveria defender.
A minha história com a violência começou antes mesmo que eu tivesse a capacidade cognitiva de formular a palavra dor. Minha mãe me contou, anos mais tarde, que quando eu era apenas uma bebezinha indefesa, o meu genitor me amarrou e me torturou por horas a fio. Ela assistiu a tudo. Ficou calada, amedrontada, paralisada pelo medo. Justificou a sua omissão dizendo que não havia ninguém para chamar, nenhuma autoridade ou vizinho que pudesse intervir naquele microcosmo de crueldade. O mais fascinante na psicologia da minha mãe era a sua insistência em nos pedir para não sentir ódio dele. Ao mesmo tempo em que pregava esse perdão quase divino, ela alimentava o cardápio do horror, relatando minuciosamente as barbaridades que ele cometia conosco em uma época da qual eu nem sequer lembrava, quando eu mal sabia que já existia no mundo.
A primeira tortura da qual guardo registro nítido na minha mente aconteceu quando eu tinha míseros três anos de idade. Acordei no meio da noite com os dois brigando de forma violenta. O meu genitor empunhava um facão reluzente. Em um dado momento, os dois começaram a me puxar como se eu fosse um pedaço de carne disputado em um açougue, um puxando por um braço e o outro pelo outro. Minha mãe levou uma lapada de facão nas costas, o que a fez sair correndo em disparada para salvar a própria pele. Eu fiquei. Ele me arrastou para dentro da casa com fúria, jogou-me em cima da cama e começou a me estrangular. Naquele quarto escuro, faltava o ar e sobrava o pavor. Minha mãe sempre repetia uma frase em seus momentos de desespero, Deus me ajuda. Aquilo estava gravado no meu subconsciente. Naquele instante de asfixia, com apenas três anos, eu repeti a frase no meu pensamento. Eu não sabia o que aquilo significava teologicamente, mas era o meu único recurso. O que aconteceu em seguida desafia a lógica puramente física e entra no terreno do inexplicável. Vi quando o meu genitor soltou o meu pescoço, transformado em uma criatura que lembrava aqueles lobisomens assustadores de filmes, e foi arremessado para trás. Parecia que uma força extrema o puxava violentamente, como se uma ordem invisível dissesse para me deixar em paz. Fui salva naquele dia por um mistério que a razão não explica.
O cotidiano, contudo, não dava tréguas. Aos oito anos de idade, a minha rotina já incluía responsabilidades de adulto e castigos de inquisição. Eu era responsável por levar uma garotinha ainda mais jovem do que eu para a escola. Certo dia, após cumprir a tarefa, fiquei na casa dela para almoçar. Acabei me atrasando e cheguei em casa cerca de duas horas após o horário regular da saída do colégio. Quando entrei no quintal, encontrei o meu genitor carregando telhas. Minha mãe não estava. Ela provavelmente já havia corrido dele, uma dinâmica que se repetia vinte e quatro horas por dia, com ele ameaçando e ela fugindo em um ciclo perpétuo. Sentei-me em uma cadeira, exausta. O cansaço da infância me venceu e eu apaguei. Não lembro de mais nada daquele entardecer, exceto do despertar. Acordei debaixo de chicotadas violentas. Ele me açoitava sem piedade enquanto gritava uma enxurrada de palavras que o meu cérebro, por autodefesa, preferiu deletar. Dormir cansada e acordar sendo chicoteada é uma experiência que reconfigura a noção de segurança de qualquer criança.
A incapacidade daquele homem de exercer a paternidade ou o mínimo de humanidade se manifestava nos pretextos mais banais. Em outra ocasião, ele ordenou que eu e o meu tio, que tinha a mesma idade que eu, separássemos as castanhas boas daquelas que não prestavam mais. Sendo duas crianças cercadas de tédio e necessidade de leveza, começamos a brincar no meio do processo. O jogo infantil foi interrompido abruptamente pela figura dele. O espancamento que se seguiu foi de uma brutalidade desmedida. A violência física foi tão intensa que nós dois fizemos xixi nas calças, em um misto de dor e humilhação biológica. No dia seguinte, tive que ir para a escola. Minhas costas estavam em carne viva, cortadas profundamente pelos cipós que ele utilizou como chicote. Eu parecia uma imagem bíblica, açoitada como Jesus Cristo no calvário. A blusa do uniforme colava no sangue coagulado e nas feridas abertas. Ninguém na escola sabia o que se passava por debaixo daquela roupa, mas cada movimento meu era uma tortura particular. E qual foi o tratamento médico que recebi em casa? Minha mãe pegou uma vasilha com água e sal e lavou os meus cortes profundos. A dor do sal na carne crua era quase um prolongamento do próprio castigo. Esse ritual de tortura e cura salina durou muitos dias, com ela lavando minhas feridas diariamente enquanto eu tentava sobreviver à rotina escolar com o corpo dilacerado. Eu era apenas uma criança de oito anos, punida de forma medieval por ter cometido o terrível crime de brincar.
O cardápio de horrores do meu genitor também incluía torturas psicológicas de caráter místico e teatral. Lembro-me perfeitamente de chegar da escola em uma tarde e deparar-me com uma cena bizarra. Ele estava no meio da sala, invocando demônios e entidades para que matassem todos nós. Meus irmãos estavam todos sentados ao redor dele, petrificados, assistindo àquela performance de insanidade. Ele me obrigou a sentar naquele círculo do absurdo. Não tenho lembrança de ter comido ou jantado naquela noite. A única memória física que restou daquela madrugada foi o tremor. As minhas pernas e as dos meus irmãos tremiam feito vara verde. Era um tremor involuntário, contínuo, mecânico, alimentado por um medo tão denso que escapava ao controle do próprio corpo. O amanhecer chegou como um alívio cinzento sobre os nossos corpos exaustos de tremer.
O ápice da violência física contra a minha mãe que testemunhei ocorreu em uma madrugada em que despertei com barulhos de luta. Ao abrir os olhos, vi o meu genitor tentando furar o rosto da minha mãe com um pedaço de ferro pontiagudo. Tomada pelo puro instinto de sobrevivência, consegui escapar de dentro de casa. Corri para o meio de uma mata fechada, na escuridão da noite. Os galhos rasgaram a minha pele, espinhos cravaram-se nos meus pés e pernas, mas eu continuei correndo até alcançar a casa da minha tia. O refúgio, contudo, era temporário. No dia seguinte, minha mãe foi até lá e me buscou de volta para o epicentro do caos. O roteiro era sempre o mesmo, os gritos ecoavam, as agressões aconteciam, nós fugíamos e ela sempre voltava, buscando-nos para reiniciar o ciclo.
Essa engrenagem de terror funcionou sem interrupções até o dia em que completei dezesseis anos. Eu já trabalhava e havia recebido o meu primeiro salário como estagiária do Estado. Orgulhosa da minha incipiente independência, comprei cinco cachorros-quentes para jantar com a família. Lembro de ter chegado em casa e entregue cinquenta reais para a minha mãe, um gesto que para mim significava o início da nossa libertação financeira. Não lembro se alguém chegou a comer aqueles lanches. Por volta das dezoito horas, o meu genitor surgiu atrás de mim empunhando o seu facão de estimação. Naquela noite ninguém dormiu. As agressões e ameaças estenderam-se pela madrugada adentro, amanhecendo o dia em um prolongamento insuportável de terror. Foi o meu limite. Decidi que não faria mais parte daquela estatística de submissão. Peguei apenas a minha farda da escola e três calcinhas. Deixei tudo o que tinha para trás. Avisei a minha mãe que eu estava indo embora. Eu era menor de idade, mas tinha a lucidez que faltava aos adultos daquela casa. Como eu não queria deixar os meus irmãos naquele inferno, ela decidiu vir conosco. Conseguimos um novo lugar para recomeçar, um teto longe do carrasco. A ilusão de liberdade, contudo, durou pouco para ela. Após exatos vinte e oito dias, minha mãe arrumou as malas e retornou voluntariamente para os braços do agressor. Foi ali que compreendi que ela sempre foi conivente com o próprio cativeiro e com o nosso suplício.
Essas são as marcas mais profundas que trago na memória, a crônica de uma infância sitiada onde a sobrevivência foi o meu maior ato de rebeldia. Como nós processamos a dor que nos foi imposta quando quem deveria nos amar escolhe nos destruir? Até que ponto a omissão de quem assiste nos fere mais do que o próprio chicote do agressor?

Reflexão 🌷

Quando alguém falar mal de você, tentar diminuir sua caminhada ou manchar sua imagem, antes de permitir que isso atinja o seu coração, pare e observe quem está vindo a crítica.

Essa pessoa tem produzido bons frutos? Tem alimentado vidas com sua essência, inspirado pessoas e espalhado amor? Ou é apenas uma comentarista de plantão, sentada na plateia, assistindo o que Deus tem feito na sua vida?

Nem toda crítica vem de quem está construindo. Muitas vezes, vem de quem apenas observa. Continue florescendo, porque os frutos falam mais alto do que qualquer opinião. 🍃✨🙏🏻

Reflexão | @CulturaEscola

Julgar o comportamento das outras pessoas costuma ser fácil. Difícil é olhar para dentro de nós com a mesma sinceridade.

Uma reflexão inspirada no pensamento de Confúcio nos lembra que a verdadeira sabedoria não está em encontrar defeitos nos outros, mas em reconhecer nossas próprias limitações e buscar melhorar a cada dia.

Na família, na escola, no trabalho e nos projetos sociais, crescemos quando substituímos a crítica pelo exemplo, a condenação pelo diálogo e o orgulho pela humildade.

Antes de perguntar "O que aquela pessoa fez de errado?", talvez devêssemos perguntar: "O que eu posso fazer melhor hoje?"

Uma sociedade mais justa começa quando cada um assume a responsabilidade pelas próprias atitudes. A mudança que desejamos no mundo começa dentro de nós.

Pense bem. Ore sempre. Faça o bem.

@CulturaEscola – Educar é Cuida

Reflexão

Hoje estou aprendendo a lidar com a ansiedade.

Nós não nascemos com essa condição chamada ansiedade. A Palavra de Deus nos ensina que ela não nos pertence. Devemos lançar sobre Aquele que veio para levar o nosso fardo, que é tão pesado que jamais conseguiríamos carregá-lo sozinhos.

O Senhor Deus, em Sua infinita misericórdia — que é não nos dar aquilo que merecíamos, que seria a morte por causa do pecado — e com Seu amor incondicional, nos ensina a caminhar neste mundo, vencendo um dia de cada vez.

A Palavra de Deus diz em 1 Pedro 5:7:

"Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós."

Quando meditamos na Palavra de Deus, o nosso fardo se torna leve, porque ela traz consolo para a nossa vida. Quando o Senhor fala ao nosso coração e entendemos a Sua Palavra, nossa alma encontra descanso n'Ele.

Não chegamos a este mundo carregando bagagens; porém, com o passar do tempo, vamos adquirindo pesos, preocupações e ansiedades.

Aquilo que ontem nos deixava ansiosos, hoje já ficou para trás. Amanhã surgirão novos desafios, e esse ciclo parece nunca terminar. Por isso, é tão importante permanecermos firmes na Palavra do Senhor.

O próprio Senhor Jesus disse que, sem Ele, nada podemos fazer. Quando entregamos nossas preocupações em Suas mãos e confiamos em Seu cuidado, encontramos paz para continuar a caminhada.

A ansiedade tenta roubar a nossa paz, mas a fé nos faz descansar na certeza de que Deus está no controle de todas as coisas. Quem aprende a confiar no Senhor descobre que nenhum fardo é pesado demais quando é colocado nas mãos d'Aquele que cuida de nós.

Que possamos aprender, a cada dia, a confiar mais em Deus do que em nossas preocupações, pois Aquele que cuida de nós jamais nos abandona.

Reflexão de Salvador Miguel dos Santos

O Poder das Palavras
Reflexão
Às vezes, Deus permite que passemos por situações difíceis para aprendermos grandes lições. Hoje compreendo que uma palavra dita sem sabedoria pode ferir profundamente alguém que amamos.
Agora estou aqui, do lado de fora de casa, refletindo sobre tudo o que aconteceu. Da minha boca saíram palavras que machucaram uma pessoa muito especial para mim. Isso me levou a entender que precisamos vigiar constantemente aquilo que falamos.
A Palavra de Deus nos ensina que devemos guardar a nossa boca, pois as palavras têm poder para edificar ou destruir. Quando pronunciamos boas palavras, Deus é glorificado; porém, quando falamos movidos pela ira, damos oportunidade para a tristeza e a perturbação.
Somente Deus, por meio do Espírito Santo, pode curar as feridas que uma palavra amarga causa no coração de alguém. O Senhor Jesus é a Palavra da Vida, que consola, restaura e transforma.
O inimigo é o acusador e procura se aproveitar dos nossos erros. Ele observa as nossas atitudes e tenta usar as nossas falhas para causar divisão. Por isso, precisamos vigiar e permitir que Deus governe o nosso coração e os nossos lábios.
A Bíblia nos ensina que quem guarda a sua boca preserva a sua vida. Deus nos deu dois ouvidos para ouvirmos mais e apenas uma boca para falarmos menos.
Quando estiver nervoso, não responda imediatamente. Ore, espere e reflita. Uma palavra dita no momento errado pode causar uma ferida que levará tempo para cicatrizar.
Que as minhas palavras sejam sempre instrumentos de paz, amor e edificação, para glorificar o nome do Senhor Jesus.
"Quem guarda a sua boca e a sua língua guarda a sua alma das angústias." (Provérbios 21:23)
Autor:
Salvador Miguel dos Santos

⁠PARA PESSOAS QUE POSTAM COISAS LEGAIS
(APENAS UMA REFLEXÃO MINHA)
Hoje li esta frase numa postagem: "Dizem que quem não perdoa vai para o inferno... Mas e aqueles que fazem da vida dos outros um inferno, vão para onde?"
Sim, tem gente que, desde que acorda até a hora que vai dormir, só entende de infernizar a vida dos outros com importunações de todo tipo, com grosserias, com provocações maldosas, mentiras, insinuações e ironias, uma torpeza atrás da outra, só para incomodar mesmo.
Mestres na arte da notícia falsa, desenham narrativas que endossam o que defendem, buscando destruir todo e qualquer pensamento contrário.
O motivo pode ser religioso, político, esportivo e por aí vai. Não importa.
O que importa é que se você está na contramão do que elas pensam ou gostam, você não presta.
E profetizam: o inferno é composto por pessoas como você.
Conhecedoras da própria escuridão, não acreditam na luz alheia.
E tome pedrada!
E você, que vibra amor, paz e concórdia, que vive numa boa com a sua consciência, que seleciona textos instrutivos e elevados que possam beneficiar os outros, é obrigado a engolir em seco para não arrumar encrenca, por que é isso que estas pessoas procuram: discussão.
Este é um terreno que elas dominam muito bem: o da discussão e onde perder tempo é o objetivo. Enquanto você está discutindo, tentando se explicar, não tem tempo de postar ou falar coisas mais significativas.
Ou seja, você está deixando de espalhar coisas boas.
E isso o inferno real adora e quer!
Porque estas pessoas são suas portas, de onde sai o fogo do fracasso, da desolação, da discórdia e da separação.
Tenho muita pena de gente assim, mas fazer o que, não é mesmo?
Sei que a frase é batida, mas a vida é feita de escolhas, sim, e cada um só pode oferecer aquilo que traz no coração.
Que elas não se espantem de receber, mais cedo ou mais tarde, o troco pela taça de veneno que ofertaram ao mundo, rindo e debochando.
Aos prantos, terão notícias do inferno pessoalmente, antes mesmo que imaginam.
(Lori Damm, 29 de setembro 2021)
PS.: Ei, você que posta coisas bonitas e relevantes, que fala de Deus, de amor e de união em seus posts, nunca desista, ok? Coragem, força e fé. No final, o Bem sempre vence, é promessa do Cristo!

Locução da reflexão a vida e a morte.
A vida resiste num mundo de capricho e desequilíbrio.
Aonde caminhamos pelo direito de estar vivo e viver melhor.
Temos desigualdade social a fome
e o real temor o consumidor e o mais grave terror dos conflitos armados...
A ambição a degradação do meio ambiente transformam o mundo.
A vida resiste é floresce a no concreto...
Mas, como resistir ao próprio ser humano... A vida é a virtude deste mundo...
Como julgar a vida tão bela?
*Neste arco complexo de realidade*
*Temos que respeitar a vida *
* pois a inércia é a morte pois ao pó voltará*

Reflexos da Alienação: Os Neros da Modernidade
​Refletir em tantos espelhos de reflexão é deparar-se com o paradoxo que alinha o homem à cópia de suas próprias convicções, moldadas apenas para serem estudadas e lembradas, mas raramente vivenciadas.
​Neste cenário, "neros de bois" aprendem a pedir pela própria servidão, submetendo-se a uma nação corrupta e alienada. Os autoproclamados mercadores da liberdade nada mais são do que escravagistas de gravata, que mancham diariamente a honra de ser brasileiro.
​Eles obscurecem os fatos históricos do momento para que, no futuro, sejam lembrados como os "neros da modernidade": frutos de uma existência social que aliena e doutrina seu povo, alimentando-o apenas com os ossos e os restos da existência intelectual.

Reflexão


O Traficante vive do sofrimento alheio,cada Droga vendida é duas famílias destruidas, dois lares em luto, dois futuros enterrados ou encarcerados.
Não há glamour, só tem vítimas e muita dor, muitos pais chorando e mães desesperadas e despedaçadas.
Muitas crianças crescendo sem esperança,sem pai e sem mãe.
O tráfico mata sonhos , corrói vidas e deixa um rastro de desgraça e morte para os familiares dos usuários e dos traficantes.
"Neste INFERNO das DROGAS não tem vencedores "😡🤬😢

Reflexão !!
⁠Existem determinados momentos que nos fazem refletir : 🤔
Como existem pessoas que querem nos fazer sentir mal.
Querem tentar nos diminuir, substismar, entristecer, fazer a gente sentir algo que não sentimos.
Eles querem nos impor a realidade deles, e não a nossa.
Tentam de todas as formas nos incultir , impor sentimentos ruins, pesados.
Dificilmente nos trazem boas energias.
Não conseguem nos trazer a paz , a harmonia , a força do amor , o equilibrio, o encanto.
Tentam atraves das docēs palavras , nos convencer que nos querem bem , nos desejam bem, e que somos amodos, mais como a verdade sempre prevalece e carrega com ela a força e o poder, sentimos na alma , no coração , nos gestos e palavras .
Elas não conseguem nos confortar , trazer bons sentimentos , por isso não formam elos, ou se formam são temporarios .
Elas passam a não serem ouvidos, destilam suas palavras sempre de qualquer jeito,por isso não são aceitos pelo coração , porque realmente o bem não impera ali.
Ai esta a mão de Deus , separando, mostrando, nos fazendo conhecer, sentir..
Paz e luz
Simone Vercosa.

A reflexão traz inúmeros benefícios, um deles é se conhecer .
Quando conseguimos adentrar dentro de nós e reconhecermos os nossos erros , houve evolução , houve crescimento interno.
Escutar o coração é sentir nós mesmo.
Guarde uma coisa no coração.
Quem se conhece sabe tudo o que tem a oferecer ao próximo.
Ofereça sempre coisas boas por mais que as pessoas nunca reconheçam para você sair livre .
E toda vez que alguém tentar te diminuir , ofender , caluniar , não se esqueça :
Você está no caminho certo , porque ninguém joga pedra em fruto podre.
Simone Vercosa .

É uma reflexão muito interessante. A Terra é, ao mesmo tempo, o planeta que habitamos e talvez o único que conseguimos conhecer de verdade, enquanto os outros permanecem, em grande parte, como mundos distantes que imaginamos através das descobertas da ciência.

E existe algo bonito nisso: talvez você nunca pise em outro planeta, mas pode conhecê-los por meio das imagens, estudos e descobertas dos cientistas e da NASA. De certa forma, viajar pelo conhecimento também é uma maneira de viajar pelo universo.

RAUL TEIXEIRA E A ÉTICA SUBLIME DA MEDIUNIDADE.
A reflexão de Raul Teixeira acerca da mediunidade insere-se no cerne mais elevado da disciplina moral proposta pela Espiritismo. Não se trata de mera advertência periférica, mas de um verdadeiro tratado ético condensado em exortações lúcidas e profundamente responsáveis. O médium, longe de ser um protagonista vaidoso, é instrumento transitório de forças superiores, cuja dignidade repousa precisamente na renúncia de si mesmo.
Ao afirmar que aqueles que laboram com Jesus Cristo não buscam elogios nem reconhecimento, Teixeira reafirma o princípio kardeciano segundo o qual a mediunidade é uma faculdade natural, e não um privilégio espiritual. Tal compreensão dissolve qualquer pretensão de superioridade, deslocando o foco da exaltação pessoal para o serviço desinteressado. O verdadeiro médium não se compraz em aplausos, mas recolhe-se na consciência do dever cumprido, sabendo-se aprendiz em permanente lapidação.
Nesse sentido, a proposta de substituir elogios superficiais por preces e apoio espiritual revela uma compreensão psicológica e moral de rara profundidade. O elogio, quando não temperado pela lucidez, pode converter-se em fermento da vaidade. A prece, ao contrário, eleva, protege e harmoniza. Ela sustenta o médium nas zonas invisíveis de sua luta íntima, onde se travam os combates mais decisivos contra o orgulho e o egoísmo.
As advertências quanto às armadilhas da vaidade, do orgulho e do egoísmo não são meras fórmulas retóricas. Constituem diagnósticos precisos das fragilidades humanas. O médium, por lidar com o invisível e frequentemente ser alvo de admiração, encontra-se particularmente exposto a tais desvios. A vigilância, portanto, não é opcional, mas imperativa. Trata-se de uma disciplina interior contínua, um exercício de autoconhecimento que exige rigor moral e honestidade intelectual.
A humildade, nesse contexto, não é uma virtude ornamental, mas estrutural. Reconhecer a própria imperfeição não diminui o médium, antes o legitima. É essa consciência que impede a cristalização do ego e permite o fluxo mais puro da comunicação espiritual. A mediunidade sã nasce, assim, de uma alma que se conhece limitada e, por isso mesmo, se abre à transcendência com reverência e responsabilidade.
O CHAMADO PERENE AO AMOR E À CARIDADE.
Ao encerrar sua exposição com um apelo ao amor e à caridade, Raul Teixeira reconduz a mediunidade ao seu eixo essencial. Toda faculdade mediúnica que não se converte em serviço ao próximo perde sua finalidade e degrada-se em espetáculo vazio. Amor e caridade não são adereços da prática espírita, mas sua substância vital, os pilares sobre os quais repousa toda a edificação moral do ser.
A evocação de Jesus como o sol das nossas vidas não constitui mera metáfora devocional, mas uma síntese teológica de elevada densidade. O Cristo, enquanto modelo e guia, ilumina o caminho do médium e de todos os que aspiram à elevação espiritual. Seguir seus ensinamentos é orientar-se por uma ética do bem absoluto, na qual cada ação se mede pelo benefício que produz ao outro.
Trabalhar em prol do bem, portanto, não é um gesto episódico, mas uma vocação contínua. É no exercício silencioso da caridade, na renúncia às próprias inclinações inferiores e na dedicação ao próximo que o médium encontra sua verdadeira grandeza.
E assim, entre a vigilância interior e o serviço amoroso, delineia-se a senda austera e luminosa daquele que, sem buscar ser visto, torna-se digno de ser instrumento do invisível, onde a consciência reta vale mais que qualquer aplauso e o bem realizado ecoa além do tempo.

O IMPERATIVO ESPIRITUAL DA VIGILÂNCIA: UMA REFLEXÃO FILOSÓFICA E MORAL SOB A ÓTICA ESPÍRITA.
Marcelo Caetano Monteiro.
A palavra “vigiai”, presente em diversos ensinamentos de Jesus e dos apóstolos, ultrapassa o sentido de uma simples espera ou de uma preocupação exterior com acontecimentos futuros. Sob uma perspectiva filosófica e espírita, a vigilância representa o estado permanente de consciência moral, no qual o Espírito observa seus próprios pensamentos, sentimentos e atitudes, buscando harmonizar-se com as leis divinas.
Para o Espiritismo, a verdadeira vigilância não consiste apenas em aguardar acontecimentos grandiosos, mas em realizar diariamente a reforma íntima, pois o principal campo de batalha do ser humano encontra-se dentro de si mesmo.
MATEUS 24:42 — “VIGIAI, POIS, PORQUE NÃO SABEIS A QUE HORA HÁ DE VIR O VOSSO SENHOR.”
Jesus pronuncia estas palavras no contexto de seus ensinamentos sobre os tempos futuros e a necessidade de preparação espiritual.
Filosoficamente, o versículo apresenta uma profunda reflexão sobre a impermanência da existência humana. O homem frequentemente vive como se tivesse domínio absoluto sobre o tempo, esquecendo que sua passagem pela Terra é transitória.
Na visão espírita, a “vinda do Senhor” não deve ser interpretada apenas como um acontecimento exterior, mas também como o despertar da consciência para os valores eternos. O Cristo chega ao coração humano quando este se abre ao amor, à caridade e à transformação moral.
Allan Kardec ensina que o progresso espiritual depende do esforço individual, pois o Espírito é chamado a desenvolver suas faculdades morais através das experiências da vida.
Assim, vigiar é preparar-se para o encontro com a própria consciência diante das leis divinas.
1 CORÍNTIOS 16:13 — “VIGIAI, ESTAI FIRMES NA FÉ, PORTAI-VOS VARONILMENTE E FORTALECEI-VOS.”
Paulo apresenta quatro atitudes essenciais: vigilância, firmeza, coragem e fortalecimento.
Na filosofia moral, a fé verdadeira não é uma aceitação passiva, mas uma força interior que orienta o indivíduo diante das dificuldades. A criatura que não vigia seus pensamentos torna-se facilmente conduzida pelas paixões, pelo orgulho e pelo egoísmo.
Segundo o Espiritismo, a fé raciocinada é aquela que enfrenta a razão em todas as épocas da humanidade. O Espírito fortalecido é aquele que compreende que as provas da existência possuem finalidade educativa.
A coragem mencionada por Paulo não é a ausência de sofrimento, mas a capacidade de enfrentar as experiências humanas mantendo o equilíbrio espiritual.
MATEUS 26:41 — “VIGIAI E ORAI, PARA QUE NÃO ENTREIS EM TENTAÇÃO; NA VERDADE, O ESPÍRITO ESTÁ PRONTO, MAS A CARNE É FRACA.”
Este ensinamento foi pronunciado por Jesus no momento de profunda aflição no Jardim do Getsêmani.
A frase revela um dos grandes conflitos da humanidade: a distância entre aquilo que o Espírito deseja alcançar e as limitações dos impulsos inferiores.
Sob a ótica espírita, o Espírito é imortal e possui potencial divino, porém, durante a encarnação, encontra-se sujeito às influências da matéria e às tendências adquiridas em sua trajetória evolutiva.
A oração, nesse sentido, não é uma fuga da realidade, mas uma ligação consciente com as forças superiores. Ela auxilia o Espírito a dominar impulsos negativos e fortalecer a vontade.
Vigiar e orar significa unir reflexão e ação: observar a própria alma e buscar auxílio espiritual para vencer as imperfeições.
1 PEDRO 4:7 — “E JÁ ESTÁ PRÓXIMO O FIM DE TODAS AS COISAS; PORTANTO, SEDE SÓBRIOS E VIGIAI EM ORAÇÃO.”
Pedro lembra a transitoriedade dos acontecimentos terrenos.
Filosoficamente, o “fim de todas as coisas” pode ser compreendido como a constante transformação da vida. Nada permanece imóvel: corpos desaparecem, sociedades mudam, experiências terminam.
Na visão espírita, a existência física é apenas uma etapa da jornada espiritual. A verdadeira realidade pertence ao Espírito, que continua sua caminhada após a morte do corpo.
A sobriedade mencionada pelo apóstolo representa equilíbrio. O Espírito encarnado deve evitar excessos, paixões descontroladas e ilusões materiais, mantendo-se consciente de sua finalidade superior.
1 CORÍNTIOS 15:34 — “VIGIAI JUSTAMENTE E NÃO PEQUEIS; PORQUE ALGUNS AINDA NÃO TÊM O CONHECIMENTO DE DEUS.”
Paulo associa vigilância ao conhecimento espiritual.
O erro moral frequentemente nasce da ignorância, pois aquele que desconhece as consequências de seus atos pode agir dominado pelo egoísmo.
Para o Espiritismo, o conhecimento das leis divinas amplia a responsabilidade do indivíduo. Quanto maior a compreensão espiritual, maior o dever de transformação.
O pecado, entendido pela Doutrina Espírita como afastamento das leis de amor e justiça, não representa condenação eterna, mas oportunidade de aprendizado e reparação.
A vigilância justa é aquela que começa pelo exame de si mesmo, antes de julgar os outros.
1 PEDRO 5:8 — “SEDE SÓBRIOS, VIGIAI, PORQUE O DIABO, VOSSO ADVERSÁRIO, ANDA EM DERREDOR, BRAMANDO COMO LEÃO, BUSCANDO A QUEM POSSA TRAGAR.”
A linguagem simbólica de Pedro apresenta o perigo das forças negativas.
Sob a interpretação espírita, o “diabo” não é entendido como um ser eternamente condenado ao mal absoluto, mas como representação das influências inferiores, das paixões desordenadas e também dos Espíritos ainda presos ao desequilíbrio moral.
O Espiritismo ensina que todos os Espíritos caminham para a perfeição através da evolução. As influências negativas encontram espaço quando o indivíduo mantém pensamentos e sentimentos semelhantes.
Por isso, a vigilância espiritual é também vigilância mental.
Pensamentos cultivados tornam-se energias que atraem companhias espirituais compatíveis.
CONCLUSÃO:
A VIGILÂNCIA COMO CAMINHO DE EVOLUÇÃO ESPIRITUAL.
Os ensinamentos sobre “vigiar” formam uma profunda filosofia de vida. Jesus não convidou seus seguidores ao medo, mas à consciência.
A vigilância cristã, compreendida pelo Espiritismo, é o exercício diário da reforma íntima: observar pensamentos, corrigir sentimentos, desenvolver virtudes e aproximar-se das leis divinas.
O verdadeiro discípulo não é aquele que apenas espera o futuro, mas aquele que transforma o presente.
Vigiar é educar a alma.
Orar é elevar o pensamento.
Reformar-se é aproximar-se de Deus.
Como ensina Allan Kardec, o progresso moral é uma conquista individual e permanente, pois cada Espírito é responsável pela construção de sua própria evolução.
FONTES CONSULTADAS:
Bíblia Sagrada — Evangelho segundo Mateus, capítulo 24, versículo 42; capítulo 26, versículo 41.
Bíblia Sagrada — Primeira Epístola aos Coríntios, capítulo 15, versículo 34; capítulo 16, versículo 13.
Bíblia Sagrada — Primeira Epístola de Pedro, capítulo 4, versículo 7; capítulo 5, versículo 8.
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Paris, 1857.
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Paris, 1864.
KARDEC, Allan. O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo. Paris, 1865.

Crença, Mediunidade e Lucidez Espírita: uma reflexão a partir de Raul Teixeira
Ao longo de décadas de dedicação ao estudo e à divulgação da Doutrina Espírita, Raul Teixeira tem chamado a atenção para uma distinção essencial: crer não é o mesmo que compreender, assim como possuir mediunidade não significa possuir lucidez espiritual.
Na perspectiva espírita, a crença isolada pode representar apenas um ponto de partida. Allan Kardec jamais propôs uma fé cega, mas uma convicção edificada pela observação, pela razão e pelo exame criterioso dos fatos. É por isso que o Espiritismo convida o indivíduo a pensar, investigar e confrontar as ideias antes de aceitá-las.
Raul Teixeira frequentemente destaca que a mediunidade é uma faculdade inerente ao ser humano, manifestando-se em diferentes graus. Entretanto, essa faculdade, por si só, não constitui certificado de elevação moral, nem de infalibilidade doutrinária. Um médium pode ser sincero e, ainda assim, equivocar-se por influência de suas próprias opiniões, emoções, preconceitos ou pela ação de Espíritos imperfeitos.
A verdadeira lucidez espírita nasce da harmonização entre três pilares inseparáveis:
o estudo constante da Codificação Espírita;
a educação moral do indivíduo;
o exercício permanente do discernimento.
Sem esses elementos, a mediunidade corre o risco de transformar-se em mero fenômeno, desvinculado de sua finalidade educativa e regeneradora.
Allan Kardec estabeleceu o Controle Universal do Ensino dos Espíritos justamente para evitar que opiniões pessoais ou comunicações isoladas fossem elevadas à condição de verdade doutrinária. Esse método demonstra que a autoridade, no Espiritismo, não pertence ao médium, mas à concordância universal dos ensinos submetidos ao crivo da razão.
Raul Teixeira também recorda que a experiência mediúnica jamais dispensa o estudo. Quanto maior a faculdade, maior deve ser a responsabilidade. A ignorância doutrinária pode conduzir ao personalismo, ao misticismo exagerado e à aceitação acrítica de qualquer mensagem espiritual.
A lucidez espírita manifesta-se quando o adepto compreende que nenhu

Uma pequena reflexão sobre POLÍTICA

Apôs ler e ver vários artigos sobre essas eleições e principalmente sobre como esta sendo todo esse processo desta eleição. A cada dia dá mais repulsa, e por que não dizer, nojo mesmo.
Vivemos mais uma eleição cheia de coisas ruins e por que não dizer sem qualquer duvida que isso na verdade não é fazer politica.
Hoje vejo que na maioria das vezes os pretensos candidatos (muitos sem qualquer condição de representar os eleitores) são muito ruins, sem qualquer qualidade ou por que não dizer, sem conhecimento do que realmente é o trabalho que esta pleiteando.
Vejo uma disputa de poder, uma verdadeira corrida por ser o melhor, o mais querido, o mais honesto, mas no fundo, para muitos não passa de uma ótima oportunidade de se dar bem.
Vejo muito despreparo, muita arrogância, muita falta de verdade naquilo que dizem e principalmente, prometem coisas que nem sequer tem condições de realizar em seu mandato.
Por que na verdade, para essas pessoas, o que importa é ser eleito, é o status do cargo.
Os que estão dentro não querem sair, os que estão de fora, querem entrar de qualquer maneira.
Alguns desses candidatos querem passar uma imagem de um politico preocupado com os problemas que afligem as pessoas. Mas, em alguns casos, fingem que o cargo a que aspiram é para beneficio da comunidade, da coletividade, mas deixam transparecer que é para seu benefício próprio.
Nesta época de eleição vale-se de tudo para conseguir seu intento, são tantas falcatruas, mesquinharias, mentira, promessas, falta de caráter e de respeito às pessoas. Há diversas maneiras absurdas de se conseguir ser eleito. E não poupam ninguém.
Quanta mentira e hipocrisia, quanta falta de caráter e honestidade, e depois de terem conseguido seu intento, simplesmente esquecem tudo que foi feito para chegar lá.
Acabam as promessas, acabam as ajudas, acaba a preocupação com o próximo. (isso só será importante na próxima eleição).
Quando vamos tomar vergonha na cara e acabar com essa maneira de fazer politica, com essa sujeira, com tanta demagogia, e falsos valores?
Quem não sabe escolher o bom candidato, quem não se importa com quem vai estar nesses cargos, quem só procura levar vantagem com esses candidatos, quem se deixa corromper com essa maneira de fazer politica. Quem vende seu voto por qualquer coisa, não merece cobrar nada. Não deve ter o direito de querer alguma coisa, quando aceitou uma situação dessas, se igualou a quem o corrompeu.
Por isso, penso eu que é por esses motivos que todos nós já estamos cheios dessa situação, com essa falta de honestidade, falta de respeito, falta de caráter, falta da verdade. Situação esta, que faz a gente ficar cada vez mais descrente e insatisfeito com tudo o que vemos a respeito de politica.
Para mim, isso não é politica, Isto é, politicagem.
Politica é necessária em todas as situações de nossa vida. É uma coisa boa, desde que seja feita com respeito ao próximo e com verdadeiros objetivos.
Vamos pedir ao maior politico que existiu neste mundo “JESUS CRISTO”, por que, JESUS usou de politica para atingir as pessoas, mas foi a politica da verdade, das palavras claras e objetivas, das palavras de amor e interesse do bem comum de todos, nada quis para Ele, que abra a cabeça de todos os eleitores, para que tenham a capacidade e vontade de colocar um basta nesta situação.
Mas também lembrando que mesmo pedindo a Deus, temos de fazer nossa parte para que esta situação seja consertada.
E também lembrando a esses candidatos, que mais cedo ou mais tarde a prestação de conta será com alguém que não vai conseguir corromper, e nem subornar.

Inserida por marcelo-martins

Orelhas de Burro

Simples, porém, me trouxe a tona uma reflexão
que considero bem interessante a respeito de coisas diferentes,mas com uma semelhança puramente interpretativa. Vejo pessoas que se prendem a pessoas, momentos e acontecimentos,que deveras dão origem a diversos bloqueios os quais travam uma imensidão de processos futuros. Parece tolice, e pode ate ser, mas comparo o trato dos livros com a vida e nossas diversas formas de conduzi-la.repare que um livro mal lido e mal cuidado fica cheio de marcas e cheio das tao conhecidas "Orelhas de Burro" que marcas pra sempre ao objeto em questao, com as pessoas não e muito diferente,
ambas quando passam pela vida deixam uma sequencia de orelhas de burro
as quais serão sempre marcas as quais levarao para o resto da vida,gerando um bloqueio atras do outro,e consequentemente se privando de dar um seguimento saudavel e normal a vida. Manter um link com o passado
com certeza te desliga do presente e te mantem refem de um ciclo de auto-repetiçao que em sua constancia consumirá os anos de vida de forma lenta e altamente destrutiva.

Inserida por Dihony

Uma pequena reflexão

Minha vida não tem sido muito fácil, mas quanto mais vivo e passo por problemas, mais tenho certeza na presença de Deus em minha vida. Sei que ele esta comigo nas horas mais complicadas e difíceis, sinto sua presença e seu auxilio, sua ajuda em todos os sentidos. Não sei como explicar, mas vem uma certeza do que tenho que fazer e de que tudo vai dar certo, é uma confiança em mim mesmo e principalmente neste Deus que existe e é maravilhoso.
Por isso às vezes paro para pensar como a gente é ingrato com Deus. Não compreendemos muitas vezes as situações que estamos passando e o que mais fazemos é descontar Nele toda a raiva e a impotência diante do que estamos vivendo naquele momento. Falamos mal, maldizemos, ofendemos, fazemos acusações sem sequer sabermos o porquê de estar acontecendo aquilo conosco. Estou dizendo isto por que já fiz muito. Tenho consciência que ofendi muito a Deus com minhas palavras e atitudes, já fui muito ingrato, prepotente, arrogante, e mais algumas coisas que é bom nem falar. Quis ser o dono da verdade e dar ordens a Deus (coitadinho de mim), querendo que fosse feito a minha vontade e não a de Deus, como se eu soubesse o que é melhor para mim. Quanta ingenuidade de minha parte, mas até nessa situação Deus esta PRESENTE E É MISERICORDIOSO COM A GENTE, nos acompanha e nos protege, ainda mais nestas horas de dificuldades.
Agradeço a Deus por me dar a chance de ver o quanto sou pequeno e cheio de defeitos. O quanto sou dependente de sua graça e boa vontade. O quanto preciso dele para viver, mesmo que em algumas horas eu me ache o tal (quanta arrogância). Obrigado meu Deus por minha vida e meus problemas, só assim estou descobrindo o quanto o Senhor significa em minha vida. Que seja feita sua vontade e não a minha, que eu aprenda e entenda que é o Senhor que esta no comando de minha vida. Que eu compreenda, que se creio e estou disposto a segui-lo, também compreenda que Ele só quer meu bem e minha felicidade.
Como esse Deus que é amor vai querer outra coisa para quem é dele e crê em sua existência? Acredito e creio em Nosso Senhor Jesus Cristo, para isso fomos criados. Que vivamos esse amor para com Deus, por que Ele nos prova a cada dia que amanhece o milagre de nossa existência, o milagre da vida, que só Ele é capaz de nos dar.
Que eu entenda que para segui-lo terei que mudar minha vida, meus conceitos e minhas atitudes perante meu próximo e principalmente em relação ao que Ele significa.
Não é fácil abandonar um modo de vida que estamos acostumados a viver achando que esta tudo certo e correto.
Quando se começa a ouvir Jesus, a verdade é uma só. Começamos a abrir os olhos e ver que esse modo de vida muitas vezes não esta certo e nem leva a lugar algum. Aquilo que parecia correto e certo é muitas vezes motivo de sofrimento para a própria pessoa e os que vivem a sua volta.
Passamos a compreender o quanto aquele modo de vida esta errado perante Deus, o quanto estamos afastados Dele, quantas besteiras fazemos achando que estamos corretos.
Mas só conseguimos ver isso com clareza quando deixamos Ele nos falar, até nisso Deus é maravilhoso, ele nos respeita (coisa que muitas vezes nós não fazemos por Ele) e acata aquilo que queremos fazer, não nos força a nada, temos o direito de escolher o que queremos.
Como não acreditar e crer em sua existência?
Como nega-lo e achar que ele não existe?
Como duvidar deste Deus que é amor para com a humanidade?
Hoje em dia estamos nos afastando dos ensinamentos de Deus cada vez mais, estamos achando que tudo é normal e permitido. A inversão de muitos valores morais, conduta, tudo é liberado para ser feito e vivido.
Será que tudo podemos fazer mesmo? Será que realmente é do agrado de Deus este modo de vida desregrado e sem limites?
Para onde caminha nosso mundo e nossa fé neste Deus que criou tudo isso e nos deu de presente?
São perguntas que são muito difíceis de ser respondido, cada um de nós tem sua maneira de pensar sobre elas. Mas também é verdade, que se olhar para Deus e acatarmos seus ensinamentos, veremos que nada disso estaria acontecendo em nosso mundo.
Que Deus na sua imensa misericórdia e amor por nós nos proteja do que vem por ai. Que Ele nos ajude a fortalecer a fé e a confiança que é tão necessária para não nos perder neste mundo tão fora de suas leis e ensinamentos.

Inserida por marcelo-martins