Texto de Duplo Sentido
NOVOS PÉS
Esfriei o teu canto nas minhas entranhas,
Pois perdeste o sentido no meu sentimento,
Foi um vento sutil que me arejou pra vida
E limpou este pátio para um novo ciclo...
Não insista que pense numa reciclagem,
Relação como a nossa nem é sustentável,
Desmatamos demais o nosso fundo ambiente;
Fomos algo intragável para qualquer tempo...
Resolvi declarar esta vaga em aberto,
Sem cair nas lacunas que já me fecharam;
Vou a busca do incerto; não quero remakes...
Joguei fora o café que não vou requentar,
Quero ter sob o mapa ou a planta do pé,
A leveza insondável de novas poeiras...
Não busques no acaso o teu sentido,
Nem esperes do tempo o que é teu:
O homem que caminha entorpecido
Jamais alcança o que o céu prometeu.
Se o mundo te empurrar ao precipício,
Faz do vácuo o impulso pra voar;
A vida exige o suor do sacrifício
De quem tem o destino a dominar.
No amor, não sejas metade ou prisioneiro,
Seja o fogo que aquece e não consome,
O porto firme, o abraço verdadeiro.
Pois no fim, quando a carne se consome,
Fica o rastro do espírito guerreiro
E a honra de quem deu brilho ao próprio nome.
Quando o Ser se Torna Silêncio
Chega um ponto em que o barulho do mundo já não faz sentido.
Tudo começa a soar igual, pesado, distante.
Então vem o cansaço, e junto dele a vontade de parar, respirar e simplesmente existir por um instante sem ter que provar nada.
É nessa pausa que algo em nós desperta.
Não é um pensamento novo, é uma lembrança antiga — a de que estar vivo é, antes de tudo, sentir.
Quando o som lá fora se apaga, a gente começa a ouvir o que sempre esteve dentro.
Sem pressa, sem pressão, as coisas se ajeitam.
A vida mostra que o que realmente importa nunca esteve perdido, só coberto pelo ruído das urgências que criamos.
O poder que ignora limites termina por destruir quem o usa.
O saber que se recusa a duvidar acaba se fechando em si mesmo.
E o amor que quer prender o outro se transforma em controle.
Nada que nasce do medo dura.
O que é leve atravessa o tempo, o que é sincero permanece.
A sabedoria não chega por esforço, ela aparece quando paramos de lutar contra a vida.
Ela vem no silêncio, quando o coração entende o que a razão não alcança.
Não é algo que se aprende, é algo que se reconhece — um saber que já estava ali, esperando calma para se revelar.
Às vezes, tudo desaba.
E a gente acha que acabou.
Mas não acabou.
Foi só o jeito da vida mostrar que há outro caminho.
O caos não vem punir, vem mudar o rumo.
A queda não é derrota, é movimento.
A gente vive entre o sentir e o compreender.
Entre o que o mundo mostra e o que o coração traduz.
Quando o olhar se acalma, o mundo muda de cor.
Quando o gesto é honesto, o tempo parece mais gentil.
Ser forte não é resistir a tudo, é saber entender quando é hora de soltar.
E quem continua bom mesmo depois de se ferir já entendeu o que é amar de verdade.
Não é preciso prometer nada nem planejar demais.
O agora basta.
Quem está inteiro no presente não teme o que vem.
Porque tudo o que muda, muda para ensinar.
O futuro não depende de crença, depende de consciência.
De gente que saiba ouvir antes de reagir, sentir antes de julgar, viver antes de explicar.
Quando o ser se torna simples, o mundo fica mais claro.
Nada precisa ser vencido quando é compreendido.
Tudo o que buscavas sempre esteve aí,
esperando o momento em que parasses de correr.
A sabedoria não é conquista, é retorno.
E o silêncio — esse mesmo que agora te abraça —
é o lugar de onde nunca saíste.
Amizade não mora no perto.
Mora no sentido.
Há amizades que o tempo não visita todos os dias,
mas quando chega, encontra tudo intacto.
Como se nada tivesse passado.
Como se a alma tivesse esperado.
A distância ensina.
Ela tira o corpo do caminho
para que o afeto aprenda a caminhar sozinho.
E quando a amizade é verdadeira,
ela não enfraquece —
ela amadurece.
O tempo não leva quem é real.
Ele só filtra.
Deixa ir o que era presença vazia
e mantém o que era laço profundo.
Amizade é reconhecer o outro
mesmo quando a vida muda o cenário.
É saber que o silêncio não é ausência,
é apenas vida acontecendo.
Algumas pessoas não estão mais na rotina,
mas continuam no significado.
E isso basta.
Porque amizade de verdade
não precisa de constância diária,
precisa de verdade.
Eu não sei qual é o sentido da vida. Sei apenas que continuarei vivendo, mesmo que não haja sentido nenhum.
Compreendo que nada é permanente e tudo tem seu fim: os momentos felizes, os momentos tristes... tudo acaba. Inclusive a vida. Sabendo disso, escolho viver plantando o bem para colher coisas boas — sejam elas espirituais ou materiais. É isso que guia as minhas ações.
A vida não precisa de sentido para ser vivida com virtude. Não é o propósito que confere ao ser humano caráter, moral e decência, mas sim suas atitudes de acordo com suas crenças.
A morte não tira o sentido; pelo contrário. Saber que devo ser melhor do que ontem é o que me faz compreender que nunca serei eterno. Devo, com isso, focar no agora e no presente.
Pois o futuro e a morte são as nossas únicas certezas.
Quase me perdi pelas dúvidas que viestes a mim sem nenhum sentido... Quase acreditei na púrpura da brisa que me roubastes um valor sentimental;
É a verdade que honra e a mentira que nos condena e em meu brasão um sopro a realidade sem nunca desistir...
Nunca me curvei a inimigo algum nem muito menos me rendi... Mesmo com o passar do tempo;
Ela é mulher ousada,
ordinária no sentido de não caber em moldes,
extrovertida como quem ri alto da vida,
vulgar apenas para quem não entende liberdade.
Maravilhosa no caos que carrega,
louca no jeito de ser inteira,
depravada no olhar que desafia convenções,
criatura desbravadora de desejos e caminhos.
Ela não pede permissão para existir,
invade, transforma, deixa marcas.
É presença que bagunça a ordem,
é intensidade que não sabe ser pouco.
Gostosura total na minha vida,
não de corpo apenas,
mas de alma quente,
de energia viva,
de verdade sem filtro.
Ela é excesso.
E eu, confesso,
aprendi que viver de verdade
é não ter medo desse excesso.
Pra viver a felicidade.
Tem momentos que a hipocrisia de existir é procurar um sentido grandioso em coisas minúsculas.
Ter um pensamento apenas de olhar para uma folha que cai de uma árvore, qualquer árvore e falamos que essa folha especificamente dessa árvore, é a folha do divino, talvez seja, talvez não, mas a maior das incertezas é um inferno saber que a milhões de incertezas sobre si sobre o mundo e sobre essa "folha" totalmente inexistente, apenas está sobre nossas cabeças como palavras com significados "grandiosos" sendo que a maior grandeza é o pensar sem haver uma consequência de enlouquecer...
Toda alma vem ao corpo com um dom, com algo que possui um verdadeiro significado e sentido para viver a vida. Esse dom não é algo que aparece imediatamente, mas sim algo que deve ser descoberto ao longo da vida.
Contudo, antes de encontrar esse dom, é necessário eliminar tudo aquilo que, no fundo, nunca teve a ver com você. Refiro-me às coisas que a sociedade impôs desde a infância, às expectativas e padrões que nos empurraram. Tudo isso forma uma camada de influências externas que, muitas vezes, não correspondem ao que realmente somos.
O que sobrar após eliminar essas camadas de condicionamentos é, muitas vezes, o que tem a ver com o seu verdadeiro eu — o seu dom, o seu propósito. Esse dom, esse sentido, é algo único, que está profundamente ligado à sua essência e ao seu ser.
Não existe dom melhor ou pior, pois cada um tem o seu próprio. Cada pessoa tem sua própria verdade, seu próprio caminho, seu próprio sentido. E esse sentido é o que realmente faz sentido para a sua vida, não importa se esse sentido parece simples ou até incomum aos olhos dos outros. O que importa é que ele faz parte de quem você é, faz parte do seu dom, e isso é o que torna a vida verdadeira e significativa para você.
“Amor: o sentido da vida”
Hoje, ao acordar, percebi que chovia muito ainda, e senti aquele desejo enorme de continuar na cama, então me lembrei da quantidade de coisas que eu tinha para fazer, me espreguicei, fui até a janela fazer minha oração e agradecer pela chuva, molhando as plantas e refrescando a terra, no mesmo momento lembrei da quantidade de pessoas e animais sem abrigo, sem um lar para se abrigar da chuva e do frio, isso dói, pois sentir gratidão em está protegida e confortável, me trouxe um sentimento de culpa e ao mesmo tempo, impotência, lembrei dos garotos que assassinaram um cão indefeso por pura maldade, não sei porque esse pensamento veio, pois orei muito antes de dormir para que o meu sentimento de ódio não tomasse conta do meu sono e me trouxesse mais pensamentos ruins e energias ruins. Deus me acalmou, dormir bem e acordei bem, mas isso não saiu da minha cabeça. No mesmo momento lembrei da minha leitura da semana; “Amor: O sentido da vida” Amar apesar de tudo. De Léo Buscáglia. Nesse livro tem diversas passagens, em que o autor enfatiza por que amar acima de tudo, por que seguir o que jesus nos ensinou. Isso me deu um pouco de conforto, porém continuei a olhar a chuva e os meus pensamentos e questionamentos não cessaram, então peguei o livro de Buscáglia e abri o livro aleatório para buscar um texto de luz, isso foi como um remédio para a dor, pois o texto dizia assim:
“Cada uma ama como pode e sabe. Para amar, é preciso decidir e disponibilizar-se. É preciso não ter medo do amor. Amar o diferente é também necessário, pois por sermos autênticos, somos os diferentes que os outros terão que amar. Ame o igual e o diferente, e a grande diferença será mais amor.”
Esse pequeno texto me acalmou, porém não tirou a minha revolta, apenas me fez lembrar que estamos aqui na terra para evoluir, me lembrou que vivemos em um mundo de provas e expiações, nada e ninguém será perfeito enquanto aqui habitar, porém podemos tentar viver bem e não fazer o mal, deixar que o mal por si só se condena, se dissipa, é difícil amar acima de tudo, más não é impossível, venceremos essa “prova”. Ou tentaremos nessa vida, se não conseguirmos, voltamos e começamos de novo.
Um dia de Luz para você!
Homem e Mulher...Construir projetos e propósitos juntos. Nada pode ser banal, sem sentido e passageiro.
A imaturidade e caráter tem influência direta no nosso hoje e no amanhã. Para os crentes Deus dá àquele o resultado de seus comportamentos/atitudes; consequências de suas escolhas/ações.
Tudo tem sentido, e ao mesmo tempo, nada tem sentido.
O sentido é aquilo que eu invento e me convenço de ter sentido.
Se eu me convenço de que o sentido é não ter sentido, então não terá sentido nenhum;
Se eu me convenço de que o sentido é ter sentido, então terá todo sentido.
O que eu escolho ver como sentido? É o que eu escolher ver como sentido, e mesmo que eu diga para mim mesmo "nada tem sentido", já estou criando um sentido nisso.
A escolha é minha.
Não seja uma pessoa sorrateira
com quem é sensitiva... médium...bruxa... (bruxa no sentido de uma alma
com profunda simbiose com as Forças da Natureza )...
De um modo ou de outro...
ela receberá sinais... mensagens...
ela irá sentir, ver, sonhar, intuir ...
e até ouvir nitidamente um alerta...
Ela poderá até fazer de conta de nada...
mas, ela vai saber! ...
✍©️@MiriamDaCosta
@miriamdacostamiry
Existe pessoa pior de lidar do que aquela
ignorante
(no sentido de não querer saber ou aceitar um fato tal como é),
prepotente, arrogante
e, para completar e enriquecer
as “qualidades cognitivas e sociais”,
vulgar e agressiva em suas externações verbais?!!...
E, lamentavelmente, no nosso Brasil
(e não somente),
temos um número notável
de indivíduos com essas
“riquezas” de caráter e comportamento...
Mesmo com toda a riqueza de informação à disposição,
vejo muitos desinformados...
Mesmo com excelentes formaturas,
vejo muitos mal formados...
Por que será, hein?!!..
✍©️@MiriamDaCosta
Desde as mais antigas tradições espirituais, o ser humano interroga-se acerca do sentido último da existência, da natureza da vida e do mistério da morte. Em diferentes épocas e civilizações, essa inquietação assumiu formas variadas, mas sempre convergiu para um mesmo ponto: a tensão permanente entre o apego ao transitório e a busca pelo eterno.
Nos Vedas, encontra-se a emblemática narrativa de Nachiketa, que se dirige a Yama, o senhor da morte, para solicitar-lhe a imortalidade. Diante do pedido, Yama recusa-se a concedê-la, explicando-lhe que a mortalidade constitui parte essencial do ciclo da existência. A verdadeira imortalidade, ensina-lhe, não se alcança pelo prazer sensível, mas pela compreensão do verdadeiro ser. A libertação, nesse horizonte, nasce do autoconhecimento e da superação das ilusões do mundo fenomênico.
Em perspectiva análoga, o budismo apresenta, no Tripitaka, a parábola da jovem tecelã que pede a Sidarta, já iluminado como Buda, que distribua sabedoria a todos. Em resposta, ele ordena que vá à aldeia e interrogue os habitantes acerca de seus desejos. Ao retornar, ela relata pedidos de riqueza, saúde e poder, mas nenhum pedido por sabedoria. “Como posso oferecer aquilo que não desejam?”, indaga o Buda. A lição é clara: o homem, cativo de suas inclinações imediatas, ignora frequentemente aquilo que lhe é essencial.
No cristianismo, os evangelhos narram o encontro de Jesus com o jovem rico, que lhe pergunta sobre o caminho para a vida eterna. Após afirmar cumprir os mandamentos, o jovem ouve a exigência decisiva: vender seus bens e distribuí-los aos pobres. Incapaz de desapegar-se de suas posses, afasta-se entristecido. A salvação, aqui, não é negada, mas condicionada à renúncia e à liberdade interior.
Essas três narrativas, oriundas de contextos culturais e históricos distintos, convergem para uma mesma verdade antropológica: o ser humano deseja aquilo que não compreende plenamente e apega-se àquilo que o impede de transcender. Busca o conforto do imediato e teme o risco da transformação interior. Prefere o perecível ao eterno, o seguro ao verdadeiro, o visível ao essencial.
Desejamos, assim, o que não entendemos. Esquecemos o que precisamos abandonar. Lutamos pelo transitório, mesmo sabendo de sua fragilidade. Sustentamos o insustentável, por receio de perder aquilo que julgamos ser nosso. E, quando o sacrifício se impõe como condição para a plenitude, ainda assim hesitamos, adiamos e recuamos.
Talvez resida aí o drama fundamental da existência humana: saber, em algum nível, que a vida autêntica exige renúncia, mas não possuir, muitas vezes, a coragem de realizá-la. Entre o chamado da transcendência e o peso do apego, movemo-nos em permanente ambiguidade. E é nesse espaço de tensão que se decide, silenciosamente, o destino espiritual de cada indivíduo.
..
Riqueza na simplicidade ,
é ser anônimo na história.
Dá um sentido à vida
com atitude de pertencimento.
Viver não tem preço mas, tem validade!
Pensar emdividir bem o tempo
colaborar para que mundo seja melhor.
Multiplicar as boas ações
Faça_as acontecerem.!!!
colabore na ajuda
do seu próximo
através de um projeto social.
Festejar a vida.
Numa visão de temporalidade,
ser simples é fazer_se parte
desse universo.
Olha o Trem 🚂
Paisagem que às vezes faz sentido
É gente que entra e que sai
Movimenta a estação.
São sempre coisas corriqueiras
Fotos e fatos de família
Conversas diversas
em cada vagão
Assim é uma viagem de trem
Um meio de transporte antigo e novo...
E ao mesmo tempo é comunicação
De fato, linha de trem
assemelha-se à linha da mão
tem seus mistérios que descobrem-se
em cada ponto de estação.
Ambas atravessam cidades,
pela sua geografia, monte,
vales e pontões.
E o percurso da viagem
vai sempre seguindo...
Obedece a trilha e o sinal,
Tempo de duração construído.
Pois, em cada parada,
desce ou sobe alguém...
Enquanto outros, por miragem,
Seguem além...
As coisas ultimamente tem perdido o sentido.
As vezes paro na minha mente
Ando feito indigente
Por aí sei lá
Querendo explicação pra tudo
Vida meio parada
Em Nárnia vivo , volto sem sintonia
Que parada louca essa coisa de inconsciente
Que nem sabe o que consciência confirma
Vivendo em algum lugar ...
E o taro explica
A ciência dúvida
E a crença paralisa
Aonde vou parar não sei
Mais a mesma não serei
Nem imaginei que ia olha pra atrás
Que não me reconhecer mais
Nas roupagem que me reproduziam
Nas máscaras que me cabiam
Hj mais lúcida e fria
Os sentimentos se tornaram
Tônico pra curar
alguma ferida qualquer
que ainda me assombra
Tenho emoções em alguns momentos
Mas ...ainda olhada por
olhares superficiais
Que nem graça tem mais
Tá tudo em ruinas
Oq um dia eu construí
No meu castelo de ilusães
Kamorra não é apenas um nome — é uma identidade forjada no sentido da luta e da singularidade.
Do espanhol, vem Camorra, que significa resistência, enfrentamento e rebeldia contra o que corrompe. Representa a força de quem não se dobra, de quem encara o sistema, as mentiras e as fraquezas do mundo com coragem e firmeza.
Do hebraico, vem Kamocha, que significa “semelhante a ti”. Um termo que remete à ideia de espelho, de essência compartilhada — o reflexo entre o homem e o divino, entre o criador e sua criatura.
Da fusão desses dois mundos nasce Kamorra: o homem que resiste, mas que reconhece em Deus o reflexo de sua força.
Kamorra é resistência com propósito, rebeldia com fé, luta com sentido.
Marcos Kamorra (Filosofia Kamorrista)
“Sou resistência, mas não sem direção."
Tocar o céu
Eu já te disse adeus, mesmo sabendo do sentido contrário que os meus olhos e minhas mãos tomaram,
O amor, um mistério,
Te amar, uma anestesia delirante,
Por todo esse tempo juntos tu tens me dado de presente a sensação de viver como se fosse no nosso início, com aquela sensação de êxtase, de atingir o nirvana, sempre procurei você nas multidões e cada vez mais entendo o porque de estarmos juntos,
Um molde da felicidade foi feito e ele tem peso, pertencimento e continuidade,
A tua habilidade de me fazer tocar o céu sem tirar os pés do chão é um segredo, uma magia que só você tem.
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