Texto de Arnaldo Jabor sobre Traicao
Lembro de uma professora de sociologia que dizia que para dar opinião sobre algum assunto importante a pessoa deveria ter formação acadêmica. Na mesma hora eu questionei “o por que”? Ela dizia que uma pessoa sem diploma não tinha nada pra oferecer. Aquilo me provocou de tal maneira que me senti obrigado a filosofar durante as aulas, passei de queridinho da prof, para o insuportável.
Falamos muito sobre a fé sempre. O que é a fé? Na minha opinião a fé é algo que acreditamos muito, sem dúvida alguma. A fé é uma mistura de esperança com a certeza que vai se realizar o que desejamos, é confiar sem barreiras. Sobre a fé devemos nos cuidar muito. A fé funciona como um fermento para o nosso pedido que enviado para as energias universal, várias forças reagem para construção do que cremos. O “perigo” é, quando pensamos negativamente com crença que aquele mal existe e estamos sem condições de barrá-lo, isso também é fé. Tudo que cremos intensamente é fé. Por essa razão hoje quero além de rogar as bençãos do senhor nosso Deus para nós e os nossos entes, quero pedir '-Deus, afaste de nós a fé no que não vem de ti, auxilie para os nossos pensamentos serem sempre proveitosos para o bem. Amém!
Vamos conversar sobre o que importa, sobre as mudanças de rota, ou quando a porta se fecha na cara. Colhi o fruto amargo da falta de amor. Reclamei do calor, agora sinto o frio congelante, retirei um livro da estante, tentei resgatar meu semblante. Se dói, então cante. Se levante, ao menos tente. Se não pode sozinho, então peça ajuda. Se sente sozinho? Então se una. Já cansei de tirar a sorte em uma urna, de fazer escolhas, e no fim fazer nenhuma. Percebo o voo leve da pluma. Enquanto alguns lutam, outros contam os dias. Ainda tenho tempo de curar minhas manias. Só não sei qual o critério que discerne minha vida.
Sobre ela: a segunda-feira. No país da reverência frenética às sextas, consigno minha sincera gratidão pelo dia da semana que renova constantemente nossa oportunidade de correr atrás de um futuro melhor, em todos os aspectos. E semanalmente ela segue acreditando que finalmente seremos capazes de começar, continuar ou terminar todas as coisas que insistimos em adiar, na ilusão de que o tempo é generoso e paciente, quando, na verdade, ele é um cobrador implacável, eficiente e intransigente. Por tudo isso, e muito mais, obrigado segundona. E, por favor, não desista de mim, prometo que ainda serei completamente digno da benção que você tão generosamente nos proporciona.
Se eu fosse questionado hoje sobre o que desejar ao mundo, eu desejaria diálogo. Se agora você for ao teu lugar de conforto, você verá que do maior ao menor problema, um diálogo diferente teria trazido à realidade dos fatos, uma finalidade mais justa, sensata e empática. O diálogo não é simples, nele não pode haver raiva momentânea, ou rancores, ele deve ser fluído e feito fora do momento de caos. Ao momento de caos, dê lhe preferência ao silêncio, o silêncio é importante, faz com que o outro não invalide toda sua importância. E, ao outro, independente de como ele te trata, cabe a você compreender e transpassar cada vez melhor o seu diálogo, tranzendo-oª cada vez mais para a realidade.
Uma mulher bem resolvida e livre tá cagando para opinião alheia sobre a sua vestimenta, se acham elegante ou não, principalmente para opinião de alguns homens que insistem em acreditar que essa mulher vive em função deles, o nosso mundo, os nossos objetivos vão muito além de querer impressionar o universo masculino.
É crucial refletir sobre a importância de demonstrar carinho e afeto às pessoas que nos são queridas, pois nunca sabemos o que o futuro reserva. Hoje, mais do que nunca, devemos expressar nosso amor e apreço, pois amanhã pode ser tarde demais. Não devemos guardar dentro de nós o quanto as pessoas são significativas em nossas vidas. Cada gesto de carinho pode fazer a diferença e fortalecer os laços que temos uns com os outros.
É necessária uma análise mais formal das políticas governamentais sobre os efeitos da imigração em vários âmbitos: tanto cultural, como social e econômico. Contudo, é imprescindível a participação da sociedade civil e de organizações não governamentais no intuito de propor estratégias de imigração segura e ordenada.
”O Brasil, enquanto sociedade, precisam discutir mais sobre a ideia de ser gente, de ter seus direitos garantidos e não permitir que lhes imponham o complexo de vira-lata. Moradia, vestimentas, planos de saúde, alimentação básica, transporte, segurança e emprego não devem ser encarados como luxo ou privilégios, mas sim como o básico para a sobrevivência com dignidade. Quem inventou essa associação entre luxo e necessidades básicas quis perpetuar o vergonhoso histórico escravocrata como modelo para dominar os miseráveis, que há séculos vivem à margem da sociedade. Esse sistema alimenta-se do dilaceramento dos marginalizados, onde estes sobrevivem à caridade daqueles que os exploram e conspiram pelo seu triste fim.”
"O Brasil de hoje não pode depender apenas da tecnologia para educar nossas crianças sobre os valores essenciais. Precisamos resgatar princípios básicos de convivência e socialização. Para isso, é crucial que professores, merendeiras, faxineiras e responsáveis compreendam a importância do amor, do carinho, do respeito, da solidariedade e de outros valores que moldam uma sociedade."
É imprescindível que os estudiosos da obra zeliniana se debrucem cada vez mais sobre a força da poesia na obra de José Lins do Rego, pois ainda é um tema pouco estudado no meio acadêmico, o que não faz jus à riqueza de sua técnica criativa, que é reconhecidamente uma das razões pelas quais o levou ser amplamente reconhecido como um dos romancistas regionalistas mais prestigiados da literatura brasileira.
"Em meio ao caos do mundo, encontramos o silêncio do sábado. Um dia para refletir sobre a essência da existência, sobre nossas escolhas e sobre o que verdadeiramente importa. No sábado, somos convidados a mergulhar nas profundezas de nossa alma, a questionar o propósito de nossa jornada e a buscar a paz interior que tanto almejamos. Que neste sábado possamos encontrar respostas que nos transformem, que nos conduzam à sabedoria e que nos inspirem a viver de forma mais autêntica e significativa."
Refletir sobre a necessidade de abandonar algumas coisas para que outras aconteçam é mergulhar na essência da mudança e do crescimento pessoal. Em um mundo onde a constância é uma ilusão e a evolução é inevitável, somos desafiados a deixar para trás aquilo que nos impede de avançar. O ato de renunciar pode ser doloroso, mas é fundamental para abrir espaço para novas experiências, oportunidades e perspectivas. Ao nos libertarmos do peso do passado, abrimos caminho para o florescimento do presente e a construção de um futuro mais promissor. Assim, ao contemplarmos a necessidade de abandonar certas coisas, devemos lembrar que estamos, na verdade, dando lugar ao crescimento e à transformação em nossas vidas.
Às vezes, adquirir um conhecimento profundo sobre algo ou alguém pode acarretar em perigos significativos. Isso ocorre porque nossa fascinação inevitavelmente alimenta expectativas que podem, por fim, nos conduzir à ruína. Afinal, como podemos conter o coração diante da constatação de que tudo aquilo que ele construiu, desejou, sonhou e materializou não passou de efêmeros atos e palavras dispersos ao vento? Assim, é sensato reconhecer que no amor, como em tantas outras áreas da vida, é prudente evitar nutrir expectativas excessivas, pois elas podem se revelar ilusórias e desoladoras.
A justiça de Deus repousa sobre dois pilares inabaláveis: a Cruz, símbolo máximo do sacrifício redentor de Cristo, e a inevitável jornada da morte humana. É somente através da cruz de Cristo que podemos nos aproximar de Deus, e a morte é uma realidade que todos os seres humanos enfrentam.
Um dia, eu escrevi um poema sobre o fim. Um poema vindo do caos da minha mente, o caos em sua forma mais compreensível. Saber que tudo tem um fim me assustava, mas não mais. Isso me assustava por conta da solidão, meu ponto fraco. Viver sem ter alguém ao seu lado é negar sua natureza, é viver e ser fadado ao fracasso. Uma vida solitária é uma vida sem sentido perante a vastidão do universo. Você me achou e eu achei você. Agora, viver e ler o meu poema sobre o fim me faz cada vez mais ficar com você e aproveitar cada momento, porque, por mais que queiramos viver a eternidade juntos, temos que entender que o fim sempre vai chegar. Mas, pelo menos dessa vez, eu estarei ao seu lado. E se caso houver vida após a morte, eu quero viver lá ao seu lado. E se caso houver reencarnação, eu encontrarei você. Minhas promessas são como os pilares de um arranha-céu: se quebrá-los, todo ele cairá. O arranha-céu é tudo que sou. Nunca quebrarei minha promessa que te fiz no primeiro dia que nos conhecemos. Eu sempre vou ficar!
É interessante refletir sobre como tudo aquilo que parte deste mundo continua vivo na memória daqueles que ficam. É como se carregássemos um cemitério dentro de nossas mentes, repleto de lembranças que podem ser difíceis de lidar. Essas recordações podem pesar como lápides, mas também podem ser fontes de conforto e inspiração, lembrando-nos da importância de cada vida que cruzou o nosso caminho. Aprender a conviver com esse "cemitério na cabeça" pode ser um desafio, mas também pode nos ensinar a valorizar ainda mais os momentos compartilhados e a encontrar significado na jornada da vida.
Muitos sussurram sobre a fé, depositam suas esperanças em símbolos e ídolos desprovidos de vida, e contudo, olvidam o único altar digno de verdadeira devoção: a fé em si mesmos. Pois que tolo é aquele que coloca sua crença em madeira ou pedra, e não percebe que o mais grandioso milagre é a chama indomável que reside em seu próprio peito. E se um dia o crucifixo se estilhaçar, que tua fé não se dissipe com ele, mas que ressurja gloriosa, tal qual fênix, lembrando-te que o poder de alcançar o impossível repousa não em objetos, mas na essência do teu ser
A Verdade sobre o que Jesus é, e sobre o que Ele representa, nos ajuda. Porém, a Verdade de Sua Palavra, pode se tornar tão afiada como uma espada de dois gumes, ganhando vida dentro de nós. A paciência, descrita por Paulo em sua carta aos Colossenses, reflete um estado de calma diante de situações frustrantes e desafiadoras. Ela envolve, tolerância sobre a espera (o tempo), compreensão sobre a dificuldade dos outros e perseverança diante das tempestades mais intensas (duradouras). Paciência é a arte de viver em equilíbrio e não ceder à pressão, irritação e nem ao desespero. Paciência não é passividade, mas um estado ativo de aperfeiçoamento interior.
As terras, consideradas o cemitério dos meus pesadelos, envolvidas sobre o abraço, de uma cinzenta, e obscura, neblina, que cega meus sentidos, sendo iluminada, de forma sútil, pelo sombrio crepúsculo, que não se atreverá a se pôr, dando cor, à sombra depressiva, que instiga o frio, a permanecer em meio aos sonhos, que me tiram a sufocante sensação, do vazio intenso, causado pela solidão. O caos, nascido entre as emoções turbulentas, em meu âmago, balançam meu coração, o pressentimento de colapsar a qualquer instante, é amedrontador, as vozes ensurdecedoras, encendiando meus tímpanos, com os sussurros inexistentes, distantes de mais da razão. Assassinados, os sonhos, na escuridão se afundaram, e sobre um caixão, enfim descansaram.
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