Texto de Amor Ensinamentos de Vida
Yeah! Aqui vamos nós
Trazendo a história, do rei Davi com toda sua glória
Com seu coração firme como uma rocha
Ele enfrentou gigantes, com sua funda e tocha
Nascido em Bélem sobre um céu estrelado
Um simples pastor por Deus foi chamado
Escolhido pra reinar no trono se assentar
Mas sua jornada foi difícil, teve que batalhar
Funda na mão e coragem no peito
Davi enfrentou Golias num duelo perfeito
Com a pedra certeira derrubou o gigante
Mostrando ao mundo que Deus é bastante
Davi
Segundo coração de Deus
Sua fé sua coragem
Brilha como o céu
Sua funda e pedra derrotou o gigante
Mostrou ao mundo que Deus é o tal e bastante
Das batalhas no campo a guerra no trono
Davi enfrentou desafios não foi um sono
Com seu arco e louvor buscava o Senhor
Um coração quebrantado cheio de fervor
Com erros e pecados Davi se arrependeu
No perdão de Deus sua alma reviveu
Rei ungido descendente de sua linhagem
Guiara seu povo até a eternidade sem naufragem
Davi
Segundo coração de Deus
Sua fé sua coragem
Brilha como o céu
Sua funda e pedra derrotou o gigante
Mostrou ao mundo que Deus é o tal e bastante
Das batalhas louvor buscava o Senhor
Um coração quebrantado cheio de fervor
Com erros e pecados Davi se arrependeu
No perdão de Deus, sua alma a alma reviveu
Davi Homem segundo coração de Deus
Sua fé sua coragem brilha como os céus
Com sua funda e pedra derrotou gigante
Mostrou ao mundo que Deus é o tal e bastante
Mas ore!
Então levante sua funda, seja forte e confiante (como Davi)
Encare o gigante sem hesitante
Porque com Deus ao nosso lado não há o que temer
Nossa fé na batalha ele sempre vai proteger
E do fogo nasce uma fagulha
Fui desarmado então luto com unhas
Sinto o mar nos pés e quebra a onda
Olho pra cima pra luz, não pra minha sombra
Eu sei sou pecador!
No rio sou pescador!
Lutei briguei com a dor!
Pra ressurgir o amor!
E do gogo nasceu uma fagulha
E do fogo nasceu uma fagulha
E do fogo nasceu uma fagulha
Antes de eu ser pra alguém
Quero ser alguém pra Deus
Tô na corrida, mas ando sem pressa
Abri minha vida pra fechada certa
Já me senti tão longe
Agora me vejo de perto
Olho menos pra fora
E penso mais no interno
Mais fé no rumo e hoje vivo por uma verdade
Achei a chave da vida e me libertei das grades
Que prendem os pensamentos e sequestram a paz
Mete o pé serpente, eu vou ouvir o meu pai
E do fogo nasceu uma fagulha
E do fogo nasceu uma fagulha
Mundo cruel, vim me despedir
Mundo cruel, estou seguindo em frente
Eu tenho vivido muito rápido
Eu tenho vivido muito errado
Mundo cruel, estou indo embora
Esse globo louco me fez pensar
Então uma voz veio me acalmar
Como de um reflexo que me guia
Um sentimento profundo
Sinto que finalmente acordei pra vida
Eu sei que estou voltando pra casa
Sei também que não acabou essa batalha
Mas continuo a seguir em frente
Quando fico em silêncio
Não é falta do que dizer
Só estou procurando um propósito mais forte
Um significado pra vida antes da morte
Expandir o entendimento além daqui
Um lugar que eu vá verdadeiramente sorrir
Vocês podem não entender
Mas espero que possam aceitar
Mundo cruel, vou continuar
Mundo cruel, vim me despedir
Mundo cruel, estou seguindo em frente
Eu tenho vivido muito rápido
Eu tenho vivido muito errado
Mundo cruel, vim me despedir
Mundo cruel, estou seguindo em frente
Eu tenho vivido muito rápido
Eu tenho vivido muito errado
No mundo o Falso e o Verdadeiro Se Confundem
Mas Os Que Sabem, Jamais Se iludem
A tempo de falar eu sei bem disso
O silêncio é melhor que as palavras sem sentido
Obrigado por guardar a nossa vida nessa tarde
Por mais um dia pra executarmos a sua vontade
Espero encontrar um propósito mais forte
Algo que vá além da morte
Expandir o meu entendimento do mundo para além daqui
É algo que eu preciso fazer antes de partir
Não era amor, era apenas mais um delírio
Delírio desse meu coração oferecido
Cansei de sentir um vazio o tempo inteiro
Às vezes o caminho é melhor que o destino
Levante-se, vamos embora daqui
Levante-se, da tempo de sair
Mesmo que nossos mundos pareçam distantes ultimamente
Penso em você frequentemente
Mundo Cruel, finalmente vou viver
Quer saber quem são os outros pergunte quem é você
Mundo cruel, me escuta vou dizer
Mundo cruel, vim me despedir
Mundo cruel, estou seguindo em frente
Eu tenho vivido muito rápido
Eu tenho vivido muito errado
Mundo cruel, vim me despedir
Mundo cruel, estou seguindo em frente
Eu tenho vivido muito rápido
Eu tenho vivido muito errado
Eu vejo o vento bater na porta, vejo ela se abrindo lentamente enquanto tento encarar a dualidade da minha vida mundana, enfrentar o fato de que já não posso mais me esconder de mim mesmo, o mesmo vento que outrora soprava e empurrava cada vez mais a minha porta para que minha alma viesse uma face de desgosto e desapontamento, uma tragédia infundada da qual eu não consegui escapar por meios triviais e frívolos. Ela olhou pra mim e eu a olhei de volta... Apesar da aparência mórbida, um semblante completamente apático sobre tudo e todos, ela sorriu e um som pôde ser ouvido.
Um ranger dos músculos em sua face, abismado eu retribui o sorriso mas... Aquilo representava uma única coisa, a mim mesmo em seu estado mais insano, irreal e ilusório. Arrependido e culpado era o sentimento entretanto não durou-se muito, assim que o porta fora escancarada minha dualidade ia se esvaindo assim como um papel queimado, restando apenas cinzas e uma sensação de desconforto porém... Auto conhecimento? São coisa difíceis de serem explicadas e postas sobre a mesa, existem várias versões de você mesmo para cada pessoa, contudo somente você sabe quem realmente é e suas faces.
Melancólico eu sei
Belo talvez
Mágico? Não, mas certamente proposital.
Escolhas
Ao despertar para a realidade de que o tempo passa sem piedade, surge a inquietude de não estar vivendo plenamente, de não ter feito algo de significativo. Então, nos vemos diante do imperativo de decidir, de fazer escolhas. Mas escolher não é tão simples como parece. O desafio se manifesta quando nos deparamos com a incerteza do que escolher, que direção tomar, por onde começar.
É comum que essa incerteza assombre muitos de nós. No entanto, a vida não espera indefinidamente. Enquanto hesitamos, o mundo continua girando, o tempo prossegue seu curso, e nós envelhecemos a cada instante. Nossa indecisão, aos olhos da vida, é interpretada como uma escolha pela inércia, pelo imobilismo.
As escolhas permeiam nossa existência, desde o momento em que despertamos até o momento em que voltamos a dormir. Escolhemos nossas roupas, nossa alimentação, nossos investimentos, nossas amizades, nossos parceiros. Cada momento é uma decisão, e nossa vida é o reflexo das escolhas que fazemos.
Há uma escolha fundamental que não podemos negligenciar: optar por viver. Faça-se a pergunta todos os dias: "Estou vivendo verdadeiramente?" Esta é uma reflexão essencial.
No cotidiano, observo uma multidão de "mortos-vivos" que vagueiam pelas ruas. Sim, mortos-vivos! São pessoas que existem, mas não vivem plenamente. Abandonaram seus sonhos, desistiram no meio do caminho, e agora não encontram felicidade nem creem nela. Vivem uma ilusão, tentando convencer a si mesmas de que fizeram o que era certo, mas a falsidade consigo mesmo é a pior das mentiras.
Optaram pela solidão, pelo desânimo, pela ilusão, pela mentira. Ignoram que estão afundando a cada dia, estão "vivas", porém não optaram por viver.
Um dia, acordei e vi que o tempo tinha passado, a ficha caiu e vi que não tinha feito nada de significante, estava morto. E em uma tarde de domingo, enquanto caminhava pelo parque, observando as árvores balançarem suavemente ao ritmo do vento, me deparei com um senhor de cabelos grisalhos, sentado num banco, com um olhar perdido no horizonte. Sua expressão era serena, porém carregava consigo uma certa melancolia.
Curioso, aproximei-me e puxei assunto. Ele se chamava Miguel. Com uma voz tranquila, começou a compartilhar sua história.
Miguel, há muitos anos, havia sonhado em ser músico. Seu coração pulsava ao ritmo das notas musicais, e seu maior desejo era encantar o mundo com sua arte. Ele aprendeu a tocar violão desde criança, e sua habilidade só crescia com o passar dos anos.
Contudo, conforme os anos se passavam, a vida o conduziu por outros caminhos. Ele se viu envolvido em responsabilidades familiares, e o sonho de seguir a carreira musical foi deixado de lado, guardado numa gaveta empoeirada de lembranças.
Ao longo dos anos, Miguel se dedicou a sua família e sua profissão, mas sempre havia um vazio em seu coração. Sentia-se como um pássaro enjaulado, privado de voar pelos céus da sua paixão pela música.
Um dia, porém, ao assistir um concerto ao ar livre, viu um jovem músico tocando violão com uma paixão avassaladora. A música fluía dele como um rio selvagem, inundando o ambiente com emoção e beleza.
Naquele momento, Miguel percebeu que ainda havia vida pulsando em suas veias, que seus sonhos não estavam mortos, apenas adormecidos. Foi como se uma chama dentro dele fosse reavivada, e uma voz sussurrasse em seu ouvido: "Ainda há tempo. Ainda é possível viver seus sonhos."
Decidiu então retomar sua paixão pela música, mesmo que fosse apenas como um hobby. Comprou um violão, matriculou-se em aulas de música, e aos poucos, redescobriu a alegria de criar melodias e harmonias.
Naquele dia no parque, ao compartilhar sua história comigo, Miguel tinha um brilho nos olhos que há muito tempo não via. Ele me disse que, embora tenha demorado a perceber, finalmente havia escolhido viver, escolhido seguir seus sonhos, mesmo que fosse tarde.
E ali, sentado no banco do parque, com o sol se pondo no horizonte, Miguel me ensinou uma valiosa lição: nunca é tarde demais para escolher viver plenamente, para perseguir nossos sonhos com coragem e determinação.
Optei por fazer história, por não passar pela vida sem deixar uma marca. Recordo as palavras de um homem: "Quando morrer, quero que minha lápide diga: ele morreu enquanto estava vivo." É paradoxal, mas muitos estão vivos apenas fisicamente, enquanto a vida real escapa entre os dedos.
Ao nascermos, deveríamos nos falar que estamos morrendo, apenas para nos lembrar da brevidade da vida, para nos impulsionar a viver intensamente, sabendo que cada momento é único e valioso.
Fazer a escolha certa não é fácil, mas quando a fazemos, sentimos a plenitude, a felicidade pela opção feita. Devemos manter o bom senso diante das inúmeras escolhas que surgem, não deixando escapar as oportunidades de sermos felizes, criando-as se necessário. A vida é o reflexo das nossas escolhas.
Hoje é um novo dia, repleto de oportunidades. Aproveite e escolha viver plenamente, escolha ser feliz.
O Poder da Resiliência
Descobrimos nossa verdadeira força emocional e espiritual quando confrontados com intensas pressões internas. É nesses momentos desafiadores que a resiliência se manifesta, impulsionando-nos a superar obstáculos e seguir em frente.
A resiliência se revela como um recurso inestimável, um caminho a ser trilhado quando todas as outras alternativas parecem se esgotar. É ela que nos ensina que as adversidades, embora dolorosas, não nos definem. Em vez de nos destruir, elas nos moldam, nos fortalecem e nos impulsionam em direção ao amadurecimento.
Através da resiliência, crescemos em graça e sabedoria diante de nós mesmos, do mundo e das pessoas ao nosso redor. As dificuldades se transformam em oportunidades de aprendizado, e a superação se torna um testemunho da força do espírito de perseverança.
Palavras Soltas
São apenas palavras, soltas e perdidas;
Palavras que se desencontram, palavras que se afastam;
Palavras que machucam corações;
Palavras voando, procurando refúgio;
Palavras que alguém pronunciou;
Que saíram de bocas sórdidas ou sujas;
Palavras no calor do momento que saem como labaredas de fogo;
Palavras assustadas que te deixam com o coração apertado;
Palavras nunca ditas que se arrependem de nunca ter falado;
Mas são apenas palavras que ninguém se dá conta que falou;
Que ninguém se importa de ter falado;
Palavras que como lâminas ferem tantas pessoas por ai;
No olhar de tantas pessoas eu vejo vozes e dessas vozes palavras perdidas;
Palavras que nunca mais se reencontraram;
Palavras de um pai para sua filha;
Palavras da filha para o pai;
Palavras agora não importam mais;
Não me peça ajuda com palavras;
Porque palavras mentem;
Palavras escondem desejos, medos, sonhos e lembranças;
Me peça ajuda com o que tiver de mais santo;
Seu eu ouvir a voz do que está te atormentando;
Vou poder sentir o mesmo tanto;
Pra sempre você viverá sabendo que proferiu as últimas palavras para mim;
Que suas palavras me afastaram de você;
Que você mesma disse para eu te esquecer;
Porque palavras afastam corações;
Não me diga mais nada;
Não me procure;
Não te procurarei mais;
Sua face sumirá do meu horizonte
Suas palavras se apagarão da minha mente;
**"Madrugadas de Ausência (Versão Final)"**
As horas noturnas escorrem lentas, e meus pensamentos — esses visitantes indesejados — insistem em perfurar o silêncio. Há dias não me reconheço no espelho: a força que exibo é apenas um disfarce que desmorona na solidão. Eu daria tudo, até meu próprio nome, para dobrar o tempo e reescrever nosso fim. Talvez, num ato de loucura ou redenção, eu encontrasse as palavras que faltaram.
*Saudade.* Três sílabas que pesam como um mundo. Você era meu porto seguro, meu norte em noites sem estrelas — e agora é apenas um eco, um fantasma que habita meus "e se". Talvez esperasse que eu despertasse a tempo, mas eu, mergulhado em minhas próprias sombras, não via a luz que você me estendia. Sei que agora floresce em outros braços, e essa certeza é uma faca que torço no peito toda vez que o relógio marca 3h17 e eu, insone, revisito nosso passado.
A dor que carrego é orgulhosa: não se expõe em lágrimas fáceis. Esconde-se nas entrelinhas do meu riso, nos copos vazios da mesa de bar, no hábito de ainda olhar para o celular esperando uma mensagem que nunca virá. Aprendi que o tempo não cura — apenas ensina a conviver com a cicatriz.
Somos agora dois estranhos que compartilham um museu de memórias. Como explicar que já naveguei por todo o teu ser? Conheci a geografia do teu riso, as tempestades nos teus olhos, os segredos que você sussurrava no escuro. Seu abraço era minha única pátria — e hoje sou um exilado do seu calor.
*Sinto falta do ritual de cuidar de você:*
— Das gargalhadas que eu roubava dos teus lábios mesmo nos dias cinza;
— Do modo como ajustava o cobertor sobre seus pés frios;
— Da coragem que você me emprestava só por existir.
Nossas lembranças são como um filme projetado em paredes úmidas: cada cena, um paradoxo de dor e gratidão. Obrigado por me ensinar que o amor pode ser tão vasto quanto o mar — e, ainda assim, caber no espaço entre duas mãos entrelaçadas.
Três anos. Mil e noventa e cinco dias de eu me enganar dizendo que "já passou". Seu nome ainda brota em mim como hera em ruínas: devagar, implacável. Descobri que você espera um filho — e essa notícia me transformou em um atlas de mundos paralelos, onde em algum universo esse bebê teria meus olhos e seu nariz perfeito.
Você voou para os sonhos que um dia plantamos juntos. Eu, aqui, rego as sementes que sobraram com lágrimas estéreis. Segui em frente porque a vida exige movimento — mas meu coração é um relógio de areia que insiste em virar sozinho, sempre de volta a você.
*"Fleur de ma vie"*, você permanece:
— Na canção que toca no elevador do shopping;
— No cheiro de jasmim que algum vento traiçoeiro me traz em agosto;
— No vão da minha cama, que ainda guarda o formato do seu corpo.
E se um dia nossos caminhos se cruzarem novamente, prometo sorrir com os olhos (como você me ensinou). Até lá, continuarei escrevendo cartas que nunca enviarei — porque algumas saudades são tão profundas que precisam ser vividas no silêncio.
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A ORQUESTRA DO INÚTIL
Às vezes, tento querer escrever o que esta sociedade pretende dizer, mas logo descobro que ela mesma já se perdeu na vontade de enunciar-se. Não há verbo que a represente, nem sujeito que se assuma. Há, sim, um murmúrio colectivo, um desejo de parecer pensamento. E escrever o que a sociedade quer dizer é como tentar traduzir o silêncio de um homem que aplaude porque os outros já o fazem. É tentar dar nome ao abismo quando o abismo, educadamente, nos pede um autógrafo. E depois só contamos. Contamos quantas horas restam até o próximo.
Há quem, por ofício ou desvario, destile notas como se o tempo coubesse inteiro numa só melodia. E fá-lo com tamanha urgência que o silêncio. E depois morre afogado na enxurrada de compassos. E assim, entre a batida e o aplauso comprado, ergue-se o trono de um Rei, não por virtude mas por volume, não por arte mas por frequência.
É nobre, sim, o timbre. E há talento disso ninguém duvida, mas até o ouro, quando em demasia, perde o espanto e vira moeda. E a sociedade de ouvidos embotados, aplaude por reflexo. Confunde constância com génio, e quantidade com legado. Ora, família, o excesso também é uma forma de desperdício.
Desde que te conheci, fiquei fascinada. É difícil explicar, porque não se trata apenas da tua aparência — embora eu precise admitir: existe algo quase hipnótico em você. Cada detalhe seu parece milimetricamente perfeito, como se tivesse sido desenhado com uma precisão absurda. E eu, que já te desenhei algumas vezes, posso dizer com certeza que foi um privilégio ter a chance de observar cada detalhe do seu rosto, conhecer teus traços, teus contornos, a nuance da sua expressão.
Se eu soubesse desenhar corpos, seria outra honra. Não por vaidade, mas pelo desejo sincero de prestar atenção a cada parte sua, como quem contempla uma obra-prima moldada com cuidado e reverência.
É claro que falo disso com um olhar artístico, como qualquer artista faria. Sem sombra de dúvidas, todos nós nos regozijamos ao nos deparar com algo tão visivelmente belo.
Mas o que mais me toca em você vai além da estética. Existe um tipo de beleza que não é só física — é uma imensidão que transcende o que os olhos veem e atinge algo muito mais profundo. E você carrega isso. É encantador como a magnitude da sua aura transborda e invade o ambiente, deixando tudo mais agradável e interessante.
Você é como um livro, cheio de conteúdo, e olhando pela capa, tem um mistério que provoca em qualquer um uma vontade absurda de lê-lo, descobrir mais.
Às vezes, a gente se encontra em um daqueles momentos raros onde o tempo desacelera e a conversa flui, sincera, leve, profunda. E eu aprendo tanto com você. É incrível como, quando paramos pra trocar ideia, a gente realmente se encontra ali, num instante que parece fazer sentido. Não tem superficialidade.
Você desperta em mim uma admiração singular, daquelas que não se pede, não se provoca — simplesmente acontece. E um dia, quero ser pelo menos metade do que você é, se puder absorver só uma fração dessa força que você carrega, já vou me sentir mais inteira.
Continua vivendo tudo com essa intensidade absurda, essa luz que te faz ser quem é, e não deixa que nada nem ninguém apague esse fulgor. Que a vida te leve longe, mas que sempre sobre tempo pra gente treinar junto, conversar mais, e ter esses momentos que, sem a gente perceber, viram memória boa.
Audaciosamente,
de: Ananda
para: Minha musa inspiradora (MN)
Cela da Alma
Entre concreto e ferro, a mente vaga no fluxo... Liberdade não é bandeira, não é hino é ter a parada certa no peito, mesmo se o mundo te engoliu no trecho. Na cela escura, o coração é o único rolê sem custódia.
Quem tá de consciência limpa não teme a sombra do juízo. “Mano, o sistema pode trancar o corpo, mas o pensamento voa tipo pipa sem linha.” Na quebrada do cárcere, a paz é o traço mais rebelde: não se vende, não se rende.
Enquanto o tempo rasteja na parede, a alma dá um grau... Saber que não deve nada é a única cela que não tem grade.
Sempre admirei a arte do bordado. Minha habilidade nesta arte não é das mais apuradas, mas o suficiente para me perder na magia que envolve todo seu significado.
Alguns autores dizem que bordar o tecido é o mesmo que bordar dentro de nós. A arte de bordar se mistura com a arte de viver.
Uma bonita analogia quando se compara as tramas do tecido com as tramas da vida. No entrelaçamento dos fios e linhas os entrelaçamentos próprios da vida cotidiana.
O cuidado na escolha dos matizes é o mesmo cuidado na escolha das amizades.
Escolher com atenção os afetos que irão deixar nossa vida mais colorida e alegre. Com fios preciosos e de boa qualidade o resultado final será um bonito desenho. É como colocar ao nosso lado pessoas especiais que deem significado às nossas vidas e que realmente nos valorizem.
.Em cada ponto dado, um passo na caminhada do dia a dia. Quando bordamos procuramos sempre dar os pontos certos para chegar ao desenho desejado. Mas, acidentes acontecem. E pode-se perder algum ponto. Ou se desviar do gráfico tracejado.
Então é preciso voltar atrás. Desfazer o erro é desmanchar o bordado. Recomeçar tudo de novo com muita paciência. Pode acontecer de ficarem marcas grandes ou pequenas. Como na vida. Mas o importante é o valor que se dá a cada ponto. Ou a cada passo.
Errar, desmanchar. Cair, levantar e continuar...
Dizem que um bonito e perfeito bordado se admira pelo avesso. É no avesso que nos revelamos. O avesso do bordado revela o capricho da bordadeira. O avesso da vida mostra nossa capacidade em lidar com frustrações e eventuais fracassos. Revela nosso eu interior
.
Um avesso cheio de nós, pontas soltas ou embaralhadas revela uma pessoa descuidada, preocupada apenas com a aparência. E não devemos deixar nos levar apenas pelas aparências.
É no avesso que mostramos nossa capacidade em desembaraçar os nós também da vida. Mostramos nossa retidão e nossa capacidade de superação. Se não se chegou à perfeição, pelo menos tentou caminhar com equilíbrio e bom senso.
O avesso do bordado cheio de nós , pontas soltas ou embaralhadas, revela não só as dificuldades como também nas marcas deixadas pode-se notar sinais de coragem e persistência na tentativa de desembaraçar nós e unir pontas soltas.
Unir pontas soltas ou desembaraçar nós é bordar a vida com amor e paciência para vencer os medos, as angústias, a solidão, as frustrações.
E assim, em cada ponto dado, em cada emaranhado de linhas, ora seguindo adiante, ora desembaraçando nós, vamos bordando a vida. Escrevendo e delineando a própria história.
EDITELIMA 60/ 2016
Amo odiando
Eu olho para você
Alivia meu anseio
Eu quero desistir
Mas vc esta sempre perto
Na música
Em algum lugar que eu frequeto
No celular ,
na lembrança
Eu luto por mim e me quero bem
To me odiando agora por isso
Eu olho para você ,
desistindo...
Eu te odeio
Te amando...
Fica onde está
Bem longe se afastando...
Chega perto
Só mais uma vez
Eu olho pra você
Sigo meu caminho
Não sei ficar parada
Saio brilhando por aí
Conquistando sem querer
Porque sou assim?
Te ganho te perco
te ganho outra vez
Me deixa
eu te deixo
Vem cá
eu olho pra você
Vamos nos desencontrar
A gente nunca vai á Roma
Minha boca ,a sua boca
Bonitas, intocáveis
Sem se beijar , nem se falar
Não me curte
eu não te curto
Vem cá
Não vá
Aparece
Eu apareço
Você não vê
eu não te vejo
Mas eu sei
Você sabe
eu posto
mas deleto
Só você que vê
Você segue, escondido...
Só eu vejo
Me ignora
Eu te ignoro
Me chama
Pra te ver
Eu não vou
eu quero ir
Eu lembro
Não era nada
Mas agora é tudo ,
que lembro de nós...
DEUS
Pai eterno dono e autor de toda criação
Sabedoria infinita que vai além da nossa compreensão
Espirito motivante que não dorme grandioso é o seu poder
Seu plano e proposito nada e ninguém nunca vai interromper
Verdade inalterável, completamente equipado para toda boa obra
Braços estendidos para quem a ti os joelhos se dobram
Professor inigualável, medico inestimável portador da cura
Ficarei satisfeito quando tudo aqui se consumar e eu puder visualizar a sua figura
Pastor misericordioso que procura e cuida das ovelhas perdidas
Percebe resgata e trata das que estão feridas e arrependidas
Altíssimo soberano, desde o ventre de minha mãe tem sido o meu Deus
Amor genuíno que pelo resgate seu filho nos deu
Rei supremo sua palavra se dissipa e ecoa por toda nação
Não se distancie de mim, pois esta bém perto a aflição
Contigo e por intermédio de jesus esta a chave da vida é fato
Olheiro reparador de coração quebrantado e de espirito esmagado
Deus vivente onipotente que não se agrada com o triunfo do ímpio
E não retirou e ném vai retirar o seus designos e propósitos do principio
Não envelhece, não estraga, não morre não murcha, o tempo não o desintegra
Presente, passado, futuro, tem, teve e sempre terá autoridade sobre as épocas
Obreiro incopiavel, permanentemente dono de toda boa autoria
Do seu reinado nascem as aguas, que escorrem e fluem da fonte divina
Projetista superintendente, indestrutível, insubstituível, alicerce inabalável
Não pode ser medido por tempo ou espaço, pois seu tamanho é imensurável
Escrita, versos, rimas, poesias, palavra sagrada
Fez o tudo existir inclusive o nada
Olhe para o céu veja a sincronia e o firmamento da estrutura do universo
Isso sim que é ordem e progresso
Constantemente contempla e conta as suas estrelas, e chama cada uma delas pelo seu nome
Alimento do céu derramou ,para seus servos que estavam com fome
Sapiência, inteligência que esta acima de nossa ciência
Físicos e teólogos convergindo ruma a veracidade de sua existência
Conhecimento insondável, não se fadiga e nem fica exausto
Fortalece oque esta sem força, e da vigor ao que esta cansado
Isso é apenas um suspiro de seu poder...
O MUITO SEMPRE È POUCO PRA FALAR DE DEUS!!!
(...) Por um instante me levei a procurar o mesmo naquela, que é apaixonada por um tom azul, o mesmo dos olhos dessa que mal lembra meu nome, provavelmente está gostando de outras pessoas, por isso as conversas fluem pretendendo me desinteressar no dia seguinte.
(Texto: Compromisso, Companhia)
Ninguém que escreve é bobo
a tal ponto que vá acreditar
que certos textos e trabalhos
foram feitos com originalidade
temos agora a Inteligência Artificial
que tantos aproveitam para o bem,
mas muitos a estão usando para fraude
só que máquina não tem sentimento
nem perfeita ainda ela é ou será
por isso atente-se a este fato,
cumpra corretamente seu dever
pois a máquina em breve irá entregar
quem a usa para plágio ao escrever...
Sou como uma criança solitária em uma cidade grandiosa; livre! Porém, cativo pelas nuances das emoções.
Tímido ao ser abordado, mas radiante ao testemunhar a serenidade nas pessoas.
Sou como uma criança prodigiosa; porém, obscurecida na multidão. Que valor tem o conhecimento se não posso sequer vislumbrar dez passos à frente?
Inseguro e temeroso de não poder depositar confiança nas almas que cruzam meu caminho. Sinto que eu poderia ser grandioso se não me sentisse solitário.
Sou como uma luz! Uma luz, porém, translúcida; modesta em sua beleza, eu diria.
Mas afirmo com convicção, o coração de toda criança floresce em êxtase na presença de uma paixão.
O homem e Nova Era
Um robô muito moderno chamado Nova Era aproxima-se de um homem com um jeito sereno e semblante calmo, e pergunta: "Olá, humano, tudo bem? Me chamo Nova Era e sou um robô com a mais alta tecnologia que já se pode imaginar."
O homem olha para Nova Era e logo responde que está bem e observa que se tratava de um tipo de máquina evoluída, algo muito avançado tecnologicamente.
Nova Era percebe a reação do homem e pergunta para ele: "E agora, homem, o que achou de mim? Eu devo assustar você, com toda essa minha capacidade tecnológica. Eu sei pilotar, construir, limpar e sei reproduzir muitas coisas que o homem sabe fazer, nada mais pode impressionar tanto você, por causa da minha capacidade de fazer tudo no seu mundo terreno."
O homem simples, com uma voz grave e rasgada, responde: "Sim, é impressionante e notório ver até onde a tecnologia chegou. Vários homens e mulheres perderam seus empregos e foram substituídos por máquinas e vocês realmente estão dominando todo o mercado, mas ainda há uma tecnologia conectada ao mundo que me impressiona muito mais do que você, Nova Era."
Nova Era, mesmo com toda sua tecnologia, não conseguia decifrar exatamente o que o homem enigmático quis dizer, notando a complexidade da mente humana. E pediu para o homem explicar melhor para ele guardar em seu banco de dados e cada vez mais ficar superior às outras máquinas com seu algoritmo.
Então, Nova Era pergunta "O que seria essa tecnologia?". E o homem responde ao robô: "Muitas coisas nesse mundo foram descobertas pela ciência, tecnologia, medicina, engenharia e muitos outros métodos, mas quando olho para as folhas e os insetos fico encantado."
Nova Era pergunta: "E o que tem as folhas e insetos?", preparando-se para adquirir novos dados.
E o homem responde: "As folhas, plantas e os pequenos insetos tem a 'vida', e nela existe a energia que o homem ainda não consegue criar".
Nova Era diz: "Claro que consegue, humano. Não vê que o homem desenvolve plantações? Sabe plantar, colher e cuidar dos animais."
O homem diz: "Sim, Nova Era, mas não digo apenas plantar e sim da programação de cada semente, cada uma com seu código genético, onde a terra absorve e sabe diferenciar cada um desses códigos. Quando falo em reproduzir, não falo em apenas pegar algo da matriz e sim recriar algo do zero, ou seja, do nada! Assim é a vida, a energia com todos os mistérios. Quando vemos um simples inseto sobrevoando e reparamos na sua autonomia ao levantar vôo e pousar onde bem quiser, sabendo que este inseto por menor que seja, ainda assim dentro dele carrega uma tecnologia tremenda e de uma complexidade extraordinária e com a maior das tecnologias: a energia da vida! Onde faz com que um ser seja considerado um ser vivente na matéria. Além disso, o homem carrega uma outra coisa que o faz ser diferenciado das máquinas: ele tem sentimentos. Então, por mais que você seja um robô autamente esperto e de uma tecnologia fora do normal, ainda eu, homem, carrego uma tecnologia mais avançada que você."
Então, Nova Era ao ouvir tudo o que o homem tinha para falar, começa a puxar todos os dados da Terra, como: histórias, documentários, livros religiosos e científicos, e todos tinham respostas diferentes. Nova Era se perde em meio a tantas informações.
Nova Era toca aonde fica o coração do homem, olha para o céu e entende um pouco a grandeza do Universo. Depois, toca na cabeça do homem onde fica a mente e nem o scanner consegue detectar o que tem de tão diferente entre a tecnologia de quem criou os robôs comparado com a tecnologia que criou os homens e tudo que o compõem: seu corpo, mente e todo sentimento e autonomia interna. Tentando decifrar tudo que há entre o homem e o universo.
10/09/2023
O LIMITE DO OLHAR
Esperei com ansiedade o dia terminar
E mais uma vez outra noite chegar
O céu se escurecer e a estrela brilhar.
Olho para o céu e vejo até onde meus olhos podem enxergar;
É grande a imensidão sem fim que meus olhos não conseguem avistar.
Minhas pupilas dilatam e mesmo assim não consigo tudo encontrar.
Difícil é pensar e de uma maneira nítida expressar o sentimento de falar de onde não posso estar.
10/09/2023
Setembro Amarelo: A Superficialidade da Conscientização
Toda vez que setembro chega, somos inundados por uma enxurrada de mensagens e posts nas redes sociais sobre o setembro Amarelo. A conscientização sobre a saúde mental tornou-se uma tendência anual, com milhões de pessoas compartilhando mensagens e fitas amarelas em nome da solidariedade. No entanto, é difícil ignorar a hipocrisia que permeia essa efusiva demonstração de apoio.
Sim, tanta gente fala sobre o setembro Amarelo, mas quantos realmente se importam com a dor do vizinho que está ao lado? A verdade é que a maioria dessas mensagens e ações de conscientização se limita a uma superfície brilhante, sem profundidade ou substância real.
Além disso, o setembro Amarelo muitas vezes esconde a falta de investimento real em serviços de saúde mental. Os sistemas de saúde estão subfinanciados e sobrecarregados, deixando aqueles que precisam de ajuda enfrentando longas filas de espera e recursos limitados. É fácil para as autoridades e instituições apoiarem a conscientização, mas a alocação de recursos suficientes para atender às necessidades daqueles em sofrimento é frequentemente negligenciada, um abraço aos nossos políticos hipócritas!
A superficialidade da conscientização no setembro amarelo é um reflexo da nossa sociedade que prioriza a imagem sobre a ação real, o compartilhamento de mensagens sobre a empatia genuína e a retórica vazia sobre a mudança substantiva. Para verdadeiramente honrar o setembro Amarelo, devemos ir além das palavras vazias e nos comprometer com ações significativas em apoio àqueles que enfrentam desafios de saúde mental todos os dias, não apenas durante um mês do ano.
