Texto de Amor com Músicas

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A gente não escolhe amar ninguém, amor não é conveniência, não é aquilo que a gente se levanta pela manhã e diz: ah vou passar a amar essa pessoa à partir de hoje. Se fosse assim; como seria fácil né?, amar por inteligência. Simples demais olhar pro lado, sabendo que aquela pessoa te ama, e simplesmente parar de sofrer por outra e escolher ela, seria bem mais tranquilo. Fico pensando, se as coisas fossem deste jeito, quantos poetas não estariam desiludidos por falta do que dizer, com tanto sofrimento desperdiçado, jogado fora? O que cantaria Tiê se não sofresse tanto, sozinha, com um telefone na mão, se perdendo no que era real e no que inventou? Nem Jorge e Mateus teria tanto sucesso, e hoje, com certeza estariam os dois, por ai, numa empresinha qualquer juntando os trocados do ônibus, porque o salário não daria até o fim do mês. O que diria os donos dos bares com tanta bebida estocada, por falta dos boêmios, daqueles que choram madrugada afora, numa mesa de bar? Quem iria pagar essa conta de tanta desilusão que não iria acontecer? O que seria de nós se não houvesse toda essa batalha diária pra nos manter vivos no coração de outra pessoa? Talvez seria muito mais interessante se houvesse escolha né, mas também, nada teria gosto. O bom da vida é essa correria que a gente faz, sempre. Essa luta para reconquistar o que perdemos hoje. O buquê tão bem decorado e perfumado entregue na casa dela pela manhã, esperando o dia todo um simples telefonema dizendo no seu ouvido: Obrigada, eu amei as flores! Sabe, nós humanos nascemos para amar, mas somente o amor é quem nos escolhe, e independentemente se é recíproco ou não, amar ainda assim vai ser sempre a nossa melhor opção. O Amor é uma vontade involuntária que, por mais que você se esforce pra fugir, não adianta, ele sempre te pega numa dessas curvas da vida.
Ricardo F.

Abstinência de amor?
Tudo começa quando o objeto de sua adoração lhe dá uma dose generosa, alucinante de algo que você nunca ousou admitir que queria – um explosivo coquetel emocional, talvez, feito de amor estrondoso e louca excitação. Logo você começa a precisar dessa atenção intensa com a obsessão faminta de qualquer viciado. Quando a droga é retirada, você imediatamente adoece, louco e em crise de abstinência (sem falar no ressentimento para com o traficante que incentivou você a adquirir seu vício, mas que agora se recusa a descolar o bagulho bom – apesar de você saber que ele tem algum escondido em algum lugar, caramba, porque ele antes lhe dava de graça). O estado seguinte é você esquelética e tremendo em um canto, sabendo apenas que venderia sua alma ou roubaria seus vizinhos só para ter aquela coisa mais uma vez que fosse.
Enquanto isso, o objeto de sua adoração agora sente repulsa de você. Ele olha para você como se você fosse alguém que ele nunca viu antes, muito menos alguém que um dia amou com grande paixão. A ironia é que você não pode culpá-lo.

coisas do coração...
Querer é poder, com a força do amor eu te conquistei
descobri ao seu lado o que já não tinha mais esperança
suas mãos me fez viajar num mundo inexistente
onde nesse mundo só existe você, nada de tristeza , é só alegria.
Alegria que me fez uma pessoa diferente, mais forte com a coragem de um guerreiro, e me fez ver que a vida não é feita só de sonhos e sim do verdadeiro amor.
Tão verdadeiro quanto o olhar que você lançou sobre mim, que me fez diferente de tudo e de todos, e hoje as lagrimas não são de decepção e sim se de tanta alegria e emoção, feliz é o homem que chora por um momento de amor verdadeiro, tão verdadeiro quanto a própria verdade
feliz é o homem que tem a chance de ter um amor correspondido, feliz sou eu por ter você

Amor platônico

Amei, só eu aprendi a amar
Sofri, sofri como ninguém
Nos olhos eu carreguei um mar

Covarde assim me mantive
Com medo de me aproximar
Só te ver de longe era difícil
Te ver e não poder te tocar

E em meio à ilusão e o amor
O silêncio me fez naufragar
Esperei o que não aconteceu
Nosso olhar uma vez se cruzar

E talvez por não acontecer
Você não pôde me amar
Só eu te amei!

O Amor

Quem na vida tiver um amor,
Nem tão cedo irá morrer;
Pode até morrer de amor,
Pois de amor é honroso morrer.

Quem morre sem nunca amar,
Não sabe o porquê de viver.
Quem vive sem se entregar,
Não ama ou ama sofrer.

Amor é o que se sente,
E não é possível medir.
Se for verdadeiramente,
Deu-se o amor sem pedir.

Há quem diga que amar,
É se perder da razão.
E se a razão for pensar,
Amar é o pensar do coração.

Amor não é teoria,
Nem tampouco invenção,
Se se sente amor um dia,
Antes já sentiu paixão.

E se um dia o amor for embora,
Seja em qual for a idade,
Deixe, o amor não implora,
Ele vive da liberdade.

Mas, se o amor não partir
E, portanto, decidir ficar,
Ele, ao invés de fugir,
Decidiu se eternizar.

⁠O Fim Silencioso do Amor

O amor não termina com gritos ou despedidas dramáticas. Ele se desfaz no silêncio, nos gestos repetidos que já não emocionam. Acaba quando você percebe que o outro se tornou um roteiro previsível, um ciclo exaustivo onde cada ação já tem um desfecho conhecido.

Você sabe quando ele vai se calar, em qual ponto irá fugir, mergulhando no vácuo de silêncio para, mais tarde, retornar como se nada tivesse acontecido. E é nesse padrão que a esperança morre, sufocada pela certeza de que nada vai mudar.

Então começa o processo mais cruel: sentir falta de si mesma. Lembrar que já foi mais feliz, que seu coração já bateu forte por motivos simples. Agora, a presença que deveria ser companhia se tornou peso, roubando seu tempo e sua essência.

Você se vê sugada por uma monotonia que apaga o encanto das palavras e silencia o diálogo. O ânimo escapa, e o amor, antes vibrante, agora se dissolve em indiferença.

Talvez o amor acabe assim: não com um ato final, mas com a ausência de surpresa, quando você entende que a vida é curta demais para amar apenas por hábito.

⁠Quando o Amor Silencia

O amor não grita quando se vai,
desvanece em passos sutis,
se esconde na rotina que dói,
nos gestos que já não são gentis.

É o toque que não arrepia,
o olhar que desvia ao passar,
palavras que caem vazias,
silêncios que vêm pra ficar.

Previsíveis são os caminhos,
sempre iguais, sem emoção,
corações viram vizinhos
num mesmo corpo em solidão.

Então, sinto falta de mim,
da alegria que já foi morada,
do brilho que chegou ao fim,
dessa presença cansada.

Prefiro partir e me encontrar,
ser leve, ser meu próprio sol,
pois o amor que faz morar
não vive preso em lençol.

⁠Onde o Amor Não Sobrevive

O amor não sobrevive onde a admiração se desfaz. Onde o olhar já não brilha ao encontrar o outro, onde as palavras perdem o calor e se tornam apenas ruído de fundo. Sem admiração, o que antes era encanto vira hábito, e o hábito, com o tempo, se torna indiferença.

O amor não resiste onde a consideração se esvai. Quando a presença do outro se torna um detalhe, quando as dores não são escutadas e as alegrias não são celebradas. Onde não há consideração, o amor é deixado de lado, esquecido como um livro não lido, pegando poeira na estante do tempo.

O amor se apaga onde o carinho se torna escasso. Porque o amor não vive apenas de grandes gestos, mas dos pequenos toques, do cuidado que se expressa nos detalhes do dia a dia. Se o carinho se torna raro, o amor se sente sozinho, frio, e acaba encolhendo até desaparecer.

E, por fim, o amor morre onde o respeito é quebrado. Onde as palavras machucam mais do que acolhem, onde os limites não são respeitados, onde a presença se torna um fardo. Sem respeito, o amor deixa de ser refúgio e passa a ser exílio.

Por isso, se perceber que tudo isso se perdeu, não insista. Esqueça, silencie, saia. Não por orgulho, mas por amor a si mesma. Pois o amor que precisa implorar para existir já não é amor, é apenas lembrança. E você merece mais do que sobras.

Vá onde seu amor possa florescer. Fique onde ele possa respirar.

Às vezes, não é falta de amor, é falta de fôlego.
De vontade de responder, de sorrir, de fingir que está tudo bem.
É cansaço de corresponder, de se explicar, de esconder o óbvio — que por dentro, o silêncio grita.
As notificações se acumulam, mas o desejo é de desaparecer.
Não por indiferença, mas por não saber mais como existir para tantos, quando mal consigo existir pra mim.
Não sou de muitos contatos, embora haja muitos que me amem.
Só não sei, agora, como retribuir.
E talvez isso precise ser entendido como amor também.

Amor Romântico e Amor Genuíno – Jetsunma Tenzin Palmo

O problema é que nós sempre confundimos a idéia de amor com apego.
Nós imaginamos que o apego e o agarramento que temos em nossas relações, demonstram que amamos, quando na verdade, é só apego que nos causa dor. Porque quanto mais nos agarramos, mais temos medo de perder. E então se nós, de fato, perdermos, vamos sofrer.
O que quero dizer é que o amor genuíno é...
Bem, o apego diz: “Eu te amo, por isso eu quero que você me faça feliz.”
E o amor genuíno diz: “Eu te amo, por isso quero que você seja feliz. Se isso me incluir, ótimo! Se não me incluir, eu só quero a sua felicidade.”
É portanto um sentimento bem diferente.
Sabe, o apego é como segurar com bastante força. Mas o amor genuíno é como segurar com muita gentileza, nutrindo, mas deixando que as coisas fluam. Não é ficar preso com força. Quanto mais agarramos o outro com força, mais nós sofreremos.
Porém é muito difícil para as pessoas entenderem isso, porque elas pensam que quanto mais elas se agarram a alguém, mais isso demonstra que elas se importam com o outro.
Mas não é isso.
Elas realmente estão apenas tentando prender algo porque elas têm medo de que se não for assim, elas é que acabarão se ferindo.
Qualquer tipo de relacionamento no qual imaginamos que poderemos ser preenchidos pelo outro será certamente muito complicado.
Quero dizer que idealmente, as pessoas deveriam se unir já se sentindo preenchidas por si mesmas e ficarem juntas apenas para apreciar isso no outro, em vez de esperar que o outro supra essa sensação de bem estar que elas não têm sozinhas.
E isso gera muitos problemas.
E isso junto com toda a projeção que vem do romance, em que projetamos nossas idéias, ideais, desejos e fantasias românticas sobre o outro, algo que ele nunca será capaz de corresponder.
Assim que começamos a conhecê-lo, reconhecemos que o outro não é o príncipe encantado ou a Cinderela. É apenas uma pessoa comum, também lutando.
E a menos que sejamos capazes de enxergá-las, de gostar delas, e de sentir desejo por elas e também ter bondade amorosa e compaixão, será um relacionamento muito difícil.

"Eu quero o bem.
Eu quero mais amor, mais solidariedade, mais amizades, mais futebol na chuva, mais amigos verdadeiros, mais momentos em família, mais churrascos, mais diversão, mais loucuras, mais fé, mais alegrias, mais músicas.
Eu quero a felicidade verdadeira, eu quero a paz.
Eu quero encontrar na simplicidade a alegria de estar vivo. Eu quero ser feliz pelas coisas simples.
Eu quero mais, muito mais.
Eu quero estar de chinelo contando histórias com meus amigos, eu quero boas lembranças, eu quero calma.
Eu quero explodir a vida em felicidade e amor, fechar os olhos e abrir os braços em eterna dança no ritmo da amizade."

Era uma vez
Era uma vez amizade,
que virou afeto,
que virou carinho,
e depois amor.
Era uma vez o amor,
que virou distância,
que virou dor, raiva
e depois ódio.

Era uma vez ódio,
que virou indiferença,
que virou esquecimento,
e que me virou,
e nesse avesso,
virou a esperança
de nascer um dia
novos sentimentos.

TIPOS DE AMOR
Amor doce, amor fundo,
Amor do tamanho do mundo
Amor profundo.
Amor que aumenta a cada segundo.
Amor gostoso
Amor perigoso
Amor que só você é eu conhecemos
Amor de alma
Amor que intimamente acalma
Amor das estações
Amor vibrante de emoções;
Amor que diz,
Amor que cala,
Amor que vira o mundo e nunca acaba
Amor inimigo do tempo
que só o pensamento afaga
Amor do dia
Amor da noite
Amor que insiste, não desiste e persiste...
Amor sem conceito,
Amor sem preceitos
Amor sem preconceito.
Amor que implora:
Te quero agora!
Sois, amor, o que te alimenta
E não tenho outra razão para existir
Completa-me, preencha-me
Seja o que ninguém jamais será
Faça o que ninguém jamais fará
Sejas amor, para sempre
ETERNO!

Pelo dia que chega...
Pelas novas oportunidades que virão.
Pela chance de dar e receber amor.
Pelos que chegam sorrindo.
Pelo jeito simples de ver a vida.
Pela leveza na alma.
Pelo poder de escolha.
Pelas lições que auxiliam.
Por todo o bem que me cerca.
Pela proteção do alto.

Gratidão!

Rita Maidana

Todo mundo tem um quase amor. Uma história que por capricho do destino ou por desleixo nosso não aconteceu. Mas o problema não é isso. O problema é o que isso faz com a gente.
Como pode, uma história que não chegou a acontecer não deixar que outras aconteçam? Como pode um amor que deu errado, fazer com que pensemos que nenhum mais dará certo.
Quando a gente é criança a gente tem medo de fantasmas, de espíritos de gente que já morreu. Mas quando a gente cresce a gente percebe que os fantasmas são outros! Fantasmas de gente que morreu dentro da gente, mas que ainda nos visitam! E o que mais assusta não é a sua presença. O que mais assusta é a ausência que essa presença faz... Texto: @marcosbulhoes

Uma chance
O coração diz: te amo....
As circunstâncias dizem: não posso...
O amor diz: preciso de você...
E a mágoa diz: ele não merece...
O coração diz: te amo...
E a razão pergunta: porque?
O meu olhar te chama, o silêncio te afasta...
fecho os olhos e o sinto aqui...
e quando olho, você não está...
Quero tocá-lo,
mas sinto somente o vazio...
quero beijá-lo,
mas engulo em seco esse desejo...
Quero ouvir sua voz,
mas só ouço o grito do silêncio...
Quero chamá-lo, mas a solidão me cala...
Quero você com todos os defeitos...
Apesar de toda a mágoa,
o coração diz: procure-o...
O medo fala: não faça isso...
A esperança grita: acalme-se...
Mas o momento diz:
Basta, sua presença
é o meu maior desejo
e sua ausência
é a minha maior dor.
Volte logo
e me dê uma chance !!!

Ah! Que eu não morra sem provar, ao menos
Sequer por um instante, nesta vida
Amor igual ao meu!
Dá, Senhor Deus, que eu sobre a terra encontre
-Um anjo, uma mulher, uma obra tua,
Que sinta o meu sentir;
Uma alma que me entenda, irmã da minha,
Que escute o meu silêncio, que me siga
Dos ares na amplidão!
- Que em laço estreito unidas, juntas, presas,
Deixando a terra e o lodo, aos céus remontem
Num êxtasis de amor!

Você me perdeu!

"Juro que por inúmeras vezes lhe perdoei, tentei sempre resgatar o amor.
Juro que fiz de tudo pra conviver com a dor da traição, mas chega uma hora que não há mais lugar no coração pra tantas decepções...
Tentei me enganar ludibriando meu coração a acreditar em todas as suas juras, a ouvir novamente todas as suas palavras enganosas, mas chega uma hora que não adianta querer demais amar alguém que não poderá corresponder as minhas expectativas.
Não existem lágrimas que possa aliviar a dor que se alojou em mim, por mais que lute por você não há esperança que devolva a minha paz interior.
Estou desistindo de você, não por falta de amor, mas por não ter mais de onde tirar forças pra continuar...
A cada novo perdão concedido por meu coração, milhares de decepções bombardearam minha alma tão indefesa.
Hoje sei que há pessoas que nunca estarão abertas ao perdão, que por mais chances que lhes são concedidas continuam a errar, como se fosse um círculo vicioso.
Corações endurecidos jamais ousaram sentir culpa, nunca estão prontos para amar verdadeiramente.
Aprendi da forma mais cruel que nem todo mundo merece ser amado, que há pessoas insensíveis totalmente desprovida de amor e dignidade.
Eu não sei qual caminho agora terei que trilhar sem você ao meu lado, só sei sentir essa dor que arrebentou meus sonhos acabando com a ilusão de que ainda existia chance pra gente ser feliz.
Alimentei a mentira acreditando numa pessoa que não soube me amar, não soube me respeitar, e nem foi digno de olhar em meus olhos e dizer que nunca me amou...
Lutei por uma batalha já perdida, acreditei que o amor sempre venceria, mas a realidade é o oposto dos contos de fadas onde tudo tem um final feliz.
Eu tentei fazer nosso final feliz, mas somente eu lutei por ele, não há espaço suficiente pra reescrever novo capítulo no livro onde está narrado essa história de amor.
Pra que não haja mais dor vou queimar o livro, até as cinzas destruírem por completo e matar esse amor que fere maltratando meu coração.
Hoje lutarei pra resgatar o que restou de mim, estou em cacos, mas juntarei os pedacinhos e continuarei minha vida, pois acredito que existirá alguém capaz de apagar meu passado e colar os pedacinhos de mim.
Alguém lá fora procurará por mim e tenho a fé e esperança que me achará.
Estou indo embora! Não volto mais! Eu ainda te amo, mas você me perdeu."

este é o meu coração...
De tantos amores e por tanto amor, esqueci-me de todo seu significado.
Me perdi, no encanto, no sabor, e no odor. O amor que tanto abateu meu coração hoje partiu, pra um lugar distante e nunca mais irá voltar.
Trilhei muitos caminhos, os quais a vida me ofereceu, e me sentei na pedra existente no meio do cominho, não consegui ir adiante, me apavorei em voltar, nas desilusões que me foram impostas ali permaneci. Esperando o nada, o mesmo nada que compoe estas palavras.
Hoje mais velho, e quanto mais velho vou ficando, vejo que não só em mim o amor definha, mas definha nas promiscuidades daqueles que se aventura nas trilhas do amor, sem nem mesmo amar.
O amor que morre hoje, em meu coração, não existe nas novas gerações, está morrendo sem deixar legado.
Talvez pouco me resta, talvez um ultimo gole de wisk, um ultimo cigarro, talvez toque a ultima música no player.
Neste momento, tudo pode ser o último, embora esperaças padecem em leitos terminais, tudo que se pode parecer o ultimo, na ultima hora, pode se tornar o começo de tudo. E o nome disso se chama VIDA.

Portanto ame apenas uma vez, ame intensamente, ame com amor, ame com carinho, ame com respeito, ame com vida, porque o verdadeiro amor se apresenta somente uma vez, na vida de cada um, fora isso, tudo é ilusão, e o gosto que voce irá sentir é o amargo gosto da decepção.

A dor física do amor.

Nenhuma palavra que eu diga poderá expressar o quanto me dói. Nada que eu faça poderá fazer com que o tempo volte. As conversas com Deus, por mais frequentes que tenham sido, não acalmam meu coração. A presença dos amigos ou de quem diz ser, não preenchem nem um pouco do vazio que a sua ausência me trouxe. As promessas feitas, de um dia para o outro, não significam mais nada além de lembranças que me fazem chorar. Eis que descubro que a dor de amor é física. A solidão se faz presente mesmo quando não estou sozinha. A melhor companhia é a minha cama, que me escuta chorar baixinho e não insiste em dizer que vai ficar tudo bem. E ao mesmo tempo que não te quero, me auto saboto para não me deixar te esquecer. A rotina é outra, a vida me força a mudar de hábitos, mas insisto em passar pelos mesmos lugares. Espero ansiosa pelo tempo, porque dizem que é ele que cura tudo.