Texto Bonito de Amizade

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⁠Não há Sussurro mais bonito e charmoso que o da Sabedoria entremeio aos berros dos Cheios de Certezas tentando silenciar os Cheios de Dúvidas.


Há, na arquitetura invisível das sociedades, uma estranha inversão de valores: quanto menos se compreende, mais se proclama; quanto menos se questiona, mais se sentencia; e quanto mais frágeis são as convicções, mais estridentes parecem ser as vozes que as defendem.


Vivemos tempos em que a certeza se tornou espetáculo, a dúvida passou a ser confundida com fraqueza e a ignorância, vestida com as roupas da convicção, desfila orgulhosa pelas avenidas do senso comum.


Os Cheios de Certezas falam alto porque, muitas vezes, precisam do ruído para não escutar o eco de suas próprias contradições.


Transformam opiniões em dogmas, preferências em verdades universais e preconceitos em princípios inegociáveis.


Não desejam necessariamente compreender o mundo; desejam, antes, enquadrá-lo na moldura estreita de suas crenças.


Para eles, pensar não é uma travessia, mas uma trincheira; dialogar não é descobrir, mas vencer.


E vencer, nesse universo empobrecido pelo orgulho, significa fazer com que o outro se cale, ainda que a verdade permaneça distante de ambos.


É assim que o debate se converte em combate, a divergência se transforma em ameaça e a palavra, que poderia construir pontes, passa a ser utilizada como pedra.


O outro deixa de ser alguém com quem se pode aprender e passa a ser alguém que precisa ser derrotado.


A escuta, tão indispensável à convivência humana, torna-se um gesto de rendição; a revisão das próprias ideias, uma humilhação; e o reconhecimento do erro, uma espécie de morte simbólica do ego.


Sociologicamente, esse fenômeno revela muito mais do que a arrogância individual: expõe os mecanismos pelos quais os grupos constroem suas identidades, protegem seus privilégios e perpetuam suas narrativas.


Em sociedades atravessadas por desigualdades, disputas de poder e necessidades de pertencimento, ter razão nem sempre significa estar próximo da verdade.


Às vezes, significa apenas estar alinhado ao grupo “certo”, repetir o discurso dominante ou defender, com fervor, aquilo que garante reconhecimento, segurança e posição social.


A certeza, nesse contexto, deixa de ser apenas uma convicção intelectual e passa a funcionar como um abrigo psicológico e uma senha de pertencimento.


O indivíduo não defende somente uma ideia: defende o lugar que ocupa no mundo, a imagem que construiu de si mesmo e a comunidade que lhe oferece a confortável sensação de não estar sozinho.


Por isso, determinadas discussões são tão difíceis de conduzir: não se está debatendo apenas o que alguém pensa, mas aquilo que essa pessoa teme perder caso admita que pode estar equivocada.


E, enquanto os Cheios de Certezas ocupam os espaços com seus berros, há os Cheios de Dúvidas, frequentemente empurrados para as margens do debate.


Gente que pensa demais antes de falar, que enxerga nuances onde outros enxergam absolutos, que hesita não por falta de inteligência, mas por reconhecer a complexidade daquilo que pretende compreender.


São pessoas que aprenderam, muitas vezes pela experiência, que a realidade não cabe inteiramente nos compartimentos de nossas explicações.


Sabem que uma mesma história pode conter diferentes perspectivas, que uma intenção nobre pode produzir consequências desastrosas e que até mesmo as verdades mais necessárias exigem cuidado quando pronunciadas.


Entretanto, nossa cultura nem sempre sabe acolher essa delicadeza intelectual.


Premia-se a resposta rápida, não a pergunta necessária; celebra-se a segurança performática, não a honestidade de quem reconhece os próprios limites.


Nas arenas públicas, nas redes sociais, nas instituições e até nas relações mais íntimas, o indivíduo que fala sem hesitar costuma conquistar mais atenção do que aquele que pensa antes de concluir.


Confundimos eloquência com lucidez, popularidade com legitimidade e firmeza com sabedoria.


E, nessa confusão, os Cheios de Dúvidas acabam silenciados não porque suas perguntas sejam irrelevantes, mas porque suas perguntas ameaçam a tranquilidade artificial daqueles que precisam acreditar que tudo já foi explicado.


Mas é preciso reconhecer uma distinção fundamental: nem toda certeza é arrogância, assim como nem toda dúvida é sabedoria.


Há certezas que nascem do estudo, da experiência e da reflexão rigorosa; assim como há dúvidas que nascem do medo, da desinformação ou da incapacidade de assumir responsabilidades.


O problema não está em ter convicções, mas em torná-las imunes à realidade.


Não está em duvidar, mas em transformar a dúvida em desculpa para nunca pensar até o fim.


A Sabedoria habita justamente essa fronteira delicada entre a convicção e a incerteza.


Ela não exige que abandonemos nossas crenças, mas que tenhamos coragem de examiná-las.


Não nos obriga a renunciar às verdades que conquistamos, mas nos convida a reconhecer que nenhuma conquista intelectual nos torna proprietários absolutos da realidade.


Ela compreende que pensar é um exercício de aproximação, não uma escritura de posse; que conhecer é ampliar horizontes, não erguer muros.


E que amadurecer intelectualmente significa desenvolver a capacidade de sustentar uma convicção sem perder a disposição de revê-la.


Filosoficamente, a Sabedoria não se confunde com a acumulação de respostas.


Ela começa quando percebemos que o conhecimento humano, por mais vasto que seja, continua cercado por fronteiras; quando compreendemos que a inteligência pode construir argumentos brilhantes a serviço de conclusões equivocadas; e quando descobrimos que a humildade intelectual não diminui o pensamento, mas lhe oferece espaço para respirar.


Ser sábio não é duvidar de tudo, nem acreditar em qualquer coisa.


É aprender a distinguir aquilo que sabemos daquilo que supomos, aquilo que demonstramos daquilo que apenas desejamos, aquilo que compreendemos daquilo que ainda precisamos investigar.


É ter a coragem de dizer "eu não sei " sem experimentar a vergonha, e a maturidade de dizer "eu estava errado" sem sentir que a própria dignidade foi diminuída.


Porque o conhecimento verdadeiro não humilha quem reconhece seus limites; liberta-o da obrigação de fingir que não os possui.


E talvez seja por isso que a Sabedoria sussurre.


Não porque lhe faltem argumentos, mas porque não precisa transformar cada argumento em uma batalha.


Não porque tema o confronto, mas porque compreende que nem toda disputa merece ser travada nos termos impostos pela arrogância.


Não porque seja indiferente ao erro, mas porque sabe que corrigir alguém não exige necessariamente destruí-lo.


Seu sussurro é a expressão de uma força que não depende da violência para existir.


É a serenidade de quem não precisa diminuir o outro para reconhecer o próprio valor.


É a elegância de quem consegue discordar sem desumanizar, questionar sem ridicularizar e ensinar sem converter o conhecimento em instrumento de dominação.


A Sabedoria não disputa o protagonismo com o barulho; ela ilumina aquilo que o barulho impede de enxergar.


Enquanto os Cheios de Certezas se ocupam em vencer discussões, ela procura compreender os problemas.


Enquanto os Cheios de Dúvidas se recolhem, temendo a brutalidade das respostas prontas, ela lhes oferece a possibilidade de transformar a inquietação em investigação.


E, entre uns e outros, tenta preservar aquilo que há de mais humano no pensamento: a liberdade de perguntar, a coragem de argumentar e a disposição de aprender.


Há, nesse sentido, algo profundamente político em sua delicadeza.


Uma sociedade que não tolera perguntas acaba subordinando a consciência à obediência.


Uma comunidade que ridiculariza o erro impede o aprendizado.


Uma instituição que pune a divergência transforma a lealdade em silêncio e o silêncio em aparente consentimento.


E um ambiente em que todos precisam demonstrar certeza permanente produz menos conhecimento do que encenações de inteligência.


A democracia, em sua dimensão mais profunda, não exige que todos pensem da mesma maneira.


Até porque onde todos pensam iguais, ninguém pensa.


A democracia exige que sejamos capazes de conviver com as diferenças sem converter cada desacordo em uma guerra moral.


Pressupõe que nenhuma voz, por mais poderosa que seja, esteja dispensada da crítica; que nenhuma posição, por mais popular que pareça, seja automaticamente verdadeira.


E que nenhuma pessoa perca o direito de ser ouvida simplesmente porque ainda não encontrou as palavras definitivas para expressar aquilo que pensa.


A Sabedoria, portanto, não é um luxo reservado aos eruditos, aos filósofos ou aos que tiveram acesso privilegiado ao conhecimento.


Ela também habita a experiência silenciosa de quem aprendeu com a vida, a sensibilidade de quem reconhece a dor alheia e a lucidez de quem percebe que a dignidade humana não pode depender da capacidade de vencer uma discussão.


Às vezes, ela está na pergunta de uma criança que desmonta a explicação de um adulto.


Às vezes, no trabalhador que percebe a injustiça naturalizada pelos discursos oficiais.


Às vezes, na pessoa que interrompe uma discussão para perguntar se, no esforço de provar que está certa, não está deixando de compreender alguém que ama.


E, quase sempre, ela aparece quando alguém tem a grandeza de interromper a própria fala para permitir que outra consciência exista diante de si.


Talvez o verdadeiro amadurecimento de uma sociedade não possa ser medido apenas pela quantidade de informações que produz, pelas tecnologias que desenvolve ou pela velocidade com que comunica suas opiniões.


Talvez seja necessário observar também sua capacidade de escutar, de rever julgamentos, de reconhecer erros e de proteger aqueles que ainda estão elaborando suas perguntas.


Porque uma sociedade intelectualmente madura não é aquela em que todos sabem responder, mas aquela em que ninguém precisa fingir que sabe para ser respeitado.


No fundo, os Cheios de Certezas e os Cheios de Dúvidas compartilham uma mesma condição: são humanos tentando encontrar algum sentido em meio à complexidade do mundo.


Uns se agarram às respostas para não enfrentar o desconforto da incerteza; outros se perdem nas possibilidades porque temem a responsabilidade de concluir.


A Sabedoria, porém, não despreza nenhum dos dois.


Ela procura libertar os primeiros da prisão da infalibilidade e os segundos do cárcere da hesitação.


A uns, ensina que a convicção sem reflexão pode se tornar arrogância.


A outros, lembra que a dúvida sem movimento pode se transformar em paralisia.


E a todos recorda que pensar é muito mais do que falar, que compreender é muito mais do que ouvir e que a verdade, quando realmente importa, não deveria ser tratada como propriedade particular, mas como uma busca compartilhada.


Por isso, em tempos de discursos inflamados, opiniões instantâneas e certezas comercializadas como mercadorias, talvez o gesto mais revolucionário seja recuperar a delicadeza de pensar.


Pensar antes de condenar.


Escutar antes de responder.


Investigar antes de compartilhar.


Reconhecer antes de julgar.


E, sobretudo, compreender que a inteligência que não desenvolve sensibilidade corre o risco de se tornar apenas uma ferramenta sofisticada a serviço da vaidade.


A Sabedoria não precisa gritar para ser ouvida por quem aprendeu a escutar.


Seu charme está na ausência de ostentação; sua beleza, na capacidade de acolher a complexidade sem se render à confusão; sua grandeza, na coragem de permanecer aberta ao aprendizado mesmo quando já possui razões suficientes para sustentar uma posição.


Ela não promete o conforto de respostas definitivas para todas as perguntas.


Oferece algo mais raro: a liberdade de continuar pensando sem precisar transformar cada descoberta em uma certeza absoluta.


E talvez seja justamente aí que resida sua forma mais elevada de elegância: na capacidade de reconhecer a imensidão do que ainda não sabemos sem desprezar aquilo que já conseguimos compreender.


No fim, quando os berros dos Cheios de Certezas tiverem se esgotado e o silêncio imposto aos Cheios de Dúvidas começar a revelar suas feridas, permanecerá a voz discreta daqueles que nunca confundiram o volume da fala com a profundidade do pensamento.


Porque o barulho pode conquistar uma plateia, intimidar adversários e até fabricar a aparência de uma verdade.


Mas somente a reflexão paciente pode nos aproximar da compreensão; somente a escuta generosa pode transformar diferenças em possibilidades de aprendizado; e somente a humildade intelectual pode impedir que o conhecimento se converta em uma nova forma de ignorância.


A Sabedoria não é a voz que cala as certezas nem a mão que arranca as dúvidas.


É a presença que ensina as certezas a serem humildes e as dúvidas a serem corajosas.


E, quando finalmente aprendermos a reconhecê-la, talvez descubramos que o seu sussurro nunca foi fraco.


Fracos eram os nossos ouvidos, acostumados demais ao estrondo.


Porque não há Sussurro mais bonito e charmoso que o da Sabedoria entre os berros dos Cheios de Certezas e o silenciamento dos Cheios de Dúvidas.

O teu bonito olhar feito de astros
que no meu céu parecem dançar
a Dança dos Engenhos de Farinha
da nossa Santa e Bela Catarina,
O quê estamos a imaginar vai
além do que a multidão imagina.


O culto e o desejo pela beleza
como fogo que não se apaga
nos mantém vivos e renovados,
e uma nova aventura acende,
Não é de hoje que encantados
há tradição em nós mutuamente.




Há festas em nós imparavelmente...

Luar Crescente que faz
o coração sorrir bonito,
Que ilumina com carinho
a nossa cidade de Rodeio
no Médio Vale do Itajaí,
que plena reina no peito.


Com lábios perfumados
de Framboesa-Negra,
É aqui por alguém
aguardo para ter até o Sol
como testemunha
que somos predestinados
a ser um casal apaixonado,
e que há de tratar o amor
com dedicação e cuidado.


O quê há de mais poético
não é de hoje que tenho
para ele preservado,
Ele é meu e eu sou dele,
e será uma festa por
este dia que é tão esperado.

Segurei na sua mão
em ritmo de Sanjuanito,
Desejei de primeira
o seu sorriso bonito.


Não é somente fruto
da minha imaginação:
Uma flor de Chuquiragua
receberei da tua mão.


Pedirei aos quatro ventos
que mostrem só o que é
de amor, paixão e rendição.


Não vai demorar muito
para me dar o seu coração:
És o meu amor de perdição.

Agradecer à primavera pelo florescer
bonito da Pindaíba-vermelha.
embora a gente saiba que não nasça
na Mata Atlântica do sul inteiro,
O Criador sabe a razão, ele é perfeito.


Enlevar ao nosso jardim da pele,
e levar à tona a memória afetiva
que dos seus magníficos frutos
também temperos podem ser feitos,
e que conhecer nos faz mais brasileiros.

A bailarina era gaga,

mas seus pés falavam bonito.

Tropeçava nas palavras,

dançava até no infinito.

Quando tentava dizer amor,

o coração saía na frente.

E o tal do sobrepasso

era um tropeço diferente.

No lago morava um ganso

que se julgava um cisne encantado.

Não tinha a graça no pescoço,

mas vivia apaixonado.

Um dia viu a bailarina

ensaiando à beira do lago.

Ela gaguejou um sorriso,

ele respondeu com um afago.

Ela não sabia dizer

o que sentia ao vê-lo passar.

Ele, que não sabia ser cisne,

sabia perfeitamente amar.

E dançaram os dois, desajeitados,

sob a lua, sem plateia nem aviso.

Ela tropeçando nos passos,

ele nadando no próprio sorriso.

Foi quando a vida, tão sábia,

lhes ensinou, sem fazer alarde:

não importa a palavra engasgada,

nem a beleza que chega tarde.

Porque o amor, quando é verdadeiro,

não exige perfeição de ninguém.

Às vezes, um ganso é mais cisne

do que um cisne que se acha alguém.

E a bailarina, pela primeira vez,

disse, sem gaguejar, baixinho:

“O amor não precisa saber dançar.

Basta encontrar quem aceite

tropeçar juntinho.”

André Saut ( verdade, estava na hora do café, encontrei este texto entre as minhas orelhas)

Ela vive de coração aberto, sabendo que a vida é rápida, mas que o que é bonito a gente guarda na memória. Ela entende que nada é fácil e que alguns dias são duros, mas cuida bem do que a faz feliz de verdade.


Quando ela abraça o mundo, o mundo retorna com carinho. Ela não é perfeita; sua força está em tirar do coração o que faz mal. Ela dança na chuva para se sentir renovada e deixa para trás os sonhos que já não cabem mais nela. Para ela, sonhar é a força que a mantém firme.


A mulher mais bonita que conheci não copia ninguém. Ela acredita na honestidade, gosta das coisas simples, da boa música e de ler. Ela deseja um mundo melhor e faz a sua parte. Ela cuida das pessoas e é agradecida. Mas, mais importante que tudo, ela ama a si mesma — e é isso que a torna realmente especial, sempre sorridente e com a felicidade por perto.

"" Quisera eu, transformar o mundo
num lugar mais bonito para se viver
valores mais sublimes, conhecer
amores infinitos, entender
sonhar com a perfeita harmonia
de pessoas se dando as mãos
por que não??
há que se esperar cumplicidade
impaciente, ansiosa, verdade
de onde certamente, viria ou não comunhão
há que se ter paciência
ou talvez inocência para acreditar
que mudo não posso ficar...

O feio fez tudo que pode para conquistar
o bonito apenas sorriu
o feio chegou do trabalho cansado, suado
o bonito, perfumado, nem foi trabalhar
o feio, nem era tão feio assim
mas o bonito, também não
era lindo
então o mais ou menos feio até que tentou
o bonito apenas olhou
adivinhe quem levou?
preciso te contar?

Todos os dias são tão maravilhosos, e de repente, fica difícil respirar.
Eu sou bonito, não importa o que eles digam.
Palavras não podem me abalar.
Eu sou bonito de todas as maneiras.
Sim, palavras não podem me abalar, oh não.
Então...
Não importa o que façamos
Não importa o que digamos
Somos a canção dentro da melodia.

Inserida por robertoantonio

Cenas pantaneiras...

Não há nada mais bonito
que o pantanal alagado,
e na linha do infinito,
ver o céu amplo e azulado!

Os jacarés bocejantes,
mormacentos, preguiçosos,
as araras revoantes,
tuiuiús esplendorosos!

Nos corixos, nas baías,
o pantaneiro pescando,
nas canoas flutuantes...

As garças tão alvadias
os periquitos cantando
nas palmeiras mais distantes...

Inserida por edirpina

A tendencia ao nos apaixonarmos e ver tudo mas bonito .
a grama fica mas verde ate seu vizinho mal humorado fica bonzinho , o beijo fica magico ate parece que o mundo ta parado , no abraço da pessoa amada você encontra abrigo,segurança e a chama da esperança volta a queimar no coração que tinha morrido por causa de uma velha decepção.

Inserida por dwsmartins

Ele deve ser bonito, mas não pode me ofuscar,
Ele deve ser inteligente, mas não pode ser arrogante,
Ele deve ser simpático, mas não pode ser encantador,
Ele deve ser romântico, mas não pode ser cafona,
Ele deve ser gentil, mas não pode ser bajulador,
Ele deve ser forte, mas não pode ser autoritário,
Ele deve ser cavalheiro, mas não pode ser machista,
Ele deve ser sincero, mas não pode ser cruel,
Ele deve ser ambicioso, mas não pode ser materialista,
Ele deve me amar, mas não pode fazer disso uma fraqueza,
Ele deve ser perfeito, mas pode não existir,
E eu, que deveria ser racional, às vezes esqueço que antes de tudo sou mulher...

Inserida por colombina

Acho esse negócio de ser intenso até bonito. Mas quando vale a pena! Esse negócio de efusividade demais, demonstração demais, a flor da pele demais, não cola, se não for a dois! O que adianta você ali linda, solicita, cheia de caraminholas, quando do lado de lá, não tem a tal da reciprocidade? E me refiro a tudo, amor, amizade, trabalho... Não dá, minhas caras! (e caros!)
Aí quando você percebe, sem querer (ou querendo), aos poucos a vida vai te podando. E isso não é ruim. O que seria das plantas, se não eliminássemos aqueles galhos que pra nada servem?!
Quando não se tem segurança do lado de lá, quando não se é mútuo, piso no freio mesmo, se preciso até puxo o de mão, dou um passo atrás, recuo, meia volta vou ver! Não desço, nem me jogo desgovernada. Prudência egoísta? Nada! Cuidado próprio!
Nessa de sofrer, ou fazer (podia dizer, pra ficar mais bonito, que nenhum vale à pena), mas sem falso moralismo, fico com a 2ª opção. Faço. E bonito!

Inserida por JacqueLobo

Devaneios...

Tive um sonho tão bonito, sonhei que você sonhava comigo, não um sonho em que estavas dormindo, mas em que estavas acordado, e nesse sonho bonito você se encantava comigo, e me querias completa, me querias perceira, pra vida inteira... e foi um sonho comprido onde sonhando comigo você também desejava que eu sonhasse contigo, também desejasse contigo estar como querias comigo ficar...

E este sonho bonito estendeu-se sobre a minha noite me mostrando o caminho onde os nossos sonhos se encontravam e nós já não sonhávamos sozinhos... e juntos, bem juntinhos sonhavávamos o sonho um do outro e assim o sonho tornava-se ainda mais bonito... e olhando na mesma direção você segurava a minha mão e seguíamos não sei se no meu sonho ou no teu, mas sei que pedi pra Deus me deixar sonhando...

Inserida por LUCIENEMARINHO

Ando. Feliz.




E hoje; feliz acredito no dia que vejo mais bonito.
No dia que criei asas e voei até o galho mais alto, que fosse toda a altura de minha vontade.
Quando acreditei nas letras que canto.
Nas lembranças que chegam quando divago na paz do vento.
Ando.

Se esses lugares no meu olhar estão no paraíso;
Nem sempre me sinto bem.
Feliz.

Inserida por landeira

Como eu gostaria que não fosse inverno,
Que é astuto, meticuloso e calculista,
Só é bonito de se ver em fotos ou filmes em preto e branco,
Com muito gelo espalhado e as rocha praticamente encobertas.
Mas o pior dos calafrios, sempre são os corações frios para disciplinar,
Igual a floco de neve com cobertura num pote de sorvete,
Que só derrete quando o inverno termina.

Inserida por VodcaComHalls

Ok, eu admito tudo.
Eu gosto do estrago que você deixa por onde passa.
Do modo errado e bonito que ficamos quando juntos.
Da suas mãos por entre as minhas pernas
e a sua boca na minha pele,
me deixando toda arrepiada.
Do frio na barriga virando o calor do quarto.
Não, não sussurre no meu ouvido.
Não, não sorria depois de um caloroso beijo.
Eu te proíbo de me mudar e de fazer promessas.
Eu também quero te proibir de sair pela porta, mas aqui,
eu só mando você me beijar e depois sumir.
Mas amor, é que eu gosto do jeito canalha que vai e não voltas.
E quando voltas é só pra iludir mais uma vez quem aguardando ficou.

Inserida por rafaellakristinne

Seu olhar

Garoto de aparelho, com olhos esverdeados e pele branca; Você é tão bonito e é apenas só um menino.

Ele me chama a atenção e faz bater forte meu coração.

Ao ver-te sinto como se tivesse várias borboletas no estomago, pesamento no ar e coração a disparar.

Seus olhos me chamam atençao, você tem brilho no olhar.

Não sei se realmenteme nota ou quer apenas me enganar, mas seja como for vou sempre gostar do seu molejo no corpo e como me olha sem parar.

Inserida por Adryelle123

Para você eu quero ser além,
além do infinito
além do azul do céu mais bonito
além das flores com aromas impressidíveis
além dos sentimentos mais sensíveis!
Para você eu quero ser mais
mais do que beijos em meio a multidão
mais que sonhos impossíveis na imensidão
mais do que um abraço após uma dor
mais quente que o teu calor!
Para você eu quero ser o que sempre fui
quero ser a paz que o silêncio traz
quero ser a tubulência que o ruído faz
quero ter e ser o seu calor
quero apenas o seu grande amor!

Inserida por GyovanaSantos