Texto Bonito de Amizade
porque você tem esse jeito . . .
de deixar tudo mais bonito sem nem tentar,
eu nem sei quando aconteceu . . .
mas entre tantas coisas do meu dia
você virou aquela que eu mais quero encontrar não precisa fazer nada
não precisa dizer nada
as vezes só saber que você existe
já muda alguma coisa em mim . . .
Era uma vez um quase-amor... Intenso, confuso, bonito, mas mal vivido. Não faltava sentimento — faltava coragem. Ela amava com presença, ele respondia com ausência. E nesse vai e vem, perderam um ao outro sem nunca terem se tido por inteiro.
Ela foi embora pra se proteger. Ele ficou, tentando disfarçar saudade com distrações. No fim, o que restou foi silêncio onde havia conexão, e um “poderia ter sido” que pesa mais que qualquer adeus.
Eu queria aqui desejar pra você
Um boa noite
O mas bonito quero que deite
Bem leve e suave
E pense em mim
Sinta o calor da minha presencia
E vou te tocar suavemente
Em teu rosto calido
Você vai sentir
Um vento suave
E rapido em tua face
Sou eu te beijando
Te fazendo um carinho
E te digo baixinho
Boa noite meu querido
E muito amado
POR QUE EU PRECISO DE ALGUÉM?
Eu não preciso de alguém
Só por um rostinho bonito, 😊
Ou um corpo perfeito, bem feito, ✨
Ou dinheiro guardado, infinito. 💰
Tem coisas na vida, eu sei,
Que a gente nem pode escolher… 🤷♂️
Simplesmente chegam de leve, 🍃
Quando têm que acontecer. ❤️
Eu preciso de um abraço sincero, 🤗
De um sorriso que venha acalmar, ❤️
De alguém que me tire do eixo…
Mas nunca me faça quebrar. 🫶
Eu já procurei tanto por isso,
Já pensei além do que devia, 💭
Perdi tempo buscando em outros
O que em mim já existia. ❤️🩹
Eu preciso de sentimentos de verdade, ❤️
Um alguém andar de mãos dadas na rua, 🤝
Pra sorrir das coisas simples, 😊
E viver cada admirar estrelas e a Lua
Porque no fundo, eu confesso,
Não preciso de luxo ou poder…
Eu só preciso sentir, ❤️
E esse sentir… é você. 🥰
Eu preciso de você ao meu lado, ❤️
Do teu jeito, do teu calor, 🔥
Posso ser teu amigo primeiro… 🤝
Mas também quero ser teu amor. 🌹
Porque no fim dessa vida corrida, 🛣️
Entre idas e voltas do coração, 💓
A verdade mais simples de todas:
Nós precisamos dessa conexão. 🫂❤️
Então fica assim combinado, 🤝
Sem pressa, sem medo, sem dor: 🌹
Você me empresta teu beijo, 💋
E eu te entrego o meu amor. ❤️
Eu preciso de você… 🥰
Sem começo, sem fim, sem razão… ♾️❤️
Só preciso que fique comigo, 🫂
Pra sempre, no meu coração. 💓🌹
Texto :Fhayom
Para Marli Barcela 💓🌹
Mais do que um rosto bonito e um corpo bem desenhado, já que o físico dela é belo, mas não é a sua parte mais interessante, tendo outras qualidades mais consistentes,
Entre elas, um amor incalculável, uma resiliência evidente, uma inteligência de fato, um paraíso iluminado no seu olhar, vislumbre singular do seu próprio universo,
Portanto, uma mulher atraente, admirável por vários aspectos, do que é visível até aquilo está fora do alcance dos olhos, que traz dentro do peito como tesouros distintos e calorosos.
Escrever, para mim, deixou de ser um capricho bonito de quem gosta de palavras e virou uma necessidade quase fisiológica, tipo respirar depois de subir uma ladeira enorme no sol do meio-dia. Eu estava há tanto tempo inspirando o mesmo ar pesado, reciclado pelas minhas próprias memórias, que quando finalmente escrevi, foi como escancarar uma janela e descobrir que o mundo ainda tinha vento. E não aquele vento dramático de novela, não. Um vento simples, honesto, que não promete nada além de movimento. E, naquele momento, movimento já era tudo que eu precisava.
O curioso é que eu não escrevi esperando resposta. Nem dele, nem da vida, nem do universo conspirador que a gente gosta de culpar quando está carente. Eu escrevi para me ouvir. Porque até então, eu estava cheia de vozes dentro de mim, menos a minha. Era lembrança falando alto, era saudade fazendo discurso, era ilusão pedindo mais um capítulo. E eu, coitada, só anotando, achando que aquilo era verdade absoluta. Quando eu finalmente me escutei de verdade, sem maquiagem emocional, sem aquele filtro poético que transforma sofrimento em obra-prima… foi desconfortável. Mas também foi libertador. Porque ali não tinha mais para onde fugir. Era só eu comigo mesma, sem plateia, sem roteiro, sem desculpa.
E a tal da lucidez… ah, essa não bate na porta, não pede licença, não manda mensagem antes. Ela entra como quem já mora ali há anos e só estava esperando eu parar de fazer barulho para se manifestar. E quando ela chega, desmonta tudo. Derruba cenários, apaga luzes, desmonta personagens. Aquilo que antes parecia gigante, intenso, insubstituível… vira só o que sempre foi: um capítulo. Importante, sim. Mas não eterno.
E é aí que entra a parte que mais assusta e mais alivia ao mesmo tempo: esquecer não é apagar. Eu não virei uma versão fria, sem memória, sem história. Eu virei alguém que olha para trás sem sentir aquele aperto no peito que parecia um lembrete constante de que algo estava inacabado. Não estava. Nunca esteve. Eu só demorei para aceitar que já tinha acabado há muito tempo. A gente sofre mais tentando reescrever o passado do que vivendo o presente. Porque o passado, minha querida, não aceita edição. No máximo, interpretação.
E essa lembrança… a ceia na casa da avó. Olha que cena sutilmente dolorosa. Um convite que parecia simples, mas que carregava um mundo inteiro de significado. E eu recusando. Não por falta de vontade, mas por excesso de consciência. Eu sabia que não cabia ali. E olha a maturidade disfarçada de tristeza. Às vezes, crescer é exatamente isso: reconhecer onde a gente não pertence, mesmo quando o coração quer dar um jeitinho de se encaixar.
Aquele abraço final, as lágrimas sendo enxugadas com uma delicadeza quase contraditória… como se o gesto dissesse “eu me importo”, enquanto a realidade gritava “mas não o suficiente para ficar”. E tudo bem. Porque naquele momento, sem perceber totalmente, eu já estava me despedindo de verdade. Não só dele, mas da versão de mim que ainda insistia.
E a vida, com seu humor meio irônico, meio genial, seguiu. Quase dois anos depois, eu casei. Escrevi uma nova história. Mas dessa vez, não foi sozinha. Não foi baseada em suposições, nem alimentada por silêncios interpretados. Foi construída. Tijolo por tijolo, dia após dia, com alguém que estava ali de verdade, não só na minha imaginação.
E isso muda tudo.
Porque no fim, não foi sobre esquecer alguém. Foi sobre parar de sofrer por algo que já não existia e abrir espaço para o que podia existir. Eu não apaguei o passado. Eu só parei de morar nele.
E hoje, quando eu lembro, não dói. Não pesa. Não chama. Só existe. Como uma página virada de um livro que eu não preciso reler para saber que já entendi a história.
Se você ainda está respirando esse ar pesado, talvez esteja na hora de abrir sua própria janela.
Escorregas para o meu colo, sentando-te como quem reclama um trono.
— “Fale algo bonito para mim...” — sussurras.
— “Tu és o poema que me arranca a lucidez,” — digo, arfando.Sorris, remexendo devagar.
— “Então, declama-me...” — diz mordendo o lábio.
Uma métrica perfeita, libidinosamente obedecida, sílaba por sílaba, tercetos e quartetos das tuas rimas.
1 verso bonito da vida.
Teu olhar chega manso, sem fazer ruído,
como a luz que atravessa a tarde sem pedir licença.
Há calma no teu gesto, e nisso me perco,
pois meu caos aprende a respirar quando te encontra.
Não é urgência o que sinto, é abrigo.
É vontade de ficar, mesmo sem promessas,
de dividir silêncios e risos distraídos,
como quem sabe que o afeto também mora no simples.
Se isso for amor, que venha sem alarde,
crescendo devagar, do jeito mais humano.
E se não for, ainda assim agradeço:
te conhecer já foi um verso bonito da vida.
Um Novo Dia
Hoje é um novo dia,
mas a verdade é que nem
tudo recomeça bonito.
Ainda tem resto de você
espalhado em mim —
no jeito que eu acordo,
no silêncio que fica depois
que tudo passa.
Eu levanto, sigo…
mas não finjo que não doeu.
Eu pensei que já tinha
aprendido a esquecer,
mas tem coisas que não saem
— só mudam de lugar.
Você ainda aparece nos detalhes pequenos,
e é ali que aperta mais.
Amar você foi real, sem enfeite,
sem exagero…
e talvez por isso seja tão difícil deixar ir.
Hoje é um novo dia, sim,
mas eu não sou mais
o mesmo de antes.
Tem mais cuidado no meu sentir,
mais verdade no que eu não digo.
E mesmo seguindo em frente…
uma parte de mim ainda olha pra trás — só pra ver se você vem.
Perfeito amor,
mas com o peito em silêncio,
como um céu bonito que esqueceu de chover, carrego teu nome em cada batida escondida, mesmo quando finjo que já deixei de te querer.
Teu toque ainda vive nos espaços vazios, nos cantos da alma onde ninguém mais entrou,
e esse coração,
que por fora parece inteiro,
por dentro só sabe amar
o que já se foi.
É estranho sentir tanto e ainda faltar tudo, como se o amor fosse chama sem calor, um abraço que existe só na memória, um “pra sempre”
que não sobreviveu à dor.
Mas ainda assim,
se me pedissem de novo,
eu te escolheria sem pensar em fugir, porque até no vazio que você deixou em mim, existe um amor que nunca aprendeu a partir.
Entre a Expectativa e a Realidade
Ele era a expectativa de um amor bonito, Aquele que enxergava o que ninguém mais via, Que acreditava nela até nos dias difíceis, E a amava mais do que ela mesma acreditaria.
Ela era a realidade que a vida lhe entregava, Com seus medos, cicatrizes e imperfeições, Mas ele via uma mulher extraordinária, Onde ela só enxergava dúvidas e desilusões.
E naquele dia, em que o amor se faz presente, Ele provou que acreditar também é uma forma de amar, Pois existe alguém que acredita em você mais do que você mesmo, E que, mesmo diante do mundo, nunca vai deixar de te enxergar.
"Durante a Palestra do 'Influenciador', eu disse: 'Rostinho Bonito não dura para sempre. Mas, enquanto dura, é melhor do que Rostinho Feio. Então, deixe de Conversa, Hum!' "
Frase Minha 0477, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Ainda sobre Rostinho Bonito! Que alguns insistem que 'não dura'! Mas, enquanto dura é a alegria de quem tem e dos que admiram e é a desgraça para quem é inconformado e/ou não tem. É ou não tem sido assim sobre Rostinho Bonito? Hein?"
Texto Meu 0861, Criado em 2017
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Nem tudo precisa ser como imaginamos para ter beleza…
O mar não precisa ser azul para ser bonito!
E o espelho não precisa mostrar outra pessoa, apenas alguém que aprendeu a se olhar com mais carinho.
Nossa maior transformação não é mudar quem somos, mas fazer as pazes com a pessoa que sempre fomos!
_____Damaris Ester Dalmas
Eu sinto muito … às vezes demais, às vezes bonito…
Mas aprendi que nem todo sentimento precisa virar tempestade, alguns só pedem silêncio e passagem.
Guardo o que me marca, mas escolho ficar com o que me transforma!
Não gosto de dúvidas que ficam rodando sem resposta, prefiro a verdade inteira, mesmo quando ela não vem fácil.
Clareza ainda é o que mais acalma…
Não faço coleção de pessoas, faço presença!
Fico onde há troca, onde há verdade, onde posso ser inteira sem precisar caber menor.
Não criei defesas elaboradas, e isso já me custou algumas quedas…
Mas sigo assim …com jogo de cintura, não de armadura.
Porque leveza pra mim, ainda vale mais do que proteção excessiva!
Eu apareço como sou.
Sem ensaio, sem personagem…
Quem se conecta, fica!
Quem não, tá tudo bem, nem todo encontro precisa virar história…
No meio de tudo isso, tenho algumas certezas quietas … o que é verdadeiro não precisa forçar permanência, o que é leve não pesa na alma,
e o que é meu encontra um jeito de ficar!
O resto?
É detalhe que a vida adoça… às vezes devagar, às vezes de colherada!
_____ Damaris Ester Dalmas
Tão bonito o feed no Instagram de quem não se importa com política, que aproveita as benesses da sua condição privilegiada e não a utiliza em prol de lutas legítimas e reais, né?
Deus me livre ser dessas que tem o feed bonito e a mente bem tranquila, enquanto ainda há gente morrendo de fome, sem casa, sem atendimento de saúde, sem educação e sem um mínimo de dignidade.
E existe algo muito bonito nisso: não precisamos fechar todas as portas para continuar caminhando. Algumas simplesmente deixam de ser o nosso destino.
Minha frase para resumir essa filosofia seria:
“Não preciso de todas as respostas para seguir em frente. Aprendi que algumas histórias terminam dentro de nós muito antes de terminarem no mundo.” 🌻
E talvez essa seja uma das formas mais maduras de liberdade.
*Pra te olhar*
Pra que vou fechar os olhos
Em nossos momentos de prazer
Se é tão bonito te olhar
E no teu olhar me perder
Se tua boca me chama
Teu riso me desmonta
E cada suspiro teu
É poesia que me conta
Fechar os olhos é fugir
E eu quero ficar aqui
Testemunhar teu rosto
Quando é só pra mim
Então fica assim: olho no olho
Pele na pele, sem medo
Que o amor também se vê
Não é só segredo
Romântico, intenso e entregue. Do jeito que tem que ser.
Não
há Cuidado mais Bonito e Charmoso que cuidar de quem não está doente.
Porque existe uma Delicadeza muito extraordinária em oferecer carinho quando ninguém está sentindo dor, em perguntar se está tudo bem quando não há sinais de tristeza, em abraçar sem que exista um motivo aparente e em demonstrar preocupação sem esperar um pedido de socorro.
É que, muitas vezes, aprendemos a cuidar quando a vida nos apresenta uma urgência, quando o corpo adoece, quando a alma desaba ou quando a ausência ameaça levar embora aquilo que a presença não soube valorizar.
Mas o Cuidado mais elegante é aquele que não espera a tragédia bater à porta para se fazer presente.
Cuidar de quem está bem é uma forma bastante silenciosa de dizer: “Eu não preciso que você sofra para reconhecer o quanto você é importante para mim.”
É perceber que o amor não deve ser apenas um alento para as dores, mas também um ingrediente para os dias comuns.
Afinal, ninguém deveria precisar adoecer para receber atenção, entristecer para ganhar colo ou se afastar para despertar saudade.
Há quem só ofereça flores diante de um leito de hospital, como se a fragilidade fosse a única ocasião capaz de despertar ternura.
Mas existem pessoas que preferem regar o jardim enquanto as flores ainda estão vivas, porque compreenderam que a beleza também precisa de manutenção, e que o afeto, quando chega antes da necessidade, tem um valor imensurável.
Talvez seja essa uma das formas mais Bonitas e Charmosas de amar: não transformar o cuidado em obrigação, nem a atenção em resposta a uma emergência.
É fazer do Carinho uma presença cotidiana, da Gentileza um hábito e da Preocupação uma demonstração espontânea de Afeto.
Porque quem cuida antes da dor não está apenas tentando aliviar um sofrimento; está ajudando a construir uma vida na qual o sofrimento não precisa ser a única razão para alguém se sentir amado.
No fim das contas, o cuidado mais Bonito não é aquele que chega para salvar alguém do pior, mas aquele que se faz presente para que a vida, mesmo nos seus dias mais comuns, continue valendo a pena.
E convenhamos: há algo profundamente charmoso em ser lembrado quando não se precisa de nada, acolhido quando se está bem e amado sem precisar apresentar feridas para merecer carinho.
Isso não é excesso de zelo.
É maturidade afetiva.
É entender que o amor não deve ser apenas um pronto-socorro para corações feridos, mas também um lugar de paz para corações que, simplesmente, querem continuar florescendo.
Talvez não haja Atrevimento mais Bonito e Charmoso do que se aventurar na arte de Brincar com as Palavras.
Há, nesse gesto, uma espécie de sedução bastante silenciosa, um convite à imaginação, uma ousadia que dispensa o toque porque sabe alcançar a alma.
Afinal, brincar com as palavras é descobrir que elas não nasceram apenas para dizer, mas também para insinuar, provocar, acariciar e, às vezes, desarrumar delicadamente tudo aquilo que julgávamos estar em seu devido lugar.
É preciso ter um quê de coragem e consciência para se arriscar nesse território.
Às vezes são as Palavras que se juntam para Brincar conosco.
Mas é preciso saber que uma palavra pode ser janela ou abismo, abraço ou despedida, veneno ou antídoto.
Que uma vírgula pode prolongar um suspiro, que uma pausa pode dizer muito mais do que uma declaração inteira e que certas reticências guardam, entre um ponto e outro, os mais indecentes segredos da imaginação.
Os que Brincam com as palavras, quando o fazem com inteligência e sensibilidade, não escrevem apenas frases: criam atmosferas.
Transformam o óbvio em mistério, o cotidiano em poesia e o silêncio em uma espécie de música que só os mais atentos conseguem ouvir.
São artesãos do sentido, contrabandistas das emoções, gente que sabe esconder uma provocação dentro de um elogio e disfarçar uma confissão sob a aparente inocência de uma metáfora.
E talvez resida justamente aí o encanto: na capacidade de dizer sem entregar tudo, de revelar sem esgotar o mistério, de despertar no outro a vontade de ler novamente, não porque faltou compreensão, mas porque sobrou significado.
Brincar com as palavras é, de certa maneira, brincar com a própria vida.
É perceber que nem tudo precisa ser literal, que há verdades que só a poesia alcança e sentimentos que, quando pronunciados diretamente, perdem parte da sua magia.
Há coisas que precisam ser sugeridas, bordadas nas entrelinhas, deixadas à mercê da inteligência e da sensibilidade de quem lê.
E que delícia é encontrar alguém capaz de compreender esse jogo!
Alguém que não tropeça nas ambiguidades, mas dança com elas; que não exige explicações para cada metáfora, mas se permite sentir antes de decifrar.
Alguém que devolve a provocação com outra provocação, que transforma uma conversa banal em duelo de sutilezas e faz do diálogo uma espécie de dança na qual ninguém deseja anunciar o fim da música.
Porque há encontros que começam no olhar, outros no toque, mas existem aqueles que principiam numa frase bem colocada.
E, quando duas inteligências se reconhecem nesse território lúdico, até mesmo a sedução ganha outra dimensão: menos apressada, mais inventiva; menos óbvia e infinitamente mais interessante.
No fim das contas, talvez o verdadeiro atrevimento não esteja em dominar as palavras, mas em ter a delicadeza de Brincar com elas sem aprisionar seus sentidos.
Em compreender que a linguagem também pode ser um lugar de liberdade, onde a inteligência flerta com a sensibilidade, o humor se insinua para a elegância e a imaginação encontra espaço para respirar.
E se há beleza em quem sabe falar, há um charme quase irresistível em quem sabe jogar com aquilo que diz.
Afinal, algumas pessoas conquistam pela presença, algumas pela beleza e outras tantas pela gentileza.
Mas existem aquelas que, sem sequer perceber, nos desarmam com uma frase, nos instigam com uma pergunta e nos deixam pensando muito depois que a conversa termina.
Essas conhecem um segredo que nem todos aprenderam: as Palavras mais sedutoras não são necessariamente as que dizem mais, mas as que despertam em nós a vontade irresistível de imaginar o que ainda não foi dito.
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