Termino de um Amor Proibido
Quanto mais caminho e, supostamente, um bom aprendiz sobre o amor e a vida...
confidencio que pouco sei sobre o amor e sobre a vida quando me refiro à conjugação do verbo amar.
As conjugações são desapropriadas,
pois o tempo das pessoas é diferente e somos indivíduos amando outros indivíduos.
O amor é o aconchego e a certeza de um dia melhor.
As falências ou equívocos da vida ida não podem ressoar em nossas almas impedindo outro amanhecer.
Que eu consiga ser o amor sempre e em todos os movimentos da minha vida...mesmo quando não perceber e sentir que o meu amor não seja a essência para seguir na caminhada compartilhada.
Vivo no estribilho de um amor que me alimenta.
Cada gesto é um sobressalto para o sorriso.
Amo e bem sei que no transitivo direto, intransitivo e pronominal... a vida discorre sem avisos.
Não ouso saber se sou amado a despeito de suspeitar que eu seja, ao menos, por mim.
Mãe: você é a única expressão de um amor verdadeiro e de permanente renúncia.
Que o nosso Criador possa fortalecer esta fonte de onde nasce tanta doação, disposição para a renúncia e, sobretudo, nos acolhe sempre em todos os momentos de nossas caminhadas.
Quanta razão deverá existir para justificar um amor eu não pretendo saber... desde que eu esteja amando sem a razão que me solicit(a)(e) explicação.
Não deixamos o espaço onde estamos pelo amor e, muito menos, pela dor!
Pense na exaustão!
Este é um sentido muito profundo!
Tudo é efêmero e, felizmente, passa!
"Com um desejo tão intenso e profundo,
Quero contigo viver o amor mais fecundo,
Porque és a paz do meu mundo,
E contigo, meu coração se faz oriundo"
"Em um dilema de amor impropério,
Indecoroso e tão desairoso,
Mas ainda assim, é o meu néctar, o meu ópio"
#O #ABRIGO
Sublime, amor...
Se deres falta de mim...
Procure-me nas flores de um jardim...
Procure-me na madrugada...
Em noites caladas...
Procure-me nas estrelas...
Sob a lua prateada...
No horizonte infinito...
Na saudade partida...
Na brisa leve e mansa...
No sorriso de esperança...
Procure-me nos encontros das ternuras da vida...
Aprenda que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido...
Aprenda que você pode suportar...
Que é forte...
E que pode ir muito mais longe...
Para ter o coração em paz...
Só quem já se perdeu...
Sabe apontar o caminho...
Não duvide do que lhe digo amor meu...
Aprenda que ninguém, nunca, está sozinho...
Que não há garantias no amanhã...
Nada nos pertence...
As ruas são feitas de pó...
Felizes são aqueles que cultivam jardins...
Viver...
É tão simples assim...
Que a luz lhe guie...
Por mais que lhe mostrem a escuridão...
Que o remorso e o rancor...
Não façam morada em seu coração...
E por mais que mintam para você amor meu...
Sempre acredite em você...
Pois mesmo estando longe...
Estarei consigo...
Poderás me sentir...
Bem lá dentro de sua alma...
Onde moro e me abrigo...
Sandro Paschoal Nogueira
#OS #AMANTES
Era uma vez...
E isso é só um detalhe...
Algumas palavras de amor...
Algumas palavras de ódio...
Entre casos e descasos...
Entregas e posses...
Um refúgio...
Um sussuro...
Mal nos conhecemos...
E me eu coração pronto a pulsar...
Depois de um sorriso...
Estava pronto a lhe entregar...
Estranha nossa história...
Não ao erro perseguido...
Sim a verdade partilhada...
Um trabalho sem fim...
Dessa fábula encantada...
Meu corpo ao seu desejo violento...
Tantas vezes por mim desejado...
Quando a noite perdia o rosto...
Quando vivi com mais gosto...
Mas toda história tem seu fim...
E o silêncio dos amantes então se fez...
E o tempo lancinante nos esgotou...
Já não dá mais...
Tudo terminou...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
#AMOR #FEIO
Eu quero um amor feio...
Que me olhe com a alma...
Que me pegue pela mão...
E me mostre o céu...
Que me ame pela manhã...
Às tardes e noites...
Sem da ilusão o véu...
Quero um amor feio...
Que sempre pense em mim...
Que me traga flores...
Que seja simplesmente assim...
Quero um amor feio...
Que cuide do essencial...
Que não deixe minhas lágrimas brotarem...
Que nunca me faça mal...
Quero um amor feio...
Que me dê beijos e beijos em meu cangote...
Que me causem arrepios...
Que me faça agradecer ao bom Deus...
A minha venturosa sorte...
Os amores feios não envelhecem...
Juntos são mais felizes...
Criam raízes...
Até quando padecem...
O amor feio...
Hoje peço ao Criador...
Terenos um ao outro...
E nos unindo...
O verdadeiro amor...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
Um pouco mais de sol - sou fogo...
Um pouco mais de azul - sou além...
Um pouco mais de amor...
É tudo que me convém...
Em minha alma tudo se derrama...
Enquanto quero, busco e sonho...
Antes que o calado tempo esmague tudo...
À ronda dos segredos...
Enquanto toca-me seus dedos...
Aqui chegando de onde venho...
Ver-me se apareço...
Um pouco para chamar sua atenção...
Tentando surrupiar seu coração...
Aqui ficam as coisas...
Somos estrangeiros onde quer que estejamos...
Por tal passo por essa vida...
Hora chorando...
Hora brincando...
Que quer o amor mais que não ser dos outros?
Sandro Paschoal Nogueira
#Este #é #um #poema #de #amor...
Que te ofereço em forma de flor...
Talvez tu possas entender...
Todo o meu bem querer...
Já está declarado e estampado...
Para ti todo o meu cuidado...
Vim para te amar neste mundo...
Tecer flores sobre o próprio coração...
Meu espírito é sol neste dia...
Te quero bem...com alegria...
Me dê sua mão...
Peço perdão por te amar de repente...
Mas quero que saibas...
Enquanto os céus existirem...
Amarei eternamente...
Por tudo o que me deste...
Um pouco de ternura...
Me apaixonei por um olhar...
A vida passa num instante...
E um instante é muito pouco para te amar...
Nada é pequeno no amor...
E para você...
Inteiro me dou...
Sandro Paschoal Nogueira
O dia seguinte ao do amor
Quando a luz estender a roupa nos telhados
E for todo o horizonte um frêmito de palmas
E junto ao leito fundo de nossas duas almas
Chamarem nossos corpos nus, entrelaçados,
Seremos, na manhã, duas máscaras calmas
E felizes, de grandes olhos claros e rasgados...
Depois, volvendo ao sol as nossas quatro palmas,
Encheremos o céu de voos encantados!...
E as rosas da Cidade inda serão mais rosas,
Serão todos felizes, sem saber por quê...
Até os cegos, os entrevadinhos... E
Vestidos, contra o azul, de tons vibrantes e violentos,
Nós improvisaremos danças espantosas
Sobre os telhados altos, entre o fumo e os cataventos!
Não sofra se um dia se despcionar por alguém antes de sofrer pense meu amor foi puro fui Vardadeoro e meu amor é raro então pense ele não merece esse amor porque nunca um coração limpo apaixonado combinará com um coração sujo
Todo mundo é substituível, seja um amigo de longa data ou um grande amor que você teve durante a sua vida miserável. Sempre haverá alguém que faça você esquecer do porquê estava chorando quando estiver chorando de tanto rir com uma piada sem graça.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
Cobra o afeto que o outro então lhe nega.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando o afeto qual vulgaridade.
"Dai-me atenção", o peito assim implora,
Como um mendigo que lamenta e chora.
Lembrar ao outro que inda estamos vivos,
Torna os amantes míseros cativos.
Rogar carinho, suplicar clemência,
É o triste fim de toda a inocência.
Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Não há decreto que o faça mais doce.
Se o bem-querer não nasce por vontade,
Qualquer esforço é pura falsidade.
Rasgo, portanto, as folhas da ilusão,
Não sou o banco de outro coração!
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
Cobra o afeto que o outro então lhe nega.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando o afeto qual vulgaridade.
"Dai-me atenção", o peito assim implora
Lembrar ao outro que inda estamos vivos,
Torna os amantes míseros cativos.
Rogar carinho, suplicar clemência,
É o triste fim de toda a inocência.
Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
