Termino de um Amor Proibido
Um sentimento valioso e recíproco quando corações batem
num mesmo ritmo
de um amor verdadeiro,
de um necessário abrigo,
que deve ser tratado com esmero como um ponto de equilíbrio.
Carinhosa, olhar verdadeiro, onde o amor se mostra de um jeito bastante intenso, partes significantes do teu lindo rosto, traços frágeis e atraentes, decerto, uma arte emocionante, cujo espírito é liberto, assim, és uma mulher muito interessante que deixa alguns instantes tão vivos que ficam com gosto amável e entusiasmante de infinito.
Paisagem encantadora, decerto, pintada divinamente com amor, o lindo azul de um céu aberto, uma bela nuvem que se destaca e os detalhes vivos de uma natureza verdejante, iluminada por alguns raios de sol, consequentemente, simplicidade cativante de um emocionante esplendor.
O amor mesmo sendo verdadeiro, poderá enfraquecer se não for continuamente cultivado em um comprimento recíproco, sem o dissabor do descaso, caso contrário, ficará cada vez mais fraco e correrá o alto risco de ser transformado em dor, um sentimento de desamparo, do valor não reconhecido, um desamor sofrido, amargo, entretanto, graças ao Senhor, felizmente, com o passar inevitável do tempo, o coração partido poderá aos poucos ser curado até estar apto para amar novamente de um jeito ainda mais vivo, forte e sensato, amando intensamente, compensando aquele desgaste enfrentado.
Não tenha por si um miserável amor,
Amar a si é saber seu Valor,
Seja por si Solidário, Não solitário
E que seja algo Constante, Não arrogante,
Saber Diferenciar é necessário,
é demais Importante.
🐶🐾Cachorros, um amor puro e sincero,
Fiéis companheiros sem disto cansar,
Não importa se são correspondidos, sempre destemidos a nos animar
Com características tão especiais
Faz-nos pensar se somos nós os verdadeiros racionais. 🐶🐾
Choro inocente de um pequeno ser que não quer ficar só, que sente o amor de uma maneira veemente,
amando de volta na mesma veemência ou talvez até mais com a reciprocidade mais verdadeira e pura possível,sem nem saber o que é amar,
mas que sempre quer ter por perto como se soubesse que o tempo não pode voltar, que a sua infância não é perene,
então, ama fortemente enquanto pode amar, fazendo o que está ao seu alcance mesmo seja apenas chorar.
Audácia, profundidade, amor e um tom sensato de gentileza que vejo no seu olhar, parte de uma personalidade interessante, autêntica, que foi aos poucos moldada por experiências doces e outras bem amargas,
que lhe trouxeram bastante esperteza, o desgosto pela superficialidade, uma singularidade rica, uma forte resiliência, desafiada e fortalecida a cada fase, certamente, muito abençoada por Deus de várias maneiras,
tamanha é a sua sensibilidade, não confia num primeiro momento, costuma reconhecer a falsidade, pois aprendeu a ser seletiva, a não se envolver se não for de verdade, quem não merece estar na sua vida e a aproveitar certas oportunidades.
Acredito honestamente que assim tem vivido nos últimos anos, mesmo passando por possíveis adversidades, falhas e recaídas, sempre perseverando, sendo uma mulher audaciosa, resiliente, amorosa, expressiva, gentil, indo além de ser linda.
O amor passeando livremente entre as notas de um bela melodia como se uma linda arte liberta adentrasse calmamente um jardim florido,
por entre rosas vermelhas, uma mais graciosa do que a outra, cena apaixonante em um cenário tranquilo,
resultante de uma inspiração sonora e intensa, que aguçou o meu senso criativo de um simples poeta.
A Criatividade de um Amor Atipicamente Vivo
O seu amor atípico é mais verdadeiro e seletivo do que muitos; requer o bem do cultivo recorrente daqueles laços profundos — construídos pacientemente, sem nada forçado ou fingido, onde a ação do verbo amar se faça bastante presente.
O autismo permite ter um jeito muito atípico de perceber as coisas, demonstrando uma grande sensibilidade ao enxergar o mundo que está à sua volta com as lentes da sua ativa criatividade, que transforma a normalidade em vivências curiosas.
Usa, então, formas únicas e atípicas de aproximação e de se comunicar. Muitas vezes, a sua comunicação não é feita com palavras — não precisa falar. Ainda que não consiga expressar tudo aquilo que sente, que faz do seu comportamento algo muito peculiar.
A sua inteligência inegável é atípica, podendo ser explícita ou mais discreta, ter uma expressão agitada ou silenciosa, que só será percebida se houver uma consideração sincera na prática, que resulte consequentemente numa dedicação intensa diária.
Atipicamente, a falsidade não encontra brecha na sua conduta. Quando ama, é de verdade; mesmo que aparente uma certa desconfiança, segue sendo uma presença atípica de felicidade que ajuda a manter vivas a Fé e a Perseverança.
O desafio atípico é constante, uma dificuldade imensa de ser compreendido, mas, Graças a Deus, compensa por cada conquista, superação e descoberta; pela emoção do dever cumprido, por ter essa bênção atípica na vida e no coração, o Amor Atípico.
O Romantismo entre a Chuva e a Flora
A emoção do amor divino refletindo sobre as pétalas de uma rosa, um símbolo de romantismo no esplendor de uma cor calorosa, ornado com algumas pérolas de água — joias caídas do céu —, visão charmosa ao romper o véu da escuridão de uma noite chuvosa.
A Gestação do Amor: do Útero ao Coração
O feto começa aos poucos a ser formado e um afeto grandioso passa a ser construído; ambos vão crescendo lado a lado e a cada mês, mais nutridos por um amor incalculável entre a mãe e o seu filho ou filha e a depender do caso, filhas ou filhos — um belo vínculo: forte e cheio de vida; sujeito a lutas e sacrifícios.
Todavia, e não menos importante, às vezes, a bênção da maternidade é gerada no coração e, num momento genuíno e emocionante, nasce na adoção, ao criar um laço que não é de sangue, mas que certamente é feito da mesma essência — a vontade constante e sincera de praticar a conjugação incomparável do verbo amar.
O papel materno é singular, indispensável; então, devido a certas circunstâncias, também pode vir a ser desempenhado por uma avó, por um pai ou por qualquer outro parente, distante ou próximo — aquele que decidiu ficar e assumir essa missão, essa responsabilidade, não uma substituição e sim uma honrosa proximidade.
Independentemente de qual seja a personificação materna, Graças ao Senhor, todas elas reúnem um amor repleto de vitalidade, incondicional, uma força que não se explica, que oferece colo, demonstra zelo, um esforço fora do normal, o alento especial durante as adversidades — a certeza de que o amor materno é descomunal entre formas e fases.
A sua pior versão não foi capaz de impedir o amor de Jesus por você.
Um engano comum e triste é pensar que Jesus não nos amaria por causa de nossa versão ruim, por causa de erros cometidos ou pecados que fizeram ou fazem parte de nossa vida.
Na verdade, é o oposto: é na versão ruim do ser humano que o amor de Jesus se manifesta de forma mais intensa, através de Sua graça, não oferecendo apenas acolhimento, mas perdão e transformação. Jesus nunca rejeitaria um coração quebrantado que deseja ser redimido.
Um capítulo ruim de nossa jornada não define o nosso final quando depositamos nossa fé e esperança no próprio autor da vida.
Ser pai de vocês é um desafio que aceito todos os dias com muita honra, amor e gratidão.
É também um dos maiores presentes que a vida me deu.
Nem sempre sei se estou fazendo tudo certo, mas em cada escolha existe o desejo sincero de ser um pai melhor para vocês.
Espero que, um dia, vocês olhem para o homem que fui e encontrem nele a referência do amor, do respeito, da cumplicidade e do caráter que desejam encontrar em seus companheiros de vida.
Obrigado por me ensinarem, todos os dias, que ser pai é muito mais do que cuidar: é amar, aprender, crescer e descobrir que o coração pode, sim, morar fora do peito.
Nenhum amor vale o preço da sua dignidade.
Melhor enfrentar a dor de um fim do que permanecer onde o desrespeito se tornou rotina.
Saudade passa, coração cicatriza, mas se perder tentando não perder alguém é uma dor que custa caro demais.
Nem todo amor é um lugar seguro para ficar. Há amores que, por mais intensos e verdadeiros que sejam, machucam mais do que acolhem, confundem mais do que trazem paz e exigem de nós mais renúncias do que deveriam.
Às vezes, amar alguém não é motivo suficiente para permanecer. Porque amor sem respeito, diálogo, reciprocidade e segurança emocional pode até ser amor, mas não é lar.
Às vezes, a maior prova de amor-próprio é aceitar que o sentimento existe, mas que aquele lugar já não nos faz bem, e ter coragem de partir, mesmo ainda amando.
Sabe aquela conexão de alma?
Uma dualidade de razão e emoção?
Isso é o amor!
Amar é um sentimento sem começo,
Há a sensação que ele sempre existiu e foi longo, mesmo que seja uma história curta, é de uma profundidade e intensidade que confunde o tempo.
Manter a casa limpa e organizada é um ato de amor e uma lição de dignidade para os nossos filhos. ✨👶
Amor de amigo
O meu peito arde num fogo que não consome — ilumina.
É um ardor antigo, anterior às palavras, mas reconhecível nos gestos simples da vida.
Não se vê, mas respira-se.
É emoção que caminha descalça pelos sentidos, deixando marcas invisíveis no tempo.
Há uma harmonia boa que me sustém, como a presença silenciosa de uma amiga justa e fiel.
Aceito-me nos dias que passam, e os dias, por instantes raros, aceitam-me também.
Pairam tempos em que és mel no meu sangue, doçura que dá sentido ao acto de viver,
e nesses instantes reclamo ao universo:
— não deixes que o caos me devore.
Venho de um ponto infinito, de um sopro cósmico sem nome,
atravessei constelações para chegar a este eu profundo,
onde o teu balanço oscila na balança da justiça cega,
essa que diz igualdade mas pesa com dois pesos e duas medidas.
Mesmo assim, permaneço.
Olho o todo.
Beijo o céu.
E no azul distante reconheço Vénus, Deusa-mãe,
ventre da razão de existir, espelho do desejo e da consciência.
Nela me deleito, não por vaidade, mas para compreender a origem,
para perscrutar o rasto antigo dos Neflins,
essas criaturas entre a luz e a queda,
sinais de que somos mistura, travessia, contradição viva.
Procuro a razão de sermos unos,
ligados por uma corrente que pulsa entre o vivo e o morto,
entre o amor que arde e o silêncio que ensina.
E nesse fio invisível descubro:
existir é arder sem se apagar,
é amar mesmo quando o cosmos treme,
é continuar —
com o peito em chama e a alma em vigília.
Me poupe um pouco de amor, Fidelis—
O jeito que um mendigo poupa uma moeda
da mão de um santo,
ou a chuva poupa um telhado
enquanto afogava a vila.
Me dê o que ainda tem
Depois de alimentar os lobos,
depois que seu coração pagou seus impostos
para todo estranho
que chamava aquilo de lar.
Eu não peço a lua.
Isso já me decepcionou o suficiente—
sempre pendurado acima das ruínas
como uma testemunha bonita demais
para testemunhar.
Me dê um copo do seu silêncio.
Aprendi a beber de coisas vazias.
Beijei a beira da ausência
até meus lábios esquecerem
o que calor deveria significar.
Me poupe um pouco de amor, Fidelis—
Nem tudo.
Só o que resta
Quando a casa está silenciosa,
e a última porta se fecha.
