Termino de um Amor Proibido
Como o horizonte, o amor é um mistério: quanto mais caminhamos em sua direção, mais ele se expande diante de nós.
O amor é um mistério: a gente tenta entender com a cabeça, mas ele só funciona com o coração (e um pouco de paciência).
O amor verdadeiro nunca morre. É como um vulcão adormecido, aguardando o momento exato para entrar em erupção.
O amor verdadeiro nunca morre. É como um vulcão adormecido: pode passar de 1 a 100 anos, mas ele aguarda o momento exato para entrar em erupção.
Cuidar de um amor ferido é aprender a abraçar os espinhos só para não esquecer a beleza da flor que um dia fomos.
Se o amor é um reflexo do Criador, então amar você é a forma mais sincera que eu encontrei de agradecer a Ele por estar vivo.
Se o tempo é um ciclo, tenho certeza de que já te encontrei antes. O nosso amor é a prova de que algumas histórias são escritas para serem eternas.
Quem disse que o amor precisa de um altar para ser eterno? O verdadeiro laço não é o que o mundo vê, mas o que a alma sente. Podemos estar em cidades diferentes, mas habitamos o mesmo pensamento; a distância separa corpos, mas nunca dois corações que decidiram bater no mesmo ritmo.
Um grande amor não se define pelo estado civil, mas pela eternidade do querer. Mesmo longe dos olhos, você nunca sai da minha mente. Onde o pensamento se encontra, a saudade vira presença.
Não precisamos estar casados para sermos um do outro. O nosso amor é um 'sempre' que ninguém apaga e que distância nenhuma separa. Nossas mentes estão conectadas por um fio invisível que o destino jamais conseguirá romper.
Se o amor é um sonho, quero viver dormindo ao seu lado. Porque amar você me ensinou que, enquanto houver nós dois, o sonho jamais acabará.
O amor nunca morre de morte natural. Ele sobrevive em silêncio, esperando um detalhe bobo para despertar de novo.
Guardo no peito esse amor por você como quem guarda o segredo mais precioso do mundo; um tesouro que só o meu coração sabe cuidar.
Eu teria ficado para sempre, e você sabe disso. O problema é que eu não podia manter vivo um amor que você escolheu deixar morrer um pouco a cada dia.
Ó meu ex-amor, o eco doce de um adeus.
Ainda sinto o frio em certas manhãs vazias,
Um véu de fumaça que paira entre os meus
Pensamentos, tecendo as velhas melancolias.
Tu foste a forja cruel que me moldou, é certo.
Em cada cicatriz, levo um pouco do que fui.
Transformaste-me em alguém que hoje me é incerto,
Um novo ser nascido da dor que me construiu.
Agradeço, sim, a pessoa que agora sou,
Mais forte, mais ciente, mas também mais calada.
Em cada passo novo, a ausência que restou,
Uma canção de ninar que a alma tem guardada.
Obrigado por ter me transformado, mas a que custo?
Nesta jornada fria, onde o brilho se apagou.
Sou a estrela que renasceu, porém, com certo susto,
Pois a chama que tu foste jamais me abandonou.
Eu sou o paradoxo do teu partir e do meu vir,
Uma obra de arte triste, pintada em tons pastéis.
Eu sou agora o silêncio que aprendi a seguir,
Um jardim de lembranças sob chuvas e sob céus.
Ó meu ex-amor, a sombra que já não me alcança,
Hoje a brisa que sopra é de um novo amanhã.
Houve dor, sim, mas nela encontrei a esperança,
A força que brotou de uma antiga manhã vã.
Fui teu espelho quebrado, tua voz que silenciou,
Mas a poeira baixou, e a vista ficou clara.
Obrigado por ter me transformado, o que restou
Não é mágoa, é a coragem que em mim se declarou.
Nesta pessoa que eu sou agora, não há vestígio
Daquelas amarras que um dia me prenderam.
O medo se foi, e cada antigo vestígio
De um tempo de trevas, meus olhos já não viram.
Fui casulo em choro, hoje borboleta em voo,
Cruzando horizontes que jamais sonhei tocar.
A tua ausência, enfim, foi o vento que me impulsionou,
E o passado distante não mais me pode assombrar.
Que a vida te siga e que o teu caminho seja,
Eu sigo o meu, com um brilho que só se acendeu.
Agradeço a lição que o teu adeus me legou e teja
A paz em meu peito, um amor que me renasceu.
A carência quer um dono para a sua dor; o amor de verdade quer uma testemunha para a sua paz. Quem está carente aceita qualquer abraço, mesmo que ele aperte as costelas até faltar o ar. O amor de verdade não aperta, não sufoca e não cobra resgate. Ele é o único lugar do mundo onde você pode desarmar o peito e, finalmente, respirar fundo.
Quem não sabe o que é o amor costuma confundi-lo com posse. O amor é um pássaro que escolhe pousar no seu ombro, mesmo com a gaiola aberta.
