Ter Fe e ver Coragem no Amor Los Hermanos
Ver além é uma habilidade que traz consigo a responsabilidade de moldar o futuro, com escolhas que podem ser benéficas ou danosas.
Muitas das vezes não enxergamos a Verdade por causa do nosso "ponto de vista"; por estar tão longe da Verdade a ponto de não enxerga-la.
Olhos podem não ver, mas a alma pressente, o coração sente, ouve os impropérios proferidos na surdina; e decodifica as mensagens subliminares escritas, entoadas, compartilhadas.
Este um sistema de crenças o qual só nos ilude.
Porque sabemos que não há proteção de nada, e dirão de ninguém. Mas acredita-se?
A mensagem é: "Jamais criar expectativas infantilizadas." Porém fundadas referente ao meio, ao outro, aos deuses, aos que possam nos proteger.
TUDO!
TUDO.
Depende exclusivamente de cada ser vivente.
Mas aí é preciso se entender sair do eGo, sair do mundo das aparências sair das afinidades.
Pular do cavalo do preconceito.
Curar-se dos conceitos repassados de geração a gerações.
Conseguiremos algum dia sem nós banalizarmos?
Sem te Ver
Difícil é ficar sem te ver,
sem o encanto dos teus olhos,
dos teus lábios, bem delineados
do olhar manso e delicado,
deste teu rosto moreno e suave,
esse jeito feminino lindo, que a mim
encanta, e me leva para longe, bem
longe.
Traçar nosso destino, viajar por
uma vida que só eu conheça, olhar e
ver que a mim segues bem de perto.
Vem mais perto, por que junto a ti,
tendo-te só minha, pouco importa que
pela vida eu me perca.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista. Aclac. R.J
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Todo ser vivente em um dado momento de sua existência irá sentar-se pra jantar lado a lado com a visitante mais indesejável e medonha. A dona morte.
E este compromisso, além de inadiável, é também intransferível.
Viva como se fosse embarcar no próximo trem.
Vocês verão o que permitirei que vejam, mas se viram sem eu permitir que vejam, é porque viram sem permissão e forçaram a minha permissão.
Só há uma coisa a aprender com as ideias de Clarice Lispector, que a loucura é uma forma de sanidade.
Aquele algo pitoresco estúpido e tolo!
Somos todos universos particulares, de assimétrica sobrevivência.
