Frases com ter
Há sempre um motivo para ter confiança.
Assim como a pomba leva paz, você também pode encontrar serenidade no coração.
Dias melhores virão.
Força, coragem e fé para seguir em frente.
Você não está sozinho.
Estamos com você!
Há sempre um motivo para ter confiança.
Assim como a abelha confia na flor, confie no tempo, no cuidado e na vida.
Dias melhores virão.
Força, coragem e fé para seguir em frente.
Você não está sozinho.
Estamos com você!
O revolucionário é um homem condenado antecipadamente. Ele não deve ter relações românticas, nem coisas ou seres amados. Ele deveria despojar-se até de seu nome. Nele, tudo deve concentrar-se em uma única paixão: a revolução.
Há sempre um motivo para ter confiança.
Assim como o sapo se adapta e supera cada desafio, você também é capaz de vencer este momento.
Pequenos passos também nos levam a lugares incríveis.
Dias melhores virão.
Força, coragem e fé para seguir em frente.
Você não está sozinho.
Estamos com você!
Há sempre um motivo para ter confiança.
Assim como o gato enfrenta cada dia com serenidade e coragem, você também é mais forte do que imagina.
Dias melhores virão.
Força, coragem e fé para seguir em frente.
Você não está sozinho.
Estamos com você!
DUAS Xícaras de café vazias
O café estava cheio, embora ninguém parecesse ter tempo para estar ali. Eu estava sentado numa mesa na calçada, debaixo da cobertura, diante de três xícaras. Duas vazias. Uma ainda pela metade, mas fria. Não sei por que não pedi outra. Talvez porque três cafés já fossem suficientes para aquela manhã. Talvez porque eu estivesse esperando alguma coisa. A essa altura da vida, a gente aprende que quase sempre está esperando alguma coisa sem saber exatamente o quê. Dentro do café, duas televisões estavam ligadas. O proprietário sabia o que estava fazendo. Não havia necessidade de som alto. Bastava a imagem. Um programa qualquer de revista, com pessoas sorrindo e especialistas ensinando como viver. Como comer. Como dormir. Como trabalhar. Como emagrecer. Como envelhecer sem parecer velho. Como ser feliz em cinco passos. Como descobrir seu propósito. Como se reinventar. Como abandonar aquilo que não serve mais. Eu olhava para aquilo e pensava que finalmente tínhamos conseguido transformar a existência humana em manual de instruções. “Seja você mesmo”, dizia uma legenda. Achei engraçado. Passamos a vida inteira sendo treinados para ser outra coisa e depois alguém aparece na televisão mandando a gente ser nós mesmos. Primeiro dizem que você precisa vencer. Depois dizem que precisa produzir. Depois que precisa cuidar da aparência. Depois que precisa viajar. Depois que precisa encontrar alguém. Depois que precisa se encontrar. Parece que até para estar perdido existe um procedimento correto. Na calçada, a vida continuava sem obedecer à televisão. Pessoas caminhavam para seus afazeres. Algumas depressa. Outras devagar. Um homem falava sozinho ao telefone. Uma mulher ria enquanto digitava alguma coisa. Um sujeito caminhava com a cara fechada, como se tivesse acabado de descobrir que segunda-feira não era um acidente. O trânsito avançava lentamente. Dentro dos carros havia pequenas peças da humanidade. Um motorista cantava. Outro parecia discutir com alguém. Uma mulher olhava fixamente para frente. Um homem ria. Um casal estava no mesmo carro, mas não parecia estar no mesmo lugar. Ela gesticulava. Ele respondia. Ambos olhavam para os lados, para a frente, para os semáforos, para os outros carros. Menos um para o outro. Talvez fosse amor moderno. Ou apenas dois desconhecidos pagando prestações juntos. Um carro passou com crianças no banco traseiro. Gritavam, riam, brigavam por alguma coisa que provavelmente seria esquecida antes do próximo semáforo. Olhei para elas e pensei que talvez aquela fosse a última fase realmente honesta da vida. Crianças ainda não aprenderam a fingir que estão bem. Se estão felizes, fazem barulho. Se estão irritadas, fazem mais barulho. Depois crescemos. Aprendemos a sorrir quando queremos mandar alguém para o inferno. Aprendemos a dizer “está tudo bem” quando nada está. Aprendemos a chamar de maturidade aquilo que muitas vezes é apenas desistência. A televisão continuava oferecendo respostas. Na tela, alguém falava sobre mudanças. “Você precisa se transformar.” Outra pessoa explicava que nunca é tarde para recomeçar. Eu olhei para as duas xícaras vazias. É fácil falar em recomeços quando não se precisa carregar aquilo que ficou para trás. As pessoas gostam da ideia de mudança porque ela parece limpa. Só esquecem que mudar também significa perder versões antigas de nós mesmos. Algumas foram embora porque morreram. Outras porque nunca existiram de verdade. Foram apenas personagens que aprendemos a representar para sermos aceitos. Talvez ser dono de si seja justamente parar de representar. Não significa descobrir uma grande verdade escondida dentro da alma. Isso parece coisa de programa de televisão. Talvez seja algo bem menos interessante. Saber do que você gosta. Saber do que não suporta mais. Admitir que algumas pessoas não fazem falta. Reconhecer que alguns sonhos eram apenas vaidade. Aceitar que você mudou sem precisar pedir desculpas. E principalmente entender que ninguém virá entregar o manual que esqueceram de colocar junto com você quando nasceu. A televisão continuava ligada. O trânsito continuava lento. O casal continuava discutindo sem se olhar. As crianças continuavam gritando no banco traseiro. As pessoas continuavam caminhando para algum lugar. Todos pareciam saber exatamente o que estavam fazendo. Talvez fosse apenas aparência. Talvez todos estivessem tão perdidos quanto eu. A diferença é que alguns aprenderam a disfarçar melhor. Peguei a xícara fria e tomei o último gole. Estava horrível. Não reclamei. Algumas coisas na vida ficam frias porque demoramos demais para decidir se ainda as queremos. Paguei a conta. Levantei. As televisões continuaram ensinando o mundo a viver. E o mundo continuou sem aprender. Fiquei alguns segundos parado na calçada, vendo aquela gente passar. Então percebi uma coisa desagradável. Talvez o problema nunca tenha sido não saber quem somos. Talvez seja saber e não gostar muito do que encontramos. É mais fácil deixar alguém dizer quem devemos ser. Dá menos trabalho. E enquanto pensamos nisso, o café esfria, o trânsito continua, os carros passam, as crianças crescem e a vida, indiferente, não espera ninguém terminar de se encontrar
*O QUARTZO E O BASALTO*
*SiO₂*
O primeiro número apareceu na tela antes que alguém terminasse o café.
Era uma reunião de escritório.
Daquelas que começam com uma apresentação cheia de gráficos e terminam com alguém dizendo que precisamos melhorar os indicadores.
No meio, vieram os números.
Depois as queixas.
Depois mais números.
Perguntas.
Repreguntas.
Questões que não tinham sido pontuadas direito e deixaram dúvidas em alguns.
Era só ter explicado antes.
Mas isso seria esperar demais de uma reunião.
Alguns perguntaram.
Outros ficaram quietos.
Era mais seguro.
A sala era bonita. Cara. Vidros por todos os lados. Mesa grande. Ar-condicionado. Uma tela enorme na parede.
O nome da empresa também era bonito.
Dava a impressão de que ali se fabricavam soluções.
Nomes assim são úteis.
Fazem parecer que existe alguma coisa acontecendo.
Eu olhava para a tela e pensava que talvez existisse.
Mas não.
Existiam números.
E pessoas tentando fazer os números parecerem importantes.
Foi aí que uma coisa começou a me incomodar.
Não eram as cobranças.
Cobrança faz parte do trabalho.
Todo mundo cobra alguém.
E quase sempre existe alguém cobrando quem está cobrando.
É uma cadeia alimentar.
Só que, naquela sala, havia uma combinação que me incomodava.
Número e ser vivo.
Caso 1847.
Protocolo 3921.
Atendimento concluído.
Meta atingida.
Parece simples.
Só que o número não acorda de madrugada.
O número não perde o emprego.
O número não tem uma mãe doente.
Não fica olhando para o teto tentando descobrir como vai pagar uma conta.
Não sente vergonha.
Não sente medo.
Não se arrepende.
O número não sabe que existe.
O sujeito atrás dele sabe.
E essa diferença parecia não caber naquela sala.
Precisamos dos números.
Eu sei.
Seria idiota dizer o contrário.
É preciso registrar.
Classificar.
Medir.
Organizar.
Sem isso, ninguém sabe quantos entraram, quantos saíram, quantos foram atendidos.
O problema começa quando o número deixa de ser ferramenta.
Quando passa a ser o objetivo.
Quando a pessoa deixa de ser alguém que precisa de uma solução e vira apenas mais um caso atendido.
Atendido.
Essa palavra me incomodou.
Atendido não significa resolvido.
Uma ligação é atendida.
Um telefone é atendido.
Uma torneira pode ser atendida.
Uma pessoa também.
Mas uma pessoa não é uma torneira.
Embora, naquela sala, às vezes parecesse.
As pessoas que queriam os números estavam longe.
Não em quilômetros.
Em outra coisa.
Talvez nunca tivessem visto um daqueles rostos.
Talvez tivessem visto.
Depois de algum tempo, isso não faz muita diferença.
Um rosto vira estatística quando você precisa justificar uma meta.
E o mais engraçado era que essas pessoas também estavam sendo pressionadas.
Por quem?
Por gente que queria solução.
Aí estava a piada.
Queriam solução.
Cobravam números.
Queriam mais casos assistidos.
Mais atendimentos.
Mais produtividade.
Mais eficiência.
Mais indicadores.
E, no final, mais números.
Poucas soluções.
A máquina estava funcionando perfeitamente.
Só não estava resolvendo nada.
Foi quando pensei no quartzo.
Não porque eu entendesse de geologia.
Não entendia.
Mas algumas coisas aparecem na cabeça quando você está cansado de ouvir a mesma conversa.
O quartzo é comum.
Está por toda parte.
A matéria-prima não tem nada de especial.
Talvez nós também sejamos assim.
Gostamos de acreditar que somos únicos.
É uma necessidade humana.
Ajuda a suportar a própria existência.
Dizemos que somos diferentes.
Que temos nossa história.
Nosso jeito.
Nossos problemas.
Mas a matéria-prima é quase sempre a mesma.
Medo.
Desejo.
Raiva.
Solidão.
Vergonha.
Esperança.
Vontade de ser reconhecido.
Todo mundo carrega alguma coisa disso.
O que muda é a formação.
E então pensei no basalto.
Na minha cabeça, ele era o mundo.
A pressão.
O lugar.
A família.
O trabalho.
As perdas.
Os fracassos.
As humilhações pequenas.
As pessoas que ficaram.
As que foram embora.
As que deveriam ter ficado.
Tudo aquilo que chega de fora e, depois de algum tempo, deixa de parecer de fora.
O basalto não fica simplesmente ao redor.
Ele entra.
Deixa marcas.
Algumas ficam tanto tempo que começamos a chamá-las de personalidade.
Foi aí que percebi que talvez a reunião tivesse alguma coisa a ver com isso.
O sistema também entra na gente.
Começa pedindo um número.
Depois pede uma meta.
Depois um resultado.
Depois uma justificativa.
Quando você percebe, está falando como a planilha.
Usando as mesmas palavras.
Pensando nos mesmos números.
Medindo pessoas pelo que pode ser contado.
Talvez fosse isso que me incomodava.
O mundo nos forma.
O sistema nos classifica.
E nós confundimos as duas coisas.
Uma coisa deixa marcas.
A outra coloca etiquetas.
Uma participa daquilo que nos tornamos.
A outra quer saber onde nos colocar.
É mais fácil assim.
Cargo.
Função.
Resultado.
Histórico.
Currículo.
Nome.
Número.
Tudo cabe numa planilha.
Menos a parte que interessa.
A planilha não quer saber quem você era antes.
Não pergunta o que fizeram com você.
Não pergunta o que você fez consigo mesmo.
Quer uma célula preenchida.
E nós preenchemos.
Porque é mais fácil.
Talvez seja essa a parte mais miserável.
Nós mesmos ajudamos a desaparecer.
Depois reclamamos que ninguém nos enxerga.
É uma piada ruim.
Mas também não dá para jogar o basalto fora.
Essa é a parte desagradável.
Se eu arrancar tudo o que me formou, o que sobra?
Não sei.
Talvez uma pedra.
Talvez nada.
Durante muito tempo pensei que identidade fosse encontrar alguma coisa escondida dentro de nós.
O verdadeiro eu.
Uma espécie de núcleo intacto.
Hoje acho isso bonito demais para ser verdade.
O que existe em mim antes do mundo?
Não sei.
O que o mundo colocou em mim?
Isso eu sei.
Algumas coisas eu aceitei.
Outras eu recusei.
Algumas tentei arrancar.
Não consegui.
Outras entraram tão fundo que passaram a parecer minhas.
É difícil separar.
Talvez não seja para separar.
O basalto me feriu.
Também me deu contorno.
Não agradeço pelo que doeu.
Não sou tão idiota.
Mas reconheço as marcas.
Existe uma diferença.
Talvez identidade seja isso.
Não uma coisa pura.
Não uma essência esperando ser descoberta.
Uma disputa.
O que sou.
O que fizeram de mim.
O que aceitei.
O que recusei.
E o que ainda consigo fazer com tudo isso.
Foi quando pensei novamente no homem dentro do protocolo.
Talvez fosse esse o problema.
O protocolo não era o homem.
O número não era o homem.
Mas, depois de algum tempo, todos começaram a agir como se fosse.
E fazemos isso fora do escritório também.
Transformamos alguém em um erro.
Em uma dívida.
Em um cargo.
Em um passado.
Em uma aparência.
Em uma opinião.
Depois esquecemos o resto.
É mais confortável.
Um ser humano inteiro dá trabalho.
Um número não.
Saí da reunião com a sensação de que havíamos contado tudo.
Menos o que importava.
Os números estavam corretos.
As planilhas fechavam.
Os indicadores provavelmente seriam apresentados como bons.
No dia seguinte, tudo estaria ali novamente.
As metas.
Os protocolos.
As cobranças.
Os gráficos.
As pessoas.
Ou o que sobrasse delas depois dos gráficos.
Fiquei pensando no quartzo.
No basalto.
No número.
Talvez os três tivessem mais em comum do que eu gostaria.
O quartzo não escolheu onde nasceu.
Nós também não.
O basalto participou da formação.
O mundo também.
O número veio depois.
Esse, pelo menos, deveria ser apenas uma ferramenta.
Mas talvez a pior coisa não seja virar número.
Talvez seja começar a acreditar que somos um.
E aí fica difícil saber onde termina o que somos e começa aquilo que colocaram em nós.
Talvez seja isso que chamamos de identidade.
Não saber exatamente quem somos.
Mas ainda conseguir perceber quando estão tentando nos transformar em outra coisa.
Somos quartzo.
Somos basalto.
Somos a pressão.
Somos as marcas.
E, às vezes, somos também o idiota que olha para tudo isso e tenta entender.
Saí da sala.
Ninguém perguntou pelo homem dentro do protocolo.
Também não esperava que perguntassem.
Afinal, a reunião tinha terminado.
E o indicador precisava fechar.
Pensar diferente não significa ser preconceituoso; ter liberdade de opinião é relevante e não sinal de preconceito.
Ser forte não significa nunca ter medo, incertezas ou momentos de dúvida. Ser forte é olhar para as próprias vulnerabilidades, reconhecer suas marcas e, mesmo assim, escolher caminhar com integridade e honestidade. O respeito mais valioso que você pode conquistar na vida não é o aplauso dos outros, mas aquele momento em que você se olha no espelho e sente orgulho da pessoa que se tornou.Siga firme,respeitando o seu próprio tempo. A caminhada é sua e cada passo conta...
*Bora pra cima*
O Amadurecimento do Espírito
Vencer não significa ter uma vida sem problemas, mas sim manter a paz no coração mesmo quando o mundo ao redor parece desabar. A maior conquista espiritual que podemos alcançar é a capacidade de passar por um dia difícil sem perder a fé, sem azedar o humor e sem deixar de acreditar no bem. Cada amanhecer nos desafia com pequenas lutas, mas também nos oferece o cenário perfeito para exercitarmos a paciência e a tolerância. Quando você consegue fechar o dia com a consciência tranquila e o coração agradecido, você alcançou a mais sublime das vitórias.
Sorte não é esperar que o mundo nos favoreça.
Sorte é ter a inteligência para aprender, a disciplina para se corrigir e a coragem para enfrentar as dificuldades.
O homem que melhora a si mesmo todos os dias não depende da fortuna. Ele transforma cada experiência em conhecimento, cada erro em aprendizado e cada obstáculo em força.
A verdadeira sorte é ter a oportunidade de se tornar, a cada dia, um ser humano melhor.
A Inteligência de Perguntar
Ser inteligente não é ter todas as respostas. Talvez seja justamente o contrário: é compreender que nenhuma resposta consegue encerrar completamente uma pergunta.
Há pessoas que passam a vida procurando certezas. Querem saber onde pisar, o que pensar, em quem acreditar e qual caminho seguir. Outras, porém, aprendem que viver também significa caminhar por territórios onde ainda não existem respostas. E são essas pessoas que descobrem que a dúvida, quando nasce da curiosidade, não é sinal de fraqueza. É sinal de uma mente que continua viva.
A verdadeira inteligência talvez comece quando temos coragem de dizer: “Eu não sei, mas quero entender.”
Porque quem acredita que já sabe tudo fecha as portas do próprio pensamento. Quem pergunta deixa uma janela aberta para aquilo que ainda pode aprender.
E aprender não acontece apenas nos livros, nas escolas ou nas grandes conversas. Existe conhecimento escondido na simplicidade dos dias. Na mesma rua percorrida todas as manhãs. No silêncio de alguém que amamos. Na conversa aparentemente sem importância. Nos nossos erros. Nas escolhas que deram certo e, principalmente, naquelas que nos obrigaram a recomeçar.
O curioso vê profundidade onde muitos enxergam apenas repetição.
Talvez por isso duas pessoas possam atravessar exatamente o mesmo dia e voltar para casa carregando experiências completamente diferentes. Uma apenas cumpriu sua rotina. A outra observou, perguntou, sentiu, comparou, duvidou e descobriu alguma coisa que ainda não sabia sobre o mundo ou sobre si mesma.
Existe uma espécie de envelhecimento que não acontece no corpo. Acontece quando deixamos de ter curiosidade. Quando já não perguntamos “por quê?”, “e se?”, “como seria?”, “o que existe depois daqui?”. Nesse momento, mesmo cercados de novidades, começamos a viver apenas daquilo que já conhecemos.
Por isso, talvez a pergunta mais importante não seja o quanto sabemos, mas o quanto ainda desejamos descobrir.
Porque conhecimento não é acumular respostas como quem coleciona objetos. É permitir que cada resposta nos conduza a uma pergunta maior.
No fim, a inteligência não está naquele que chegou ao último ponto da estrada. Talvez esteja naquele que, depois de caminhar tanto, ainda consegue olhar para o horizonte com os mesmos olhos curiosos de quem está começando.
E então fica uma pergunta dessas que não precisam ser respondidas depressa:
O quanto você tem se permitido descobrir?
Ilusão é achar importante ter uma carreira, nome ou legado. Isso é apego do ego.
Relevante é a construção de uma jornada na virtude, na verdade, na bondade, no compartilhamento, sem prisões, sem culpa e sem auto indulgência.
O Grande Amor
Perdi o grande amor da minha vida. E o pior, a culpa de você ter ido foi minha.
Eu não queria ter te encontrado assim, com esse coração amargurado e tão inseguro.
Por que você não apareceu antes?
Antes de outro ter poluído o meu ser, antes mesmo de todo o estrago na minha alma acontecer...
Ter deixado você ir sem ao menos ter pedido para ficar foi de arrancar o meu coração!
Mas eu não podia poluir essa alma tão limpa, esse coração tão puro e essa tua vida íntegra, que não combina com o meu mundo.
Por isso, eu vou vivendo assim, sem poder ter você para mim.
— Kaiane Macedo
Olha nenhuma batalha é em vão.
Cada cicatriz é medalha.
Cada queda te ensinou a ter equilíbrio.
Cada não te empurrou pro sim certo.🫡
Há quem esteja “livre”, mas viva como um prisioneiro, sem jamais ter experimentado verdadeiramente o sabor da liberdade.
É como um passarinho que nasceu para voar, mas que, desde o nascimento, foi criado dentro de uma gaiola. Ele pode até acreditar que aquilo é liberdade, simplesmente porque nunca conheceu o mundo além das grades — nunca teve a oportunidade de descobrir aquilo que sua própria natureza lhe permitiria viver.
