Tentei
Eu era..
Eu fui..
Eu tentei ser..
O melhor pra vc.. a unica.. a essencial...
Mas vc prefere nao ser...
Entao a gente fica assim...
Amigos... bons amigos...
Apenas isso....
Tentei, tentando...
(Nilo Ribeiro)
Tentei sorrindo,
tentei chorando,
não conseguindo,
continuo te amando
vida que segue,
destino que avança,
espero que não me negue
que eu tenha esperança
não é desespero,
mas tenho as duas opções,
de ser teu companheiro,
de unirmos os corações
mas tento também esquecer,
ser feliz o meu dia,
voltar de novo a escrever,
fazer para você uma poesia
tento,
busco,
penso,
soluço
está no coração,
não sai da cabeça,
se não achar solução,
talvez eu enlouqueça
um escritor louco,
ou um louco escritor,
sei que não é por pouco,
pois é tudo por amor...
já escrevi mais de mil poesias para você já mandei varias indiretas retas já tentei de tudo e você não percebe que eu estou realmente afim de você🤷🏾♂😏
Tentei-te entender
Tentei me mostrar
Tentei te esquecer
Tentei não chorar
Tentei e tento
Deixar de te amar.
ELA É ASSASSINA DO AMOR VII
No meio da rua existe uma pedra.
Tentei retirar mas não consegui
Se pudesse te encontrar novamente
Tentaria dizer o quanto é importante
Mesmo distante como num sonho bom
Se encontrasse você gostaria que soubesse
O quanto sofri;
Mas você é assassina do amor
Tentei não adiantou
Agora sonho acordado
Se um dia verei você acordado
Pois nos meus sonhos você está sempre
Ao meu lado
Minha anima
Sustento uma lágrima contida
Provoca minha ira
Dias de trovão eu passei
Mas não passaram mais…
…em meus pensamentos.
Se um dia chegar a não me ver por ter me afastado, saiba que tentei de todas as maneiras ficar ao seu lado, a distância de corpos é necessária para a alma ser elevada.
... um poema a ser escrito!
Tentei lhe dizer muitas coisas, mais acabei descobrindo que amar é muito mais sentir do que dizer. E milhões de frases bonitas, jamais alcançariam explicar o que é a urgência do amor
"Então se passaram uma, duas, três horas. Tentei dormir, mas era incapaz de fechar os olhos porque lapsos da briga me atormentavam. Pensei em comer, mas meus sentidos me impediram... Eu precisava distrair minha cabeça, já latejando com tantos pensamentos negativos, impossíveis de dispersar. Liguei a tevê e troquei rápido de canais até encontrar um desenho animado, o que geralmente me colocava pra cima durante uma situação complicada.
Assisti por dois minutos, e quando a risada irrompeu da caixinha de som, eu não entendi a piada. Por alguma razão me senti estranho Parecia que riam de mim como fora mais cedo, e tornei a desligar. Peguei um livro, fui até o lado de fora tomar um ar e comecei a ler sentado na varanda. As letras estavam se movendo, embaralhadas, saltando da página. Fiquei tonto e tive vontade de gritar. Eu não aguentava mais estar tão confuso, tão louco, não sabia o que fazer. Entrei, sentei-me no sofá e, num ato inconsciente, usei minha mão direita para arranhar a esquerda.
Não foram arranhões fortes ou profundos de início, era como se minha pele estivesse coçando por uma reação alérgica. Então captei os meus sentimentos deixados de lado, ignorados, e eles vieram à tona como nunca antes. Pensei nas pessoas ao meu redor, no que elas me causavam, e a raiva aumentou. Minha mão arranhou mais, com mais violência. Pensei na tristeza e desgosto que tinham me feito passar. Minha pele sangrou. O sentimento corrosivo no meu interior foi se intensificando. Quando me dei conta do que estava fazendo, parei.
Foi uma sensação breve e libertadora. A dor na minha mão parecia invisível comparada à causada por todos os outros.
Enquanto eu me machuquei foi como se parte da raiva deixasse meu ser, e uma satisfação subiu pela minha coluna até o cérebro agindo como calmante. Não entendi por que estava fazendo aquilo, não sabia por que resolvi descontar sobre minha própria carne, e muito menos, por que raios eu estava gostando.
No minuto seguinte, um pranto dolorido sobreveio através dos meus olhos e eu desabei num choro emocionado e abismado. Meus lábios se moveram por conta própria e um sussurro escapou da minha boca, aumentando o tom na medida da minha raiva:
– Eu sou importante, eu sou... – choramingando em silêncio, um pouco mais estável, olhei para minhas mãos e em seguida as pressionei contra meus olhos, tentando conter as lágrimas, que pareciam infinitas – sou sim... e não mereço isso... – senti pânico, aflição, até que gritei com todas as minhas forças:
– EU NÃO MEREÇO ISSO!
Rapidamente, cambaleei, ainda perdido, sem ter completa consciência do que estava fazendo, até o banheiro. Abri o armário de higienização e retirei do estojo de barbear do meu pai uma gilete prateada, com cerca de 1x3 centímetros. Prendi a respiração, soltei devagar, então repeti o ato e fiquei parado, admirando meu reflexo no espelho, ainda com o rosto queimando e encharcado, sem conseguir sustar o choro e a lástima em que me abraçava. Não compreendi no momento o porquê daquilo, estava tudo muito confuso e eu só queria acabar com a dor. Novamente meus lábios se moveram instigados pela raiva, e um sussurro debilitado vazou do meu interior:
– Vocês merecem isso!
O tempo ao meu redor parou. Levei a gilete ao meu pulso esquerdo e a deslizei sobre a pele, rasgando de modo visível e profundo minha própria carne. Senti uma dor aguda e quente, o sangue brotou e permaneci num silêncio atormentador. Todos os pensamentos assustadores escorreram para fora de mim junto com aquele líquido denso e escarlate.
Depois do primeiro corte, abandonei a lâmina sobre a pia, abri a torneira, lavei o ferimento com água gelada e senti meu ódio, meus medos e desesperos descerem pelo ralo. Eu estava bem, apesar da minha pele arder; me sentia limpo. Puxei quase um metro de papel higiênico, envolvi-o na ferida em aberto e estanquei o sangramento. Dez minutos mais tarde, reabri o armário, guardei a gilete, retirei um band-aid do estojo de medicamentos e cobri a marca.
Com o coração pulsando e as mãos trêmulas, voltei até o sofá da sala, me deitei, tapei minhas pernas com o cobertor xadrez da mamãe, e religuei a tevê no mesmo desenho que estava passando minutos atrás. Em cada cena eu soltava uma gargalhada, o meu senso de humor estava sólido e usual. Era como se a água da pia tivesse lavado a minha alma, fazendo eu me esquecer de tudo."
- Trecho do livro Guerreiro.
Ilusão da alma
Eu tentei suprir as necessidades da minha alma
Em todos esses anos não obtive um êxito
Eu tentei roubar a felicidade alheia
Mas todas as tentativas foram em vão
Percebi que essa coisa não se rouba
Percebi que essa coisa não se compra
Percebi então que ela nem existe
Parei de procurar
Parei de me envolver
Então comecei a apreciar os momentos
Só assim pude enxergar
As tantas coisas que entorpecem o meu ser
Então mudei
Tirei a venda e então vi
Que essas tantas coisas
Não me incomodam tanto assim
Acho que você deveria fazer o mesmo
Talvez assim seja mais feliz
GUERRA
Numa guerra entrei
e não consegui sair
logo me desesperei
e tentei fugir.
Me escondi numa moita
cheia demais para mim
cheia de espinhos
cheia de cabeças
cheia de corações partido
e desatentos.
tentei me enfiar nela
mas quanto mas eu entrava
mas me lembrava
o motivo de fugir.
ai eu voltei pra guerra
guerra do sentimentos
guerra da emoção
guerra da desconfiança
e guerra da solidão.
eu não venci a guerra
mas venci os motivos
venci por aguentar
venci por viver
venci por estar
e por saber...
Deus muito obrigado
Agradeço pelos nãos
Pelo Seu caminho
Por não soltar da minha mão
Eu tentei caminhar
Por um caminho diferente
Mas o bom é saber
Que importa daqui pra frente
Agradeço pelo o pouco
Por que me sinto feliz
Sabendo que na Sua lógica
Perder não é tão ruim
Mesmo quando eu queria
Abandonar o Teu amor
Você não desistiu
Foi até mim, me libertou
Entrou na minha estrada
Quebrou minhas barreiras
Superou meus obstáculos
Me tirou da ribanceira
Seguimos na estrada
Segurou na minha mão
Andou bem ao meu lado
Garantiu minha salvação
Hoje eu te agradeço
Perdão por ser tão difícil
Andei quilômetros pra descobrir
Você é tudo o que eu preciso
Experiência
Eu tentei, errei? não sei , mas tentei.
Digo que persisti,resisti, sofri, mas ei,
Não me conformei. sucumbi, desfiei
O cosido ao que apetecia-me , engoda lei
De sina que prendia-me ,e voltei.
Senhor de minhas tranças, esperanças e sentenças.
Árduo de confianças ; balança sem dispensa.
Voltei...
Pois entre as perdas que segui ,
Perde-se só o que se é achado ,
E acha-se só o que se é perdido ,
Mas o que encontrei, não perdi.
Voltei...
Liberdade!
Eu tentei,
tentei,
tentei,
cansei de tentar te mostrar:
que você fala,
ajoelha,
implora meu perdão
e diz que me ama..
Mas é mentira,
eu sei só de te ver,
sem dilatação no olhar,
só um vazio,
sem tempo,
sem nada.
Só, anda tão só, por caminhos sem fim,
será que lembra de nós?
Tantas vezes tentei mas não pude evitar
que o brilho do nosso amor sumisse do meu olhar...
Enquanto a árvore cresceu, não se viu o pequeno cupim,
logo se multiplicou
acabou com tudo enfim
apodreceu
o amor que havia em mim
e se um dia tocou o céu
sumiu do seu jardim
"Um inseto frágil pequeno quase sem notar, uma árvore tão imensa pode derrubar"
"Um inseto frágil e pequeno pode acabar com o amor que por tanto tempo conseguiu durar..."
