Tenho um ser que Mora dentro de Mim
Tenho saudade de quando meu amanhecer e meu anoitecer começavam com um beijo seu;
Quando sentia o frio na barriga de ver você ao longe, cada vez mais perto do meu coração;
Do calor do seu abraço em dias que o sol estava escondido;
Dos dias em que vivi fora de mim e vivi dentro do seu coração.
Tenho saudade do tempo em que fui feliz ao seu lado.
Eu te amo hoje, amanhã e vou amar para todo sempre.
Quando chove, eu não corro. Me deixo molhar.
Eu deixo escorrer sobre mim águas que já habitaram essa terra
águas que em outro rosto passearam, conheceram outras faces
se embaraçou em um sorriso e se desfez ao chegar no chão, para que logo voltasse a habitar em outra nuvem e vinhesse de novo a cair em outros seres.
Quando chove, eu não corro. Me deixo molhar
Assim quem sabe posso pensar melhor, posso rever meu dia
possa acerta meus erros, possa me orgulhar nos acertos
possa ter um novo começo.
Quando chove, eu não corro. Me deixo molhar
Ninguém entende ao passar, não e preciso entender
e preciso sentir e preciso viver.
e quando sinto gotas frias invadirem minha vida, não e de desespero que olho para o céu
e de agradecimento somente assim sei que estou vivo, somente assim sei que ainda a motivos para se sonhar.
Quando chove, eu não corro. Me deixo molhar
mesmo com pressa, eu não evito de me envolver
e dessa forma ninguém pode ver, quem com simples gotas de chuva
estão as minhas lagrímas. Não que elas sejam preciosas, são só lagrímas
mesmo assim quando chove, eu não corro. Me deixo molhar
Sinto que vale a pena cada segundo, só em sentir a brisa me levar...
Embora às vezes grite: não quero mais ser eu!! mas eu me grudo a mim e inextricavelmente forma-se uma tessitura de vida.
e chegando a estranha percepção dos fatos, conclui
que o assédio mata o ser por dentro
que a corrupção aleija a sociedade doente
que a violência gera o caos na humanidade
que a falta de segurança destrói a população aos poucos
que a falta de educação inibe e coíbe o ser humano
que a falta de alimento extingue a vida por partes
que a falta de água resseca a vida e a alma
que a falta de perdão corrói a consciência e o coracao
que a destruição da natureza extermina o espírito
que a falta de ação para o bem, nos consome de forma geral
que a falta de fé, nos impede de seguir nos caminhos de Deus!!!
Muitas vezes quando sinto um vazio dentro de mim, fico observando todos os caminhos e escolhas que fiz durante todo este tempo, nesta vida, e o que mais me convém é que o erro pode estar em outras vidas, porque sei que nesta vida sou do bem, mas de qualquer forma, estou ciente de que a culpa é minha.
Esse vazio é uma forma “quântica” de a vida avisar que há algo errado, e o que estou fazendo por mim e pelos outros é pouco, que preciso de mais aproveitamento para conseguir evoluir e ajudar a quem me rodeia evoluir também.
É difícil, é um caminho quase que interminável, mas é preciso percorrê-lo.
Esse sentimento de vazio, assim como tantos outros nesta linha, como o de perda, desespero, e medo, são armas que nossos anjos encontram para nos alertar. É como uma parede contornando o caminho, os sentimentos que nos causam dor estão na parede, chocamos com ela, mas não saímos do caminho.
Podemos acordar a qualquer momento, podemos dormir o tempo que quisermos,
Podemos esperar ou buscar, sonhar ou chorar, sentar ou caminhar, as oportunidades vem de Deus, mas a escolha sempre vem de nós.
Vazio - Buraco.
Sinto como se dentro de mim houvesse um buraco profundo.. Nele não há fundo.
Perdi pessoas cujo as quais jamais imaginei ficar sem.
O tempo passou, muita coisa mudou.. Sentimentos, pessoas, até mesmo a minha visão fútil e amaldiçoada sobre o amor.
Não sei se é normal se sentir como eu me sinto. Indiferente, quase doente, vazia e louca da mente.
Pensar muito às vezes pode te deixar insano.. É assim que eu venho me sentindo nestes últimos anos.
Posso ter errado em quase todas as vezes em que resolvi abrir a minha maldita boca. Vomitei palavras que acabaram sendo piores do que qualquer arma.
Se pudesse voltar no tempo, não sei se mudaria algo ou faria exatamente tudo novamente. Sou uma pessoa com a mente doente.
Depois de tantas incertezas, pensamentos e consequências já não sei mais oque faço.
Como e quando vou preencher o espaço infinito deste buraco?
A anedonia é como um apagão silencioso dentro de mim.
Não leva embora apenas a alegria — ela leva o brilho, o impulso, o gosto das coisas que antes me moviam.
É estranho existir assim: lembrar do que um dia me fez sorrir e, ao mesmo tempo, não sentir mais nada.
É como tocar uma memória com as mãos, mas não conseguir alcançar o sentimento que deveria acompanhá-la.
Por fora, tudo parece igual.
Por dentro, é como se alguém tivesse apertado um botão e desligado a parte da alma que reage, vibra, celebra.
Não é falta de vontade.
Não é frescura.
É não conseguir sentir.
É olhar para momentos que deveriam me encantar… e não sentir absolutamente nada.
É querer participar da vida e, ao mesmo tempo, se perceber distante, apagada, desligada do próprio corpo.
A anedonia não rouba só o sorriso.
Ela rouba o caminho que leva até ele.
E é dessa prisão silenciosa que, todos os dias, eu tento me libertar.
Há um lugar dentro de mim que não tem nome.
Não é sombra nem luz — é um silêncio que pulsa, como se guardasse o segredo de todas as respostas que nunca tive coragem de perguntar.
Ali, as memórias não se mostram em ordem, mas em fragmentos que se repetem como ondas. Cada lembrança traz um peso diferente, e cada peso molda um pouco mais quem sou. É um território onde o tempo não existe, mas onde cada instante tem o peso de uma eternidade.
Não é um lugar para visitas apressadas.
É preciso entrar devagar, com a respiração contida, aceitando que algumas verdades não se dizem — apenas se sentem.
Ali, o choro não é tristeza, é purificação. A dor não é inimiga, é guia. E a solidão não é ausência, é presença ampliada de si.
Talvez, no fundo, essa profundidade seja o que me mantém viva.
Porque é ali que encontro a mim mesma antes que o mundo me peça para ser outra.
OCUPANDO-ME COMIGO MESMA
A busca pela minha felicidade ocupa um imenso espaço dentro de mim,
toma todo o meu tempo e energia.
Meu foco está concentrado em um único propósito: ser e estar feliz.
Fazer da felicidade uma escolha diária, um compromisso constante comigo mesma.
É um processo que exige atenção, mas que se torna uma jornada de autodescoberta, onde o amor-próprio floresce e a paz se encontra.
Hoje acontece um luau dentro de mim, é aniversário da minha lua. Mas quantos anos faz esta lua, senão o tempo que eu passei a contar desde quando eu aprendi a admirá-la e ama-la, mesmo assim de longe, tocando-a somente com a minha alma e com as mãos do meu pensamento comprido?
Assédio
Um fogo transformado em ódio q ainda queima dentro de mim, assediada em revolta pelos Esqueiros do prazer, sem ter oque fazer, sem ao menos poder me defender ,sem pensar falam palavras sem ao menos perceber que pode ofender, como se eu fosse um objeto pra você...
E que essa tensão que me corrói por dentro Seja um dia recompensada; Porque metade de mim é o que penso Mas a outra metade é um vulcão
O Tempo que Ficou
Há um lugar dentro de mim, onde o tempo parece não ter passado. Ele ainda existe, como se os dias que vivi ao lado de meus avós estivessem apenas aguardando para serem revisitados. Eu os vejo, seus sorrisos, seus gestos, como se pudessem voltar ao meu lado a qualquer momento. Eu os vejo na quietude da noite, na luz suave da manhã, no som do vento que parece sussurrar seus nomes. E a saudade, essa saudade que aperta o peito, é o que me lembra que eles sempre estarão ali, mesmo que o corpo se tenha ido.
O amor deles por mim era puro, simples, sem exigências. Era um amor que não precisava de palavras, um amor que se mostrava nos pequenos detalhes: no café quente que me ofereciam, nas mãos calejadas que me acariciavam, no olhar atento que me guiava, me protegia. Não eram só meus avós, eram meus pais, meus pilares, minha razão de existir. Eu os carrego dentro de mim, como quem carrega um segredo precioso. Eles estão em tudo o que sou, nas decisões que tomo, nos momentos de quietude, na forma como vejo o mundo.
Ah, como eu queria voltar no tempo! Reviver aqueles instantes em que tudo o que importava era o calor do abraço, a segurança das palavras que me consolavam. O tempo, que agora me escapa entre os dedos, se torna um lamento doce, uma vontade de regressar àqueles dias onde a vida parecia mais gentil, mais devagar. Em cada canto, em cada cheiro, em cada lugar que me rodeia, existe a lembrança deles, e mesmo que o tempo tenha se levado suas vozes, a essência deles ainda vive em mim, vibrando com uma força que não cede.
A saudade que sinto não é um vazio; ela é um espaço preenchido de amor. É um amor que transcende a morte, que resiste ao tempo e que permanece, forte e constante, na minha alma. Eles são a parte de mim que nunca se vai, que nunca se apaga. Eu os carrego em cada passo, em cada sorriso, em cada gesto, pois sei que, no fundo, eles nunca me deixaram. Estão em tudo, em cada pedaço de memória que permanece comigo.
A vontade de voltar ao tempo, de reviver aqueles dias, é mais do que um desejo. É a certeza de que, apesar de tudo, o que construímos permanece. Eles continuam a viver, através do amor que não passa, da saudade que não morre, da presença que, embora ausente, nunca se vai.
A Espera como um Jardim Fechado
Dentro de mim, há um jardim que floresce no toque certo, na voz certa, no cheiro certo. Mas não abro meus portões para qualquer um. Já vi mãos impacientes arrancarem pétalas que mereciam ser admiradas. Então, eu espero. E, enquanto espero, meu desejo cresce, se espalha, se fortalece. Porque quando a pessoa certa vier, encontrará em mim um campo inteiro pronto para ser explorado.
Dentro do Corpo
Há dias em que morar em mim é como habitar um corpo alheio.
O peito pulsa em golpes bruscos, como martelos sem compasso,
e cada batida ecoa por dentro como se o coração buscasse um rumo que perdeu.
O ar pesa.
Não é que falte oxigênio — é que cada tentativa de inspirar
parece empurrar contra um muro invisível.
O pulmão enche, mas a dor o esvazia antes do suspiro terminar.
Os músculos se tornam fios trêmulos,
sustentando um corpo que ameaça despencar a cada passo.
O cansaço não é sono; é um colapso silencioso
que pede desligar tudo, como quem reinicia uma máquina cansada demais para funcionar.
Por dentro, tudo treme.
Não é frio, não é medo — é um estremecimento que começa no centro e se espalha,
como se o corpo tentasse se desligar para proteger o que resta.
E, no entanto, permaneço.
Não por escolha heróica,
mas porque, mesmo perdido, o coração insiste em bater.
E eu sigo, acompanhando-o,
como quem atravessa a noite sem saber se haverá amanhecer.
Eu não procurei, não insisti. Contive tudo dentro de mim até que houvesse um movimento qualquer de aceitação. Quando houve cedi.
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