Tenho um ser que Mora dentro de Mim
"Esse silêncio que me devora por dentro, essa tristeza me fadiga a cada minuto, tão pouco este teu sorriso que me faz suspirar eternamente..." (Rhive Scolin)
Quem nunca colocou o celular
dentro da cueca na hora que
passava por uma rua cheia de
ladrões, não sabe o que é ter
medo.
Sois minha prisão.
sois o acalento dentro do meu peito,
sois a virtude que acalma relento da solidão,
sois as trevas consomem meus sentidos,
sois meus temores adversos nos meus sonhos...
palpites da variação desilusão... é uma cuva...
esparsa no frio do apogeu.
por celso roberto nadilo
Regenerar!!!
Quando o amor desata o laço
por dentro solta uma fera
o jardim se torna escasso
sem flores da primavera
e o coração fica em pedaços
mas depois se regenera.
Segredos entrelaçados e emaranhados, porém sem embaraços.
Antes entrou espaço a dentro, se interessou, entrelaçou, amou, mas o destino agiu e numa virada, fez isso tudo enfraquecer, mas com certeza jamais desaparecer ou morrer.
Hoje tempo rodado, tempo passado que se tornou, passado, passo a conhecer, querer, e ter amizade com você, mas possuí-la é improvável, o sentimento é de mais que amizade e companheirismo. Amor? num sei. Vistas claras levemente acarameladas, tão claras que são quase transparentes, que se enxerga o fundo e vê-se vestígios de sofrimento, enxerga-se o passado penoso, mas percorrido e vencido com muita determinação, fé e coragem, marcas registradas de pessoa guerreira, que te faz especial de segredos segregados por serem quase de estado e esses, lançados ao fundo do seu eu, como num baú de tesouro perdido, onde só você tem o mapa de onde está a chave e eu, apenas eu, sei onde escondeu, com a sua permissão é claro, pois só eu poderei saber o que tu escondes ou omite do restante humano, com seu jeito discreto de ser, já que não interessa-os, por não fazerem parte de você.
Muito bom poder confiar-lhe meus segredos e saber que confia-me os seus. O entrosamento é tamanho que acho, tornamos-nos um só, em cabeças, idéias atitudes e comportamentos, bom saber que há extensão de mim, segura, onde tenho mais uma boca, dois olhos, dois ouvidos, habitável e explorável, sem que traga-me embaraços. Bom saber que existe você e de quem já mais me apartarei, pois a qualquer lugar do mundo que estiveres, pela forte confiança que nos envolve, seremos sempre uma só pessoa, um só ser.
Em uma pequena crônica revelando adjetivos, elogios, combinação, entrelaçamento e envolvimento entre a fonte inspiradora e o autor, ele elegantemente e feliz, agradece. Muito obrigado por você existir.
Boldane A. Cordeiro.
" Abra seus olhos , enxergue que a felicidade esta dentro de você , veja que Deus e sua família sempre estarão ao seu lado , contemple o sol , sinta o amor , sinta a brisa do mar , não fique triste , apenas abra os seus olhos e viva intensamente sem ter medo de ser feliz "
Há alguém dentro da minha cabeça , e ele está me dizendo para desistir, ele está me dizendo pra desistir.
Perdoar representa amar.
Amar porque o amor é o que de mais puro temos dentro da gente. É como se fizesse parte de uma essência boa em que todos nós temos.
Quando odiamos sentimos a presença do que é o contrário do amor, que é o ódio.
E já que temos a capacidade natural do amor, do contrário também é verdadeiro.
Normalmente quando temos de perdoar é porque um dia de certa maneira já amamos aquele algo que hoje odiamos, e por isso a dificuldade de perdoar, que daria uma entonação de amar novamente aquele mesmo algo.
Portanto, muitas pessoas atrofiam a capacidade de amar exatamente pelo medo do amor, e na mesma quantidade o medo do perdão.
Perdoe, deixe seu coração pairar aonde ele deseja. Seja amor, e não ódio ou medo.
HUMANIDADE tem a ver c colocar se no papel do outro. Dentro dessa palavra (humanidade) há uma PERTENÇA, ou seja, um sentimento de me fazer PARTE DESSA RAÇA. Se eu não tenho o mínimo de humanidade ou não me faço pertencer a essa humanidade, então eu faço parte do que?
Faça dieta! Regule o que sai de dentro da sua boca tanto quanto tem se preocupado com o que entra. Sabe aquela famosa frase de que você é o que você come? Quando o que sai de nós só causa danos, precisamos questionar o que tem alimentado a nossa alma. Somos um ser integral, precisamos de alimento físico, mas não nos esqueçamos do alimento espiritual, que deve ser diário para você se manter saudável!
Apressado, sai do prédio deixando o portão bater sozinho, ainda ajeitando a camisa por dentro da calça enquanto ligeiramente caminha.
Aperta o passo, não há tempo nem para olhar para os lados, apenas baixa os olhos para seu Tissot folgado no pulso esquerdo... A cada trinta segundos.
Dezembro, céu de brigadeiro, o sol a pino de quase meio dia faz grudar o tecido da camisa as suas costas. Sua fotofobia lhe faz apertar olhos protegendo-os da luz diurna; continua seu trote, não há tempo para procurar seu Rayban Clubmaster em meio à bagunça de papeis, livros, cédulas amassadas, moedas e dois maços de Marlboro em sua bolsa carteiro de couro.
Sinal vermelho, para bruscamente na calçada olhando o semáforo com a mão a frente da testa fazendo sombra aos olhos, não vê nitidamente as cores, baixa a cabeça correndo mais uma vez os olhos ao relógio, mas nota o cadarço desamarrado de seu velho tênis preferido e bem gasto por sua pisada pronada. Articulando num reflexo mental o movimento de como se abaixar rapidamente para amarar seu cadarço, ouve os sons da aceleração dos carros; sinal verde, não há tempo, continua seus ligeiros passos. Incomodado e pisando cautelosamente, agora sente seu tênis frouxo no pé.
A pisada manca lhe faz perder segundos preciosos, sua ira se aflora por estar em cima da hora e ter de desacelerar par dar passagem a uma senhora e seus três poodles negros, que encabrestados em suas guias tomam a calçada. Mais á frente, quatro idosos lado a lado caminham em passos letárgicos na inversão proporcional de sua pressa; em meio aos carros invade a pista, ultrapassa os anciãos e volta à calçada, um skatista vem em sua direção, incólume desvia mais uma vez.
Os batimentos já acelerados, respiração ofegante, rosto tomado em suor e metade da camisa molhada por fora da calça fazem esquecer-se do cadarço tocando o chão; seus passos rápidos se transformam num ritmo fundista embora sem sincronia; correndo variando os ritmos, desviando dos vendedores de eletrônicos, do carrinho de mão do fruteiro e do guardador de carros que monitora a vaga; esbarra no entregador de papeis com anúncios de compra de ouro, apenas acena discretamente o pedido de desculpas.
Não bate um vento, apenas o clima seco e sensação térmica de 46 graus; parado novamente no sinal, que acabara de avermelhar para o pedestre, encontra a lacuna do tempo para amarrar o cadarço, abaixa-se e assim o faz, ergue os olhos e avista a portaria do edifício do outro lado da rua na qual fará sua entrevista de emprego; assim que os carros param, ele segue desbravando seus últimos metros antes de cruzar a portaria espelhada e moderna.
Ainda com pisadas fortes adentra o edifício, sem muitas dificuldades se apresenta para a recepcionista no lobby central; corre para a porta do elevador que está parado no vigésimo terceiro andar; toca o indicador aceleradamente e renitente o botão para subir. Entre a contagem dos andares no visor eletrônico na parede e os olhos no relógio, sua ansiedade faz dos segundos virarem uma interminável espera.
Abrem-se as portas do elevador, sozinho ele entra, retira a anotação do endereço do bolso da camisa e diz o andar para o ascensorista; no segundo andar o elevador para, não há ninguém a espera; somente com a cabeça para fora o ascensorista anuncia a subida. Ninguém.
No monitor interno do elevador, informa as condições climáticas do dia, da hora e data.
Em seu primeiro momento de entretenimento, olhando a tela, o jovem apressado repara que de acordo com a hora do monitor, está adiantado quarenta minutos, olha seu relógio novamente; incrédulo consulta as horas ao ascensorista que lhe confere com as do monitor.
Soltando o ar dos pulmões num alivio imediato, vidra seus olhos mais uma vez ao monitor, sua pupila corre a tela até parar na data. Num estalo temporal busca sua anotação agora no bolso da calça.
Tomado de cólera solta três palavrões seguidos ao constatar que sua entrevista é no dia seguinte.
Temos de manter a bondade e o amor dentro de nós. E com certeza, conseguiremos encontrar a felicidade nesse mundo em que vivemos. E deixaremos para nossas crianças o bem que fizemos, para que elas continuem a viver em paz. Todos juntos nos concentrando apenas em fazer o bem, com amor e esperança, teremos estampado em nosso rosto o sorriso, para que cada um ao nosso redor o visualize e nos siga, com o mesmo sorriso...Já é tempo de ter, e querer "Um Mundo Melhor".
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