Tenho um ser que Mora dentro de Mim
Eu tenho você agora,mas eu sei que posso vir a perde-lo por não aceitar o que sinto por você,por não querer acreditar nos seus sentimentos,você ja foi meuu e eu deixei que se fosse,um dia gosteei de você mas você eu não gosto mais eu apenas amo você e sei que não lhe tenho em meus braços,mesmo que seu coração seja meu de nada adianta sem você perto de mim!
Eu acordei perdidamente apaixonada pela minha vida. Parei para pensar em quanta coisa boa eu tenho colecionado a medida que fui vivendo. Quantos lugares eu tive oportunidade de conhecer. Quantas pessoas eu pude abraçar, quantas luas eu pude admirar. Eu parei de reclamar das dores de cabeça, do frio que fazia lá fora, das minhas roupas que iam ficando apertadas. Eu passei a amar ser o que eu sou, eu passei a sorrir para a vida!
Não há nenhuma evidência que me responsabilize pela minha existência, portanto, eu não tenho o que pagar!
Só sei que nada sei
Imito, logo não tenho personalidade.
Quanto equívoco!
Não é SE eu imito, é O QUE eu imito. Isso sim mostra a minha cara.
Não somos diferentes em tudo que fazemos e/ou pensamos. Como seria o mundo se não fosse assim? Talvez um tremendo jogo de adivinhações.
E voce, aí, certamente nem saberia o que estou escrevendo agora. Mas como sabe, o que posso fazer se não sei nada mesmo?
Sou o que sou,faço o que faço,e sou livre como a brisa do mar,tenho muitos defeitos,mais são esses defeitos que me tornam um ser humano imperfeito,e para mim me tornar perfeito nem que eu nascesse denovo,por que á perfeição não vem dos homens e sim do Homem ,chamado jesus Cristo.
Tenho certeza que muitos não sabem diferenciar o amor e o ódio, pode parecer idiota isso, pois são sentimentos opostos, Mas tu já experimentou amar e ser iludido? vai perceber que ambos se confundem em nossa mente
INTEIREZA
Tudo que tenho é por inteiro,
é intenso, completo, certeiro,
nada me preenche na metade,
nem mesmo, medo e saudade,
sou a parte completo do todo,
o visco inteiro e verde do lodo,
peça que fecha quebra cabeça,
o final onde tudo mais começa.
O amor está em mim até o fim,
plantado bem cravado no peito,
arraigado na raiz de meu verso,
se enterra e espalha feito capim
e me serve de estrada e de leito,
é completo, pois é meu universo.
Não tenho mais palavras para expressar meus sentimentos por você ...
pois, não existe absolutamente mais nada .
RESISTÊNCIA
Estou parado!
Mas não porque não tenho nada a fazer,
Quero ficar parado!
Meu instinto clama,
Fique parado!
É a vontade de ficar parado,
Que me faz ficar parado.
Não posso ficar parado!
Me dizem uns,
Como se fossem os donos da verdade.
Mas, minha vontade supera a sua constituição;
Como posso eu, me subordinar aos caprichos da vontade alheia?
Se sei que posso seguir minha própria vontade!
Oh! Por favor!
Deixe que eu fique parado!
Siga a sua rota e não me perturbe,
Porque eu não sigo os caprichos de ninguém!
Não sei se estou certo!
Não sei onde vou chegar!
Só sei que estou parado!
Eu não tive nenhum esforço para conquistar o que eu tenho na vida, meu esforço foi as desilusões, decepções e despedidas
Por que será que é tão difícil acreditar em algumas coisas? Muitas vezes tenho a sensação de estar num sonho, e que quando acordar verei que não era nada. Ás vezes me dá vontade de em particular perguntar, tirar minhas dúvidas, mais a coragem. Ah a coragem essa não me acompanha. Então vou ficando acreditando e desacreditando, vivendo um sonho ou uma realidade, perfeita com VOCÊ!
I
Eu tenho quinze anos
E sou morena e linda!
Mas amo e não me amam
E tenho amor ainda.
E por tão triste amar,
Aqui venho chorar.
II
O riso de meus lábios
Há muito que murchou;
Aquele que eu adoro
Ah! Foi quem matou;
Ao riso, que morreu,
O pranto sucedeu.
III
O fogo de meus olhos
De todo se acabou,
Aquele que eu adoro
Foi quem o apagou:
Onde houve fogo tanto
Agora corre o pranto.
IV
A face cor de jambo
Enfim se descorou,
Aquele que eu adoro
Ah! Foi quem a desbotou:
A face tão rosada
De pranto está lavada!
V
O coração tão puro
Já sabe o que é amor,
Aquele que eu adoro
Ah! Só me dá rigor:
O coração no entanto
Desfaz o amor em pranto.
VI
Diurno aqui se mostra
Aquele que eu adoro;
E nunca ele me vê,
E sempre o vejo e choro;
Por paga a tal paixão
Só lágrimas me dão!
VII
Aquele que eu adoro
E qual rio que corre,
Sem ver a flor pendente
Que ti margem murcha e morre:
Eu sou u pobre flor
Que vou murchar de amor.
VIII
São horas de raiar
O sol dos olhos meus,
Mau sol! Queima a florzinha
Que adora os olhos seus:
Tempo é do sol raiar
E é tempo de chorar.
IX
Lá vem sua piroga
Cortando leve os mares,
Lá vem uma esperança
Que sempre dá pesares:
Lá vem o meu encanto,
Que sempre causa pranto.
X
Enfim abica a praia,
Enfim salta apressado.
Garboso como o cervo
Que salta alto valado:
Quando há de ele cá vir
Só pra me ver sorrir
?
XI
Lá corre em busca de aves
A selva que lhe é cara,
Ligeiro como a seta
Que do arco seu dispara:
Quando há de ele correr
Somente para me ver.
XII
Lá vem do feliz bosque
Cansado de caçar,
Qual beija-flor que cansa
De mil flores a beijar:
Quando há de ele, cansado,
Descansar a meu lado?
XIII
Lá entra para a gruta,
E cai na rude cama,
Qual flor de belas cores,
Que cai do pé na grama:
Quando há de nesse leito
Dormir junto a meu peito?
XIV
Lá súbito desperta,
E na piroga embarca,
Qual sol que, se ocultando,
O fim do dia marca:
Quando hei de este sol ver
Não mais desaparecer?
XV
Lá voa na piroga,
Que o rasto deixa aos mares,
Qual sonho que se esvai
E deixa após pesares:
Quando há de ele cá vir
Pra nunca mais fugir?...
XVI
Oh bárbaro! Tu partes
E nem sequer me olhaste?
Amor tão delicado
Em outra já achaste?
Oh bárbaro! responde,
Amor como este, aon
de?
XVII
Somente pra teus beijos
Te guardo a boca para;
Em que lábios tu podes
Achar maior doçura?...
Meus lábios, murchareis,
Seus beijos não tereis!
XVIII
Meu colo alevantado
Não vale teus abraços?...
Que colo há mais formoso,
Mais digno de teus braços?
ingrato! Morrerei...
E não te abraçarei.
XIX
Meus seios entonados
Não podem ter valia?
Desprezas as delícias
Que neles te ofrecia?
Pois hão de os seios puros
Murcharem prematuros?
XX
Não sabes que me chamam
A bela do deserto?...
Empurras para longe
O bem que te está perto?...
Só pagas com rigor
As lágrimas de amor?...
XXI
Ingrato! Ingrato! foge...
E aqui não tornes mais,
Que, sempre que tornares,
Terás de ouvir meus ais:
E ouvir queixas de amor,
E ver pranto de dor...
XXII
E, se amanhã vieres,
Em pé na rocha dura
'Starei cantando aos ares
A mal paga ternura...
Cantando me ouviras,
Chorando me acharás!...
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