Tenho Cara de Metida
Não temo a minha caminhada
Não temo meus inimigos
Não temo meus obstáculos
Tenho a força do Deus
Em minhas mãos trago sua espada forjada no fogo
Sou guiada pela Deusa
Seu escudo sagrado me protege
Caminho sem temer
E quando chegar o fim
Estarei nos braços de quem sempre esteve ao meu lado
Tenho tantas cicatrizes na Alma que ultimamente quando sou ferida a dor não incomoda tanto e a recuperação é rápida
Muitas pessoas tem medo em dizer que ama alguém. Esse medo eu não tenho, eu sempre digo a quem eu amo o quanto é importante na minha vida e o amor que sinto, porque não sei se terei oportunidade em dizer futuramente.
ARRUACEIRO
Arruaceiro arruaceiro
Vou beber e namorar
Porque eu tenho dinheiro
Bota pra roer botar pra roer
Com essa moda apaixonada
O povo que mesmo é beber
Sair de casa de mal com a mulher
Pasei o dia no buteco
E a noite no cabaré
Arruaceiro arruaceiro
Vou beber e namorar
Porque eu tenho dinheiro
A mulher me ligando
E os amigos dando corda
Tudo falando assim
Não atende essa croja.
Arruaceiro arruaceiro
Vou beber e namorar
Porque eu tenho dinheiro.
Poeta Antônio Luis
MINHA VIDA E TUA
Quanto tempo tenho pra viver
Nao sei
Por isso vou te amar
Enquanto eu viver
Nessa vida
levamos e que aprendemos dela
Entao ame sem pensar
E chore quando precisar
Siga sua sua fe
Minha vida e tua
Sua vida e minha
Vamos se amar
Minha rainha
Poeta Antonio Luis
MINHA VIDA E TUA
Quanto tempo tenho pra viver
Nao sei
Por isso vou te amar
Enquanto eu viver
Nessa vida
levamos o que aprendemos dela
Entao ame sem pensar
E chore quando precisar
Siga sua sua fé
Vem comigo pra onde Deus quiser.
Minha vida e tua
Sua vida é minha
Vamos se amar
Minha rainha
Minha vida e tua
Sua vida é minha
Vamos se amar
Minha rainha
Poeta Antonio Luis
MINHA VIDA E TUA
Quanto tempo tenho pra viver
Nao sei
Por isso vou te amar
Enquanto eu viver
O sol já vem raiando tudo acontecendo E eu estou vendo Que eu não vou te ver Só existe uma verdade Minha felicidade é amar você
Minha vida e tua
Sua vida é minha
Vamos se amar
Minha rainha
Poeta Antonio Luis
22 de março de 2015
AS BOLAS
Quem gosta de bola
Quem gosta de bola
Tenho duas aqui
Tenho duas aqui
Quem gosta de bola
Quem gosta de bola
Tenho duas aqui
Tenho duas aqui
Você vai gostar Você vai gemer sorrir.
Você vai pegar você vai pegar
Você vai pegar E não vai largar
As minhas bolas
Então pega as bolas
E ganha banana de presente
Então pega as bolas
E ganha banana de presente
Quando quiser liga pra gente
E Tomé banana de presente
Quando quiser liga pra gente
E Tomé banana de presente.
Quem gosta de bola
Quem gosta de bola
Tenho duas aqui
Quem gosta de bola
Quem gosta de bola
Tenho duas aqui
Tenho duas aqui
Você vai gostar Você vai gemer sorrir.
Poeta Antonio Luís
MOTOROLA
Eu tenho motorola
Eu tenho motorola
Eu tenho motorola
As novinhas vão sentar
As novinhas vão pegar
O meu Motorola
Quer andar quer andar
Pode chegar pra cá
Quer sentar quer sentar
Pode pedalar
Pedala Pedala Pedala
Que a moto vai pegar
Se abaixa se abaixa se abaixa
Que a rocha vai entrar
Eu tenho motorola
Eu tenho motorola
As novinhas vão sentar
As novinhas vão pegar
O meu Motorola
Motorola Motorola
Quem gosta quem gosta
Motorola Motorola
Quem gosta quem gosta
Eu tenho motorola
Eu tenho motorola
As novinhas vão sentar
As novinhas vão pegar
O meu Motorola
Poeta Antonio Luís
ME BEIJA
Chega de brigar chega de falar
Você não tem certeza
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija
Saio do serviço
Vou tomar uma gelada
Eu gosto de beber
Quem não gosta é minha amada
Derepente o telefone toca
É o meu bem na linha
Ela pergunta onde estou
Se estou com outra galinha
Quando chego em casa
A mulher vem brigar
Eu vi achando graça
E calado vou ficar
Chega de brigar chega de falar
Você não tem certeza
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija. Me beija.
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija. Me beija
Poeta Antonio Luís
20/06/2015
VOU FAZER UM GOL
Meio sonolento E o vento batendo na porta do quarto
Pra solidão eu tenho faro
Dou de cara com você No meu pensamento
Não fico em paz um só momento
Enquanto não prosear com ela direito.
Não deito não me levanto
Já pedi a todos os santos
Que me trouxesse aqui
Um pouquinho do seu paraíso pra mim.
A bola que caiu no seu quintal
Foi proposital não me leve a mal
Foi eu quem chutei
E um gol vou fazer Se você me responder
Um bilhete que eu mandei Pedindo um beijo seu.
Vou fazer um gol Se eu ganhar seu amor
Vou fazer um gol Se eu ganhar seu amor.
Poeta Antonio Luís
4:02 PM 24 de julho de 2016
Uma coisa eu tenho certeza. Tenho minha consciência limpa, pois a minha influência nas tomadas de decisões vem de Deus. Está é a única aprovação de que preciso!
Sempre penso, inquieto (...) tenho tão pouco! Não sou feliz, quiçá sadio ou belo, restaram poucas migalhas do prazer à mesa. Raramente acabo afeiçoado, ora vira-lata, ora não, mas, por quê? Qual a graça em tornar meus dias, já infernais, em uma convulsão ininterrupta? Seriam apenas histerias de uma vida qualquer ou realmente, desejo de fé?
Sendo crítico de arte, tenho plena convicção de que Carlos Borsa reinventou a Inteligência Artificial (IA) nas Artes Visuais.
Asa de um lado só
Só tenho uma asa.
Um lado mudo de pássaro.
O céu me namora,
mas eu sou do chão.
Se tivesse duas,
voava em linhas tortas,
fazia rasantes no azul
e inventava nuvens novas.
Com uma só,
fico brincando com o vento,
sonhando ser passinho,
pés no chão e cabeça nos ares.
Quem sabe um dia,
no finalzinho da lida,
a asa murcha cresça
e eu, enfim, conheça o céu.
Minha asa pulsa,
como se já soubesse do infinito.
Uma asa é quase nada,
ou tudo — depende do corpo que sonha.
Tenho plantado árvores
Tenho plantado árvores
sem saber o nome das mudas.
Algumas nascem tortas,
outras largam o caule no meio da tarde,
como quem desiste do dia
antes que a manhã termine.
Não escrevo placas,
não celebro datas.
Apenas volto, às vezes,
com um copo d’água e um silêncio,
como se ambos fossem sementes.
Plantar me parece um jeito
de conversar com o que virá depois de mim:
alimentar com frutos e sombra,
como quem deixa recados
em folhas verdes,
numa língua que ainda será inventada.
Às vezes, passo semanas sem voltar.
E, quando volto, há silêncio também nas raízes.
Outras vezes, encontro uma folha nova
que não me esperou para nascer.
As crio em pequenos vasos,
pensando protegê-las do mundo.
Mas elas anseiam pelo chão —
há raízes que não suportam cerâmica,
há vontades que só entendem o barro.
Tenho aprendido que a terra escuta melhor
quando não a interrompemos.
E que há gestos que não florescem
para nós.
Tenho plantado árvores
como quem aceita não entender tudo,
mas ainda assim insiste.
Como quem planta uma pergunta
e colhe, com sorte,
a sombra de uma resposta.
“Já tenho algumas décadas e sei, tenho muito a caminhar. Desejo ainda ser lido mesmo depois quando enfim for encontrar minhas origens. Espero até lá parecer mais sábio aos olhos dos que me descobrirem. Não sou propriedade da minha propriedade. Tudo que tenho e fiz só faz sentido se puder ser, de alguma forma apropriado por outros. Sou poeta e a poesia não tem dono cada um que a ressignifica se torna co-autor. Essa é a a forma que encontrei de me tornar eterno a cada vez em que eu for recontado.”
Neste instante estou de pé.
O que acontecerá amanhã?
Você sabe?
Eu não.
O agora é tudo que tenho.
Por favor, não me desperdice!
