Tenho Cara de Metida

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A única certeza que tenho é de que minha vida e meu coração nunca mais serão os mesmos depois de Hardin.
After - Anna Todd

Não aceno bandeira, não colo adesivo, não tenho partido, odeio político. A única campanha que eu faço é pelo ensino e pro meu povo se manter vivo.

Eu tenho uma queda por todos os tipos de garoto que vão me dar uma bela dor de cabeça.

É... mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra falar
Coisas minhas, talvez você nem queira ouvir.

Ana Carolina
Álbum "Estampado"

Nota: Trecho da música "Pra rua me levar", composta por Ana Carolina e Totonho Villeroy

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Não tenho nada contra Selena Gomez, eu só não quero que ela comece a me chamar de "irmãozinho".

Sim, eu tenho medo do esquecimento terreno. Mas, quer dizer, não quero parecer meu pai nem minha mãe falando, mas acredito que os seres humanos têm alma, e acredito na manutenção da alma. O medo do esquecimento é outra coisa, o medo de não ser capaz de dar a minha vida em troca de nada. Se você não vive uma vida a serviço de um bem maior,precisa pelo menos morrer uma morte a serviço de um bem maior, sabe? E eu tenho medo de não ter nem uma vida nem uma morte que signifique alguma coisa.

Tenho medo de me apaixonar outra vez e por isso mesmo sei que estou gostando de você, pois quando penso em ti sinto que me faz bem e isso me dá medo.

Quando vou dormir, meu coração está em perfeita paz e tenho um sono bem tranquilo porque Deus, meu Senhor, me dás a mais perfeita segurança. (Salmos 4:8)

Sou impulsiva, dramática, exagerada, mas vivo com intensidade. Tenho paixão pelas coisas. E pelas pessoas. Sou movida pelo que sinto, pelo que vem de dentro, pelo meu coração. A razão? Que se exploda! Posso me dar mal, mas prefiro agir com o que vem lá do fundinho.

Na confusão dos meus sentimentos, eu vou fingindo que não tenho certeza de uma coisa...
o quanto te quero.

Sou complexa e tenho uma personalidade forte.
Não sou perfeita, mas tenho um bom coração.
Eu me perco, me procuro e me reencontro.
Eu me entrego completamente. Não me dou pela metade.
Eu nunca serei uma média amiga ou o seu quase amor.
Eu sou tudo ou nada. Não gosto de meios termos.

Não tenho medo da morte, tenho medo da desonra porque um homem honrado nunca morre, mas um homem desonrado morre em vida...

Deixe-me pensar: eu era a mesma quando me levantei essa manhã? Tenho uma ligeira lembrança de que me senti um bocadinho diferente. Mas, se não sou a mesma, a próxima pergunta é: Afinal de contas quem eu sou? Ah, este é o grande enigma!

ENTRE RELATÓRIOS E PLANILHAS

Largue todos esses papéis,
Venha... tenho pressa,
Deixe-me sentar no seu colo,
Faça-me ficar sem jeito,
Com o rosto vermelho,
O corpo arrepiado.
Largue esses projetos,
Fale-me baixinho no meu ouvido,
Diz que me quer...
Envolva-me em seu carinho,
Largue esses papéis,
Relatórios e planilhas,
Venha, digite palavras obscenas
Nas linhas de meu corpo
Carimbe seus lábios em minha pele,
Imprima seus desejos em minha alma
Molhe sua língua na tinta de meus lábios...
Venha, largue todos esses papéis,
Arranque os grampos de meus cabelos,
Deite-me nas folhas brancas de seus lençóis
Contabilize nosso amor.

Eu insisto, persisto, não mando recado... Eu tenho algo a dizer, não vou ficar calado.

Ai, que saudades que eu tenho
Dos meus doze anos
Que saudade ingrata
Dar banda por aí
Fazendo grandes planos
E chutando lata
Trocando figurinha
Matando passarinho
Colecionando minhoca
Jogando muito botão
Rodopiando pião
Fazendo troca-troca
Ai, que saudades que eu tenho
Duma travessura
Um futebol de rua
Sair pulando muro
Olhando fechadura
E vendo mulher nua
Comendo fruta no pé
Chupando picolé
Pé-de-moleque, paçoca
E disputando troféu
Guerra de pipa no céu
Concurso de pipoca

Não nego. Tenho um grande medo de ser sozinha.
Não sou pedaço, mas não me basto.

Já não tenho paciência para algumas coisas, não porque me tenha tornado arrogante, mas simplesmente porque cheguei a um ponto da minha vida em que não me apetece perder mais tempo com aquilo que me desagrada ou fere. Já não tenho pachorra para cinismo, críticas em excesso e exigências de qualquer natureza. Perdi a vontade de agradar a quem não agrado, de amar quem não me ama, de sorrir para quem quer retirar-me o sorriso. Já não dedico um minuto que seja a quem mente ou quer manipular. Decidi não conviver mais com pretensiosismo, hipocrisia, desonestidade e elogios baratos. Já não consigo tolerar eruditismo seletivo e altivez acadêmica. Não compactuo mais com bairrismo ou coscuvilhice. Não suporto conflitos e comparações. Acredito num mundo de opostos e por isso evito pessoas de caráter rígido e inflexível. Na amizade desagrada-me a falta de lealdade e a traição. Não lido nada bem com quem não sabe elogiar ou incentivar. Os exageros aborrecem-me e tenho dificuldade em aceitar quem não gosta de animais. E acima de tudo já não tenho paciência nenhuma para quem não merece a minha paciência.

José Micard Teixeira

Nota: A autoria do pensamento tem vindo a ser erroneamente atribuída a Meryl Streep.

De todo o amor que eu tenho
Metade foi tu que me deu

"...E eu tenho tentado dormir demais, querendo me congelar para o futuro melhor. Um futuro bom, assim como foi bom esse nosso passado. É o presente que não estou sabendo como viver. Acredite, hoje, estamos melhores separados. Ou, ao menos, mais verdadeiros."

trecho de me deixem