Tempos de Escola
Grade extra curricular
Nos tempos de escola.
Já desenvolvíamos pesquisas
em grafeno em carteiras.
Fazendo experiências da reflecção da
Luz. Nos arquivos que precisavam serem
Inseridos em testes para aferição do
QIs. Exigidos pela grade aferidora.
Também testes eólicos de alta pressão,
Em tubos geralmente transparente.
Composta de fibras trituradas e
Centrífugas. Para ensaio de impacto,
Em tecido rígido. Enquanto era
Delineada nos quadros, os objetivos
A serem transpassados pelos os alunos.
Na sala também era desenvolvido,
Experiência com a reflexão da luz.
Usando como régua de trinta centímetro.
Apoio, direcionamento , suportabilidade,
E resistência do campo de visão, do experenciado.
Que geralmente reclamava para a professora.
Exercícios de alto impacto, tentando
Pular o muro da escola. Alguns falhavam.
Corrida de fundos de até quinhentos,
Metros na saída da escola. Isso dependia,
De quem corria atrás.
Experiência, com espelhos colados em base
De borrachas e lonas que revestiam o pé.
Para identificação de cores variadas.
Em tecido geralmente confeccionado
Em linho de algodão. De cores leves. Aí se fosse pego....
Fiscalização pelo menos , duas vezes por dia.
Do perímetro sanitário, e certificação da qualidade,
Da agua servida na escola.
Controle de estoque , de epóxi mastigáveis.
Grudado em madeira retangular.
Onde cada um tinha o seu espaço.
Treinamento de economia e compartilhamento.
Decorrente da durabilidade, desse elemento.
Que podia de ser reutilizado depois de Amaciado .
E para isso. Era apenas fazer o controle tátil e ele sempre
Estava lá. Junto com outros. Os verdadeiros donos.
Nunca reconhecidos ate a presente data.
Designer e comunicação, sem necessidade
De taxas de entregas de correspondência,
Com o objetivo de estreitamento de diplomacia.
Entre os aficionados. Muitos deles.
Compuseram no decorrer dos anos
Entidade familiar de ajuda mutua.
Para a multiplicação da espécie.
Esses são algumas lembranças do tempo
De escola. Que pelas lembranças sou grato.
Mas inexistem palavras para expressar tanta,
Felicidade. De começar um livro novo.
Marcos fereS
Sou aluno da Escola da Vida, onde o mundo é o grande mestre. Por isso, de tempos em tempos, submeto-me às avaliações apresentadas, que recebem o nome de PROVAÇÕES.
Tempos bons!
Naquela terra batida
cada amigo era um irmão
tinha escola garantida
tinha saúde e educação
se valorizava a vida
e a infância era vivida
brincando de pé no chão.
PRIMEIRO OLHAR
Tudo começou nos tempos da escola,
Você faltava aula pra me ver jogando bola.
Me apaixonei no primeiro olhar.
Tinha medo de não se apaixonar.
Saquei que é boa ideia,
Você sendo assim.
Num gesto carinhoso,
Se amarrando em mim.
Com sorriso maroto,
Eu olhei para ti.
Lembrei que era garoto,
Para poder admiti.
Seu cabelos loiros,
Do lado do teu rosto.
O cheiro do teu perfume,
De mim era o oposto.
Te amo pra sempre.
Sempre vou te amar.
Nunca esquecerei,
Do teu lindo olhar!
Se eu pudesse, voltaria no tempo. Voltaria até os meus tempos de escola e paralisaria os três anos em que a vida era uma aventura. Todo dia era um episódio de série, um capítulo de livro, a página de um diário, a faixa de um cd. Era ficção científica, drama, comédia, ação, romance, terror, fantasia, tudo misturado. Era a época em que amigos eram de verdade e muitos. Era a época que a mentira nem doía (só construía um novo arco pra história). E era a minha história favorita. Eu adorava poder vivê-la. E o faria, se pudesse voltar no tempo.
Devemos sentir saudades, saudades dos bons tempos, dos amigos, dos colegas de escola, trabalho e faculdade, saudade das brincadeiras sadias, dos bons momentos com familiares, amigos e vizinhos, saudade dos momentos festivos, devemos sentir saudades ainda da moral, da ética, do respeito, da educação e dos bons costumes de antigamente.
Os bons tempos devem ser sempre relembrados e guardados não somente nas nossas mentes, mas também nos nossos corações. Relembre, fica a dica!!
"Nos tempos velozes e competitivos de hoje, talvez fosse bom que fizéssemos uma pequena alteração em um dito popular: 'Cabeça mal informada, corpo padece'. "
Há tempos, quando a educação era respeitada, os professores eram rígidos e até cruéis; no entanto, aluno algum ousava zombar deles, agora ainda o são, mas uns com os outros, e ninguém respeita a escola.
"Não se engane, cidadão brasileiro. Em outros tempos roubavam muito mais do que hoje; havia muito mais político gatuno do que hoje, mas nem sempre divulgavam, porque as falcatruas eram quase geralmente escondidas a sete chaves nas gavetas dos poderes, e, ninguém, ou muito, muito poucos ficavam sabendo. Mas, felizmente, as gavetas antes trancafiadas, agora são cada vez mais abertas ou totalmente escancaradas."
📝✏
"De uns tempos para cá tenho reparado muitos posts decorrentes de internautas criticando e até zombando das pessoas que escrevem errado e cometem os chamados erros de português. A meu ver, criticar o Português ou outra língua de alguém que mora num país onde a educação cada vez mais é desvalorizada e desprezada, é uma atitude não apenas cruel, mas absolutamente incivilizada, revoltante e involutiva. Se, hoje em dia, percebe-se professores, mesmo licenciados, escrevendo errado, escrevendo tão mal que muitas vezes nem dá para decifrar o que eles escrevem – ou, pior ainda, não escrevem nadica de nada – quem dirá os alunos, seus aprendizes. É talvez muito mais fácil zombar do Português do que compreendê-lo."
Tempos de criança
Há quem faça pouco caso dos desejos das crianças, eu não, sempre analiso e procuro entender o porquê de alguns anseios infantis. Dizem os psicólogos e psiquiatras que os acontecimentos repercutem por toda a nossa vida e acaba formando nossa personalidade, um dos motivos de tentar entender o que se passa na cabeça dos pequenos é o fato de eu já ter sido criança (claro), e na minha infância tive inúmeros desejos que jamais foram atendidos. Lembro dos tempos de escola, início das aulas pra ser mais exato, ficávamos eufóricos, loucos pra saber qual seria a novidade no nosso material escolar, o que os adultos não sabiam é que a partir desse aparato escolar, faríamos sucesso ou não na nossa turma, um material legal era imprescindível para ser um aluno descolado, um material ruim acabaria com nossa vida social e consequentemente nossa auto-estima. Lá estava eu aguardando o material chegar, chegou, me dei por satisfeito com o material que me foi dado, mas o que pouco sabem é que o demônio mora na comparação. O primeiro dia de aula é especial, tão especial que eu acho que até tomava banho antes de ir para escola. Ao chegar, todos vindo de férias, tanto tempo sem fazer nada que nos fazia até sentir vontades estranhas, como vontade de estudar, por exemplo, vontade a qual não durava mais de uma semana. A tragédia aconteceu, um colega tira um estojo, estojo que me parece mágico na lembrança, cada botão apertado revelava um aparato; borracha, apontador, régua, tesoura, olhei para o meu, feito de tecido, simples, o fecho era apenas um zíper, senti uma tristeza, já era a vontade de estudar. Chegando em casa pedi para comparem um estojo daquele pra mim, que eu precisava dele, sem ele não poderia estudar, ele era peça essencial para o meu aprendizado. Assim que acharmos o estojo compraremos pra você, eles disseram. Em agosto faço 37 anos, até hoje espero o dia de ganhar meu estojinho...
Nos bons tempos.
Como eu tenho saudade
de ouvir um sim senhor
daquela doce amizade
sem diferença de cor
da merenda de verdade
da palmada sem maldade
e do respeito ao professor.
A vida sem respostas assim como escolas .
Esmolas enchem sacolas
mais há tempos que não mantém fundamentos .
Quando seguimos pelo trilho da vida que diz "Coragem", encontramos a felicidade em cada paragem que fazemos para apreciar a beleza do nosso caminho.
Enoque chegou ao céu.
Depois de passar trinta dias
deitado em leito de sacrifício,
disseram (eu ouvi): “não,
ele não vai conseguir,
mesmo que a gente tente de tudo
a vida dele já está no fim
não adianta persistir, insistir, perdurar”.
O preto brasileiro está marcado com selo
Assim dizem os brancos do alto pódio
No Brasil quem manda tem pele clara
A pele pobre tá encarcerada longe de tudo...
O CEP inexistente entrega de onde eles vêm
E o julgamento passa a ser fatal e desumano: “cuidado!”
Na janela do trem, ela cansada do dia, ainda sonha
Na janela do ônibus, ele cansado do dia, ainda tem amor...
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