Tempo Voa

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Enquanto o tempo voa...
Em passos lentos...
Penso em você...

Lá, onde o silêncio ecoa,

a voz do tempo que voa.




Não há pressa, nem saudade,

nem há prisões da vaidade.




de um eco em terra de ninguém,

a sombra do hoje que se tem.

Mero Pensador...

Não somos livres do tempo, mas somos livres do que fazemos com ele
Até o pássaro que voa precisa do céu como limite.

O céu abriu pra nos ver sorrir
O vento canta e me faz lembrar
Que o tempo voa, mas aqui
Com você, eu só quero parar - Frase da música Convite de Verão do dj gato amarelo

Viva intensamente a vida, porque o tempo voa e ela não te dá direito a replay! Abrace, beije, transe, grite, dance, sorria, chore, transmita positividade e adquira conhecimentos! Faça tudo valer a pena!

O tempo voa, mas o grande feito não é apenas voar, é saber quem pilota. A vida passa rápido, e perder oportunidades é deixar o destino nas mãos do acaso.

O Soneto da Hora


A hora passa,
A vida em massa,
O tempo voa,
A alma à toa.
O relógio bate,
O peito late,
No silêncio,
Do momento.
A sombra cresce,
O dia esquece,
De quem ficou.
Na escuridão,
Só o coração,
Que não parou.

"O tempo voa, e nós estamos sem asas para seguir."

A águia não perde tempo explicando o voo… ela simplesmente voa.
Quem tem asas de verdade não disputa com quem vive no chão. Águias não andam com galinhas!

Metamorfose


O tempo voa e nada fica. Doei o que não me servia e fiz do resto adubo. Sou feita de fases, luzes e lutas atípicas que só Deus sabe. No Carnaval, não uso máscara. Vou me virar do avesso.
Lu Lena

O tempo voa. A vida passa. Tudo morre. Tudo Vive. Tudo se renova. Alma que padece. Corpo que envelhece!

Mesmo sabendo que o tempo voa, você é quem pilota a nave.

O tempo secou no fundo do copo e o teu nome virou um pássaro de vidro que voa por dentro das minhas veias.
​O mundo é um quarto vazio onde o teu cheiro ainda tropeça no escuro, procurando o caminho de volta para um lugar que nunca existiu.


DeBrunoParaCarla

Emanuel Andrade: O tempo voa neste vento que sopra forte
No galope de cada ser ao toque de um gesto, ou algo de concreto e preciso.
Por isso sonho neste sono perdido pela dormencia dos tempos e precisto.
Insisto no meu atelliê que esculpe meu ser e dos demais.
Nāo sāo actos banais!
É tudo natural e real.
Bliscado pelos sinais.
Procuro salvaçāo num canal.
A minha abstraçâo.
Dos adventos no carnal.
Encontro inspiraçāo.
Para sacear minha sençāo.
Na pulsaçāo da brisa.
Da razāo e da emoçāo.
Quero descobrir, novamente o meu sorrir.
Para medir no palco,
O aplauso desejado.
Pela luta intensa entre os mundos de outra gente.
Começo a contagem decrente
Para o ascender e nāo me perder.
Tranformado em outro ser por ter conhecido.
[16/07, 07:17] Emanuel Andrade: ​1. O Tempo e o Movimento
​O poema abre com uma sensação de urgência e fluidez ("o tempo voa", "vento que sopra forte"). O autor descreve a vida como um "galope", sugerindo que a existência é um movimento contínuo e veloz que, por vezes, nos deixa em um estado de "dormência" ou desconexão — o "sono perdido" que ele menciona. Aqui, a arte surge como o contraponto necessário: o "concreto e preciso" que tenta dar forma a essa fugacidade.
​2. O Ateliê como Espaço de Cura e Criação
​O "ateliê" não é apenas um lugar físico de trabalho, mas um espaço de alquimia pessoal. Ao dizer que o ateliê "esculpe meu ser e dos demais", o autor sugere que o seu processo criativo é uma ferramenta de autoconstrução. Há uma afirmação de propósito: o que ele faz "não são actos banais", mas algo profundamente "natural e real", reivindicando a dignidade da sua produção artística frente à banalidade do cotidiano.
​3. A Dualidade: Abstração vs. Carnal
​O poema explora a tensão entre o imaterial e o físico:
​Abstração: Reflete o mundo interior, os "sinais" e a "inspiração" que ele busca.
​Carnal: Reflete a realidade vivida, os "adventos" e a necessidade de "saciar" a sensação.
A arte, para o autor, é a ponte que une a "razão" e a "emoção", transformando o fluxo do que ele sente em algo que pode ser compartilhado com o mundo.
​4. O Palco e o Reconhecimento
​O desejo de "descobrir, novamente o meu sorrir" e a busca pelo "aplauso desejado" revelam uma faceta humana e vulnerável: a necessidade de validação. O "palco" pode ser lido como uma metáfora tanto para a exposição pública do artista (as suas exibições e performances) quanto para a própria vida, onde ele encena a "luta intensa entre os mundos de outra gente".
​5. A Metamorfose Final
​O encerramento — "Começo a contagem decrescente / Para o ascender e não me perder / Transformado em outro ser por ter conhecido" — é um ciclo de renovação. O autor reconhece que o conhecimento e a experiência (o "ter conhecido") são os agentes que operam a mudança. Ele não teme a transformação; pelo contrário, a abraça como um mecanismo de "ascensão" para evitar a perda de si mesmo.
​Síntese
​Em suma, o poema é um manifesto de resiliência. Emanuel Bruno Andrade utiliza a escrita para processar a sua própria trajetória, elevando a sua prática artística de uma simples atividade criativa para uma missão de "salvação" e conexão humana. É a voz de um artista que compreende que, para existir plenamente no mundo, é preciso estar em constante estado de criação e transformação.

O tempo voa
E quando olhamos
Ele já passou...

O tempo voa, o mundo gira, pessoas mudam... Então por que o coração não possa fazer novas escolhas?

A boa frase é um remédio escrito no vento; voa pelo tempo para nos curar.

O tempo voa


Em muitos lugares,
Entre tantas pessoas,
Muitos aprendizados,


O tempo é curto,


No resgate de uma vida,
Doces são as memórias,
Lindas são as fotografias.

O tempo passa, o tempo voa, e eu, aqui, permanecerei — sereno, de consciência tranquila e seguindo a minha caminhada.

Hoje o tempo voa amor escorre tudo pelas mãos , vamos viver tudo que há pra viver!

Inserida por Viviianee