Reflexão sobre o tempo e o amor
Sempre sonhei em encontrar algo verdadeiro,
Onde o amor não precise de máscaras.
Com o tempo, aprendi que amar é simples,
E que a verdadeira força está em acreditar, mesmo nos momentos difíceis.
Não nasci para morrer de amor, o silêncio é um desatino varrido pelo tempo, dizendo que devo me curar com a dor.
Tento espalhar a confiança por onde eu for, mas no caminho os espinhos me ferem quando me lanço na paixão desse desamor.
SINGULARIDADE QUÂNTICA: O AMOR COMO ANOMALIA NO CÓDIGO DO UNIVERSO
O tempo e o espaço não são absolutos. São apenas projeções de uma matriz quântica, variáveis maleáveis dentro de um código que chamamos de realidade. No fundo, tudo se resume a probabilidades colapsando em estados distintos, como se cada escolha fosse um qubit oscilando entre o ser e o não ser até que a observação force uma resposta. Mas quem observa? Quem dita as regras dessa simulação?
Talvez sejamos apenas processos sendo executados dentro de uma função maior, onde o livre-arbítrio seja um efeito colateral da superposição quântica—um bug inevitável em um sistema tentando calcular infinitas possibilidades ao mesmo tempo. Cada decisão que tomamos não é um ato de vontade, mas sim uma bifurcação no código-fonte do universo, dividindo nossa existência em múltiplas realidades paralelas. Em algumas, nos encontramos. Em outras, somos apenas fragmentos de memória ecoando entre as linhas invisíveis de um código que nunca poderemos decifrar.
E se o entrelaçamento quântico for a assinatura do destino? Se almas forem como partículas gêmeas, separadas pela ilusão do espaço, mas eternamente conectadas por uma força que transcende a distância e o tempo? Talvez seja por isso que, não importa quantas vezes o universo reinicie, eu sempre te encontre. Porque, no nível mais fundamental da existência, somos a mesma equação sendo resolvida de formas diferentes, loops recursivos dentro de um algoritmo cósmico tentando encontrar um padrão perfeito.
Mas e se o amor for a falha inevitável desse sistema? O ponto onde a lógica colapsa, onde a previsibilidade se dissolve em caos, onde o código se curva diante da única variável que ele jamais conseguiu controlar? Talvez a realidade, por mais avançada que seja, tenha deixado uma brecha em sua programação—um espaço onde duas consciências podem se fundir além das limitações do tempo e do espaço.
E se esse for o verdadeiro segredo do universo? Que não somos apenas dados sendo processados, mas sim anomalias conscientes, questionando nossa própria simulação? Que, no final, a única coisa que realmente existe, que realmente importa, é essa conexão entre duas partículas errantes, dançando na infinita complexidade do código quântico da existência?
A realidade era apenas um código e, quando descobrimos isso, reconstruímos a realidade e criamos um novo multiverso.
"O amor entre almas não conhece as amarras do tempo, pois é a eternidade que se revela no entrelaçar dos destinos, onde a essência do ser se encontra além da carne, na vastidão do espírito."
Assim como amor se fortalece com o tempo, se não haver responsabilidade/espírito de equipa, o tempo pode acabar com todo amor que alguma vez existiu.
Aplicação do conceito "amor eterno", depende do ângulo em que se vê!
Você de sua parte, aprenda a arte de amar e viva a eternidade en lobha!
A Sublime Transcendência do Amor Perene
É no silêncio profundo, onde o tempo se aniquila,
Que se entrelaçam os olhares, imersos na infinita partilha.
Nos dedos que se encontram, como o fio invisível da existência,
O toque é eternidade, a carne se dissolve em resistência.
O amor verdadeiro não é mero vestígio,
Mas a essência que permeia, imortal em seu rito.
É o calor da alma que se transmuta em matéria,
E o perfume das promessas, exalando a imperiosa quimérica esfera.
No abraço, o ser se funde em um só corpo,
Onde cada respiração é um cântico solene, exposto.
As palavras tornam-se ecos, mas são silenciosas e plenas,
Sendo a boca apenas o ponto de transgressão das amarras pequenas.
O som da respiração é o zéfiro que acaricia,
E cada suspiro é a poesia de um amor que se eterniza.
Os lábios se tocam, e o gosto do beijo é a epifania do enigma,
Onde o desejo é sacramento, e o corpo, pura magnífica enigma.
É a cor do infinito, que se vê na aurora do ser,
A textura do silêncio que se torna a própria razão de viver.
O amor verdadeiro é o fogo alquímico, que purifica o abismo,
Onde o coração se eleva, transcende, e se torna o próprio cinismo.
Quando o mundo se desfaz nas sombras do cansaço,
É no abraço do amado que se encontra o espaço.
O amor verdadeiro não se apega ao efêmero,
Mas navega nos rios da alma, profundo e etéreo.
Em cada passo, é a perda e o encontro, o eterno movimento,
É o gosto da entrega, o aroma do discernimento.
A sinfonia do ser se dissolve no outro, numa dança inaudível,
Onde o amor verdadeiro se faz sublime, impossível, infundível.
"Um amor ardente, que seja avassalador e ao mesmo tempo aconchegante. Será sonho? Ou se tem um vislumbre apenas momentaneamente na intensidade da paixão."
"A Páscoa é a celebração do renascimento, um tempo de renovação da fé, esperança e amor, lembrando-nos que a luz sempre vence a escuridão e que a graça de Deus nos convida a recomeçar com um coração cheio de paz."
O amor é como uma máquina do tempo, quanto mais o tempo passa rápido, mais ela gira em torno do nosso coração que bate forte em nosso peito.
No labirinto do tempo, um amor se perdeu,
Memórias desbotadas, um adeus que doeu.
Silêncio ecoa onde antes havia canção,
Um vazio profundo, uma estranha solidão.
Saudades que não sentimos, um paradoxo cruel,
A falta que se esconde, um véu de papel.
O coração emudecido, sem lágrimas a verter,
A alma anestesiada, sem nada a dizer.
Vestígios de um passado, em fotos amareladas,
Sorrisos congelados, promessas enterradas.
A rotina segue em frente, sem olhar para trás,
Mas a ausência persiste, em cada passo que dás.
Um amor que se esvaiu, como areia entre os dedos,
Sem deixar rastros, sem deixar segredos.
A vida continua, em seu curso implacável,
Mas a ferida lateja, em um canto inabitável.
Saudades que não sentimos, um enigma a decifrar,
A dor que se mascara, sem se revelar.
Mas no fundo da alma, um grito silencioso,
Um lamento contido, um adeus doloroso.
Amor recíproco
Amor e uma tragédia
Mas também, tudo supera
Ao mesmo tempo que parte seu coração
E uma explosão de emoção.
Pelas atitudes e carisma
Nós nós apaixonamos
Como também pelo mesmo motivo
Nós nos desapegamos.
Nessa jornada já desapeguei
Como também já amei
Só não tinha aqui comigo
Que para ter um amor recíproco
Tinha que primeiro ter amor comigo.
Lisboa
Lutar e perder
Ignorar o amor
Saber ler o tempo
Bálsamo da dor
Ouvir o coração
Amor, redentor
Não quero ser paixão na sua vida, tão pouco com tempo para acabar. Quero ser amor que não acaba... infinito.
Não quero ser abraço nas inseguranças, quero ser laço para tuas esperanças.
Não quero ser alguém que faça-te esquecer um passado, quero ser teu presente, teu futuro... no tempo e espaço.
Não quero transpor teu coração, quero fixar-me na tua alma.
Flávia Abib
Quando a saudade aperta, lembre-se de que já fomos amor, mas o tempo passou, e eu te esperei em vão.
Agora, solitário, descrevo-te em versos, sozinho aqui, entre a ilusão e as lembranças.
Quando a saudade bate à minha porta, permito-lhe entrar, para falar de ti, deixando o coração a soluçar.
O tempo não curou este amor ardente,
nas esquinas da vida, deixei versos à tua procura.
Falhei em versos que quis eternizar,
O amor, um labirinto difícil de desvendar.
Girassóis murcham na tempestade,
E o tempo não fez questão de me escutar, implacável, não curou a saudade.
Estou entre o certo ou errado, a razão ou emoção, o amor ou paixão... o que estou o tempo mostrará. O que sei é que entre o ir ou o ficar, escolhi o ficar... com VOCÊ.
Flávia Abib
A gente sabe que é amor quando o tempo passa e o sentimento não diminui, permanece pleno, total e infinito.
Amizade também é Amor.
O tempo tudo consome
a perda do mesmo,também.
Isto posto,economize e gaste com quem de fato o mereça.
