63 frases sobre o tempo para aproveitar cada momento

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Por muito tempo, confundi paixão com salvação. Descobri que, quando o nosso coração passa fome de cuidado e atenção, qualquer gesto genuíno de carinho vira um oásis.


​Não me apaixono pela pessoa em si; apaixono-me pela sensação de, finalmente, ser tratada com a gentileza que sempre mereci. É dopamina, é carência de afeto guardado, é o eco de um vazio antigo. E quando alguém nos dá isso, a tendência é entregar o peito inteiro, com medo de que acabe
​Mas o verdadeiro amor não deveria ser um resgate de emergência. Amar de verdade exige ver o outro por quem ele é, e não apenas pelo alívio que a sua presença traz para as nossas feridas.

Predominante espectro do paradoxo do tempo e o sonho do espaço.
​A percepção da originalidade alinha-se ao foco e à tonalidade — escolhas feitas pelas partículas que se espalham do pincel. Nas variações do destino, vemos aglomerados de tinta sobreposta ajustando as arestas. Os contornos ganham forma nas sombras implantadas em azul-celeste, vermelho, branco e preto.
​O vento sopra sobre a tela, e a tinta fresca revela uma nova onda de iluminação.
​Por Celso Roberto Nadilo

Sabor natural diante diálogo contemporâneo no vasto tecido do tempo pequenos lampejos de lucidez.

O tempo tem um jeito curioso de ajustar as coisas. Ele não apressa, mas também não esquece. Cada palavra dita, cada gesto feito, volta, mais cedo ou mais tarde, no silêncio que ensina.

O grande dia sempre chega, e quando chegar, não haverá volta. O tempo cobra, mas faz isso com elegância: devagar, frio, e no exato momento em que a consciência desperta. IV

Arrume a casa todos os dias, mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo para viver nela.

Triângulo da Vida


Jovem: Tem tempo e saúde, não tem dinheiro.
Adulto: Tem dinheiro e saúde, não tem tempo.
Idoso: Tem dinheiro e tempo, não tem saúde.

⁠"Mesmo que o tempo não esteja ajudando, SORRIA..."

ALGUMAS PESSOAS NÃO FICAM EM NOSSAS VIDAS. FICAM EM NÓS.

Há pessoas que o tempo leva, mas não consegue retirar. Elas deixam de ocupar a cadeira, de atravessar a porta, de telefonar no fim do dia, de perguntar se chegamos bem. Um dia percebemos que já não fazem parte da rotina e, no entanto, estranhamente, continuam fazendo parte de nós. É uma das contradições mais bonitas e dolorosas da existência: alguém pode deixar nossa vida sem conseguir deixar aquilo que somos.
Talvez porque presença e permanência sejam coisas diferentes.
Presença é corpo, voz, abraço, convivência. Permanência é aquilo que sobrevive quando tudo isso já não está.
Há pessoas que permanecem durante décadas ao nosso lado e quase não modificam nossa essência. Outras passam por um pequeno trecho de nossa história e deixam marcas tão profundas que, muitos anos depois, ainda encontramos seus vestígios em nossos pensamentos.
Elas ficam numa palavra que aprendemos.
Num conselho que finalmente compreendemos tarde demais.
Numa música que evitamos ouvir porque conhecemos o caminho que ela percorre até chegar ao coração.
Num prato cujo cheiro devolve uma cozinha inteira à memória.
Num jeito de sorrir que, sem perceber, herdamos.
Num gesto que repetimos e de repente pensamos: “Era exatamente assim que aquela pessoa fazia.”
É então que compreendemos:
ninguém permanece apenas nas fotografias.
As pessoas permanecem também naquilo que modificaram em nós.
Talvez seja essa a forma mais misteriosa de continuidade humana.
Somos feitos não apenas de nós mesmos, mas também dos encontros que tivemos.
Carregamos pedaços daqueles que nos ensinaram alguma coisa, daqueles que nos amaram, daqueles que ferimos, daqueles que nos feriram, daqueles que seguraram nossa mão quando o mundo parecia grande demais.
Até algumas despedidas acabam participando da nossa construção.
Porque há pessoas que nos ensinaram pela presença.
E outras que somente conseguimos compreender depois da ausência.
O tempo passa e faz seu trabalho inevitável. Os rostos envelhecem nas fotografias enquanto permanecem jovens em determinadas lembranças. As vozes começam a perder detalhes. Algumas datas escapam. Certas conversas já não conseguimos reconstruir completamente.
E isso assusta.
Tememos esquecer.
Como se esquecer um detalhe significasse perder novamente aquela pessoa.
Mas talvez a memória mais profunda não esteja na capacidade de recordar exatamente o som de uma voz ou a roupa usada numa determinada tarde.
Talvez esteja naquilo que essa pessoa deixou incorporado em nossa maneira de existir.
Se alguém nos ensinou bondade e continuamos sendo bondosos, alguma coisa dela permanece.
Se alguém nos ensinou coragem e um dia encontramos força justamente quando pensávamos não possuir nenhuma, talvez aquela pessoa ainda esteja ali.
Se fomos profundamente amados e, por causa disso, aprendemos a amar melhor, então aquele amor não terminou quando a presença terminou.
Ele mudou de endereço.
Passou a morar em nós.
E talvez seja por isso que algumas ausências doem tanto.
Não choramos apenas porque alguém foi embora.
Choramos porque alguma parte da nossa própria história caminhava naquela pessoa.
Quando ela parte, parece levar consigo uma língua que somente nós dois falávamos, determinadas piadas que ninguém mais compreenderá da mesma maneira, pequenos rituais, apelidos, olhares e silêncios que nunca precisaram de tradução.
Há universos inteiros que existem somente entre duas pessoas.
Quando uma delas parte, a outra torna-se a última guardiã daquele mundo.
Isso é saudade.
Não apenas desejar alguém de volta.
Mas continuar carregando sozinho um lugar que antes era habitado por dois.
Por isso talvez não devamos lutar tanto contra a saudade.
Ela dói, mas também testemunha.
Diz silenciosamente: “Aqui existiu alguém importante.”
E existe dignidade nisso.
Ter amado alguém suficientemente para sentir sua ausência significa que, por algum tempo, duas existências deixaram de ser completamente separadas.
Uma entrou na história da outra.
E depois disso nenhuma despedida consegue desfazer totalmente o encontro.
A vida continuará.
Novas pessoas chegarão.
Outras também partirão.
Nós mesmos um dia seremos ausência na vida de alguém.
E talvez essa seja uma das perguntas mais profundas que podemos fazer enquanto ainda estamos aqui:
o que ficará de nós dentro daqueles que amamos?
Talvez não sejam nossas conquistas.
Talvez ninguém se lembre de quanto trabalhamos, do que possuímos ou de quantas vezes estivemos certos.
Mas alguém poderá lembrar que fomos gentis quando poderia ter sido diferente.
Que ouvimos quando aquela pessoa precisava falar.
Que oferecemos um abraço numa tarde difícil.
Que fizemos alguém rir quando a vida estava pesada.
Que dissemos “eu te amo” enquanto ainda havia tempo.
E então talvez compreendamos que permanecer nunca significou impedir uma despedida.
Permanecer é deixar alguma coisa boa de nós vivendo no outro.
Porque algumas pessoas realmente não ficam em nossas vidas.
O tempo, a distância, as escolhas e a própria morte podem levá-las para lugares onde nossos braços já não conseguem alcançar.
Mas existem lugares aos quais nem o tempo tem acesso.
E quando alguém conseguiu chegar até lá, quando alguém participou profundamente daquilo que nos tornamos, já não importa apenas quanto tempo permaneceu ao nosso lado.
Porque algumas pessoas vão embora da nossa história cotidiana…
mas continuam escrevendo, silenciosamente, dentro de nós.

O tempo voa


Em muitos lugares,
Entre tantas pessoas,
Muitos aprendizados,


O tempo é curto,


No resgate de uma vida,
Doces são as memórias,
Lindas são as fotografias.

Vivendo tanto tempo comigo, vejo a verdadeira realidade da minha própria história.

A elegância do caráter é a única majestade que o tempo não corrói.

O tempo nunca nos tira oportunidades; apenas nos mostra quais delas realmente mereciam permanecer. A sabedoria está em compreender essa silenciosa lição.

"As palavras passam pela memória, os ensinamentos nela permanecem por algum tempo, mas somente a experiência deixa raízes no espírito."

Não há herança segura contra o tempo, exceto aquela cravada na infraestrutura invisível que sustenta a vida de quem ainda nem nasceu.

“Basta varrer a esquerda de um país devastado para que ele se torne próspero em pouco tempo.”

(Furtado, Brunno)

“Algumas obras não pertencem mais a quem as escreveu; pertencem ao tempo que as transformou em memória. Porque, no fim, o tempo sabe transformar esforço em eternidade.”

Passei demasiado tempo
à porta de uma casa
que juravas estar a construir.

Levei comigo
paciência,
planos,
amor.

Nunca quis paredes perfeitas.

Só queria sentir
que não era a única
a tentar fazer dali
um lugar para ficar.

Mas há promessas
que, de tanto serem repetidas,
deixam de parecer futuro.

E começam a parecer ausência.

Um dia percebi
que já não estava à espera
que mudasses.

Estava apenas cansada
de esperar por alguém
que só existia
nas coisas que prometias ser.

O vento tem seu tempo,
A água seu estado presente ,
O hoje saiu ontem do lugar que já era ...

O dia tem o seu tempo marcado pelas horas do relógio, a noite abre as cortinas do céu e nos mostra o brilho das estrelas, toda criação do Altíssimo cumpre o tempo que Ele determinou, sem exceder e sem subtrair, tudo acontece no tempo certo.

Quem vende o seu tempo trabalha para os outros; quem compra gerações de tempo torna-se dono da engrenagem.