Tem me Feito Tao bem

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Aquele que diz que pode e aquele que diz que não pode tem ambos razão.

À medida que você envelhecer, você descobrirá que tem duas mãos: uma para ajudar a si mesmo, e outra pra ajudar aos outros.

E assim é tudo nela; de contraste em contraste, mudando a cada instante, sua
existência tem a constância da volubilidade. Na vaga flutuação dessa alma, como no
seio da onda, se desenha o mundo que a cerca; a sombra apaga a luz; uma forma
devanece a outra; ela é a imagem de tudo, menos de si própria.

Acho que nada acontece por acaso, sabe? Que no fundo as coisas têm seu plano secreto, embora nós não entendamos.

Tem muito falso reclamando de falsidade.

Ser feliz é uma responsabilidade muito grande. Pouca gente tem coragem.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

Lembre-se de que o que tem agora, estava outrora entre as coisas por que esperava.

Tem dias que acordo tão fria, tão grossa, tão estúpida e direta, tão sem sentimentos, tão revoltada com tudo e todos. Mas tem dias que eu acordo apenas precisando de um abraço, de um sorriso que me acalmará, de uma companhia que fará meu dia ser diferente.

Você tem inimigos? Ótimo. Significa que você defendeu alguma coisa, alguma vez na sua vida.

Ed Greenwood
Forgotten Realms: The Code of the Harpers (1993).

Nota: Há uma versão ligeiramente parecida da citação, do escritor Victor Hugo. O pensamento costuma ser erroneamente atribuído a Winston Churchill.

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Bom mesmo é quando você tem a ousadia de seguir em frente. Mesmo que seja sozinha.

São as boas garotas que escrevem diários; as más nunca têm tempo

Muita gente tem medo da felicidade.
Para essas pessoas, esta palavra siginificamudar uma serie de hábitos - e perder sua própria identidade.
Muitas vezes nos julgamos indignos das coisas boas que acontecem conosco.
Não aceitamos - porque aceitá-los nos dá a sensação de que estamos devendo alguma coisa a Deus.
Pensamos; " É melhor não provar o ´calice da alegria, porque, quando este nos faltar, iremos sofrer muito."
Por medo de diminuir, deixamos de crescer.
Por medo de xorar, deixamos de sorrir.

Ninguém gosta de pedir muito da vida porque tem medo da derrota. Mas quem deseja realizar um sonho, tem que olhar o mundo como se fosse um tesouro imenso, que está ali a espera que seja descoberto e conquistado.

Se você tem uma missão, Deus escreve na vocação.

O mundo da realidade tem seus limites. O mundo da imaginação não tem fronteiras

Todo pobre-diabo que não tem nada no mundo do que possa se orgulhar escolhe a nação a que pertence como último recurso para sentir orgulho: desse modo, ele se restabelece, sente-se grato e pronto para defender com unhas e dentes todos os erros e absurdos próprios dessa nação.

Arthur Schopenhauer
SCHOPENHAEUR, A., A Arte de Insultar

Em certo sentido, a direita tem razão quando se identifica com a tranquilidade e com a ordem. A ordem é a diuturna humilhação das maiorias, mas sempre é uma ordem - a tranquilidade de que a injustiça siga sendo injusta e a fome faminta.

A borboleta conta momentos e não meses, e tem tempo de sobra.

Ruínas

(...)
Risos não tem, e em seu magoado gesto
Transluz não sei que dor oculta aos olhos;
— Dor que à face não vem, — medrosa e casta,
Íntima e funda; — e dos cerrados cílios
Se uma discreta muda
Lágrima cai, não murcha a flor do rosto;
Melancolia tácita e serena,
Que os ecos não acorda em seus queixumes,
Respira aquele rosto. A mão lhe estende
O abatido poeta.
Ei-los percorrem
Com tardo passo os relembrados sítios,
Ermos depois que a mão da fria morte
Tantas almas colhera.
Desmaiavam, nos serros do poente,
As rosas do crepúsculo.
“Quem és? pergunta o vate; o sol que foge
No teu lânguido olhar um raio deixa;
— Raio quebrado e frio; — o vento agita
Tímido e frouxo as tuas longas tranças.
Conhecem-te estas pedras; das ruínas
Alma errante pareces condenada
A contemplar teus insepultos ossos.
Conhecem-te estas árvores. E eu mesmo
Sinto não sei que vaga e amortecida
Lembrança de teu rosto.”

Desceu de todo a noite,
Pelo espaço arrastando o manto escuro
Que a loura Vésper nos seus ombros castos,
Como um diamante, prende. Longas horas
Silenciosas correram. No outro dia,
Quando as vermelhas rosas do oriente
Ao já próximo sol a estrada ornavam
Das ruínas saíam lentamente
Duas pálidas sombras:
O poeta e a saudade.

Machado de Assis
Falenas. Rio de Janeiro: B. L. Garnier, 1870.

Você tem que servir a si mesmo. Ninguém vai fazer isso para você.