Te quero demais

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Para hoje, quero a paz e a serenidade descansando minha alma para um amanhecer de esperança, de luz, de vida, de intensidade e alegria. Para o amanhã só levo o que me fez feliz hoje. E a certeza de poder ser ainda mais a cada novo dia!

⁠Quero criar uma nova era de delinquentes. E você devia vir comigo.

(Manjiro Sano/Mikey)

Você tem um coração e ele é meu. Quero amá-lo pra sempre. Mesmo ele sendo tão complexo e difícil, eu o amo. Sempre vou amar. Nunca haverá outra pessoa. Nunca.

Anastasia Steele
Cinquenta Tons Mais Escuros

Inexplicável

Quero mergulhar em seus lábios
E me afogar em seus beijos
Quero voar em teu olhar
E cair em seus braços
Quero correr ao seu encontro
E caminhar ao seu lado
Quero me perder em meus pensamentos
E me encontrar em seu corpo
Quero dormir em seu afago
E acordar em seus sonhos
Quero uma noite fria de luar
No calor de sua cama

Quero com esse poema explicar inexplicávelmente
Que estou morrendo de amor...
E vivo te amando.

Acredito muito em Deus. Só nunca dei um nome a Deus, entende o que eu quero dizer?

Quero ter significância. Mesmo que me virem do avesso, me dispam a alma. Quero ser essa coisa da lembrança que marca, e ao mesmo tempo perturba ou acalma...

Não quero que seja desse jeito, mais talvez seja a melhor coisa à fazer. Ele está sumindo aos poucos, escapando das minha mãos e eu nem sei o que fazer! Está na hora de esquecer e mudar a rotina, nunca mais será como antes, o motel de sempre, os mesmos assuntos, aqueles olhares, os beijos - que pra mim, são inesquecíveis - nunca mais será a mesma coisa. Eu desisto, agora sigo em frente e não olho mais pra trás, definitivamente desisti de você.

Beijo eterno

Quero um beijo sem fim,
Que dure a vida inteira e aplaque o meu desejo!
Ferve-me o sangue. Acalma-o com teu beijo,
Beija-me assim!
O ouvido fecha ao rumor
Do mundo, e beija-me, querida!
Vive só para mim, só para a minha vida,
Só para o meu amor!
Fora, repouse em paz
Dormida em calmo sono a calma natureza,
Ou se debata, das tormentas presa, -
Beija inda mais!
E, enquanto o brando calor
Sinto em meu peito de teu seio,
Nossas bocas febris se unam com o mesmo anseio,
Com o mesmo ardente amor!
De arrebol a arrebol,
Vão-se os dias sem conto! E as noites, como os dias,
Sem conto vão-se, cálidas ou frias!
Rutile o sol
Esplêndido e abrasador!
No alto as estrelas coruscantes,
Tauxiando os largos céus, brilhem como diamantes!
Brilhe aqui dentro o amor!
Suceda a treva à luz!
Vele a noite de crepe a curva do horizonte;
Em véus de opala a madrugada aponte
Nos céus azuis,
E Vênus, como uma flor,
Brilhe, a sorrir, do ocaso à porta,
Brilhe à porta do Oriente! A treva e a luz – que importa?
Só nos importa o amor!
Raive o sol no Verão!
Venha o Outono! do Inverno os frígidos vapores
Toldem o céu! das aves e das flores
Venha a estação!
Que nos importa o esplendor
Da primavera, e o firmamento
Limpo, e o sol cintilante, e a neve, e a chuva, e o vento?
Beijemo-nos, amor!
Beijemo-nos! que o mar
Nossos beijos ouvindo, em pasmo a voz levante!
E cante o sol! a ave desperte e cante!
Cante o luar,
Cheio de um novo fulgor!
Cante a amplidão! cante a floresta!
E a natureza toda, em delirante festa,
Cante, cante este amor!
Rasgue-se, à noite, o véu
Das neblinas, e o vento inquira o monte e o vale:
“Quem canta assim?” E uma áurea estrela fale
Do alto do céu
Ao mar, presa de pavor:
“Que agitação estranha é aquela?”
E o mar adoce a voz, e à curiosa estrela
Responda que é o amor!
E a ave, ao sol da manhã,
Também,. a asa vibrando, à estrela que palpita
Responda, ao vê-la desmaiada e aflita:
“Que beijo, irmã!
Pudesses ver com que ardor
Eles se beijam loucamente!”
E inveje-nos a estrela... e apague o olhar dormente,
Morta, morta de amor!...
Diz tua boca: “Vem!”
“Inda mais!”, diz a minha, a soluçar... Exclama
Todo o meu corpo que o teu corpo chama:
“Morde também!”
Ai! morde! que doce é a dor
Que me entra as carnes, e as tortura!
Beija mais! Morde mais! Que eu morra de ventura,
Morto por teu amor!
Quero um beijo sem fim,
Que dure a vida inteira e aplaque o meu desejo!
Ferve-me o sangue: acalma-o com teu beijo!
Beija-me assim!
O ouvido fecha ao rumor
Do mundo, e beija-me, querida!
Vive só para mim, só para minha vida,
Só para o meu amor!

"Quero dizer uma coisa a você. Mesmo se alguém lhe disser: fuja, desista! Deve responder-lhe; jamais! Viva jovial e corretamente cada dia, sempre."

Quero viver para Deus na alegria ou na dor, na guerra ou na paz, pois viver para Ele é tudo que sei.

Quero partir e encontrar-me,
Quero voltar a saber de mim,
Como quem volta ao lar, como quem torna a ser recebido,
Como quem ainda é amado na aldeia antiga,
Como quem roça pela infância morta em cada pedra de muro,

Por muito tempo fui tudo o que pude; agora sou tudo o que quero!

saudade.......saudade...........
....ainda te quero.
ainda te espero....

saudade....de seus beijossssssss....doi...
sabia...quando vai poder me beijar
a cada trinta minutos......hummmmm

saudadesssssssssss...

Gorete 03/09/2006

Quero sim, uma fusão de almas, de corpos quentes e ansiosos pelo encontro, pela proximidade e pelo afeto.

Não, não quero ver você chorar. Não fique esperando por uma pessoa que já está com o caminho feito. Pare e pense, olhe em sua volta. Liberte-se de mágoas, rancores, tristezas, e busque sua felicidade. Talvez este sofrimento seja um aprendizado, para que não se repita mais. Não impeça sua alegria. Agindo desta forma, você está bloqueando pessoas que te querem fazer você feliz. Por fora, você ainda é um menino brincalhão, atencioso, às vezes estressado, eu sei, mas isso é comum hoje em dia. Mas nada adianta ser esta bondade, se por dentro há uma pessoa amargurada, angustiado, frustrado, se lamentando por não ter conseguido encontrar seu grande amor. Nada adianta escrever que está vendo navios, a procura de alguém, você é que tem que se ajudar, deixar com que as pessoas possam mostrar que tem capacidade de cuidá-lo, amá-lo, muito mais daquela pessoa que você tanto sofre. Esta pessoa está do seu lado, mas você simplesmente ignora. Não sofra, repito mais uma vez...não diga "Vou esperar você para sempre", mas sim "Você foi importante para mim nesta vida, vou lembrar disso, sempre, aprendi a superar erros e sofrimentos, mas estou construindo minha felicidade". PS: Você deve ter visto alguma revolta minha por msg,. Você deve não ter gostado. Mas saiba que não quero magoá-lo, apenas quero ajudar uma pessoa que é, desde 2007, é sonsideradas uma das mais importantes para mim. Bjs, e se cuida....

Quero café , cafune , confiança.

" de que me adinta chorar ..nimguem vai enxugar minhas lagrimas , se eu cair não quero que nimguem me levante ...se eu quebrar a cara ...o meu orgulho não quebra ..se eu aprendi a amar posso aprender a esquecer....
se eu sou triste posso lutar pela felicidade ....se estou sozinho ,alias sozinho não tenho loukos que ma amam...chamados amigos ..pq chorar por ela ela não esta junto comigo??....
por q ter medo da vida ? nunka tive medo de nada ...
pq fikar de cabeça baixa ? eu não sou assim ....
por que ser outro se eu posso e quero ser eu ....
por não ter coração ? ele te faz sofrer ...mas e bom aprender ...e ele e bom nos momentos a só...pq se ele eu nunka vopu conseguir meu ideal ..ser feliz.....
pq viver na ilusão do meu quarto se eu tenho a realidade do mundo inteiro ?
pq eu sou burro....não não sou mais ...
tristeza bye bye ...
até quem sabe nuka mais ...

Uns querem um final feliz. Eu só quero a parte do feliz, do final eu não quero nem saber.

— Quero beijá-lo mais uma vez antes de morrer.
Os olhos dele se arregalaram. Azuis como o mar e o céu no sonho de Tessa, quando ele caiu longe dela, azuis como as flores que Sophie colocou em seu cabelo.
— Não...
— Diga nada que não seja sincero — concluiu para ele. — Eu sei. Não estou dizendo. É verdade, Will. E sei que pedir isso ultrapassa todos os limites plausíveis. Sei que devo parecer um pouco louca. — Tessa olhou para baixo, depois para cima outra vez, reunindo coragem. — E se você puder me dizer que pode morrer amanhã sem que nossos lábios voltem a se tocar, e que não lamentará nada, então me diga, e desisto, pois não tenho direito...
As palavras de Tessa foram cortadas, pois ele a pegou e a puxou contra si, tocando a boca na dela. Por uma fração de segundo, foi quase doloroso, afiado de desespero e uma fome quase descontrolada, e ela sentiu gosto de sal e calor na boca, e o engasgo da respiração de Will. E então suavizou, com um controle forçado que ela pôde sentir por todo o próprio corpo, e o roçar de lábios contra lábios, a ação recíproca de línguas e dentes, intercalando dor e prazer em um espaço de instantes.
Na varanda dos Lightwood, ele foi tão cuidadoso, mas agora não estava sendo. Deslizou as mãos pelas costas de Tessa, passando os dedos por seus cabelos, agarrando o tecido solto nas costas do vestido. Ele quase a levantou, de modo que os corpos se tocassem; ele estava contra ela, o comprimento longo do corpo de Will ao mesmo tempo rígido e frágil.(...) Ela segurou firme nas costas e nos ombros de Will enquanto ele a carregava para a cama e a colocava ali. Tessa já estava descalça; ele tirou as botas e deitou ao lado dela. Parte do treinamento de Tessa foi sobre a remoção do uniforme, e as mãos dela foram leves e velozes sobre a roupa dele, soltando os fechos e a puxando de lado, como uma concha. Ele a descartou impacientemente e se ajoelhou para soltar o cinto de armas.
Tessa o observou, engolindo em seco. Se fosse mandá-lo parar, a hora era agora. As mãos cicatrizadas de Will eram ágeis, abrindo as presilhas, e quando ele virou para deixar o cinto cair ao lado da cama, a camisa – molhada de suor e grudando nele – deslizou para cima, exibindo a curva oca da barriga, o osso arqueado do quadril. Ela sempre achou Will lindo, os olhos, lábios e rosto, mas nunca tinha pensado em seu corpo assim. Mas a forma dele era bela, como os planos e ângulos de David, de Michelangelo. Tessa se esticou para tocá-lo, passar a mão, suave como seda, na pele dura e lisa da barriga de Will.
A resposta dele foi imediata e surpreendente. Will respirou fundo e fechou os olhos, e o corpo ficou totalmente imóvel. Ela passou os dedos pelo cós da calça, com o coração acelerado, sem saber o que estava fazendo – havia instinto ali, guiando, algo que não conseguia identificar nem explicar. A mão de Tessa se curvou na cintura de Will, o polegar tocou o osso do quadril e puxou-o para baixo.
Ele deslizou para cima dela lentamente, apoiando os cotovelos em ambos os lados de seus ombros. Seus olhos se encontraram, se sustentaram; tocavam-se por toda a extensão dos corpos, mas nenhum dos dois falou. A garganta de Tessa doía: adoração, melancolia, na mesma intensidade.
— Beije-me — falou.
Ele se abaixou lentamente até os lábios apenas se tocarem. Ela se curvou para cima, querendo encontrar a boca dele com a sua, mas ele recuou, acariciando sua bochecha com o nariz e passando os lábios no canto da boca de Tessa – em seguida, pela mandíbula até a garganta, provocando pequenos choques de prazer pelo corpo da jovem.
Ela sempre pensou nos próprios braços, mãos, pescoço, rosto como coisas separadas – que a pele não fosse a mesma que encobria tudo, nem que um beijo na garganta pudesse produzir efeitos até as solas dos pés.
— Will.
As mãos dela puxaram a camisa dele, que cedeu, com os botões arrancados, e a cabeça dele balançou para se livrar do tecido, todo cabelos selvagens, todo Heathcliff nos pântanos. As mãos dele foram menos certas no vestido dela, mas ele também o retirou, por cima da cabeça, e o descartou, deixando Tessa de camisa e espartilho. Ela ficou imóvel, chocada por estar tão despida na frente de alguém além de Sophie, e Will lançou um olhar selvagem para o espartilho que foi apenas em parte por desejo.
— Como... — perguntou ele. — Isso sai?
Tessa não conseguiu se conter; apesar de tudo, riu.
— Ele é amarrado — sussurrou ela. — Nas costas.
E conduziu as mãos dele até que os dedos encontrassem as fitas. Então ela tremeu, não de frio, mas pela intimidade do gesto. Will puxou-a contra si, agora com suavidade, e a beijou mais uma vez na linha da garganta, e em seu ombro, onde a camisa o deixava exposto, com o hálito suave e quente contra a pele dela, até que ela estivesse respirando com a mesma intensidade enquanto as mãos o acariciavam nos ombros, nos braços, nas laterais. Ela beijou as cicatrizes brancas das Marcas na pele de Will, envolvendo-o até se tornarem um emaranhado quente de membros e ela engolir as arfadas de Will.
— Tess — sussurrou ele. — Tess... se quiser parar...
Ela balançou a cabeça em silêncio. O fogo na lareira já estava quase extinto outra vez; Will era todo ângulos, sombras e pele dura contra ela. Não.
— Você quer isso? — A voz dele soou rouca.
— Quero — respondeu. — E você?
O dedo dele traçou o contorno de sua boca.
— Por isso, eu seria eternamente condenado. Por isso, eu abriria mão de tudo.
Ela sentiu o ardor por trás dos próprios olhos, a pressão das lágrimas, e piscou cílios molhados.
— Will...
— Dw i’n dy garu di am byth — disse ele. — Eu te amo. Sempre.
E se moveu para cobrir o corpo de Tessa com o seu.

Se não houver cachorros no céu, então, quando eu morrer, quero ir para onde eles foram.