Te Guarde na Palma das tuas Maos
Pétalas Ferozes
Canhoteira imponente aplicada,
Pioneira dentre primorosas,
Tuas sandálias emborrachadas,
Folgadas, multicolores, cheirosas.
Flores abruptas,
Geram Pétalas truculentas.
Flores brutais,
Geram Pétalas ferozes e sedentas.
Surpreendentemente destoante,
À toa, atropelando discursos,
Imprudência extrapolante,
Entoa, caretas tortas, apertões e risos.
Imparcialidade,
É um privilégio do qual,
Nós humanos, não desfrutamos.
Flores abruptas,
Geram Pétalas truculentas.
Flores brutais,
Geram Pétalas ferozes e sedentas.
Estamos tão distantes
Da felicidade irretocável,
Que quase podemos tocá-la.
Kormann
Absorvidos com elegância por tuas pálpebras,
Aqueles vantajosos cílios postiços,
Não deixariam com facilidade moderada,
A aderência aconchegante de tua cútis.
Teu colã simétrico delineava busto
E com ele, seios densos,
Indiscretos porém apequenados,
Auréolas rijas ascendentes,
Granuladas, definitivamente naturais;
Digna de tua autêntica musculatura peitoral.
Teu abdômen não era por definição desenhado,
Todavia, compensava pujante,
Com serrátil anterior projetado,
Firmando um duo descomunal,
Com trapézios e deltóides.
Coxia reduziu-se a corredor,
Numa marcha rápida e eficiente,
Em curtos e firmes passos cessou.
Um olhar preciso,
Ao extremo perpendicular do linóleo.
Diários de Yndra
Projetando foco
Nas perspectivas,
Concebendo moldes
Pras tuas vigílias.
Foi no período em que
Homens inventaram Deus,
Para que Deus inovasse
Criando a humanidade.
Quando a trama eterna
Redigia o esquema,
Despejando doçura
No teor da cidra,
A citação sincera
Que cativou os signos,
Adveio dos oníricos
Diários de Yndra.
Evoluindo em gênero
Os belos cílios teus,
Promovendo ternura
E feminilidade,
Na complexidade
De tua consciência,
Atribuiu sentido
Às novas divindades.
Nos Diários de Yndra,
A trama eterna redigiu o todo.
Nos Diários de Yndra,
A citação sincera cativou os tolos.
Os belos cílios teus,
Despejando doçura,
Os belos cílios teus,
Promovendo ternura.
Nos Diários de Yndra,
A trama eterna redigiu o todo.
Nos Diários de Yndra,
A citação sincera cativou-nos,
Nós, os tolos.
Majestoso Octeto
Compunham a mais bela fraternidade,
Irmanadas em tuas semelhanças.
Interiormente ímpares e por meio
Dos hábitos estéticos que exteriorizavam.
Localizavam-se no quadrante diagonal
Em relação à porta,
E bem ali, na perpendicular,
Elas se mantinham.
Cinco pequenas mesas,
Seguidas de suas cadeiras,
Posicionadas defronte umas pras outras.
Próximo à janela, Amanda, Tássila, Isabella;
Perto dos arquivos Tiffany, Alice Lorrane,
Karla Thalia, Luanna e Patty respectivamente,
Encerrando assim o Majestoso Octeto.
Compunham a mais bela fraternidade,
Irmanadas em tuas semelhanças.
Interiormente ímpares e por meio
Dos hábitos estéticos que exteriorizavam.
Quando Pam vem lá,
Com teus panos e missangas,
Tuas echarpes e bandanas,
Na fronteira escancarada,
Tuas altas gargalhadas, modificam,
Toda aquela preciosa atmosfera.
Agradeço esclarecer-me
O que foi péssimo,
Sem tuas agressões
Banhadas de exageros,
Eu não distinguiria
Quais receios são sinceros.
Altíssima voltagem nos atinge,
Aplacando opiniões extenuantes,
Lacrem tuas latrinas impostoras,
Nosso afeto é pegajoso e intransigente.
Mas conheci os teus amores,
Eu conheci as tuas dores,
Os teus temperos e sabores,
A tua chama, lutadora, a flamejar.
As Eólicas Aventuras do Menino-Cata-Vento
tuas vulnerabilidades
expostas.
reflexões excepcionais
sobre viver e perecer,
sobre definir e construir
significados para a existência.
suas criações exprimiam
o verdadeiro sentido da arte,
na inquestionável
arte dos sentidos.
sobrepondo-se a si.
o mais sincero e decisivo
compromisso,
que o artista se impõe.
expondo-se ao
questionamento
da realidade,
para enfim,
e de maneira titânica,
transformá-la.
bravíssimo.
Cattleya granulosa
da minha vida,
imponente poema
potiguar florescido
com as tuas cores
tu orienta o destino,
O romantismo para
alguns é desperdício,
Mas em ti tenho
o motivo para não
me perder do amor
predestinado no caminho.
Minha Pátria profunda,
eu te coloco no meu
amor mais absoluto,
No verdor das tuas
florestas eu tenho
o meu poético mundo,
No amarelo das tuas
riquezas tenho
a glória do destino,
No azul do teu Céu
tenho o abrigo
mais sublime e lindo,
E sob a proteção das tuas
vinte e sete alvas estrelas
confio na tua guarda
plena e altaneira
da nossa Independência
e deste peito de Sabiá-Laranjeira.
As vagens da Ingá-Ferradura
estão maduras como as minhas
ideias poéticas e as tuas,
Encontrar o amor é questão de sorte,
como sou poetisa te aceno o norte
e dos meus braços você não haverá
de escapar porque sou aquela
que você sempre desejou encontrar.
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