Te Amo Menino

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Eu fui criado em uma família em que dizer “eu te amo” nunca foi uma prática. E eu sei que isso vem de antes, porque a geração anterior também não aprendeu a demonstrar o amor dessa forma.
Talvez por isso eu tenha crescido acreditando que amar era algo que se demonstrava de outras maneiras, mas que nem sempre precisava ser dito.
Hoje, depois que minha mãe se foi, uma das coisas que mais me machuca é pensar em todos os “eu te amo” que eu poderia ter dito a ela e não disse.
Dói saber que existiram tantos momentos em que eu poderia ter falado, mas deixei para depois. E agora não existe mais o “depois”.
Eu daria qualquer coisa para poder olhar para ela mais uma vez e dizer, mesmo que apenas uma vez, tudo aquilo que tantas vezes ficou preso dentro de mim:

“Eu te amo, mãe.”

Eu te amo
porque,
não sei
porque te amo.

Amor secreto

Todos os dias vou dizer que a amo,
E que todo momento a clamo,
Com meu coração aberto,
Te entrego meu amor secreto.

Fico com você na cabeça,
E nada faz com que eu te esqueça,
A todo momento desejo te ver,
Sorrindo alegremente como deve ser.

Aos poucos vou me apegando,
E em teu aroma vou encontrando,
A razão do meu viver.

Poderíamos ser rosa e beija-flor,
Mas pena que na vida,
Nunca conhecemos o verdadeiro amor.

⁠Eu amo tudo o que faz de você... Você.

Tatue em negrito, sem pontuação, bem no fundo do peito, a frase: Eu me amo muito.

Debbie Villela

​"Um coração pensante transformaria o 'eu te amo' em uma tese de doutorado, mas provavelmente morreria de tédio ao descobrir que a lógica nunca soube abraçar ninguém."

Não te amo pelo que você tem, mas pela paz inexplicável que a sua presença traz ao meu coração.

" Eu quero mesmo é que mexa o pé da ameixeira para cair ameixa madura sobre meus pés. Amo."

Quando a pessoa que mais amo nesta vida partir,
Não quero que me avise,
Não quero abraços piedosos,
Não quero lágrimas indescritíveis,
Não quero despedidas eternas,pois minha alma negará, até a minha morte, que ela partiu.

Tempo
Amo-te tanto, querido.
Hei de ser quem um dia julguei impossível ser.
Hei de ser quem tu amas?
Hei de ser eternamente teu, eu prometo.


Amo-te como naquele primeiro instante,
quando teus olhos sorriam antes mesmo que tua boca,
e eu, sem perceber, já havia encontrado meu lugar.


Prometo-te, meu amor,
não cantar ao coração humano
com a mesma ternura que guardarei para o teu.


Hei de ser teu companheiro
quando o caminho parecer longo.


Hei de ser teu ombro,
quando o peso do mundo te fizer abaixar a cabeça.


Hei de ser teu crítico,
porque até as flores precisam de quem lhes arranque as folhas secas.


E quando duvidares de ti,
não perguntarei quem és.
Lembrar-te-ei apenas, que certas estrelas não sabem que brilham,
e nem por isso deixam de iluminar a noite.


Se alguma vez julgares longa a espera,
olhe para o céu.
As estrelas jamais se apressam para encontrar a noite,
e, ainda assim, nunca chegam atrasadas.
O tempo não erra.


Não lhe faço promessas para que me prometas outras.
Faço-as porque o amor, quando verdadeiro, não conhece a medida de troca.
Hei de atravessar contigo os dias difíceis, se for preciso.


Hei de ser para ti, único no mundo
E, se um dia eu não o for para ti, ainda assim não desfarei promessa alguma.


Hei de ser então o mesmo para mim?
Quando enfim acreditares em teus próprios olhos, verás que jamais esperei essa resposta.
Porque já eras, desde o princípio, único no mundo para mim.

A vida é uma desonestidade magnífica.
Eu amo a natureza e tudo o que existe, mas não ignoro que a existência é hostil, perigosa e, muitas vezes, triste. O erro do sistema é tentar 'resolver' esse contraste. Eu descobri que não há saída para esse paradigma, porque um lado potencializa o outro. Sem o perigo, a beleza é invisível; sem a tristeza, a alegria não tem sentido. Eu não busco a paz dos alienados, eu busco a vibração de quem aprendeu a ser o próprio motor desse conflito. A realidade dói, e dói muito, mas é nessa dor que a gente para de ser boneco de barro e começa a ser anomalia viva.

A MORTE sempre esteve aqui. Ela persegue aquilo que amo, os meus amigos e tudo o que construo. É por isso que tudo o que faço, faço com vida.

Te amar dói


Eu te amo de um jeito que não sei explicar, como o mar ama a lua, sem poder tocar, como a noite abraça a luz do luar, como quem nasceu para ficar, mas precisa se afastar.


O meu coração te procura em silêncio, mesmo quando estar contigo me causa tormento. É que teu abraço é meu lugar preferido, mas é nele que sinto o amor mais doído.


Porque te amar é a parte mais bonita, mas estar perto de ti é uma dor infinita. É sorrir com os olhos, enquanto a alma chora, é querer que o tempo pare e desejar ir embora.


É ter você tão perto, podendo te sentir, e, ainda assim, sentir que estou prestes a te perder. É querer morar nos teus braços para sempre, mas saber que esse amor pode me destruir lentamente.


E eu não sei como se esquece alguém que o coração escolheu amar tão bem. Não sei como fugir de quem me faz querer ficar, nem como ficar perto sem, aos poucos, me quebrar.


Eu te amo. E talvez esse seja o meu castigo: querer você perto, mesmo sofrendo contigo. Porque a distância me mata, mas a proximidade também… E, no fim, dói te amar tanto sem saber se esse amor me faz bem.

Simplesmente te amo


Por hoje, a solidão fazendo barulho no meu vazio,
e eu procurando teu abraço pra espantar o frio.
Meu coração ainda chama pelo teu,
como se amar você fosse o único jeito de ser meu.


E quando a noite chega, eu lembro do teu olhar,
das coisas que eu não disse e ainda queria falar.
Talvez o amor seja isso: sentir mesmo sem ter,
e mesmo longe de você, ainda escolher te querer.

Amor invisível


Eu amo alguém sem rosto, sem corpo e sem nome. Amo como se o próprio amor me abraçasse. É um sentimento que não sei explicar, mas sinto, com certeza, que ele existe. Está em algum lugar deste mundo ou talvez além dele. É como se nossas almas se reconhecessem nessa travessia silenciosa, ainda sem encontro, mas já entrelaçadas no invisível.


Não é como o amor carnal. É encontro de essência, de espírito, onde não há distância nem tempo. Ali, nos reconhecemos, nos entregamos, e nos alimentamos desse laço sutil.


Assim como o corpo precisa do alimento físico, a alma também busca o seu sustento. E é nesse amor invisível que ela se fortalece, se nutre e continua a existir.

Te amo duas vezes...


Eu sempre amei você,
desde o início,
desde o silêncio,
desde sempre...
desde o nada que já era tudo.


Antes de saber quem você era,
antes de entender o que seria
na minha vida.


Não sei se foi o poder da chama gêmea —
da junção divina —
mas te amei bem antes...


Talvez seja a força das almas,
o laço antigo,
a chama gêmea —
essa união que não se explica,
mas que se sente...
com a pele,
com o coração.


Não sei se fui eu quem amou primeiro,
ou se apenas reconheci
um amor que já me habitava.


Quando soube de tudo,
não houve espanto,
nem dúvida.
Só permaneci —
amando.
Como se já soubesse.


Meu corpo já ansiava o seu,
meus pensamentos já te buscavam,
meu coração…
já era teu.


Já amava com toda a intensidade,
já sentia saudade.
E eu, sem perceber,
já tinha desistido de tudo
por você.


Não sei onde termina o amor
e onde começa a conexão de almas.
Talvez nem exista fronteira.


Porque, se for assim,
em total lucidez,
declaro —
nesta vida corpórea
e na outra espiritual —
eu te amo duas vezes.

Eu te amo!

Porque existem palavras que só são ditas quando já não fazem mais sentido…
quando já não pertencem ao contexto
— Assim podem ser ditas sem nenhum peso na consciência.

Telepatia: entre o real e o imaginário


— Eu amo você todinho...


Não, não é aquela música.


— Amo a sua orelha...


— A orelha?


— Aham...


Amo o seu cabelo, mesmo sem nunca tê-lo tocado, sem nunca ter sentido seus fios entre os meus dedos...


Amo a sua testa.


— A testa?


— Sim. É meio grande, mas eu gosto...


Amo os seus lábios.


Não só porque são lindos...


Mas porque queria que se encontrassem com os meus.


Amo as suas sobrancelhas, as duas...


E os seus cílios, mesmo sem vê-los nitidamente, eu amo.


Amo os seus olhos, mesmo sem saber direito qual é a cor, apesar de já ter olhado para eles um milhão de vezes.


Mas não sei... algo estranho acontece.


Não sei se, quando os vejo, passo direto ou volto para os meus.


Em algum lugar, eu entro.


Vou muito fundo, seja em você ou em mim.


É um lugar desconhecido, e eu não sei o caminho.


Mas não desisto.


Vou além, até na contramão.


Sinto as batidas de um coração e sempre me pergunto:


— É o meu ou o seu?


Onde estou, afinal?


Estou dentro de você ou dentro de mim?


Independentemente de onde esteja, eu me sinto bem.


E queria fazer uma morada, construir um ninho e nunca mais sair.


Mas alguma coisa me tira de lá.


E, tão rápido quanto um raio, volto à realidade.


Confusa, sinto saudades.


Da minha casa ou da sua?


Seja onde for, é lá que eu queria morar.

O coração não escolhe quem amar baseado na lógica. Mas para introduzir a lógica ao amor, amo-o com tudo o que tenho a oferecer. Sendo assim, se por algum infortúnio eu o perder, que não seja por não merecê-lo.

Às vezes eu acho que sou uma pessoa complicada de descifrar sabia?
Eu amo a ideia de ser feliz de aproveitar a vida, mas minha cabeça insiste em revisitar pensamentos tristes quase que o tempo todo eu não curto muito essa versão em mim, mas foi o que sobrou de tudo que eu já senti e suportei de vez em quando faço pose de quem não liga pra nada finjo frieza faço o tipo difícil.
Só que a verdade é que eu me importo demais, tem hora que eu quero toda atenção do mundo, mas ao mesmo tempo tenho essa necessidade de sumir de afastar de todo mundo de ficar só.
Mesmo quebrado por dentro eu gosto de ajudar os outros escutar, aconselhar tentar resolver as dores de quem me procura, mesmo quando eu não faça ideia de como resolver as minhas eu adoro ouvir as pessoas mas morro de medo de abrir o que carrego aqui dentro tem dias que nem eu consigo me entender direito.