Tarde
Quem sabe amanhã seja tarde para demonstrar que você se importa, valoriza e ama aqueles quesão como brilhantes estrelas iluminando a sua vida!
CONSTRUAM MEMÓRIAS COM AS PESSOAS QUE VOCÊS AMA.
ANTES QUE SEJA TARDE.
Em cada instante, teço memórias douradas,
Com aqueles que meu coração mais ama,
Pois o tempo foge como areia entre os dedos,
E a vida nos convida a valorizar cada elo.
Construo lembranças como um alfaiate habilidoso,
Entrelaçando risos, abraços e momentos preciosos,
Pois o amanhã é incerto, e o agora é o nosso tesouro,
Cultivar a alegria e o amor é o mais nobre desdobramento.
Antes que as sombras se estendam sobre a jornada,
Façamos das memórias um jardim de luz e alvorada,
Pois no tecido do tempo, elas perduram como estrelas,
Brilhando eternamente em nossas almas singelas.
Seu semblante domina os meus pensamentos. Eu não queria, pois estou sofrendo. Pela manhã, tarde e noite.
Nas madrugadas me pego pensando em seu rosto, seus olhos, seu nariz, tua boca, seu cabelo.
Seu corpo, lindo, me atraem como um imã, mesmo que você diga que não é bonito...Pra mim é perfeito.
Até as sardas são tão atraentes.
Sinto falta do que eu nunca toquei.
Não confunda vingança humana com justiça divina. Nunca é tarde demais pra você resolver conhecer a justiça divina.
Procuro alguém que queira ter filhos, não muito cedo, nem muito tarde. Que queira viajar o mundo inteiro e só conhecer metade. Que acredite que a única forma de amor que existe é a felicidade. E que encontre em tudo que eu digo uma obra de arte.
A "gente"
Era uma tarde de domingo, de um dia 18. O café já estava coando e o meu coração que há tempos andava sozinho e atravessando desertos, teve a sorte de encontrar você. Foi tipo assim:
Destino!
Elo!
Conexão!
Coisas que a inteligência por si só, não explica.
Aqui estamos nós, sem entender a jornada, mas indo, indo nesta estrada que é só da "gente", só "eu e você", e mesmo quando sigo sem lhe ter por perto, lhe sinto no perfume solto no ar e posso dizer: essa é a viagem mais acompanhada que eu já fiz na vida, porque você se faz presente aqui.
Nildinha Freitas
Nesta tarde bela, e perene,
escuto a música dos ventos
que entram pelas janelas
como vozes orvalhadas
A tarde cai serena, o sol já se despede,
E a sombra longa esvoa sobre o chão que pisei.
Em cada brisa fria que a alma, triste, sente,
Um pensamento aflora que o tempo não desfez.
Quando a tarde estiveres só e o vento roçares suas faces, não fique triste, não se assuste, são minhas saudades que estão te beijando...
(Zildo De Oliveira Barros)
Mulher e o poeta.
Chegastes ainda de tarde, não quis saber de idade, não vi somente você, olhei ali em teus olhos e parece um estranho modo! Vi sua alma em você, estavas a descoberto e mesmo sendo indiscreto, entrei e disse: Prazer. Não quis comigo conversa, pois descrente dos que não prestam, me comparou ao sofrer, mas o poeta é estranho, maldades não lhe faz danos, já sofreu outros viver, passou por vidas passadas e em claras madrugadas, sofreu triste padecer, e assim a descoberto de alma a alma certo, palavras perdem o valer, os pensamentos voavam e neles sua alma estavas, estavas a se compreender, e ali num bom repente, fique conhecedor de sua mente e das dores de teu ser! Um homem, sempre um vadio, judiou de seus princípios, fez sua vida se escurecer, e o poeta ali via que caminhos percorrias, o desespero entrever, da morte já tinha a certeza, fez se amiga da tristeza, comadre do padecer. Poeta por tu mexes, deixa que ela e suas preces venha a ela se valer, assim me disse a tristeza, vai cuidar de sua beleza que sabe que não a tem! Mas segurei suas mãos, um abraço de emoção, e com ela conversei, falei de amores passados, de dores que sem respaldo, nada, nada lhe convém, falei de um amor novo que via por entre sonhos, sua alegria salvar, pedi que bem esquecesse, as magoas não as retese, jogasse dentro do mar, caminhamos de mãos dadas as duas almas coladas, parecíamos dois irmãos! Assim passou alguns minutos, parados ficamos duros, parecendo estátuas, feitas de pedras sabão, com certeza e estranho, quem passava não via os danos que se traz ao coração, o poeta assim procede, acho eu que é uma prece, quando se apertam se as mãos, se olhares em meus olhos, cuidado! Posso as vezes ver sua alma, sem licença e sem perdão...
(Zildo de Oliveira Barros) 19/11/14 15:48
Mulher e o poeta.
Chegastes ainda de tarde, não quis saber de idade, não vi somente você, olhei ali em teus olhos e parece um estranho modo! Vi sua alma em você, estavas a descoberto e mesmo sendo indiscreto, entrei e disse: Prazer. Não quis comigo conversa, pois descrente dos que não prestam, me comparou ao sofrer, mas o poeta é estranho, maldades não lhe faz danos, já sofreu outros viver, passou por vidas passadas e em claras madrugadas, sofreu triste padecer, e assim a descoberto de alma a alma certo, palavras perdem o valer, os pensamentos voavam e neles sua alma estavas, estavas a se compreender, e ali num bom repente, fique conhecedor de sua mente e das dores de teu ser! Um homem, sempre um vadio, judiou de seus princípios, fez sua vida se escurecer, e o poeta ali via que caminhos percorrias, o desespero entrever, da morte já tinha a certeza, fez se amiga da tristeza, comadre do padecer. Poeta por tu mexes, deixa que ela e suas preces venha a ela se valer, assim me disse a tristeza, vai cuidar de sua beleza que sabe que não a tem! Mas segurei suas mãos, um abraço de emoção, e com ela conversei, falei de amores passados, de dores que sem respaldo, nada, nada lhe convém, falei de um amor novo que via por entre sonhos, sua alegria salvar, pedi que bem esquecesse, as magoas não as retese, jogasse dentro do mar, caminhamos de mãos dadas as duas almas coladas, parecíamos dois irmãos! Assim passou alguns minutos, parados ficamos duros, parecendo estátuas, feitas de pedras sabão, com certeza e estranho, quem passava não via os danos que se traz ao coração, o poeta assim procede, acho eu que é uma prece, quando se apertam se as mãos, se olhares em meus olhos, cuidado! Posso as vezes ver sua alma, sem licença e sem perdão...
(Zildo de Oliveira Barros) 19/11/14 15:48
O dinheiro nem tudo compra...
Você que se julga toda poderosa, pense nisto.
Mulher!
A tarde que já se escoa, lembranças que tão atoas, dos sonhos o entardecer, a vida seguiu o tempo, tirou tu de um tormento, passado passou tão lento, mas dele não se esqueceu! Lembranças de uma outrora, sonhos de todas as horas, madrugar sem amanhecer, o travesseiro te estranhas, nem parece sua cama, daquele amor sem o saber! Maldades de um passado, nada ficaram largados, tudo tem o seu querer, o corpo ainda te implora, parece que em toda hora, só pensa ele em você, mas a madrugada é estranha, travesseiros e a tal cama, aqui nada a me valer! Os raios já chegam lentos, clareando os momentos que os brilhos trazem você, mas não tarda os movimentos, te esquecerei por momentos, logo a noite vem me ver, e juntos nesta embolada, novamente a minha estrada é passar sem te esquecer, troquei te por coisas fúteis, um monte de bens, que queria meu querer! Pensava que na riqueza, daquela triste pobreza, esqueceria você, mas a riqueza tão bela, me foi como aquarela, pintou cores em meu viver, carros e lindas roupagens, desfiles e maquiagens, pouco tempo me valeu! Vi numa noite tão triste, que tudo que eu precisava, somente era te ter, um ranchinho a beira rio, queria eu teu carinho, riquezas a se perder, teu olhar triste e vazio, marcou fundo meu destino, feriu fundo o meu viver, hoje te venho em escritos, dos rabiscos de um poeta aqui, te venho dizer; Perdi tu por coisa atoa, queria ser a patroa num ranchinho de sapé, e nesta mansão que vivo, trocaria tudo aquilo, que hoje vale milhões, por um homem, simples e pobre, um roceiro muito nobre, que molhou aqueles chãos, com suas lágrimas marcadas, escorreu naquela estrada, naquele fim de Sertão! O poeta o conhece, e sabe que ali nem preces, tira ele do teu chão, sem palavras o poeta sabe e lhe reconhece, que o homem do sertão, perdeu toda sua riqueza, quando o abandonei ligeira em busca de alguns milhões, e que morrerá sozinho, nem mesmo que eu me humilhe, terei ele em minhas mãos...
(Zildo de Oliveira Barros) 05/02/15
Boa tarde!
Existem grandes diferenciais entre a pobreza e a riqueza, se achegue numa colônia, no rancho de um capiau, seus filhos bem educados, sorrindo de todo mau, levantarás as mãozinhas pedindo a sua benção, dificilmente na riqueza encontrarás tal situação...
(Zildo de Oliveira Barros)
Um dia após a minha morte, era tarde e o velório já havia acontecido, entrei em meu quarto e vi minha mãe sentada em minha cama chorando e perguntando o porquê isso aconteceu, eu podia sentir a dor e o sofrimento dela, mas a quanto tempo ela não sentava em minha cama e ria comigo, sair do quarto fui na varanda, vi meu pai sentado na rede, chorando, com uma angústia grande no peito, podia sentir o seu sofrimento a distância mas quanto tempo eu não ouvia " tenho orgulho de você meu filho " e até " eu te amo " aquilo me quebrou por dentro. Sair pra rua e fui caminhar, passei na casa da menina que amava, entrei no quarto, vi ela olhando minhas mensagens e algumas fotos, ela estava com os olhos cheios de lágrimas, ouvi ela sussurrar " eu o amava " mas como eu poderia saber, nunca havia ouvido isso, eu sentir a dor dela, e ela realmente me amava, mas como saberia disso? Logo em seguida sentei ao lado dela vi ela entrar nas redes sociais, a cada perfil que passava havia uma fotografia minha, junto a algumas palavras de saudade e alguns " eu amo você " mas o que adiantava vivi uma vida ao lado dessas mesmas pessoas, era a primeira vez que ouvia essas palavras. Voltei pra minha casa, quando cheguei vi meu cachorro triste e abatido com a saudade que estava de mim. Neste dia foi a primeira vez que me sentir amado, mas do que adiantava? Já havia morrido. Três anos depois visitei os mesmo lugares, as mesmas pessoas, nada estava igual, em minha casa, meu quarto já não existia, a única coisa que havia restado era algumas fotografias, meus pais adotaram outro filho e seguiram a sua vida, só havia vestígios meus. Fui na casa da garota, ela havia se casado, com um homem alto de cabelos claros, ela estava grávida, formavam um lindo casal. Na sala havia um quadro com a suas fotos, em baixo com a seguinte frase " meu único e verdadeiro amor ". Meu cachorro ja era de outro dono, ele já não estava mais abatido, latia e brincava feliz. Foi assim que percebi que momentos vividos são tempos que não voltam e não se estacionam. Ame enquanto há tempo, não morra primeiro.
