Talvez eu Esteja Precisando de Voce
Talvez eu tenha esperado muito, de um tempo curto.
Talvez eu tenha feito muito, ou nada.
Talvez eu tenha sentido tudo em um tempo curto, ou talvez não tenha sentido nada!
Queria soprar todo esse sentimento dentro de um balão até ele explodir e ver partir no vento, o que hoje parti dentro de mim.
Talvez outrora eu sinta
Talvez outrora eu possua
O que hoje finjo possuir
Por mais numerosas que sejam minhas lágrimas
São incapazes de expressar tais sentimentos.
A decepção escorre pelos meus olhos
Talvez um dia ela entenda
Talvez minh'alma aprenda
Que a vida é como uma tenda
Dobrável, móvel, findável
Indefinida, fugaz e decepcionante.
Talvez eu nunca mais consiga sentir
E sentir é tão profundo
Mais afundo que existir
Talvez eu jamais entenda o porquê deste amor
Que é um tanto devastador
E tira horas de mim
Talvez tenha amado sozinha
E essa picuinha de te querer pra mim
Talvez você apenas responda por dó ou por onda
Apresento-me como a mais desencanada
Mais que nada
Sou até abobada por gostar de você
Que loucura e insanidade pura amar quem não te quer
Mesmo sendo uma linda mulher
Mesmo ele me tendo por completo
Mesmo tendo dado tão certo
E quando nos temos é tão magico
Se não fosse trágico
Saber que jamais terei você.
Eu poderia dizer-te que as coisas hão melhorar.
Não direi isso.
Quiçá elas não melhorem e eu não quero a pecha de mentiroso.
Há tanta coisa que eu gostaria de te dizer, mas ao mesmo tempo eu paro e penso e deixo as palavras morrerem no fundo de uma canção velha e uma fotografia desbotada.
Talvez
Talvez eu não seja a construção para a sua felicidade, mas o alicerce para ela
Talvez eu não seja o seu verdadeiro amor, mas o mais puro que terá
Talvez eu não seja a sua positividade, mas a sua motivação
Talvez eu não seja a sua maior alegria , mas a sua singela felicidade
Talvez eu não seja a sua maior conquista , mas a fonte para a sua vitoria !
"Talvez eu precise daquela música que me faz chorar,
Ou de um sorriso pra me espelhar.
Talvez eu só precise de uma viagem pro banquinho da praça,
Ou de uma companhia boba que me deixe sem graça.
Talvez, quem me dera... eu só precise acordar."
- Quimera
Talvez
Aos poucos eu me apaixono por um desconhecido, que clama pela esperança, que alimenta-se de energia, que sorrir com a natureza da alma. Ah, eu gostaria de sorrir quando o vejo, porém algo fica inibido, não é dentro de mim é da falta do que existe e ainda não sabemos. Por alguma razão nossos caminhos colidiram algumas vezes na vastidão colorida e composta por melodia, costumo dizer que desenhada à mão.
Eu não sei quando, e enquanto isso eu ando vagando pela noite cantando, dançando, sorrindo, gritando, flutuando, em algum lugar ele pode me ouvir, e talvez perceba que o sorriso acontece dentro de mim.
Então eu continuo a cantar e mais um pouco de criação eu estarei a imaginar, e lá você pode me escutar. Eu costumava a ser mais seria, e você passou e me distraiu, as madrugadas passaram a ser meu maior defensor. Durante o tempo em que eu situava, algumas flores deixei em varias mãos carregadas de sorriso, perfumadas com um cadinho de paz.
Caminho, cantando, observando o céu carregado de tons azuis, cor de mar, cor imensidão, grande vastidão é o coração.
Eu costumava a ser mais seria, até você chegar e me distrair sem reparar, seria bom você acreditar que existe paz em algum lugar, então faria sentido eu te olhar e sorrir sem esperar.
Eu costumava a ser mais... Até você chegar.
E algo vai mudar alguma coisa já mudou e continuará a metamorfose não deve parar.
E eu, estarei pela noite a cantar, eu também costumava a lembrar...
Eu costumo acreditar que o tempo é um cadinho da esperança que habita lá e cá.
Seja no ponto azul terra/mar ou na estrela vermelha que costuma a palpitar.
Talvez... O Tempo só seja a nossa indagação.
"Talvez eu queira sorrir mais, talvez eu queira amar mais, talvez eu queira me apaixonar mais, talvez tudo que eu queira é não viver no platônico e permitir-me estar ao seu lado sempre que o meu corpo necessitar te ter junto ao meu. Talvez eu seja feito de talvez. Platônico eu, atribulando meu coração outra vez."
talvez vc diga que eu nunca pensei em vc...
talvez vc diga que eu lhe abandonei...
talvez vc diga que eu nunca lhe quiz....
mais talvez
eu jamais existirei pra vc...
entao nada disso tera importancia.
TALVEZ
Talvez eu me acostume com teu jeito
talvez eu nem te encontre em meu peito
mas, mesmo assim sempre daremos um jeito
ora, somos nos quem somos. E sendo como somos
sumimos quando não encontramos um no outro um abrigo pra fugir.
Ora, fomos que não somos!
Fingimos perceber.
E entender o que dizemos não te faz um de nós!
O que vejo são retalhos dos pedaços
Que juntemos estes cacos misturados com farrapos
comecemos novamente tão somente ser quem somos
daí então eu me acostume com seu jeito
e te encontre em meu peito
te promova de um verbo à sujeito
Eu tenho medo da imortalidade assim como da rotina.
Tenho medo da imortalidade por que me parece que um ser imortal se não mudar nem evoluir será simplesmente esquecido, diferente das pessoas que partem, são vistas geralmente pelas melhores coisas que as lembre e suas más coisas são abafadas e transformadas em algo minúsculo, por isso quero sempre partir para que assim eu seja lembrada e vista de uma boa forma, e para sempre ter essa oportunidade.
Tenho medo da rotina por que, não gosto dela, transforma a vida em algo sem sentido, regrado, chato e tira o brilho real que há na vida.
Talvez se a estrela cadente sempre estivesse no céu ninguém a veria como especial;
Talvez se lindas feras selvagens fossem fáceis de domar, ninguém as domaria;
Talvez se houvesse paz, amor e fé em todos, ninguém os procuraria;
Talvez se o mistério, a sedução, a paixão e as possibilidades não nos atraíssem, ao menos em mim não haveria vida;
Talvez se houvesse apenas dia ou apenas noite, ninguém repararia no tempo e na passagem da vida;
Talvez se meu coração não pulsasse não estaria aqui;
Talvez se não houvesse possibilidades com certeza não haveria vida, apenas o conceito de fantoches destinados a seguir o roteiro que a vida escreveu;
Talvez o dia não seja um começo, mas um recomeço; e a noite não seja um fim, mas sim o começo de uma jornada com reflexos da lua;
Talvez esse sonho possível acaba aqui ou talvez este seja o despertar de um sonho real.
Talvez eu não deva me arriscar tanto.
Talvez deva ficar na minha e deixar o rio seguir seu curso.
Talvez eu nunca mais encontre alguém com a mesma energia e intensidade que a minha.
Talvez eu seja egoísta demais em querer isso.
Talvez nem exista alguém assim.
Talvez eu só esteja fantasiando demais.
Talvez eu só estou alimentendo uma falsa esperança de que tudo pode mudar quando eu menos esperar.
Talvez o Universo esteja me testando, vendo até onde eu vou.
Ou
Talvez eu esteja errado sobre tudo!
Talvez...
Digamos que eu goste de te ver sorrir
E digamos que, talvez, eu goste da sua companhia
E então talvez, só talvez, com essa carta ou com esse "presente" eu possa ver o teu sorriso mais uma vez
E então talvez teremos uma desculpa pra conversar
Uma desculpa totalmente esfarrapada mas ainda sim uma desculpa
Talvez possamos ficar mais próximos com o tempo
Como disse, gosto da sua companhia
Gosto de estar ao seu lado em qualquer situação
As coisas parecem ficar mais leves
Claro que tudo isso hipoteticamente falando
Mas, não que seja verdade, só ainda nesse cenário hipotético
Eu gosto do teu sorriso
Gosto porque também me faz sorrir por dentro
Na verdade tudo o que você faz acaba me fazendo rir
Desde a brincadeira mais besta até algo não proposital
Por fim digamos que essas hipóteses não sejam só meras hipóteses
E no fundo você sabe disso
Não sei
Quem sabe talvez
Talvez eu já tenha feito coisas que não me orgulho, talvez eu já tenha magoado pessoas sem merecer, talvez eu não seja tão boa como todos pensam e nem tão ruim como outros imaginam, mas uma coisa eu sei cada um tem de mim o que merece
Talvez
Talvez eu seja mesmo chata,
um peso que ninguém aguenta carregar.
Talvez eu seja barulho demais
num mundo que só quer silêncio.
Talvez eu seja a pessoa errada
no lugar errado,
falando demais, sentindo demais,
chorando demais.
Talvez eu mereça as portas batendo na
minha cara,
os olhares atravessados,
as fofocas escondidas,
os risos quando eu viro as costas.
Talvez eu mereça ficar sozinha no recreio,
sozinha no quarto,
sozinha no escuro,
com meus pensamentos gritando.
Talvez eu mereça um pai assim,
frio, distante, duro,
com palavras que cortam como faca,
que nunca me enxergam de verdade.
Talvez eu mereça esse vazio,
essa sensação de não ser o suficiente,
essa vontade de sumir.
Mais ai eu penso...
e a minha mãe que me olha com cuidado?
e a minha amiga que me chama,
mesmo quando eu só sei falar de dor?
Será que elas estão mentindo?
Será que só falam bonito
porque a verdade doeria mais?
Será que sou outra pessoa com elas
e ninguém conhece a minha "versão real"?
Porque eu tento, juro que tanto,
mas sempre parece que erro.
Eu sou muito ou sou pouco.
Sou fraca ou sou dura.
Sou amor ou sou problema.
Nada nunca parece suficiente.
E eu fico aqui,
no meio dessa bagunça
tentando entender se o mundo me odeia
ou se sou eu que não sei viver nele.
Tentando descobrir
se um dia vou ser vista como algo bom
ou se eu já nasci pra ser o erro.
Talvez eu não seja castigo,
talvez eu não seja ruína,
talvez eu seja só uma menina
com um monte de ferida aberta.
Mas, no fundo,
quando a noite chega e o silêncio aperta,
quando ninguém me vê e eu desabo,
eu só consigo pensar:
...talvez eu mereça.
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