Talvez eu Esteja Precisando de Voce
Que é mesmo a minha neutralidade senão a maneira cômoda, talvez, mas hipócrita, de esconder minha opção ou meu medo de acusar a injustiça? Lavar as mãos em face da opressão é reforçar o poder do opressor, é optar por ele.
Me sinto como uma flor. Um girassol talvez?
Não tão bonito quanto as rosas vermelhas, que despertam paixões, mas há os que apreciem.
Talvez ele seja o meu sol, mas vivo em uma cidade, onde há vários postes de luz que me enganam, se passando por um sol. Talvez ele também seja um deles, e o meu sol ainda não raiou. Mas vou saber quando ele chegar...
Vai brilhar mais que todos, vai aquecer os meus dias, vou me sentir a flor mais bonita do jardim. E quando esse dia chegar, vou fazer o meu papel de girassol, seguir meu sol e amar como minha única razão de viver.
Ignorância é uma dádiva, talvez seja mais saudável viver no mundo das ilusões e futilidades cotidianas, não tendo acesso a reflexões profundas, mas fazer o que, é inerente ao ser caminhar ao desejo, infelizmente eu gosto da realidade, triste, libertadora e odiável realidade pela qual me apaixonei.
Talvez o racismo aconteça, não só pela cor da pele, mas pela nossa cultura que vem crivada na selva de pedra.
Ás vezes quando vc se decepciona com alguém a culpa talvez não seja dele, e sim sua por esperar mais do que devia dessa pessoa.
Reciclagem de vida
Não sei se a vida se recicla.
Não, talvez não.
Mesmo se após um tempo de reflexão decidimos
mudar nossa vida,
seremos sempre nós mesmos no fim.
Mudados, mas nós.
Com todas as marcas e cicatrizes para que não
nos esqueçamos do que fomos.
Sabemos que jamais poderemos recolar os
pedaços das coisas vividas e construir novas.
Colchas de retalhos são muito bonitas,
mas não passam de colchas de retalhos.
Remenda-se panos,
recola-se papel ou vidro,
mas não se remenda vidas,
não se recola momentos passados,
coisas que deixamos pra trás.
Recomeçar? Sim.
Recomeçar é possível,
mesmo (e felizmente!) se
já não somos os mesmos.
Aprendemos, à custa de dor,
mas aprendemos.
Não cometeremos duas vezes os mesmos erros,
não beberemos a mesma água.
Durante anos vivemos como se não tivéssemos
outras alternativas.
A vida é assim... é o destino.
Mas nosso destino, nós fazemos.
Nossas prioridades,
escolhemos e aprendemos a viver com elas.
E só depois, mais tarde,
é que nos questionamos sobre o fundamento
das nossas escolhas.
Há pessoas que acham que é tarde demais para
mudar e continuam na mesma linha,
mesmo se conscientes de que talvez esse não
tenha sido o melhor caminho.
Homens e mulheres que se mataram a vida
toda para ganhar dinheiro,
terminam muitas vezes a vida sozinhos,
cheios de dinheiro,
vazios de amor.
E felizes há aqueles que descobrem que ainda
é tempo para fazer alguma coisa.
E que podem redefinir as próprias prioridades
e assumi-las.
Vai doer, mas vai valer a pena,
porque no fim das contas vamos ter a consciência tranqüila de que tentamos.
Um dos piores sentimentos que existem é o de não poder recapturar um momento que gostaríamos
que tivesse sido diferente.
O eu de hoje não teria feito isso ou aquilo,
mas o que eu era ontem
não sabia o que sei agora.
Se soubesse,
teria cometido menos erros.
Mas temos um Deus tão bom e tão grande que
Ele está sempre nos oferecendo a oportunidade
de nos redimir e fazer novas escolhas.
E agora? Agora sabemos.
Não vamos pegar atalhos.
Eles podem ser atraentes,
mas nos impedirão talvez de aproveitar as
belezas da jornada.
O caminho da vida é bonito,
apesar de ser mais difícil para uns
que para outros.
Mas é bonito se sabemos tirar o máximo do que é bom.
Noites escuras podem nos fazer ver mais
claramente as estrelas.
Só veremos o nascer do sol se acordarmos cedo.
Coisas simples que a natureza nos ensina.
Reciclagem de vida?
Talvez sim.
Talvez sejamos, no fim das contas,
uma colcha de retalhos da vida.
Mas que sejamos então uma bela colcha nova
enfeitando um quarto,
um coração, talvez mesmo muitos corações e muitas vidas, a começar por nós mesmos.
O Carnaval não é invenção do Diabo, como dizem algumas religiões. Talvez seja invenção de algumas religiões, como dizem os carnavalescos!
Surpreendente como a vida nos mostra situações das quais jamais imaginamos vivenciar. Talvez vivenciamos, mais não lembramos de tudo exatamente ao certo. Temos opiniões bem formadas a respeito de tudo. Temos mente aberta, ao menos a minha é, Querendo sempre quebrar tabus impostos pela sociedade. Na vida lidamos com tudo. A vida nos lida , nos ensina e aprendemos cada dia um pouco de tudo. Uma vida é muito pouco para viver tudo que desejamos e sonhamos. Mas temos somente essa chance pra fazer dessa vida, uma , duas, três ou até mais vidas. O mais incrível disso tudo é que temos que fazer tudo em uma. Não teria graça voltar e fazer tudo denovo. A graça está em lembrar do que foi feito, de como foi feito e quem ajudou pra que seja feito. Somos um espelho, nele retrata defeitos, qualidades e impressões que causam admiração e espanto. Mas não podemos deixar que o espanto tome conta da gente. A vida é boa demais pra se preocupar com coisas fúteis. Liberdade? É muito pouco perto do que quero. Medo de viver? Jamais. Apenas sede e ansiedade pra que cada dia seja melhor do que daquele que terminou. Apenas ser livre. E há algo errado nisso? Ser livre consiste em ter felicidade, mesmo que momentânena, mas se tem. E poder desfrutar dela é ótimo. Mesmo com minhas idéias e ideais as vezes condenados por poucos e admirados por muitos, vou seguindo a vida da maneira que for. Estou certo de que nessa estrada que sigo, a rodovia está certa. No caminho se encontram amigos, inimigos, lugares. Tudo se guarda na bagagem da vida. Pra que quando aberta, eu possa dizer: Valeu a pena ter carregado isso. A vida é algo que nunca será descoberto. Ainda sim, temos que fazer dela uma verdadeira incógnita, para que nunca seja descoberto o verdadeiro segredo de como viver. Pensando bem, o segredo está dentro da gente. Basta querer enchergar. E segredo a gente conta só pra quem confia. Apenas contamos pra aquelas pessoas dos quais sabemos que estão na bagagem da vida. As pessoas de confiança e fé. Quando enfim, fomos embora dessa vida, dela não levaremos nada. Mas mesmo que pouco notado ou lembrado, levaremos o coração, junto dele os sentimentos, que até o último instante irá existir. Não seremos mais do que fotos lembradas e admiradas por alguns que realmente nos amam. Logo após décadas, não seremos mais nada. Nem fotos, nem lembranças. Mas enquanto estamos aqui, devemos fazer com que amanhã seja lembrado ontem. E que seja muito bem lembrado. Devemos viver sem medo. A vida é boa demais e nós somos melhores ainda. Viva aqui, faça o que tem que ser feito. Pois um dia irá ser lembrado e depois esquecido. Mesmo assim foi inesquecível. Uma boa vida pra você.!
Nunca implore por amor ou carinho. Se não é dado livremente, não vale a pena ter. Talvez tenhamos que aprender a degustar a dor para conseguirmos o antídoto para nos aliviar do sofrimento.
►Talvez
Sinto um vazio no peito
E não sei como preenchê-lo
A dor não é física, a sinto de outro jeito
Como se eu estivesse perdendo segundos de vida
Escolhas inúteis, aceitar várias mentiras
Talvez eu não devesse ter dormido tanto de dia
Ou, eu deveria ter acordado na madrugada fria
Talvez, eu gosto dessa palavra
Tão incerta, mas que,
Muitas vezes me salvou, com indiretas.
Solidão, desta não sou fã
Me deparo com ela sempre pela manhã
Sem humor, sem amor, somente dor
Às vezes entra em minha mente,
Para discutir meu valor
Se eu tiver algum.
A caneta acabará escorregando,
E nas paredes acabarei escrevendo feito um louco
Logo eu terei como melhor amigo, um corvo.
Em tempos difíceis devemos nos segurar
Em nosso espírito confiar
Mas, acho que perdi o meu brilho
Acho que irei afundar no mar do esquecimento
Esquecido até mesmo pelo tempo
E ainda não estou pronto, mas sei que sou um candidato
Sei que me tornarei um marinheiro de primeira viajem
Algum dia encontrarão minha alma boiando sobre a margem.
Minha perspectiva está tão limitada
Minha vista está iludida, desestabilizada
Por conta de opiniões, minha vida foi alterada,
Para o pior, não consigo dormir, vivo a madrugada
Como uma coruja, mas sem procurar uma presa
Minha mente se sente presa, em um calabouço sem algemas.
Um dia desejei escapar, me salvar
Hoje aceitei este meu novo lar
Em um lugar onde não ouço a campainha tocar
Um lugar onde ninguém venha a me visitar
Hoje me falta no que acreditar
Não tenho, e nunca tive,
A certeza de que essa depressão irá passar
Tento, como passatempo, me agarrar em coisas bobas
Às vezes sinto falta de certas pessoas
Mas, afinal quem não sente?
Talvez seja verdade, talvez eu seja muito carente.
Vi o sol nascer tantas vezes que me acostumei
Meus olhos se fecham às seis,
E acordam às três, preguiçoso? Talvez.
Minha coluna me pede para descansar
Meus ombros começaram a pesar
E, bem lá no fundo, se eu parar,
Conseguirei escutar meu coração chorar.
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