Talvez eu Esteja Precisando de Voce
Não sou indiferente às paisagens que registro. Acho que fotógrafos, talvez os mais existenciais, sejam assim. Embora estejamos dentro de um único organismo chamado Terra, localmente não as pertencemos, mas nos impregnamos por algumas coisas e das memórias de cada uma.
"No relacionamento a dois queremos alcançar algo que talvez não tenhamos conseguido no amor pelos nossos pais. Mas isso não dá certo sem que, primeiramente, o amor pelos pais comece a fluir.“ Bert Hellinger
Peça e, certamente, não terás;
Suplique e, notadamente, não conseguirás;
Exija e, talvez, entre num acordo;
Lute! Brigue!
Todas as mudanças, sejam elas: ideológicas, filosóficas e, ou sociais foram conseguidas com o derramamento de “sangue”.
Foi ontem, talvez hoje mesmo, nem sei mais, esperava por esse calor. Esperava não só por ele, mas pelo seu sorriso, principalmente. Nem sei, ta estranho. Ando meio desajeitado, minha mente turbulenta, nada mudou e sinto que nada está igual. Como se um cheiro novo rompesse docemente meus medos, talvez nem seja só o cheiro, mas as lembranças do seu olhar. Nem sei mais, talvez seja só mais um sentimento que paira em mim, como se o céu se colorisse como nunca antes. Talvez seja muito amor próprio e já esteja na hora de começar a doar um pouco dele a alguém.
Só sei que cresci. Talvez rápido demais, talvez sem aprender o bastante. Cresci e comecei a não ver mais graça naquelas coisinhas bobas da vida, aquelas que fazem o teu dia valer a pena. A vida veio e me tacou no chão, me obrigou a ser for e a superar tudo sozinho, então eu aprendi. Aprendi a ser frio, grosso, idiota, estupido, a ser egoísta e não dividir nada que é meu. Aprendi a me fechar. Construí um castelo em volta do meu coração só pra ter certeza que ninguém chegaria ate o meu ponto mais fraco. Aquela minha partezinha criança, frágil, boba, que ri atoa. Aquela parte que só poucos podem ver, que poucos sabem que ainda existe. Me escondi pra guardar o meu verdadeiro eu da vida que acaba com os sorrisos bobos de qualquer criança.
Normalmente, quero resolver tudo. E rápido. Depois, paciência e talvez são palavras que não gosto muito. Engraçado, antigamente eu era bem deitada, acomodada, sossegada. Não tinha pressa, não me preocupava em perder tempo. Sinto que amadureci: não quero perder um segundo. Continuo preguicenta, mas não me sinto mais deslocada no mundo dos adultos. O tempo passa, anda quase correndo. Isso me assusta um pouco, por isso procuro acompanhar o passo dele. Quero tudo e muito rápido. Não consigo acompanhar minhas próprias vontades, palavras e verdades.
Surreal e estranhamente único.
Logo vou te conquistar, talvez até seduzir. De vampiro tenho muito. Sinto grande necessidade em servir. Me alimento da sua atenção. Mas não coleciono amizades nem paixões. Como faço isso? Livro aberto é convite para ser lido. Aprendo rápido muitas coisas sobre você. Percebo no ar os pensamentos de quem tenho afinidade. Não, não sou nem um pouco manipulador. Só gosto de fazer diferença pra pessoas que me considero amigo. Não costumo passar em branco. Sempre deixo minha semente no seu coração.
Só sei ser eu mesmo. Não uso máscaras, nem conseguiria. Meu maior defeito é tentar ser perfeito. Sempre exijo muito de mim mesmo. Faço isso seguindo minha natureza. Sempre dou o melhor de mim. Costumo ser obcecado por minhas paixões. Mas nunca levo tudo 100% a sério. A vida fica bem menos complicada com senso de humor e flexibilidade. Dedico um bom tempo tentando me encontrar. As vezes dentro de mim, as vezes em outras pessoas.
Sou escravo do coração. Quando me apaixono por algo me entrego de cabeça sem medo. Quando me apaixono por alguém preciso de segurança pra fazer o mesmo. Mas acho estou aprendendo a não dar corda pro coração quando a razão mostra que não devo avançar. Meu maior hobby é me dedicar a você. Gosto de cuidar dos meus amigos e amores. Acho que não conseguiria viver sozinho, apesar de gostar da solidão. Me insiro fácil em novas rodas de amizade.
Não tenho medo do que os outros vão pensar. Não costumo me relacionar com pessoas que ainda não conheça. Não acredito que seja por falta de vontade. Talvez necessidade de segurança, alguma coisa bloqueia minha atitude. Não tenho amigos sem conteúdo. Nem costumo me afinizar com pessoas vazias ou que levem a vida no “piloto automático”. Não me incomodo em ficar sozinho por conta disso. Eu sei que na hora certa a pesssoa certa aparece. Não sou bom com relacionamentos superficiais. Comigo duraram pouco, os poucos que tive.
Gosto de ser o que sinto. Digo o que vivo e não minto. Definitivamente não sou bom com mentiras. E por isso acredito no que os que tenho como amigos dizem e não temo ou duvido disso. Acerdito na bondade das pessoas, no brilho do olhar de uma criança e nas rugas de experiência de um idoso. Estou em constante revolução interna. Não mudo meus valores, mas sempre estou lapidando minha essência.
Sou analista de mim mesmo. Pinto minha própria tela e toco a minha sinfonia. Conheci você pra te absorver, e tirar dessa amizade o melhor exemplo pra mim. E pra plantar no seu coração minha semente. Sou um pouco de cada um e cada um é um pouco por mim. Com você eu sou mais eu. Em você eu vejo eu. Então é assim! Se você não entendeu é porque ainda não me conheceu. Neste me descrevo sem pudor e sem temor. Este sou eu.
Surreal e estranhamente único.
Talvez devesse ser assim, raso, límpido e intenso como o leito de um rio. Porque turvar a água com uma pedrada não significa que ela ficará tão escura que não se possa nela banhar.
(Trecho de O jornalista tardio - Doracino Naves)
Irreal
Palavras cruzadas!
Imagens confusas!
Poesia? Talvez!
Pessoas estranhas!
Linguagem esquisita!
Visão obscura!
Fantasia? Talvez!
Não sei onde estou!
É tudo tão vago!
Bagunça inebriante!
O que faço?
Como sai daqui?
Talvez seja sonho?
Não, não é!
É tão real!
Corro pelas ruas,
mas... Ninguém me vê!
Serei um fantasma?
Me sinto só!
Não sei o que faço!
Fujo? Fico? Morro?
Não, não. Definitivamente morrer não!
Sinto meu corpo!
Espere!
Ali! Tô vendo!
Tem alguém ali!
Peraí! Ele me viu!
Tá me puxando!
Puxa! Que sorte!
Voltei!
Ué! Aquilo era a morte!
Voltei à vida?
Por que voltei?
Ah! Entendi foi você!
Você me salvou!
Você acabou de ler minha poesia!
E cada vez que você, que você ouve,
me torno mais forte, distanciando o
meu Eu poético da morte.
Uma morte súbita.
A noite é quando sinto mais a sua falta, porém é quando fico mais feliz...
Talvez porque a lua me faça companhia e as estrela me lembram os seu olhos...
O perfume das flores me lembra seu cheiro e no silêncio da noite ouça tua voz dizendo: Te Amo!
Defina Amor!
Amor Talvez Seja o Estar Bem Com Uma Pessoa!
Mais Em Primeiro Lugar Um Querer Bem Essa Mesma, Eh Mostrar Que o Mundo Eh Um Mar De Rosas Brancas ,Sobre Um Fino Tapete De Espinhos!
Eh Sobrepor Todas As Expectativas De Se Estar Vivo, Por Algo Que a Gente Acredita Estar Certo, e a Cada Momento Descobrir Que a Vida Pode Ser Um Lindo Caminho Onde Por Outra Pessoa Nele Não Seja Só Sacrificar Sua Liberdade, Mais Sim Todo Um Tempo Em Que Você Passou Sozinho!
Amar Talvez Seja o Maior Segredo De Cada Pessoa! Existem Pessoas Que Nasceram Para Serem Amadas e Outras Para Amar! Pra Cada Tipo De Pessoa Existe Um Amor! Amor Eh o Sentimento Que Todos Sabem o Que Eh, Simplismente Pela Impossibilidade De Não Poder Definir!
Esse Sentimento Pode Ser Tão Bom Que PoDe Deixar Qualquer Pessoa Boba, Num Estado De Completo Misto De Sentimentos Basicos!
Amor Eh Não Ser Fiel Carnalmente! Eh Se Preocupar Com o Amor Do Outro! E Cuidar Da Sua Plantinha Todos Os Dias Para Que Ela Seja Sempre a Mais Bela, e Que Sempre Lhe De Os Melhores Frutos Possiveis! Mais Nunca Deixe De Jogar De Tratala Com o Carinho e o Devido Respeito Para Não Murchar, e Perder Sua Beleza!
Beijo contido:
Houve um beijo
que ficou preso em ti
e nunca me tocou.
Talvez seria o último
que desejarias tê-lo dado,
e eu o guardaria carinhosamente
como prova de teu sabor.
Mas ele ficou suspenso,
vaga dentro de mim
como um eco sem teto
buscando abrigo
no vazio de minha memória.
E o que era beijo,
virou um absoluto silêncio
que ainda ardente me beija,
por dentro.
Entre o medo e o tempo
Se temo a morte? Talvez mais o erro
de não morrer, ou de partir
quando ainda ecoam promessas,
ou então tarde — soterrado em silêncio,
só ocupando o ar de quem respira por inteiro.
Queria partir no compasso certo,
quando ainda se nota minha ausência,
mas não tarde demais a ponto
de ser alívio e não lembrança.
Que sobrem uns poucos que, sem afeto,
ainda me lancem um olhar torto —
porque amar de verdade
exige também saber o peso do desprezo.
E se nada mais restar de mim,
que fiquem estas linhas dispersas,
talvez num papel amarelado,
ou na leveza de uma nuvem digital,
soprando um sopro meu
em quem se dispuser a escutar.
Roberval Pedro Culpi
A sutil e talvez inconsciente veneração a deusa Nike (Nice), faz com que o seu devoto, no ímpeto de conquistá-la, sacrifique a sua integridade nos seus altares.
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