Talvez eu Esteja Precisando de Voce

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Se tivermos tudo e não acharmos nada que possa descansar nos de todo esse tudo talvez por um instante ter nada é ter tudo

Inserida por 123Eron21

INDIFERENTE OU TALVEZ SEMPRE TRISTE

⁠A tristeza inventa sabores de doçura
E se o triste diz isso a alguém contente
Sempre de frente ou com ar diferente
O outro lhe responde ser loucura.

Tão triste é ser triste já sem cura
Aos olhos malignos de satânica gente
Que nunca sentiu e jamais sente
A alegria de ser triste com ternura.

Tantas vezes sonhei ser sorridente
Cantar e dançar nos palcos do mundo
No rir só por rir tão indiferente.

Arrependi-me logo em tom profundo
Do alegre de ser dessa obscura gente
Prefiro ser triste que alegre ser imundo.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠ALMA PERDIDA

Caiu-me a alma.
Não sei se dentro de um rio,
Ou na turbulência do mar.
Talvez na montanha
Tamanha de frio,
No calor do estio,
Quente de enregelar.
Será que ela fugiu de mim
E se esconde na cidade imensa
À espera da recompensa,
Numa espécie de arlequim
De rir pelas ruas
Sujas e nuas.
O que é que minha alma pensa?
Fartei-me dela, tão tensa
E cada vez mais pretensa
Gozando comigo sem par,
Que não perco mais um minuto
Em absoluto,
Para a encontrar!

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 23-09-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

CASTANHAS

Aqui, chegaram em tempos
De outros tempos...
Talvez omissos
Nem derriços,
Mas com muitos ouriços,
As castanhas
De raças tamanhas,
Pequenas ou alentadas,
Agora cozidas, fritas ou assadas,
Em manjares de muitos nobres.

Em tempos iludia a fome aos pobres,
À míngua de mais alimento,
De melhor e gostoso sustento,
Numa vida de amargura.

É verdade, juro pela lua:
Eu perdi o meu juízo
E mais os dentes do sizo,
A trincar castanha nua.

Crua.

(Carlos De Castro, In Há Um Livro Por Escrever, em 27-11-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠NATAL DOS TEMPOS

Ele teve sempre aquela mania
Talvez até doentia,
Uma espécie de nostalgia,
Quase tara silenciosa
De vestir de cor de rosa,
O Natal da meninice.
E naquela sua tontice:
Saudade da lareira da avó,
As botas velhas engraxadas
Com cheiros a anilinas
No pial limpo do pó,
Simples, sem coisas finas,
À espera do Deus Menino.
Tudo era genuíno
Naquela noite de breu,
Duas meninas e eu...
Que a outra ainda não nasceu...
Noite longa em palha nova
Dos colchões de dormir
Na cama de ferro velhinha,
As fantasias à prova
Num sono que não quer vir.
Sonhavam aquele brinquedo
Ainda que fosse de pau,
Um barquinho ou uma nau,
Talvez uma bola de pano
Bonecas de faces rosadas,
Como as fadas.
Batiam as badaladas
Da primeira missa do dia,
Pé ante pé, em segredo,
Naquela manhã tão fria,
Lá vão eles ao pial...
Nas botas, algo ia mal,
Nenhum brinquedo de pau,
Somente um magro e fatal
Rabinho de bacalhau.
E até ficaram contentes,
Sem chorarem pelos presentes,
Que a vida é feita de nadas...
Restavam as rabanadas,
O que já não era mau.

(Carlos De Castro in Há Um Livro Por Escrever em 21-12-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

TALVEZ UM POEMA MEU DOS MAIS CURTOS

⁠Para mim, não há ano novo
Civil, religioso ou profano,
Quando a fome ataca o povo
No pântano em que me movo,
Neste mundo demais insano.
Quem elaborou o plano
Das horas e do calendário
Que rege o mundo, afinal?
Dizem que foi um mortal
Quiçá um gregoriano,
Papa, de certeza com papa
Garantida todo o ano.
Vieram os contadores dos tempos
Em épocas bem mais remotas,
Babilónias, Egípcias e Chinesas
E para maiores certezas
Perguntem lá ao Hiparco,
O grego que não Aristarco,
Nas matemáticas catedrático,
Se há justiça no relógio
Que marca sem sortilégio
Eu ter de me levantar,
Às três e meia da matina
Há trinta anos volvidos,
Matadores dos meus sentidos
Feita já minha doutrina.
Pobre o povo que continua
Sem ver o sol nem a lua,
Em dias e noites sem nevoeiro.
Não há cesto sem cesteiro,
Um dia, irá ser o primeiro
Da revolta
Presa ou solta,
Do teu ano, por inteiro.

Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 30-12-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Se algum poeta soubesse
Fazer da palavra um pão,
Talvez no mundo houvesse
Menos fome e opressão.

(in Há Um Livro Triste Por Escrever, em 28-05-2024)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

Estive pensando e cheguei a conclusão do que seria maneiro, talvez se preocupar com o outro, ajudá-lo em um momento de desespero. Ficar ao seu lado, também acompanhá-lo em um choro verdadeiro.
Lutar junto com ele se for necessário, salvá-lo de algum perigo corriqueiro, ser irmão, ser parceiro.
Viver aventuras, correr riscos como se estivesse em um filme estrangeiro.
Dar gargalhadas, tirar um sarro das manias do amigo bagunceiro.
Conhecer várias meninas, mas se o meu amigo sozinho ficasse naquele dia,não teria sentido entrar em desespero.
Estaria com ele na maior algazarra, rindo de tudo isto, fazendo a maior "zoeira".
Creio que vivendo assim, mostraria ao mundo o que é ser fiel, ser mano, Brother, irmão e amigo verdadeiro.

Inserida por JeanCarlosdeAndrade

Um de meus maiores defeitos, talvez seja a sinceridade, às vezes me arrependo, mas com a mente livre, preservo a realidade, falo o que penso, pensando logo falo, prefiro ser odiado por dizer a verdade, do que amado por ser mentiroso e falso!

Inserida por JeanCarlosdeAndrade

⁠Algumas pessoas terão apenas meia dúzia de simpatizantes, talvez até por obrigação, mas estes poucos seguirão contra a vontade, com passos lentos atrás daquele que estará dentro de um caixão... A justiça divina é implacável!

Inserida por JeanCarlosdeAndrade

⁠Talvez o aprendizado se realiza através da dor, da tristeza, da falta de domínio do problema, pois assim, de alguma forma, poderemos sair do estado de imaturidade para resolver o tal dilema.

Inserida por JeanCarlosdeAndrade

Talvez a calmaria seja apenas o prenúncio de uma grande tempestade!

Inserida por JeanCarlosdeAndrade

⁠O ser humano não está preparado para a verdade, talvez por isso tenha a necessidade de inventar identidades para si. Identidades vazias e falsas.

Inserida por Pensamentosempre

Agora.
Depois: talvez nada mais, só silêncio.

Inserida por joaoeudesdeana

⁠Talvez o auge da empatia seja saber que a vida fará coisas lindas com o teu sofrimento, em prol de muitas pessoas.

Inserida por ARRUDAJBde

Deus não existe! Exclama o ateu. Talvez pelo vazio e silêncio da voz do Eterno aos ouvidos teu.

Inserida por Claudiokoda

Conhecemos o amor?
Falamos dele a todo instante;
Mas talvez dele tão distante.
Amor é precisidade maioral
Mais valoroso que tesouros mil.
Amor é a essência especial
Que faz chorar por quem partiu
Amor é a harmonia da canção
Que faz tocar no coração
Amor é balsamo da vida
Que faz sarar toda ferida
Amor é tudo e muito além
Que nutre a alma e faz tão bem
Amor é fonte que não se esgota
Infinitas cores que não desbota
Amor é mais que emoção
É vida e luz
Amor é Deus o Pai em nós
Por intermédio de seu filho
O Cristo redentor, Jesus.

Inserida por Claudiokoda

Chorar, chorar e chorar
Assim talvez a alma lavar
Chorar, chorar e chorar
E um novo dia esperar
O choro dura dias e noites mais
Ansioso roga o ser por alegria voraz.

Inserida por Claudiokoda

Talvez o que vivemos seja um holograma, fruto da verdadeira realidade, um reflexo daquilo que realmente existe. Diante disto, onde encontrar segurança? Em Cristo.

Inserida por matthseraph

Engraçado Algumas pessoas continuam te seguindo somente para observarem. Talvez, para conferirem a próxima verdade ou em outro conceitos visionários tidos como besteira que a gente possa postar. Pessoas que são com certeza confrontadas pelo que eu sou e escrevo tendem a ler meus posts, mas não curtem e nem comentam, por motivos óbvios.
Ou são meus inimigos, espioes ou covardes que não tem coragem de enfrentar as adversidades desta vida, implantadas por pessoas más, corruptas ou meticulosas; preferem então calar-se covardemente até mesmo quando faço um post sobre o nosso criador e amado Deus todo poderoso. Mas tudo bem, a reflexão final sempre será minha, e a consciência espetada será daqueles que abraçam o provável algoz e vivem de mentiras...
nene policia

Inserida por nenepolicia