Talvez
Posso até não morrer de amor por todos, ou talvez por ninguém, mas enquanto eu viver, desejo amar a todos como ninguém. amando, do meu jeito, imperfeito, mas sincero.(Guto Lopes)
Às vezes porventura pode ser que talvez, quem sabe entretanto e contudo tão indefinido; mas o porém, todavia, não sei dizer ao certo.
Talvez,
A lição mais valiosa
Que o tempo nos ensina,
Tem a ver com
A relatividade da ausência.
Não é necessário estar, para ser.
Você me perguntou,
Se é amor.
Respondo,
Com plena convicção,
Que não é.
O que sinto por você,
Ainda não foi batizado,
Pela psicologia, filosofia ou pela fé.
Jamais aprendi a calcular divisões, Talvez por isso, minha vida
Tenha sido uma grande multiplicação.
Gabelle
Traduzimos num olhar,
Tudo aquilo que um dia,
Talvez pudesse ser dito.
por diversas vezes será feio,
muito barulho e sujeira
por todos os lados.
e o sangue ?!
segue sempre correndo
na contramão das artérias,
desrespeita a gravidade,
pra alcançar o coração,
mas a velha bomba cardíaca resiste,
com tuas câmaras ocas
e tuas valvas guerreiras, resiste.
não permita que o mundo
lhe tome a sensibilidade,
ela é a maior arma que tens,
para defender-se de si mesma.
Não obstante, acredito
Ou ao menos tenho um leve espasmo,
Mas talvez nem isso,
De que foi em minha infância
Que tal patologia me aplacou.
As mais novas odiavam-na, por seu desleixo, que ainda assim e talvez graças a isso, hipnotizava os machos civilizados, queriam matá-la e o faziam em suas mentes invejosas, queriam ser ela.
Será que seremos bons profissionais ?
Éticos possivelmente, triunfantes talvez.
Será que teremos as coisas
Que gostaríamos de ter ?
Sei que teremos divisas
E o temor de não chegar a obter.
[Oblívio e três colheradas de achocolatado]
Deus não existe.
ou talvez exista.
ou talvez não.
ou talvez sim.
quem pode saber ?!
o único dogma
inquestionável,
a única revelação
indissolúvel,
a única afirmação
absoluta,
é que não ganhei
na loteria ontem,
amanhã
é segunda-feira
e se eu estiver vivo,
levanto às cinco
pra sair seis e meia.
nesse intervalo,
tomar um café com leite,
sem esquecer
das três colheradas
de achocolatado.
escovar os dentes,
soltar um barro,
enquanto mexo
na internet
(dizem que tem mais
coliformes fecais
no celular, do que na tampa
da privada).
e zarpar pra
outra semana
gloriosa e
infernal.
é isso aí Deus,
você existindo ou não,
lá vou eu.
26/11/23
A expressão cada macaco no seu galho, me parece em desacordo, ou, talvez cada galho com o seu macaco! Também não caiu bem! Acho melhor dizer: cada sapo na sua lagoa! Também não soou bem, pois eles pulam para cá e para lá. Que tal esta? Cada um no seu quadrado! É bonita e tá na moda! Acho que cada um na sua, dá mais certo... Ou então cada um respeitar o espaço do outro! Essa achei mais bacana.
Reclamas de solidão! Talvez, porque não adubaste o seu convívio, as amizades e os convívios sociais são como plantas, se não regrar de vez em quando elas morrem. Amizades online é apenas um jogo de palavras cruzadas frias que causam introspecção e isolamento. Diz um velho ditado, não falte ao serviço para que não dêem conta de que você não faz falta alguma. Socializar-se é um compromisso com a própria vida.
Às vezes me pego triste... Talvez, meu semblante diga isso, mas minha alma é cheia de fé; ainda pretendo viver grandes alegrias e momentos felizes, "àqueles" que nunca viví. O importante é saber que Deus nos cuida e nos reserva surpresas, e estar consciente de que: sofrer ou entristecer, faz parte da vida de qualquer pessoa.
Talvez, esta semana que se inicia seja a melhor de todas as que eu já vivi, nas tardes de cada dia, quero me alegrar vendo o por do sol, e a noite o clarão da lua, de manhã observar o cantar dos pássaros alegres e felizes; e no final do dia, agradecer por tudo isso.
Seara da Vida
O céu está agora avermelhado
Desesperado talvez envergonhado
Pelos redemoinhos que levaram as sementes para outra estação
Aguardando a brotação
Julho já se passou
E com ele o vento gelado levou
Levou esperanças, levou vidas
Assim como as folhas caídas
Primavera de Fraternidade, Solidariedade e mormente
a liberdade
O bem, o Amor a seara da vida lavrar
A poeira assentada
A terra molhada
Momento de brotar.
O Filho Pródigo é talvez a mais conhecida das parábolas de Jesus, apesar de aparecer apenas em um dos evangelhos canônicos. De acordo com Lucas 15:11–32, a um filho mais novo é dada a sua herança. Depois de perder sua fortuna (a palavra "pródigo" significa "desperdiçador", "extravagante"), o filho volta para casa e se arrepende. Esta parábola é a terceira e a última de uma trilogia sobre a redenção, vindo após a Parábola da Ovelha Perdida e a Parábola da Moeda Perdida.
Esta é a última das três parábolas sobre perda e redenção, na sequência da Parábola da Ovelha Perdida e da Parábola da Moeda Perdida, que Jesus conta após os fariseus e líderes religiosos o terem acusado de receber e compartilhar as suas refeições com "pecadores".[1] A alegria do pai descrita na parábola reflete o amor divino,[1] a "misericórdia infinita de Deus"[2] e "recusa de Deus em limitar a sua graça".[1]
O pedido do filho mais novo de sua parte da herança é "ousado e insolente"[3] e "equivale a querer que o pai estivesse morto".[3] Suas ações não levam ao sucesso e ele finalmente se torna um trabalhador por contrato, com a degradante tarefa (para um judeu) de cuidar de porcos, chegando ao ponto de invejá-los por comerem vagens de alfarroba.[3] Em seu retorno, o pai trata-o com uma generosidade muito maior do que ele teria o direito de esperar.[3]
O filho mais velho, ao contrário, parece pensar em termos de "direito, mérito e recompensa"[3] ao invés de "amor e benevolência".[3] Ele pode representar os fariseus que estavam criticando Jesus.
