Talvez

Cerca de 16921 frases e pensamentos: Talvez

“” Se eu fosse um rio....
Não, não eu nunca seria um rio
Talvez fosse um pássaro
Quem dera pudesse voar...
E conhecer novos horizontes, novas paisagens.
Subitamente me veio o desejo de ser mar
E tua boca beijar...
Quem sabe o sereno
A regar teu pensamento
A mostrar que estou ali
Quem sabe eu fosse o tudo
E nada saberia de nós...
Mas não...
Pra ser tão pouco
Melhor seria ter sido nada...””

Inserida por OscarKlemz

“” Talvez você seja uma daquelas pessoas que eu gostaria de falar uma porção de coisas, e não falo, mas não tem problema... você sabe !!!...””

Inserida por OscarKlemz

“” Onde há um espinho
Leveza gostosa
Há talvez o carinho
E o perfume de uma rosa...””

Inserida por OscarKlemz

“” Te beijar talvez tenha sido o inicio de um caminho sem volta e mesmo assim, me perdi...””

Inserida por OscarKlemz

“” Tenho mil motivos para amar
Mas só precisei de um ...
Você ..
Talvez por isso eu te amo
E nem sei o por quê...””

Inserida por OscarKlemz

“” Eu não tenho como querer te amar
Ou amo, ou não amo
Mas o fato é que te amo
E isso talvez seja um plano
De Deus...””

Inserida por OscarKlemz

Talvez um dia a paixão nos pegue de tal jeito
Que teu coração,
Bata colado no meu peito
E juntos vamos fazer o melhor

Inserida por OscarKlemz

“” Talvez eu precise dessa dor
Por isso decidi que pra você
Vou ser apenas saudade...””

Inserida por OscarKlemz

“” Talvez escrever seja isso
Desnudar a alma
E deixá-la voar

Num vôo às vezes solitário
Em busca da essência
Da grandeza de amar

Certamente as linhas
São traços de ilusão
Onde o sangue verte quente
Regando as verdades do coração...””

Inserida por OscarKlemz

Talvez você seja lembrado por algo bom que você fez, muitas vezes só vão lembrar de você quando precisarem de ti.

Inserida por rodrigosantospoeta

Saudades do meu amor, só queria poder acordar amanhã sem lembrar de nada.
Talvez a dor poderia ser menor.⁠

Inserida por Moa89reis

"Talvez essa saudade,
que eu nem sei de que, de quem, por quê (?) ...
Talvez não seja saudade...
Talvez seja a vida me levando já,
talvez seja já todos meus sonhos destruídos, ou até mesmo uma sátira da vida me pedindo pra parar...
Talvez o mundo não seja meu,
ou talvez ele seja...
Eu apenas to preso...
Preso nessa saudade!

Inserida por sergio_de_moraes

Sabe o que você gosta, mas talvez seja hora de refletir sobre o que realmente precisa.
Venha, inútil!
Aqueles que foram doutrinados a idolatrar o homem, em vez de se juntarem e construir o coletivo.
Você sabe o que quer:
🔹 Vídeo com gritaria
🔹 Dancinha sem conteúdo
🔹 Frase de impacto sem sentido
🔹 E mais do mesmo…

Mas será isso o suficiente?
Talvez, o que você realmente precise seja o silêncio com valor.
A ideia com propósito.
Conteúdo que não faz você rir por 5 segundos, mas te faz pensar por 5 minutos.

Se o que está aqui não é o que você busca, talvez seja hora de refletir sobre onde está gastando seu tempo.
A escolha está sempre em suas mãos.
Mas lembre-se: não é sobre seguir a massa ou buscar o riso fácil.
É sobre o que verdadeiramente pode mudar a maneira de pensar, sobre aquilo que realmente tem peso e relevância.

O que você escolherá para alimentar sua mente?⁠

Inserida por nicholasgomes

INDIFERENTE OU TALVEZ SEMPRE TRISTE

⁠A tristeza inventa sabores de doçura
E se o triste diz isso a alguém contente
Sempre de frente ou com ar diferente
O outro lhe responde ser loucura.

Tão triste é ser triste já sem cura
Aos olhos malignos de satânica gente
Que nunca sentiu e jamais sente
A alegria de ser triste com ternura.

Tantas vezes sonhei ser sorridente
Cantar e dançar nos palcos do mundo
No rir só por rir tão indiferente.

Arrependi-me logo em tom profundo
Do alegre de ser dessa obscura gente
Prefiro ser triste que alegre ser imundo.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠ALMA PERDIDA

Caiu-me a alma.
Não sei se dentro de um rio,
Ou na turbulência do mar.
Talvez na montanha
Tamanha de frio,
No calor do estio,
Quente de enregelar.
Será que ela fugiu de mim
E se esconde na cidade imensa
À espera da recompensa,
Numa espécie de arlequim
De rir pelas ruas
Sujas e nuas.
O que é que minha alma pensa?
Fartei-me dela, tão tensa
E cada vez mais pretensa
Gozando comigo sem par,
Que não perco mais um minuto
Em absoluto,
Para a encontrar!

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 23-09-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

TALVEZ AMANHÃ ONTEM

Talvez…
Eu te conte o que não soube
Dizer-te
Ontem
Por causa das tuas
Palavras cruas,
Como pedras das ruas
Geladas
Que me atiravas
Sem dó nem piedade.

Talvez…
Amanhã eu não te saiba
Dizer nada
Porque nada sei
Do que soube
Ontem,
Que já era hoje
De madrugada.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 01-05-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

CASTANHAS

Aqui, chegaram em tempos
De outros tempos...
Talvez omissos
Nem derriços,
Mas com muitos ouriços,
As castanhas
De raças tamanhas,
Pequenas ou alentadas,
Agora cozidas, fritas ou assadas,
Em manjares de muitos nobres.

Em tempos iludia a fome aos pobres,
À míngua de mais alimento,
De melhor e gostoso sustento,
Numa vida de amargura.

É verdade, juro pela lua:
Eu perdi o meu juízo
E mais os dentes do sizo,
A trincar castanha nua.

Crua.

(Carlos De Castro, In Há Um Livro Por Escrever, em 27-11-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠NATAL DOS TEMPOS

Ele teve sempre aquela mania
Talvez até doentia,
Uma espécie de nostalgia,
Quase tara silenciosa
De vestir de cor de rosa,
O Natal da meninice.
E naquela sua tontice:
Saudade da lareira da avó,
As botas velhas engraxadas
Com cheiros a anilinas
No pial limpo do pó,
Simples, sem coisas finas,
À espera do Deus Menino.
Tudo era genuíno
Naquela noite de breu,
Duas meninas e eu...
Que a outra ainda não nasceu...
Noite longa em palha nova
Dos colchões de dormir
Na cama de ferro velhinha,
As fantasias à prova
Num sono que não quer vir.
Sonhavam aquele brinquedo
Ainda que fosse de pau,
Um barquinho ou uma nau,
Talvez uma bola de pano
Bonecas de faces rosadas,
Como as fadas.
Batiam as badaladas
Da primeira missa do dia,
Pé ante pé, em segredo,
Naquela manhã tão fria,
Lá vão eles ao pial...
Nas botas, algo ia mal,
Nenhum brinquedo de pau,
Somente um magro e fatal
Rabinho de bacalhau.
E até ficaram contentes,
Sem chorarem pelos presentes,
Que a vida é feita de nadas...
Restavam as rabanadas,
O que já não era mau.

(Carlos De Castro in Há Um Livro Por Escrever em 21-12-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

TALVEZ UM POEMA MEU DOS MAIS CURTOS

⁠Para mim, não há ano novo
Civil, religioso ou profano,
Quando a fome ataca o povo
No pântano em que me movo,
Neste mundo demais insano.
Quem elaborou o plano
Das horas e do calendário
Que rege o mundo, afinal?
Dizem que foi um mortal
Quiçá um gregoriano,
Papa, de certeza com papa
Garantida todo o ano.
Vieram os contadores dos tempos
Em épocas bem mais remotas,
Babilónias, Egípcias e Chinesas
E para maiores certezas
Perguntem lá ao Hiparco,
O grego que não Aristarco,
Nas matemáticas catedrático,
Se há justiça no relógio
Que marca sem sortilégio
Eu ter de me levantar,
Às três e meia da matina
Há trinta anos volvidos,
Matadores dos meus sentidos
Feita já minha doutrina.
Pobre o povo que continua
Sem ver o sol nem a lua,
Em dias e noites sem nevoeiro.
Não há cesto sem cesteiro,
Um dia, irá ser o primeiro
Da revolta
Presa ou solta,
Do teu ano, por inteiro.

Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 30-12-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Se algum poeta soubesse
Fazer da palavra um pão,
Talvez no mundo houvesse
Menos fome e opressão.

(in Há Um Livro Triste Por Escrever, em 28-05-2024)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro