Talvez

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Sou um ser solitário e sonhador. E talvez por sentir medo pareça as vezes tão frio e cruel.

Nós, que somos sonhadores e queremos o mundo, não sabemos onde será a próxima parada e, talvez, não tenhamos a oportunidade de estar com pessoas maravilhosas que fazem parte de um amor chamado família.

Talvez eu não seja ninguém. É verdade que tenho um corpo e não posso escapar dele. Eu gostaria de sair da minha cabeça, mas isso está fora de questão.

Talvez eu nunca saiba por que vocês fizeram o que fizeram. Mas eu posso fazê-los sentir como foi.

Em vez de ficar sonhando com o seu próximo destino de férias, talvez você devesse criar uma vida a qual você não precise fugir.

De todas as formas de cautela, a cautela no amor é talvez a mais fatal para a felicidade.

Uma coisa que tenho comigo é a sinceridade, que além da minha maior qualidade, talvez seja o meu maior defeito.
Não consigo ver algo que faz mal para minha alma e fingir que não vi, deixo meus sentimentos a mostra e muitas vezes não agrado a todos, e nem me preocupo para falar a verdade.
O que faz mal a minha essência eu barro na hora e o que me fortalece eu mantenho.
Meu coração não pede por silêncio, ele quer liberdade.
Fujo dos problemas, mas, quando vem, eu os enfrento, com toda força e garra que me foi cedida.
Reconheço meus erros e busco ser melhor, mas de forma alguma deixo de brilhar, porque o melhor de mim, poucos viram, eu sou só essa metamorfose de aprendizado querendo virar sabedoria eterna.

MESMA SINTONIA
Encontrar-te era como um sonho, talvez impossível, mas a vida nos surpreende em seus encontros. Te encontrar assim foi apenas o começo de uma história, nosso amor nasceu sem data marcada e cresceu ocupando meu ser.
Quando nossos lábios se encontram, meu corpo estremece e o chão desaparece abaixo de meus pés.
Cada momento passado ao seu lado guarda uma sensação diferente. Mesmo longe de seus lábios, sinto o gosto de seus beijos, sinto seu cheiro solto no ar.
Só seus abraços me acolhem, seu sorriso me alegra você me faz sentir o amor crescer no coração.
Meu mundo fica incompleto na sua ausência, não sei viver feliz longe de você. Quando estou ao seu lado não consigo conter a emoção que incendeia meu corpo.
Nossos corações se encaixam na mesma sintonia e minha vida se completa junto de ti.

Basta dizer que não estou amando. Talvez eu seja ‘indomável’ demais para casos de amor prolongados. O que mais preciso é do mundo. Nunca seria capaz de dizer, nos braços de uma mulher, o mesmo que um herói de Wagner: ‘Deixe-me morrer!’. Quero viver… e ver mais do mundo, & Deus sabe por que, e o amor de uma mulher é um dos muitos amores indomáveis. Uma coisa é certa: a paixão goetheana não é a minha. Há irritação, agitação, ‘loucura’ demais em mim para esse estado de languidez. Preciso correr, sempre. Só dois tipos de mulher servem para mim: uma louca Edie que iguala minha própria impaciência e loucura e horror, até a exaustão de um de nós, ou uma garota simples (parecida com a minha mãe) que absorve e compreende e aceita isso tudo. Ontem mesmo uma mulher em San Francisco sufocou seu bebê até a morte porque ela ‘não queria que qualquer outra pessoa o tocasse’. De fato, sim, ‘deixe-me morrer’ em uma paixão wagneriana… vou acreditar no que Leon Robinson diz em ‘Viagem ao fim da noite’ — ‘estou bastante ocupado tentando me manter vivo’. E junte a isso… ‘e me divertindo loucamente’ com isso. Isso começa a indicar a falta de amor peculiar de minha posição nos últimos 3 anos, talvez nos últimos 26 anos… e nunca gostei tanto de uma ideia sobre mim mesmo, sério, e acho que isso também significa algo: espontaneidade é a palavra que mais me agrada… Por Deus, não é todo dia que se encontra um álibi perfeito para si mesmo, e o mais impressionante é que é tão brutalmente verdadeiro!

Ignorância é uma dádiva, talvez seja mais saudável viver no mundo das ilusões e futilidades cotidianas, não tendo acesso a reflexões profundas, mas fazer o que, é inerente ao ser caminhar ao desejo, infelizmente eu gosto da realidade, triste, libertadora e odiável realidade pela qual me apaixonei.

Talvez seja mesmo uma coisa boa que a gente nunca pare de surpreender os outros.

Talvez o racismo aconteça, não só pela cor da pele, mas pela nossa cultura que vem crivada na selva de pedra.

Ás vezes quando vc se decepciona com alguém a culpa talvez não seja dele, e sim sua por esperar mais do que devia dessa pessoa.

Talvez porque esteja cansada de tudo isso, ou cansada de enganar o meu pobre coração... Que já não aceita mais qualquer um. Que se recusa a mais um amor banal.

CLARA

Não sabes, Clara, que pena
Eu teria se - morena
Tu fosses em vez de clara!
Talvez... Quem sabe?... não digo...
Mas refletindo comigo
Talvez nem tanto te amara!

A tua cor é mimosa,
Brilha mais da face a rosa,
Tem mais graça a boca breve.
O teu sorriso é delírio...
És alva da cor do lírio,
És clara da cor da neve!

A morena é predileta,
mas a clara é do poeta:
Assim se pintam arcanjos.
Qualquer, encantos encerra,
Mas a morena é da terra
Enquanto a clara é dos anjos!

Mulher morena é ardente:
Prende o amante demente
Nos fios do seu cabelo;
- A clara é sempre mais fria,
Mas dá-me licença um dia
Que eu vou arder no teu gelo!

A cor morena é bonita,
Mas nada, nada te imita
Nem mesmo sequer de leve.
- O teu sorriso é delírio...
És alva da cor do lírio,
És clara da cor da neve!

Liberdade, verdade, paz ou talvez amor? São ilusões, fantasias da percepção, sínteses temporárias de um débil intelecto humano tentando desesperadamente explicar uma existência sem significado ou propósito".

(do filme Matrix)

Naquele breve momento eu me senti viva, muito mais do que durante todo o ano anterior. Talvez durante toda a minha vida.

Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono. (...)

Sarah Westphal

Nota: Trecho do poema "Quase", muitas vezes atribuído erroneamente a Luis Fernando Veríssimo.

Me sinto como uma flor. Um girassol talvez?
Não tão bonito quanto as rosas vermelhas, que despertam paixões, mas há os que apreciem.
Talvez ele seja o meu sol, mas vivo em uma cidade, onde há vários postes de luz que me enganam, se passando por um sol. Talvez ele também seja um deles, e o meu sol ainda não raiou. Mas vou saber quando ele chegar...
Vai brilhar mais que todos, vai aquecer os meus dias, vou me sentir a flor mais bonita do jardim. E quando esse dia chegar, vou fazer o meu papel de girassol, seguir meu sol e amar como minha única razão de viver.

Talvez eu tenha cansado de conhecer e desconhecer pessoas. Hoje só quero paz, tranquilidade e sorrisos sinceros. Na verdade, quero tudo sincero. É só isso que precisamos.