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A vida é uma viagem. A diferença é que alguns fazem esse percurso de primeira classe e outros na classe econômica.
Uma viagem sem volta é o que os fugitivos desejam fazer. Fogem de problemas insolúveis em sua compreensão e sua visão de futuro é inexistente, paralisada pelo medo de viver todos os dias do mesmo jeito.
Escute, sua mãe partiu numa viagem muito longa. (...) Não é uma longa viagem em termos de distância, mas sim em termos de tempo.
Não Viaje no tempo, Viva hoje
Você acredita em viagem no tempo?
Não? Isso por que antes não me conhecia...
Vivemos em um mundo físico e a viagem no tempo é mental. Siga meu raciocínio...
A viagem no tempo é uma filosofia criada para que entendamos que podemos viver mais de uma vez as mesmas situações em tempos diferentes, termos os mesmos sentimentos e as vezes cometer os mesmos erros. Então fica claro que ela existe, e existindo podemos dizer que quando isso acontece é que por algum motivo o que deveria acontecer não aconteceu e foi necessário passar por aquilo novamente, completando assim um ciclo para que entremos em uma nova realidade.
Alterando a ordem dos fatos (mentalmente) alteramos autenticamente nosso destino, o que nunca foi favorável, isso porque se escrevemos nossa história e temos o livre arbítrio é para que possamos conquistar nossos objetivos como manda o nosso próprio roteiro.
Deixando alguma coisa pra trás deixamos também de completar algo que nos fará falta num futuro próximo ou não, mas de fato faltara.
É difícil acreditar nisso de inicio, pensando que milhares de pessoas alteram seu destino a todo o momento no mundo inteiro. Mas a resposta a essa questão é de fácil entendimento quando pensamos também que quando elas tomam atitudes que vão alterar esse ciclo elas também abrem mão de coisas pré-decididas para criar assim uma nova rota, muitas vezes de fuga que nem sempre da certo fazendo com que elas percam muito tempo de suas vidas insistindo, por que não, num erro. Outras vezes acabam por fazer isso para uma nova expectativa de vida, o que é certo afirmar que com isso elas devem estar preparadas para grandes adversidades (entrando naquela história de caminho curto difícil e caminho longo fácil ou menos difícil).
E eu entrando nesse pensamento cheguei a uma conclusão talvez superficial, ou não, que as coisas realmente acontecem por um motivo ou por alguns motivos, e hoje vivo a cada dia sem deixar nada passar em branco certo que caso isso ocorra estarei deixando para trás uma lição, uma amizade, um sentimento ou qualquer coisa que venha a me causar falta.
Flávio Vieira
Futuro do pretérito ou Viagem Impossível
Com um um misto de saudades e inveja recordo o seriado de ficção cientifica: O Tunel do Tempo. Nele dois cientistas, Tony e Doug, podiam viajar através do tempo...
Eu queria voltar ao passado, nem que fosse há dez anos somente. Certamente eu não tentaria corrigir nenhum dos erros que cometi... já paguei por eles e, em alguns casos, paguei um preço alto demais.
Se pudesse voltar no tempo, eu quereria cometer alguns erros não cometidos, diria a certas pessoas verdades que calei, enfrentaria algumas situações das quais fugi.
Se eu pudesse voltar no tempo amaria mais e me entregaria mais aos amores que tive. Acho que tudo isso eu fiz na medida certa, mas se eu pudesse voltar no tempo eu iria exagerar!
Pena, não posso voltar ao passado nem tenho a esperança de que vá poder viver por mais três décadas que seja, no futuro. Assim, vou tentar estar mais presente no meu presente... ser mais intenso nas coisas que fizer e nas causas que eu abraçar.
Nossa viagem está na busca do conhecimento, para tornarmos puros como um dia nascemos.
Kairo Nunes 12/06/2016
A viagem, só pode ter esse nome, se você está crescendo em sabedoria, ou melhor, redescobrindo a luz infinita que habita seu interior, com certeza esse é o caminho de volta a casa de meu PAI.
Kairo Nunes 24/06/2016
Hoje resolvi pegar estrada. Muito chão e muita reflexão.
Algumas notas interessantes:
1. Você exercita o direito de trazer para o cenário presente velhos retratos do passado.
2. Você compreende que, mesmo que alguns velhos fantasmas do passado continuem a assombrá-lo (a), os do presente consegue administrar e, os do futuro ainda pode exorcizar.
3. Você passa a perceber que é tão pequeno que pertence ao mundo. E não o mundo pertence a você.
Sentado na praia
sereno
apreciando a natureza
quando te vi passar
me impressionei
no seu olhar foquei
e pensei
nossa que perfeição da natureza
As curvas do seu corpo
Seu perfume com cheiro de margarida
me chamando pra uma viagem de prazer
com passagem só ida
No seu globo ocular
dei voltas que nem o mundo da
No seu sorriso branco
vou escrever nossa história
E até em outras vidas
você não vai sair da minha memória
E nas emoções que você me causa, e na ansiedade que você me oferece sem aceitar devolução, as borboletas que alugaram o meu estômago por tempo indeterminado, perdem o rumo.
Como se puxasse o meu tapete, me tirando as esperanças do amanhã, você me oferece o colo em um salto de pára-quedas.
Eu deveria confiar meu coração à você?
Embarquei nessa viagem.
Na realidade, eu embarquei na tua viagem.
Você sempre gostou de migrar e imigrar, não é?
Eu só não imaginava que existiria essa opção quando lhe ofereci o meu lar.
Peguei uma ou duas mudas de roupa e entrei no seu avião.
Não havia um aviso que sua sina era o piloto automático.
Mas, mesmo sabendo disso, a viagem é incrível!
Você me oferece um elevador no estômago, mesmo quando as borboletas escapam, depois me abraça quando caímos em queda livre assistindo o chão se aproximar, e quando abro os olhos novamente, esperando a poeira e a grama amassada, me vejo seguindo as mãos nas suas costas enquanto o horizonte desaparece na nossa frente...
Mas, olha amor, até que ponto é válido validar suas idas sem aviso e vindas sem hora marcada?
Quero ver no dia que eu decidir ir para o inferno, se você vai fazer o mesmo, e me seguir nesta viagem. Faça o seu caminho, e pare de copiar, imitar e traçar o seu pelo meu.
Na terra dos rebeldes em busca da liberdade, existem muitas encruzilhadas.
Diante de uma nova encruzilhada em meu caminho, me pergunto:
- Para aonde eu vou agora?
Eu penso comigo mesmo.
Se eu for para a esquerda ou por aquela estrada existe um risco de morte e destruição. Glória e sucesso. Uma vida no limite, com medo e altas aventuras.
Claro que existe a possibilidade do total fracasso.
- Mas quanto tempo ainda tenho?
Seria eu capaz de gastar todo o meu tempo... a minha eternidade na segurança de um lugar tranquilo, sem promessa de emoção?
Alguém me disse uma vez que o tempo nos persegue como um predador.
Eu prefiro não acreditar nisso.
Prefiro acreditar que o tempo é meu companheiro.
Um companheiro em minha jornada.
Ele me lembra de apreciar cada amanhecer e anoitecer antes que o dia se vá.
Não me importo com a minha viagem porque o meu destino nunca é um lugar e sim uma nova maneira de olhar as coisas.
Isso me lembra que o momento de minha partida é sempre como a chegada, mas com um olhar diferente.
Nada, nem mesmo o tempo e a direção a ser seguida, é tão importante quanto a forma como se escolhe viver a cada dia.
Todos tem o poder de escolher.
É assim como tudo começa!
E aí, para onde vai amanhã?
(Compilação JW por Adriano Oliveira)
A morte também é uma relação direta com Deus, porque se Ele quisesse que vivêssemos eternamente não teria decretado a finitude do corpo com a falência múltipla dos órgãos.
A GRANDE VIAGEM - página 02
... Cinco meses de passaram. Nenhuma boa notícia. Os amigos do Sr. João não tinham nenhuma informação, acreditavam no pior. Dr. Fernando, ao contrário, ninguém sabe como, mas ele enxergava além da capacidade humana, via nas entrelinhas da alma, penetrava nas profundezas infinitas do coração de João. Dr. Fernando Osório tinha certeza de que a qualquer momento seu querido amigo-paciente estaria sorrindo novamente. O povo continuava ali. Todos queriam notícias. A cada momento novas informações, boas, ruins, uma eterna dúvida;
Um burburinho começou no corredor. “O que aconteceu?”. Era a pergunta geral. Uma notícia deixou todos estupefatos. Como num passo de mágica, uma ajuda dos céus, um milagre, uma mágica. Sr. João sai do coma. Gritos e mais gritos de alegria. O choro era a comunicação nesse momento. As lágrimas brilhavam nas faces de homens, mulheres e crianças. Dr. Fernando, mesmo com todo treino, não segurava suas lágrimas de mel. No Hospital tudo era festa e choro de alegria. Os médicos que acompanharam todo o processo de luta na recuperação do Sr. João, não acreditavam no que viam. “É um milagre”, dizia o provedor, Dr. Iran, “É uma força Divina”, dizia Madre Sinhá. Todos queriam vê-lo. Escutar sua voz fraca e doce. “Mais alguns dias de repouso e acompanhamento médico. Logo ele deverá ter alta”, dizia o enfermeiro Gurgel. Seus familiares, da cidade de São Pedro, cuidavam da documentação. “Como vamos pagar o hospital, o médico?”, dizia o pai. “Como vamos conseguir dinheiro para cobrir todas as despesas?”, dizia o irmão mais velho. Esses eram os comentários de seus pais e irmãos. Seu tio Barrica era muito rico, mas ninguém tinha coragem de pedir a ele a ajuda necessária. Era sovina de pai e mãe. Diziam na cidade que ele era tão rico, mas tão rico, que só tinha dinheiro.
. . . Até aquele momento ninguém sabia seu nome verdadeiro. Era conhecido apenas de Sr. João, o mascate. Em sua certidão de nascimento estava escrito: “João de Deus dos Milagres, nascido na cidade de São Pedro, no dia 20 de agosto, filho de Maria dos Milagres e José de Arimateia dos Milagres”. Solteiro, mulherengo, tinha uma namoradinha em cada cidade que passava;
Alguns dias se passaram. Já era chegada a hora de Sr. João Ver a luz do sol. Sua alta se aproximava. No dia “D”, pouco antes de Sr. João deixar os aposentos, surge, na esquina da Rua Misael Sandoval, um carro vermelho, novinho em folha, para em frente ao Hospital. Uma bela Senhora, bem vestida, cabelos longos, alta, aparentando uns trinta e cinco anos, desce pela porta de trás do belo automóvel. Com toda elegância sobe as escadarias do Hospital. Seu nome era Sara. Não conversa com ninguém, apenas cochicha com o Dr. Fernando. Seguem rumo ao escritório do Hospital. De longe, percebia-se que ela emitia um cheque, entregando-o ao gerente da tesouraria. Até aquele momento ninguém estava entendendo nada. Imaginava-se que seria uma sócia do Hospital ou fazia uma obra de caridade, porque o Hospital sempre recebia esses donativos. Mas algo chamava a atenção, era diferente. As indagações começaram a sondar cada espaço. Pelos corredores funcionários e familiares conversavam sobre o mesmo assunto. A bela senhora deixa o Hospital e retorna pelo mesmo caminho. Surpresos, todos. Era um novo capítulo de uma nova novela. Todos se perguntavam o que havia acontecido. Mas, eis que surge a verdade. A enfermeira Isis, amiga da família, leva a boa notícia. Neste momento, Sr. João já estava com toda a família reunida. Disse ela: “Sr. João, pode ir para casa, tranquilo, dormir com todos os anjos, aqueles que sempre o acompanharam. O Senhor não deve nada ao Hospital.” “Mas como?” perguntou ele. O que ela respondeu: “Dona Sara, aquela bela senhora que há pouco veio ao Hospital, acredito ser parente próxima de Dr. Fernando, também não sei a razão, mas ela pagou toda a sua conta.” Com um grito muito fraco Sr. João, sem entender nada diz: “Mais um anjo em minha vida! O que fiz para merecer tanto carinho, tanta graça! Qual a razão disto? Será que Dr. Fernando pediu a ela?”. Sr João, sua família, funcionários, médicos e amigos não entendiam o que se passava. “Como pode uma estranha pagar uma conta tão grande?”, dizia o irmão mais novo. “Por que será que ela pagou?”, dizia a mãe. Essa era a pergunta geral.
Sr. João se preparava para sair. A multidão o esperava lá fora. Fogos de artifício estouravam de alegria. Os olhos de cada um eram como o brilho de um cristal. Tudo era festa.
Em um instante tudo ficou em silêncio. Para na porta do Hospital, novamente, o belo carro, desce dele a linda Senhora juntamente com o Dr. Fernando. Adentram ao Hospital. Mais surpresa, tudo volta à estaca zero. O que estava ficando claro, agora, novamente, se enrola nos fios da incerteza. O que era certeza virou dúvida, O que era dúvida virou mais dúvida ainda. Todos em estranha sensação. Sr. João, sentado no sofá, aguardava as ordens para a partida. Eis que surge à sua frente Dr. Fernando Osório, acompanhado da bela Senhora. Tira do bolso um papel branco, escrito à caneta, entrega-o ao Sr. João. Ele calmamente o lê. Aos poucos as lágrimas, como nascente de um grande rio, se esbaldam e brilham na face do pobre homem. Seu coração dispara, seus batimentos sobem rapidamente. Recosta no sofá. Suspira lentamente. A cor de sua pele clara altera rapidamente. Dr. Fernando se assusta, pede que todos se afastem, vem o enfermeiro com a maca, leva-o ao primeiro quarto que avista. Suas mãos antes calmas, firmes e afinadas, agora tremem desafinadas como vara verde. O silêncio novamente se codifica na linguagem momentânea. Mas os anjos de Sr. João não desistem. Uma força que vem não se sabe de onde o faz reagir e, ainda pálido e fraco, com a ajuda do grande mestre Dr. Fernando, levanta-se com dificuldade. Seu coração aos poucos se equilibra no ritmo das lágrimas do estimado Doutor. Uma voz uníssona se houve lá de fora. São seus amigos a gritar seu nome. Uma só voz.
Todos que presenciavam a cena pensavam e perguntavam o acontecia. Era estranho, sublime. A emoção tomava conta de todos. Novamente, o chão encharcava de lágrimas. Dr. Fernando, com sua simpatia e gentileza, toma Sr. João pelos braços, leva-o ao seu peito. Abraça-o. O choro é a linguagem codificada. Não queriam largar mais um do outro, parecia que os dois eram apenas um. A felicidade tomava conta. Tudo era tudo e não era nada. Tudo se explicava e nada explicava. Eram certeza e dúvida, pântano e lírio, ostra e lodo, morte e vida.
Até aquele momento nenhuma palavra era pronunciada. A voz embargada não tinha força para soltar o grito da vontade. Anos de procura, anos à espera da verdade, anos à espera da concretização do sonho. O sagrado se fez presente e um presente se fez sagrado. Chegava ali o final feliz da busca incessante. Os braços se soltam das costas um do outro. As mãos continuam dadas, firmes, olhos nos olhos. Uma Luz desce entre a fenda que se abre no telhado. Um suspiro, outro suspiro. Dr. Fernando, em lágrimas, tenta gritar, a voz quase não sai. “Pai. O Senhor é meu Pai!”. Sr. João quase não aguenta, cai sobre o sofá. Com uma voz oca, roca, pede um abraço, beija-o. Inicia-se ali uma amizade, de pai para filho, de amigo, de irmão. Nunca mais se separaram...
. . . Dr. Fernando, noivo à época, se casa no ano seguinte. Exatamente nove meses depois nasce seu primogênito. Recebe o nome de João Fernando Osório dos Milagres. Sr. João continua sua vida de mascate, mas seu maior trabalho é cuidar do querido neto. O hospital, onde já foi paciente, agora é local de visitas. Quando Sr. João por lá aparece, é sempre uma festa.
Vida e morte estiveram juntas num corpo físico durante meses, que parecia um século... A fé, o amor de seus amigos, a crença e a dedicação de Dr. Fernando, a qualidade do Hospital, a resistência e saúde de Sr. João. Tudo isto não se explica, não convence. Tudo são indagação e sugestão... Mas, para todos que tiveram com ele nesses meses de agonia não deixam dúvidas. Foi um Milagre. O Milagre da Vida...
ÉlcioJose
ESTAMOS EM VIAGEM
Estamos em viagem. Estamos no trem. Entra passageiro, sai passageiro. O maquinista é exigente. O bilheteiro é chato. O gerente é bravo e pouco cortês. A viagem continua... Novos passageiros, novos gerentes, novos instrutores. Os guardas de plantão não perdoam. A equipe ta tensa, mas a viagem tem que continuar. O preço tá alto. A comida tá cara, quem sabe vai um por fora. Tudo caro e o retorno ruim. O maquinista tá louco da mente, mente. A locomotiva falha, o trem balança, os passageiros se atormentam. Os trilhos velhos, usados, viciados, direcionam a locomotiva por caminhos tortuosos. Sem freio, caminha na direção do caos. Ninguém sabe onde vai parar. Dizem que depois da tempestade vem a bonança. Será? Há luz no fim do túnel. Cadê o túnel, não está ao alcance ainda. Pode haver esperança. À frente o clima pode mudar. Ai, tudo muda, tudo pode se encaixar novamente. Ávidos da felicidade, esperamos um amanhã sem dor e sem vela. A estação pode florir novamente. A ajuda mútua se faz necessária. Com o frio há a necessidade de um aquecer o outro. No calor há a necessidade do distanciamento e da roupa fresca, do banho frio e da bebida gelada. A alegria voltará. Cantaremos novamente. Acreditaremos novamente. Voltará o direito de, quando anoitecer, curtir a beleza das estrelas, dos poemas ao luar e da poesia dos amantes. E a viagem caminha para um destino desconhecido. Que ela seja bela, doce, florida e Calorosa. Cada um viaja na estação de sua preferência. Boa viagem...
Élcio José Martins
A primeira vez que minha prima viajou sem os pais, ela voltou grávida. Sabe como é... mãe de primeira viagem.
Amante das noites e casado com a sorte,
Noivo da vida e viúvo da morte!
Campo magnético não interfere meu norte!
Dinheiro não faz de você um homem mais forte.
Carimbador Raul liberou meu passaporte.
Mas desde que eu não tenha armas em porte.
E que eu me banhe nas termas
E tem mais.
Quando eu pisar na lua não posso olhar pra trás.
Cronos me espera, pacientemente,
Diz que está doente, com pedra no rim, aparentemente.
Quando se expelir, não fique ninguém na frente.
Ele tomará para si o que nunca foi da gente.
Ai vocês verão o Deus onipotente!
Quando eu atingir a velocidade da luz,
Nessa idade, já não saberei quem me conduz,
Talvez precisarei de operação de redução de massa no SUS
Ou quem sabe já tenha assistido o filme de Jesus.
Nem um encéfalo expandido ao seu tamanho se reduz.
Velocidade de raciocínio se faz jus,
Quando você descobre o que ou quem é Deus!
Meu retorno não está marcado,
Tenho data de partida e um quarto reservado.
Cometa Halley, amanhã eu parto!
Culminante feito um infarto.
Retorno por volta do tempo errado.
Não existirá o antigo planeta azul
Ele será prateado.
Se tiver sorte e tempo será clonado.
Mas se tudo der errado,
Sobrevoarei feito gaivotas
O lugar que um dia foi habitado.
A viagem dos pensamentos alucinante s são passagens sem pedágios e privações. Podem ser seguidas livremente, basta sair da garagem.
