Tag vaidade

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Gastamos muito tempo alimentando nosso ego com vaidade e buscando estar certos, quando a verdadeira nobreza está em ter paz de espírito!

Inserida por Dhuanny

Vaidade que nasce do zelo pela excelência enobrece; a que vem da soberba, ao menosprezar o outro, empobrece.

Inserida por I004145959

⁠Toda vaidade deveria saber que somente a morte é imortal. 

Inserida por MauricioCavalheiro

⁠O Brilhante

De que te orgulhas, mísero vivente
Filho do pó que aborrece toda gente
Pensas no que serás futuramente
E teu orgulho se desaparece.
Ignorância vil, cegueira brutal
De quem se julga mais que o semelhante
Não vê que humilde pedra de uma gruta
É mais útil que um brilhante?

Inserida por maria_baptista_moraes

Palavra do Pregador, filho de Davi, rei de Jerusalém: Vaidade de vaidades, diz o Pregador; vaidade de vaidades, tudo é vaidade.

Bíblia Sagrada
Eclesiastes 1:1-2.
Inserida por Jstandrade

⁠Quando defendemos a Vaidade Saudável, tiramos o preconceito daqueles que criticam quem valoriza a si mesmo.

Inserida por CarlosNepo

⁠Todos nós somos vaidosos, pois queremos valorizar algo em nós.

Inserida por CarlosNepo

⁠É a linguagem que nos permite reduzir nossa Taxa de Zegapagodação.

Inserida por CarlosNepo

⁠A vaidade e a ingratidão são aliadas
Enquanto a vaidade se alimenta de elogios
A ingratidão desconhece o reconhecimento

Inserida por Cissasousa

⁠Reconhecer e valorizar as virtudes do outro é restrito àqueles desprovidos de vaidade.

Inserida por GeorgeNathan

⁠Humildade com publicidade é vaidade.

Inserida por I004145959

⁠Aqueles que se auto intitulam Reis são frequentemente os súditos da própria vaidade.

Inserida por PrRonaldoAraujo

⁠A vaidade obsessiva, vida vivida para os outros, refém da busca incessante por validação externa e da encenação, resultando no esquecimento de si.

A vaidade compassiva, valorização de si, sem negligenciar relações genuínas, promovendo o bem-estar, o equilíbrio na vida.

Inserida por I004145959

⁠A vaidade é um dos seus defeitos marcantes, embora não o seu maior.

Inserida por pensador

⁠Os cargos são sombras, breves e fugazes,
Títulos, meros ecos que o tempo desfaz.
A posição social, uma máscara que desbota,
Mas a essência do ser, essa sempre ressoa.

No trato com os outros, revela-se nosso brasão,
Nos gestos de gentileza, no olhar que não engana,
Ali jaz o legado, verdadeiro e sem fim,
O que realmente importa, o que fica de mim.

Vaidade é o vento, que tudo leva sem pesar,
Cargos e títulos, ilusões a se dissipar.
Mas a essência do ser, essa sim vai perdurar,
Na memória de quem tocamos, o legado a se eternizar.

⁠Em organizações do "saber",
Um intercâmbio comercial se vê,
Como em artes marciais, começa-se,
Com o cinto branco a aparecer.

Mas logo, sem treino ou suor,
Vai-se à loja, cintos comprar,
Do branco ao negro, sem temor,
Sem a essência de aprender.

Um cinturão negro se ostenta,
Sem ter noção ou saber,
Só valida o ego que alimenta,
O ser sem verdade, só parecer.

Assim, nessa busca incessante,
De subir sem mérito, só poder,
Vê-se com títulos, sem a constante
Compreensão do ser, do viver.

O que deveria ser jornada,
De crescimento e de aprender,
Torna-se vaidade disfarçada,
Para ostentar sem merecer.

⁠Num espaço dedicado ao cultivo do corpo e do espírito, surge um homem cuja alma anseia desvendar os mistérios do Karaté. Vestindo o cinto branco, emblema de pureza e iniciação, ele comparece aos treinos, embora o seu esforço seja tão efémero quanto a brisa fugaz.

Encantado não tanto pelo rigor do treino, mas pela camaradagem e pelas conversas pós-luta, regadas a cerveja, ele busca mais do que a maestria técnica: procura a camaradagem que tanto anseia, numa jornada onde o esforço parece ser um mero detalhe.

Entretanto, à medida que o tempo avança, ele percebe que o reconhecimento do mestre não lhe é concedido, não obstante a sua presença constante. Tal constatação desperta nele uma chama de insatisfação, alimentando a decisão de se desviar do caminho estabelecido.

Assim, unindo-se a outros de espírito semelhante, ele empreende a criação de um novo dojo, onde as promessas de ascensão rápida e a promiscuidade social são as novas moedas de troca. Adquirindo o cinto negro não pela via da dedicação, mas pelo poder monetário, ele ergue-se como o grande Sifu, iludindo-se com a miragem da autoridade.

Neste ambiente que ele próprio forjou, rodeado por almas cúmplices na sua ilusão, o fracasso torna-se motivo de celebração, enquanto a excelência real é eclipsada pela máscara do sucesso fabricado. Na encenação do poder e prestígio, refugiam-se, ávidos por uma validação que não encontram nas suas vidas para lá das paredes do dojo.

Os verdadeiros buscadores da arte, ao vislumbrarem a futilidade deste teatro de vaidades, logo se retiram, deixando para trás aqueles que preferem o simulacro do conhecimento à árdua jornada da aprendizagem genuína. E assim, o dojo prospera, não pela luz da verdade, mas pela sombra da ilusão, onde o ser e o parecer se entrelaçam numa dança sedutora.

⁠Na contemporaneidade, a vaidade se torna uma virtude, com a exposição de detalhes triviais nas redes sociais sendo celebrada como símbolo de autoconfiança e relevância.

Inserida por I004145959

⁠Orgulho é o que penso de mim. 
Vaidade  é o que eu quero  o outro veja em mim.

Inserida por sargentoclaudinei

⁠As pessoas são enganadas pelos seus próprios egos. É como um vaidoso, que se deixa levar por uma simples lisonja!

Inserida por peds

⁠"O vermelho do batom acendeu em mim uma beleza que nunca soube que existia."

Inserida por rutizat

⁠O ser humano, com poucas exceções, é metade vaidade e a outra metade, incoerência.

Inserida por ofrancopensador

Uma das características mais marcantes de quem contrai o "vírus da ignorância" é a irresistível necessidade de opinar.

Inserida por marcelemonroe

⁠Só a vaidade é constante em nós; em tudo o mais a firmeza nos molesta: com o tempo e a razão vimos a perder uma grande parte da sensibilidade no exercício das paixões; porém o exercício da vaidade não se perde com a razão nem com o tempo. O nosso gosto debilita-se, altera-se, muda-se, e também se acaba; a vaidade sempre persiste e dura.

Matias Aires
Reflexões sobre a vaidade dos homens (1752).
Inserida por AndreAssuncao

⁠A vaidade mais corrosiva, solitária e longeva é a intelectual. Quem a tem sabe o que isso significa. Importante é que o bom-humor sobreviva em tempos de tanta acidez.

Inserida por JAugustoMaiaBaptista