Tag sozinho
Sinto-me arder a alma
A alma que não cala
A fala que responde
O sentimento que se esconde.
Sinto-me perdido
Quando estou sozinho
Cheio de um vazio
Que ao meu peito me inclino.
Sentir poder ser um luxo
Um amargo gosto profundo
Que me faz perceber o barulho
Deste meu coração ainda a bater.
Se você espera que gostem de ti, como você se gosta, pense muito bem ou decida que o melhor é ficar sozinho, pois o sentimento de um outro alguém jamais será igual ao teu.
Apressado, sai do prédio deixando o portão bater sozinho, ainda ajeitando a camisa por dentro da calça enquanto ligeiramente caminha.
Aperta o passo, não há tempo nem para olhar para os lados, apenas baixa os olhos para seu Tissot folgado no pulso esquerdo... A cada trinta segundos.
Dezembro, céu de brigadeiro, o sol a pino de quase meio dia faz grudar o tecido da camisa as suas costas. Sua fotofobia lhe faz apertar olhos protegendo-os da luz diurna; continua seu trote, não há tempo para procurar seu Rayban Clubmaster em meio à bagunça de papeis, livros, cédulas amassadas, moedas e dois maços de Marlboro em sua bolsa carteiro de couro.
Sinal vermelho, para bruscamente na calçada olhando o semáforo com a mão a frente da testa fazendo sombra aos olhos, não vê nitidamente as cores, baixa a cabeça correndo mais uma vez os olhos ao relógio, mas nota o cadarço desamarrado de seu velho tênis preferido e bem gasto por sua pisada pronada. Articulando num reflexo mental o movimento de como se abaixar rapidamente para amarar seu cadarço, ouve os sons da aceleração dos carros; sinal verde, não há tempo, continua seus ligeiros passos. Incomodado e pisando cautelosamente, agora sente seu tênis frouxo no pé.
A pisada manca lhe faz perder segundos preciosos, sua ira se aflora por estar em cima da hora e ter de desacelerar par dar passagem a uma senhora e seus três poodles negros, que encabrestados em suas guias tomam a calçada. Mais á frente, quatro idosos lado a lado caminham em passos letárgicos na inversão proporcional de sua pressa; em meio aos carros invade a pista, ultrapassa os anciãos e volta à calçada, um skatista vem em sua direção, incólume desvia mais uma vez.
Os batimentos já acelerados, respiração ofegante, rosto tomado em suor e metade da camisa molhada por fora da calça fazem esquecer-se do cadarço tocando o chão; seus passos rápidos se transformam num ritmo fundista embora sem sincronia; correndo variando os ritmos, desviando dos vendedores de eletrônicos, do carrinho de mão do fruteiro e do guardador de carros que monitora a vaga; esbarra no entregador de papeis com anúncios de compra de ouro, apenas acena discretamente o pedido de desculpas.
Não bate um vento, apenas o clima seco e sensação térmica de 46 graus; parado novamente no sinal, que acabara de avermelhar para o pedestre, encontra a lacuna do tempo para amarrar o cadarço, abaixa-se e assim o faz, ergue os olhos e avista a portaria do edifício do outro lado da rua na qual fará sua entrevista de emprego; assim que os carros param, ele segue desbravando seus últimos metros antes de cruzar a portaria espelhada e moderna.
Ainda com pisadas fortes adentra o edifício, sem muitas dificuldades se apresenta para a recepcionista no lobby central; corre para a porta do elevador que está parado no vigésimo terceiro andar; toca o indicador aceleradamente e renitente o botão para subir. Entre a contagem dos andares no visor eletrônico na parede e os olhos no relógio, sua ansiedade faz dos segundos virarem uma interminável espera.
Abrem-se as portas do elevador, sozinho ele entra, retira a anotação do endereço do bolso da camisa e diz o andar para o ascensorista; no segundo andar o elevador para, não há ninguém a espera; somente com a cabeça para fora o ascensorista anuncia a subida. Ninguém.
No monitor interno do elevador, informa as condições climáticas do dia, da hora e data.
Em seu primeiro momento de entretenimento, olhando a tela, o jovem apressado repara que de acordo com a hora do monitor, está adiantado quarenta minutos, olha seu relógio novamente; incrédulo consulta as horas ao ascensorista que lhe confere com as do monitor.
Soltando o ar dos pulmões num alivio imediato, vidra seus olhos mais uma vez ao monitor, sua pupila corre a tela até parar na data. Num estalo temporal busca sua anotação agora no bolso da calça.
Tomado de cólera solta três palavrões seguidos ao constatar que sua entrevista é no dia seguinte.
Quando você me deixou, tudo parou, nenhum som, nenhuma brisa de vento... A vida nos observava, o coração batia profundamente. E quando nos soltamos, folhas caíram e o vento nos rodeava, e lentamente nossas mãos se soltavam uma da outra, nos afastávamos lentamente com o coração despedaçado de um amor calado!b
- Já tentei fazer o certo mesmo sabendo que não adiantava nada.
- Cansei de procurar nas pessoas motivos para acreditar que tudo pode ser diferente.
- Até de olhos fechados meus passos são mais seguros quando confio em mim.
Quais os motivos que nos levam a pensar que sozinhos podemos ter, ser ou conseguir alguma coisa?
Que fatores codificados nos prende a estes pensamentos de egoismo?
Será que o fato está nas coisas ou nas pessoas ?
Será que a mudança deste episódio depende da minha vontade ou da vontade alheia ?
Sinceramente eu não sei a resposta dessas perguntas.
O que realmente espero é que minha falta de fé em tudo ao meu redor não deixe que a minha felicidade seja arrancada de mim por algo tão minúsculo.
É compreensivo errar algumas vezes, mas que seja erros alternados.
Errar varias vezes a mesma coisa , é como dar soco em ponta de faca.
Primeiramente quem vai se machucar é você, segundo, vai forma cicatriz e sempre que você olhar para ela vai se lembrar o quão fraco foi.
O mais importante é que um erro não justifica o outro.
Está na hora de acorda e ver que sozinho não podemos nada. que sozinhos não vamos longe e sozinhos as nossas chances de acertos são uma em um milhão.
Hoje vejo o quão dependente sou e não que isso seja ruim, ao contrário, sempre vou estar bem se tiver alguem do" bem" ao meu lado.
Eu prefiro o silêncio da minha solidão
às meias verdades de um amor pela metade.
Se for pra ser, que seja inteiro.
Meias foram feitas para os pés,
não para o peito...
Se a poesia do meu canto não encanta coração nenhum, eu prefiro continuar cantando só.
Pois eu estou cansado de destinar canções inteiras a pessoas que merecem uma única nota: dó!
Existe sempre alguém para te tirar do sério,te tirar do rumo,mais existe uma opção,fique sozinho,não sozinho como alguém com depressão,mais como alguém que vive sozinho,sem necessidade de outras pessoas por perto,sabendo viver a cada dia,convivendo com todas as pessoas mais nunca criando laços,apenas deixando sua marca na mente de todos,um sinal que você esteve ali,e que se precisarem vai estar lá,sem pedir nada em troca,apenas seguindo seu coração,sem dizer uma palavra,ajude aquela senhora que precisa atravessar a rua,aquele homem que está faminto,aquela senhorita que está chorando no banco da prassa,ajude um pouco,sem pedir nada em troca,deixe sua marca,deixe um sorriso na alma de cada um,e será mais amado do que pode imaginar,será lembrado,mais acima de tudo,não será esquecido,e vivera para sempre em todas as pessoas,que ao se lembrarem de seu sorriso,vão ter a esperança que um dia você pode dar a ela,mesmo que seja apenas uma vez,mesmo que seja apenas por um minuto,seja a luz que vira na mente de cada um,seja a esperança,o motivo para alguém continuar sua jornada,sendo sempre humilde,nunca esperando nada em troca,sendo sozinho,vivendo.
By:João Victor Aquino Carvalho
O ruim de você não ter ninguém, é que ninguém vai te dar bom dia de manhã, ninguém vai perguntar como foi seu dia, ninguém vai passar o dia todo falando contigo e tendo assunto que te façam sorrir a toda hora. Ninguém vai te marcar em memes até porque ninguém vai lembrar de você ao vê algo legal, ninguém vai se preocupar quando você não estiver legal, ninguém vai te ajudar quando você precisar de um refúgio, ninguém vai te falar que te ama constantemente, ninguém vai pedir para você fica mais um pouco para irem dormir juntos, o mais difícil de tudo isso é que todo mundo tem alguém, seja sério, seja caso, seja lance, seja crush, todo mundo tem alguém! Menos eu, e quando já tive desistiram o mais rápido possível.
(Se não estiver uma qualidade perfeita, peço mil desculpas! Levem em consideração que esse é o primeiro pensamento que posto.)
Eu sei que sou jovem, mas as vezes penso que nunca vou encontrar alguém que seja recíproco, tento me acostumar com a ideia de que vou ter que seguir sozinho e isso é uma droga
Este amor contemporâneo estéril e descompromissado que troca de gente como o pensamento fugaz que se liquefaz na mente, enfim, a mim, não me serve. Toda vez que encaro saio mais doido do que quando estava, sozinho. Difícil equação de ser par isoladamente na contra-mão da usual antropofágica ilusão de por um momento, ser por ter.
Sozinho, ouvindo 'Sozinho', vou amando você em meus pensamentos. Às vezes, não nego, sinto 'peninha' de mim; mas, mesmo assim, cuido, a distância, de quem eu mais desejo: VOCÊ!
Na vida ninguém consegue nada sozinho. O ser humano é sócio e coletivo.
Tudo tem seu valor quando agregado há outras pessoas
Ou simplesmente perde o valor porque não tem com quem agregar...
Você começa a acreditar que está sozinho, quando você precisa apenas falar o que sente de maneira que não sejas julgado por ninguém, e é exatamente nesse exato momento, que você se vê sozinho, por não encontrar alguém. Logo essa necessidade de ter amigos se torna irrelevante, não sendo assim tão prioritário.
