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Nenhum livro é perigoso por si só, você sabe. Mas, historicamente, ler um livro de maneira errada já levou a consequências terríveis.
Já casou? Namorou? Sucesso? Se formou? Decidiu? Empacou?...
Mas nunca um "como você está?"
Nossa sociedade desaprendeu com o que realmente deve se importar...
Talvez não seja uma questão de ficar longe de problemas. Talvez seja sobre decidir em que lado da história você quer estar.
As possibilidades podem ser infinitas, mas a mente é limitada. As pessoas quase nunca contemplam opções fora daquilo que conhecem.
A verdade geralmente não é bonita. Não é inspiradora. Não se encaixa perfeitamente num quadradinho do Instagram.
A vida é inerente a uma certa fragilidade, que nos faz ter medo de sair de casa a noite, sabendo dos prováveis perigos, mas que afirma e nos faz saber o peso das suas decisões e a liberdade das suas ações.
Olhar para várias casas, se perguntar se aquilo são lares, ou moradias temporárias, ou se alguém decidiu que aquele era seu destino final. Se as pessoas estão recebendo o amor que merecem, se existe algum animal esperando pelo seu companheiro voltar. Talvez exista um casal brindando taças de vinho. Talvez alguém está com insonia precisando conversar.
Mas eu não quero saber, de fato, as respostas, só apreciar as possibilidades.
Liberte sua mente, veja a vida por outro ângulo: do amor, do sentimento e da solidariedade. Assuma a função de colaborador e servidor dentro da sociedade.
O amor derruba as barreiras do convencionalismo, instituído pela sociedade, e que muitas vezes nos levam a ser desumano para com o outro. O amor nos liberta das religiões, que sufoca e impede de ver um Ser Superior, além do egoísmo humano.
Minha vida literária nunca esteve separada da minha vida ideológica. Minhas vivências são, precisamente, ideológicas, políticas e de luta social.
Se um homem tem ouro, ele vive com o terror de que alguém o tire, e então constrói muros ao seu redor. Então todo mundo sabe onde está o ouro, aí eles o pegam. É assim que acontece sempre, irmão. Tolos e ouro, juntos.
O poder tem sido por tanto tempo uma construção masculina que distorceu o formato das primeiras mulheres que o experimentaram, apenas para se encontrarem em uma espécie de camisa de forças.
Às vezes, as mulheres que não são perfeitas são mais interessantes; elas fizeram mais ou aprenderam alguma coisa.
Vivemos em uma sociedade sufocante, onde te privam das suas necessidades mais básicas, onde a tua opinião não tem importância, onde querem te usar como uma peça no meio do xadrez, apenas mais uma engrenagem em meio a essa grande máquina que eles construíram, tentam de manipular de todas as formas possível, invadindo suas redes sociais e te fazendo engolir toda aquela merda que eles quiserem, te roubam a privacidade de ter uma conversa com amigos. Estamos em meio a esse sistema que te cansa, fisicamente e principalmente psicologicamente, quantos de nós estamos nos sentindo sufocados, solitários e tristes? Em meio a um sistema tão massacrante temos que fazer as escolhas certas para não deixarmos sermos levados por ele, temos que ser forte psicologicamente para não sofrermos um impacto catastrófico em nossa vida. Que possamos escolher conversas frente a frente do que mensagens virtuais, pois não tem algo mais valioso do que a presença de pessoas que você gosta ao seu lado. Que em meio a essa pandemia, possamos refletir o valor que atribuímos às pessoas que gostamos e que quando tudo isso acabar, e isso vai acabar, possamos demostrar esse valor que às atribuímos.
Minha ingênua opinião da sociedade e política
A princípio considero ingenuidade, pois nossa sociedade é por completa maliciosa, a política medonha, deixa a integridade com vergonha sob atitudes desonrosas, e eu, mero e simplório nesse jogo de palavras, apenas expresso minha agonia, de talvez um dia o saber vir a tona, enquanto isso vejo meu estado lona, Brasil vulnerável, uma multidão de miseráveis e quem diria se fosse apenas pelo pão, a consciência, a fatídica carência pela consideração, desestrutura familiar, uma burguesia gananciosa, a desigualdade social, que avança e ganha vida criando um verdadeiro chiqueiro, ai de nós, se não pegar a espada e ir ao combate, bem sabe que o sistema é covarde, que ata e cala a razão, uma ditadura embrulhada, na mais ríspida fantasia, uma liberdade comedida, a vida vai ficando aflita, será meu Deus, meu pai, que o grito decente, de quem realmente olha por essa gente, não ganhará vida, vamos gente deixa a esperança ser atrevida, deixa a razão ganhar vida, pois é sangrenta e cega essa guerra oculta, sociedade crua, precisa deixar a política nua e ai sim um novo padrão revesti com exatidão, livre, real uma possível exemplo de nação.
Giovane Silva Santos
Seres humanos
Caminhando normalmente pela rua, vê-se pessoas por todos os lados. Elas não olham pro seu rosto, não sentem suas dores. Elas têm problemas maiores: seus próprios temores.
As pessoas não são iguais por fora, tampouco no íntimo. Mas são, exceto, iguais nas necessidades: elas precisam de contato social, pelo menos algumas; necessitam alimentar-se, igual qualquer outro ser vivo; têm suas necessidades fisiológicas; e estão vulneráveis à depressão e solidão.
Apesar disto, o ser humano tende a querer ser superior a seus congêneres.
Despreza seus semelhantes por pura ignorância. Sacrifica seus irmãos por sórdida ganância. Muitos estão mergulhados num mar de hipocrisias, e acabam afogando-se em suas próprias mentiras.
Competir faz parte da natureza humana. Disputam entre si para ocupar um lugar de destaque. Competem entre quem presta o melhor serviço. Competem desde pequenos espermatozóides numa corrida em direção ao útero, a reis em busca de novos territórios.
O homem quis voar como as aves, então inventou o avião. Desejou planar na água como os patos, então o barco fez. Sonhava está submergido às águas como os peixes, então criou o submarino, sobretudo, tornou-se mergulhador. Que inveja o homem deve ter dos patos, pois eles estão equipados para tudo isso, apesar de imperfeitamente. O homem tenta ser o mais categórico possível, mas vive em busca da felicidade. O pato é desastrado, no entanto, é feliz.
Como alguém que cresceu numa casa cheia de culpa, acho importante que nossos filhos saibam que podem decidir aquilo com o que se importam e que não precisam prestar atenção à aprovação ou condescendência das outras pessoas na hora de decidir como viver as suas vidas.
Acredito que a maioria das pessoas se sente especialmente repelida por atributos de outras pessoas que as lembram de coisas que detestam em si mesmas.
