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Queria ser uma daquelas pessoas que prosperam no perigo de levar uma vida dupla. Você sabe, Bruce Wayne, Peter Parker, Hannah Montana.
(Phil)
Um homem sem nada para amar é um homem que não pode ser chantageado, um homem que não pode ser traído e um homem que não responde a ninguém a não ser a ele mesmo!
Nós declaramos guerra ao tempo. Declaramos guerra a Deus. Estamos criando um mundo novo, sem tempo, sem Deus.
Passamos tanto tempo envolvidos em coisas banais nesta vida que acabamos não valorizando o que é real. O que importa.
Deus não tem um plano. Não existe um plano. Lá fora só existe o caos. Dor… e caos! As pessoas são ruins. Maliciosas, maldosas. A vida é uma espiral de dor. E o mundo deve acabar.
Eu invejo as árvores. Elas não têm que andar por aí. Deve ser bom simplesmente criar raízes e se estabelecer.
Eu acho engraçado ver tanta gente jovem pelo mundo pensando em morte, morte, morte, vermes podres. Parece que quando se é jovem os vermes têm muita importância nas discussões sobre a morte, não é? Tem até música sobre isso.
Criminosos fogem, pessoas saem feridas. É parte do trabalho.
Mas se não se permitir um descanso, não será útil para ninguém. Porque estará morto.
– Por que não posso brincar com os outros?
– Bem, Número Sete, você não tem nada de especial.
– Oh! Cadê o Número Cinco? Não o vejo lá embaixo...
– No futuro, eu presumo. Fugindo de casa, sem dúvida. Não sei ao certo, nem isso me interessa. Por que você não vai tocar seu violino?
Eu me recuso a me defender. Mesmo me defendendo significaria admitir culpa. Seria dizer: “Poderia ser eu, mas não foi.”
As pessoas só querem ser escutadas. Escutar é 90% da sedução. Ou ao menos fingir que você escuta. O importante é fazê-las se sentirem importantes.
