Tag século
Com as ferramentas certas, você trabalha de onde estiver tendo apenas em mãos um celular com Internet. Isso chama-se liberdade.
Bem Vindo ao século XXI. Onde ninguém quer nada com ninguém, é raro encontrar amores correspondidos, pessoas que queira construír uma vida com você.
Meio século já vivido...
e assim se passa uma vida... grata ficando a Deus Querido...
por tudo... dádiva sentida!!!
Canibalismo emocional do século 21: a terrível necessidade em buscar no outro aquilo que nos falta. Ou pior, que nos convencemos que nos falta.
O canibalismo emocional é aquela vontade de engolir a falsa autoestima do outro, o falso amor próprio, a falsa beleza, a falsa riqueza, a falsa inteligência e conhecimento de mundo.
O canibalismo emocional é a inveja velada do "não consigo viver sem você" quando na verdade é "queria tanto ser você e ter o que você tem".
Ah Naiana, mas qual é a cura, então? Aceitação.
Libertação. Evolução. Ninguém foi feito pela metade. Temos exatamente aquilo que deveríamos ter e somos aquilo que somos.
No século XXI qual é o sinônimo de rebeldia cristã?
Falar a verdade sem cogitar ou medo!
E qual é o antônimo de rebeldia cristã?
Ficar calado e fingir que estar tudo ótimo!
De um lado, o ser humano nunca teve tamanha expectativa de vida como em nosso século, e doutro lado, nunca se viveu de fato tão pouco.
Que este momento de intolerância, ódio, irracionalidade, fanatismo, sectarismo e anseios de soluções simplistas do princípio do Século XXI sejam apenas uma fagulha na imensidão espaço-temporal!
Trecho de Filosofia do Caçador de Sombras de Borboletas e Libélulas
O século 21 marca a era do extremismo político no Brasil e prevê um século 22 de pós guerra. Estamos no meio do furdunço.
Estamos no século XXI! E daí? Agora o certo e o lógico deixarão de ser certo e o errado e o ilógico serão certo? Que eu saiba “evoluir” não é regredir!
Estamos vivenciando um século imoral e inconsequente. A maior crise moral de todos os tempos na nossa frente!
Se é nessa janela que terei de te esperar, que seja a única que vou olhar, mais linda que a lua, só o seu olhar
No Credo Niceno-Constantinopolitano professamos: “…Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, Luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por Ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para a nossa salvação, desceu dos céus; e Se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem…”. A Tradição da Fé recebida durante os séculos nos ensina que Maria, a Virgem de Sião, concebeu o “Logos” (Verbo) incriado em seu ventre, ou seja, o Filho de Deus, gerado do Pai antes de todos os séculos, se fez carne no ventre da Virgem Maria, que O concebeu antes de tudo em seu coração por meio do seu “Faça-se em mim segundo a tua palavra”. Maria torna-se mãe através de seu “sim”. É pela escuta que a Palavra entra nela e a torna fecunda.
Pessoas que não sabem de onde vieram, e pq vieram.
Pessoas que não sabem onde estão, e buscam um pq para estar.
Pessoas que não sabem pra onde vão, mas o pq disso, estamos escrevendo desde agora.
Tristeza de um Engenheiro
Mais uma hoje morre,
o vazio dentro de si a matou,
enquanto a última gota escorre,
a mesma se inutilizou.
Sempre me acompanhou em vida,
Impossível de se separar,
a vida não será mais tão colorida,
após sua última gota derramar.
Não há mais como essas palavras escrever,
Se entristece todo o Planeta.
Só me resta agora dizer:
Adeus... Caneta.
O Brasil precisa escolher entre autonomia e dependência, soberania ou submissão.
Como o viajante, diante da esfinge, a grande pergunta que temos que responder ao Século XXI é que país queremos ser e que futuro queremos ter, como Nação.
Impactante. Momentos em que te encontras sozinha, no meio de uma multidão, dando voltas em seu próprio eixo, entre as luzes, ruídos grosseiros e o silêncio dos teus pensamentos. Você está lá, e ainda assim, pergunta e quer saber o que estás fazendo ali, sozinha, dando-te o tempo para pensar quando não deverias estar fazendo isso, porque é sexta-feira, estás embriagada e alguns segundos atrás tudo era risos, sem sentido e agora estás séria como uma planta sem vida. Falta raízes no solo, mesmo que no fundo mantenha o insaciável desejo de querer lutar pela sua vida, para escapar da loucura, de todas essas pessoas que gastam o oxigênio e aqueles preciosos minutos falando sobre nada, de todos os amigos que te deixaram sozinha onde estás – perdida – de todos aqueles amigos que não são realmente amigos, mas sim companhias, de você mesma, que te fechas em lugares como este, com pessoas deste tipo. Tão masoquista, observadora e provadora de sua própria dor, do sangue que flui em suas feridas. Ali estou, impactada, compreendendo que este século, as traições superam desejos pessoais e a solidão se tornou algo tão normal. Ali estamos todos nós, tentando sobreviver em uma selva, onde tudo que se diz é feito de letras negras, em telas que brilham pelo seu vazio emocional, repletas de palavras que nunca, ninguém vai recordar.
Onecina Alves
