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Somos viajantes do tempo, caminhando rumo a um futuro incerto, carregando nossas memórias como bagagem e nossos sonhos como bússola.
Inveja é o espelho que revela a alma humana, seus desejos e suas fraquezas, em um caminho fascinante e às vezes sombrio.
Por mais habilidoso que seja o ladrão, jamais conseguirá roubar o conhecimento de um sábio, pois a sabedoria é um tesouro que transcende os limites da matéria.
A felicidade não é um lugar ou destino, mas os fragmentos de momentos felizes que colecionamos pelo caminho.
A felicidade está na simplicidade ou na ignorância, porque
o ceticismo floresce com o conhecimento.
Assim como a Lua reflete o Sol, acordar nos lembra da grandiosidade que nos espera. A luz da Lua é uma reflexão que nos inspira a apreciar a beleza de cada novo dia.
Depois de algumas frustrações e um pouquinho de maturidade, aprendemos que se afastar de algumas pessoas também é uma demonstração de amor.
Quando a pessoa não tem condições para nos fazer feliz, nos afastamos dela para não nos tornarmos um sofrimento na vida dela e ela na nossa.
Não é vergonha recuar, mas sim persistir em seguir em frente, mesmo sabendo que talvez não se chegue a lugar nenhum.
Que Deus seja a base da tua fortaleza, que teus amigos sejam o alicerce do teu sucesso, tua família a essência da tua existência, sendo tu uma fonte de inspiração até para teus inimigos.
Tem pessoas que querem a educação somente para si e essas mesmas são tão mal-educadas, que nem o porteiro cumprimenta. Fico pensando aqui no dia do velório e do enterro do porteiro; essas mesmas dirão “Era uma boa pessoa, fará falta”. Será mesmo que o porteiro era uma boa pessoa, será mesmo que o porteiro fará falta?
Pois em vida essas mesmas faziam caso e pouco caso do porteiro ali.
A amizade é um processo terapêutico, os amigos nos ajudam a preencher as lacunas emocionais e lembrar de quem realmente somos.
Eu tive que aprender a ser muito chato e inflexível com algumas pessoas para impedir que essas pessoas me tratem igual à (um) ninguém.
Na vida é assim ou você se impõe ou as pessoas não te dão valor.
"O que sou"
Num poço sem fundo
Eu me perco,
Mas num céu azul
Eu permaneço,
Não deixo que cheguem até mim,
Nem que vejam a verdade,
sobre como eu me pareço.
Não sou doce como o mel,
Mas também não sou amarga como um limão,
Talvez seja um bróculo, sem brilho,
Sem vida
Não tenho nem rumo, nem pressa
Nada neste mundo me desperta,
Com exceção às manhãs, ao brilho do sol,
Ao calor daqueles braço, nos quais me conforto,
Também me interesso pelo cheiro a chuva,
Um momento de ternura
Gosto de me derreter com a minha mão na tua
O sentimento de alívio,
Que surge quando te avisto
Não diria que sou uma artista,
Só por gostar de escrever ou pintar,
Porque como já antes diziam,
“Um verdadeiro artista,
Não é alguém que precisa de inspiração,
Mas alguém que inspira os outros.”
Não acho que os outros se inspirem por mim,
E não faço questão de que se inspirem,
Estou apenas a passar o tempo,
E a calar a mágoa que tenho sentido.
Se algum dia a minha arte algum ser cativar,
Pode ser que de artista me passem a chamar,
Mas até lá,
Caminho sem pressa
e sem saber bem o que esperar.
Indivíduos diagnosticados com traumas, complexos e frustrações tentam compensar suas melancolias e ressentimentos na convivência social, certamente estes indivíduos vão exigir na fase adulta o que lhe foi negado na infância.
A Parábola do Coração Traiçoeiro
Na vila de Benevente, cercada por belas praias e florestas verdejantes, viviam dois amigos inseparáveis: O PASSADO e O FUTURO. Ambos eram conhecidos por sua inteligência e discernimento.
Um dia, O FUTURO encontrou uma antiga caixa enterrada no solo. Ao abri-la, descobriu um tesouro: moedas de ouro brilhantes. Ele olhou para O PASSADO e disse: “Meu amigo, este tesouro é um presente dos céus! Com ele, podemos transformar nossas vidas.”
O PASSADO, porém, hesitou. Ele conhecia a natureza traiçoeira do ouro. “O PASSADO,” disse ele, “essa riqueza pode nos enriquecer, mas também pode nos corromper. O ouro é como o coração humano: brilha, mas esconde segredos sombrios.”
O FUTURO, cego pela ganância, ignorou o conselho de O PASSADO. Ele decidiu dividir o tesouro com seu amigo, mas não igualmente. Guardou a maior parte para si e entregou apenas uma pequena parte a O PASSADO.
O PASSADO aceitou a divisão com tristeza, mas não protestou. Ele investiu sua parte em melhorias para a vila: uma escola, um poço de água limpa e um abrigo para os necessitados. Sua sabedoria trouxe prosperidade à comunidade.
Anos depois, O FUTURO retornou à aldeia, arrependido. Ele encontrou O PASSADO, agora um líder respeitado. “Amigo,” disse O FUTURO, “eu traí nossa amizade e a mim mesmo. O ouro me cegou.”
O PASSADO sorriu com compaixão. “A verdadeira riqueza não está no ouro, mas na bondade, na justiça e na fidelidade. Nosso coração é o tesouro mais valioso que possuímos. Trair esse tesouro é a ação mais suja que existe.”
E assim, a parábola do coração traíçoeiro foi contada na vila, lembrando a todos que a verdadeira sabedoria reside na escolha do bem sobre o mal, da integridade sobre a ganância.
George Orwell uma vez escreveu: "Guerra é paz, liberdade é escravidão e ignorância é força".
E eu escrevo: 1984 ainda é 2024, com soldados encarando uma guerra de frente deixando esposas e filhos a sua espera, levando assim, a uma falsa paz global apenas para avançar agendas...
