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Viver!? Não gosto. Morrer, Para quê?
Só posso descansa quando o mundo mudar, e não quero morrer cansado.
Meu corpo para, para descansar, mas minha mente continua a trabalhar.
Já que o tempo não pode voltar, pelo menos que passe logo.
Dias solitários não me enfraquecem Apenas penso ainda mais em um caminho para encontra a paz.
Fernando Wberdan.
Coleção corrigida 23-03-22 pensamentos suicidas.
Somos seres incompletos de si mesmo, mas que na bagagem carregamos a vivência e experiências de várias outras versões, afim de preencher lacunas que jamais serão completadas de um ser totalmente neutro e pleno neste mundo.
É fanático aquele que expressa um entusiasmo exagerado, declara ter a certeza absoluta, escondendo sua insegurança e o medo de encarar julgamento sobre se mesmo.
Um simples e breve interação de troca de olhares leva ao encontro pela beleza da alma refletida nos olhos, revelando um interesse físico.
Quando culpamos alguém pela desistência de algum, estamos procurando uma justificativa pela a falta de compromisso.
Simplicidade, humildade e fé não se exponham para que os outros saiba, caso preciso falar estará forçando a ilusão do que realmente é.
A forma que a mulher é representada perante a sociedade pode torná-las forte e inteligente ou frágil e desinteligente.
É fundamental reconhecer o próprio sentimento de raiva, ela é uma parte profunda de nosso ser, ter o discernimento para reconhecer e cuidar dela é ato de sabedoria.
O que tem por trás da desconfiança é um sentimento cercado de medo por ter confiado de mais em alguém e ser enganado.
Considerar normal o sofrimento de alguém e deleitar com isso, revela a personalidade de um invejoso.
Se você tem mais, isto não significa que tenho menos, pois sabemos que tudo depende do que somos moralmente.
Corrosivo
Sua natureza clama carne morte
Distorcida natureza que clama infâmia
Gesticulando versos incompreensíveis, ao teu matadouro a assunção
Ser fugidio, tende a escapar
Pertencente a insana acidez possessiva
Da sua carcaça seu aposento asqueroso ele fará
Enojado filho, residindo na repugnância irreparável
Cheiro de morte impregnado nas veias
Acovardado abaixo da luz
Maleável loucura, ele desfigura à sua imagem.
Com medo do inevitável
Suas paranoias o perseguem
Confidente doentia é sua fiel amiga.
Renunciou a si mesmo
De sua carne não mais vive
Em prol ao prazer carnal
Renegando a criação, se tornou o oposto da noção.
Errônea culpa, seu deleite mortal
O levaria a sua própria cova
Marcado com milhares de vidas
Ceifadas e mantidas, vários nomes ele possui
Indecente existência, ele arrancará sua carne
Beberá da sua vida
Vestirá sua morte
Queimando em morte e vida
Seus valores se inverteram
Glorificando o negro luar e julgando a leve brisa
Cuspiu nos portões de pérola
E adorou o portão pálido e mortiço de seu novo sofrimento.
Não devo lealdade para ninguém que foi desleal comigo, mas isto não significa que tenho de revida na mesma moeda, mas sim ser leal comigo mesmo em manter minha dignidade.
Quando queremos fugir da realidade agredimos verbalmente quem está próximo de conhecer nossa realidade.
