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Planos normalmente não mudam realidades. Eles fazem parte da visão do futuro. O que concretizam são as atitudes que tomamos para tornar esses planos reais e, consequentemente, um futuro brilhante.
Todas as coisas de que fala a ciência, seja ela qual for, são abstratas, e as coisas abstratas são sempre claras. De sorte que a claridade da ciência não está tanto na cabeça dos que a fazem como nas coisas de que falam. O essencialmente confuso, intricado, é a realidade vital concreta, que é sempre única. Quem seja capaz de orientar-se com precisão nela; aquele que vislumbre sob o caos que apresenta toda situação vital a anatomia secreta do instante; em suma, quem não se perca na vida, esse é de verdade uma mente lúcida. Observai os que vos rodeiam e vereis como avançam perdidos em sua vida; vão como sonâmbulos, dentro de sua boa ou má sorte, sem ter a mais leve suspeita do que lhes acontece. Ouvi-los-eis falar em fórmulas taxativas sobre si mesmos e sobre seu contorno, o que indicaria que possuem idéias sobre tudo isso. Porém, se analisais superficialmente essas idéias, notareis que não refletem muito nem pouco a realidade a que parecem referir-se, e se aprofundais na análise achareis que nem sequer pretendem ajustar-se a tal realidade. Pelo contrário: o indivíduo trata com elas de interceptar sua própria visão do real, de sua vida mesma. Porque a vida é inteiramente um caos onde a criatura está perdida. O homem o suspeita; mas aterra-o encontrar-se cara a cara com essa terrível realidade, e procura ocultá-la com um véu fantasmagórico onde tudo está muito claro. Não lhe interessa que suas "idéias" não sejam verdadeiras; emprega-as como trincheiras para defender-se de sua vida, como espantalhos para afugentar a realidade.
Homem de mente lúcida é aquele que se liberta dessas "idéias" fantasmagóricas e olha de frente a vida, e se convence de que tudo nela é problemático, e se sente perdido. Como isso é a pura verdade - a saber, que viver é sentir-se perdido -, quem o aceita já começou a encontrar-se, já começou a descobrir sua autêntica realidade, já está no firme. Instintivamente, como o náufrago, buscará algo para se agarrar, e esse olhar trágico, peremptório, absolutamente veraz porque se trata de salvar-se, lhe facultará pôr ordem no caos de sua vida. Estas são as únicas idéias verdadeiras; as idéias dos náufragos. O resto é retórica, postura, íntima farsa. Quem não se sente de verdade perdido perde-se inexoravelmente; é dizer, não se encontra jamais, não topa nunca com a própria realidade.
Às vezes andamos pelo caminho sem perspectiva de realizar nosso sonho, buscando sempre agradar à vontade alheia e se fechando para o alcance do nosso sabor da vida.
Elevar sua Excelência ao imprevisível e o inesperado aflora seu maior anseio e a sua verdadeira realidade.
A memória tem uma função especial. Ela escolhe, elimina, altera, exagera, minimiza, glorifica e vilipendia também. Mas, no final, ela cria sua própria realidade, sua versão heterogênea, mas geralmente coerente, dos eventos. E não há pessoa sensata que confie em uma versão mais do que na sua própria.
A memória era uma coisa traiçoeira, mas a realidade era ainda mais. Depois que alguém chegava a uma conclusão era difícil compreender que a verdade era outra.
Acho que nosso "amor" nunca existiu foi só uma fantasia que decidimos vestir para participarmos de um Halloween de ilusões sentimentais num dia chuvoso e obscuro, nada comemorativo...
Tudo que você precisa é de um plano, o mapa da estrada e a coragem de pressionar para o seu destino.
A interpretação dos Muitos Mundos postula que todas as realidades possíveis existem. Que tudo que tem a possibilidade de acontecer está acontecendo. Tudo que poderia ter ocorrido em nosso passado ocorreu, só que em outro universo.
Nem tudo são como flores, nós tentamos fantasiar aquilo que, nós sabemos que não corresponde com a realidade e acabamos vivendo em um triste mundo sem sentido.
O desejo...
Foi além
da imaginação!
Virou realidade.
Sedução!
Os sonhos se
fazem reais.
E muitas vezes...
Nos surpreendem!
Passos Lentos
A gente perde tanto tempo
Acordando tarde
Vivendo sem destino
E queremos tudo...
As cores, o mar, a vida...
E quando caímos na realidade
Já venceu as horas na cidade
É tarde para dizer: - "Bom dia!"
Já é noite em nossa vida
E a morte predomina
Antes de julgar alguém por algo que te contaram, ouça as duas partes, porque cada versão é uma realidade. Partes de um uma história não completam um fato. Pensem nisso, não deixem que sua confiança se abale por algo que talvez nem seja a verdadeira história.
Nas ilusões criadas por sua mente, a fantasia que se desfaz para a realidade quando os olhos são abertos para a própria vida
O mestre Tom Jobim que me perdoe, contrariando o “eu não existo sem você”, compreendi, durante a jornada, que precisamos existir além do outro. Essa letra só fica legal mesmo em músicas. Na realidade? Funciona não... Ninguém deve ser o motivo da sua existência, exceto você! Sei... Isso é fato. Porém, algumas vezes nos esquecemos disso e que grande engano cometemos. Precisamos sempre trazer a nossa memória que mesmo amando o outro, o amor próprio é a base para amar aos demais. Se não praticarmos esse amor próprio, correremos um sério risco de nos perdermos de amor pelo outro e... Perdermos o outro exatamente por esse motivo.
Então, vamos combinar: ame ao próximo, ame ao seu amado, mas ame-se antes de amar quem quer que seja. Trate-se bem, se queira... Apaixone-se por você! Depois, bem depois, externe esse amor. Só assim você vai perceber que a gente só ama, quando se ama. Se não for assim, é perda de tempo, ou melhor, de vida!
Que ninguém jamais se prive da esperança, porque é nela que os sonhos germinam e se transformam na realidade.
