Tag propaganda
Somos governados, nossas mentes são moldadas, nossos gostos formados, nossas ideias sugeridas, em grande parte por homens dos quais nunca ouvimos falar.
Há governantes invisíveis que controlam os destinos de milhões. Geralmente não se percebe até que ponto as palavras e ações de nossos homens públicos mais influentes são ditadas por pessoas astutas que operam nos bastidores.
Tudo o que é de importância social é feito hoje, seja na política, finanças, manufatura, agricultura, caridade, educação ou outros campos, deve ser feito com a ajuda da propaganda.
A única propaganda que tenderá a enfraquecer-se à medida que o mundo se tornar mais sofisticado e inteligente é a propaganda que é falsa ou antissocial.
Não importa quão sofisticado, quão cínico o público possa se tornar sobre os métodos de publicidade, ele deve responder aos apelos básicos, porque sempre precisará de comida, anseia por diversão, anseia por beleza, responde à liderança.
Os pensamentos e as ações do homem são substitutos compensatórios para desejos que ele foi obrigado a suprimir.
A nova competição é provavelmente mais acirrada nas indústrias de alimentos, porque temos uma limitação muito real sobre o que podemos consumir – apesar de rendimentos mais altos e padrões de vida mais altos, não podemos comer mais do que podemos comer.
O cidadão comum é o censor mais eficiente do mundo. Sua própria mente é a maior barreira entre ele e os fatos. Seus próprios "compartimentos à prova de lógica", seu próprio absolutismo são os obstáculos que o impedem de ver em termos de experiência e pensamento, e não em termos de reação de grupo.
O agente público que deliberadamente faz propaganda de programas de governo em horários nobres da televisão, onerando sobremaneira os cofres públicos, viola com pena de morte o art. 37, § 1º CF/88, configurando ato de improbidade administrativa, por grave violação ao princípio da legalidade, art. 11 da Lei nº 8.429/92. A publicidade desses programas, serviços e campanhas deverá ter caráter EXCLUSIVAMENTE educativo ou informativo, não podendo homiziar debaixo do capuz a real intençao de promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos.
Vivemos em um período da história classificado por alguns como época da pós-verdade, quando o fato deixa de ser importante para muitos comunicadores, e a intenção do discurso toma o seu lugar. Obviamente, isso causa insegurança generalizada, pois, por exemplo, ao ouvir uma notícia, não se sabe de imediato se é verdade, se descreve o que realmente aconteceu ou se está apenas sendo utilizada como instrumento de propagação de determinada ideia ou ideologia. Assim, ao acessar alguma informação, fica cada vez mais clara a necessidade da seguinte pergunta: por que foi dito isso? Que intenção há por trás dessa divulgação? Estão tentando me induzir a acreditar em algo?
O preço de algo não está ligado à estrutura desse algo mas ao seu valor, este é definido pelo seu significado.
A “MARCA” que fica
“SEM PROPAGANDA”,
ela não é vista, não se destaca, não impacta e por isso não é lembrada.
Portanto, para alguns, a marca é como se não existisse. Sendo assim para muitos, “essa marca”
“NÃO VENDE”.
