Tag privacidade
Os melhores momentos da minha vida foram aqueles vividos em segredo.
A felicidade tem nome: privacidade
A privacidade hoje foi relegada ao status de ilusão. nunca foi tão difícil manter um segredo, talvez por isso mesmo seja uma escolha interessante resolver expor a si mesmo conforme o próprio desejo, já que, ao que parece, ainda há uma possibilidade de escolha, ainda que mínima, da forma, porém, não da exposição em si.
Não há privacidade simplesmente.
São selfies, vídeos e áudios.
E não é possível uma simples audiência.
Com o vizinho, o amigo, o parente.
Na casa, na piscina, na igreja.
Não há privacidade simplesmente.
Na saúde, na alegria e na doença.
A educação, a gentileza e a cordialidade findam quando, diante da recepção decente e sem cobranças, recebe-se em troca inveja, fofocas, calúnias, difamações; invasão de privacidade e dispositivos ligados à internet, com furto de senhas, programas, introduzindo malwares e spyware; A liberdade de alguém termina quando inicia o direito alheio. O prejuízo aos outros retorna a quem o faz tal ação e reação da Física. Somos todos unidos em um único Universo. Ou pomo-nos no lugar alheio, ainda que A ou B sejam-nos "antipáticos", mas a eles é também dado o direito de LIVRE MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO. Isso temos de respeitar, há CRIMES que não podem ser esquecidos. Violar Privacidade é um deles...
"Uma ajuda pode ser bem vinda e necessária, mas sempre respeitando o limite entre o que é nosso e o que pertence ao outro, porque este pode não querer interferências. Pode apenas estar precisando de um apoio sem que isto se transforme em uma verdadeira invasão de privacidade, com probabilidades de piora da situação já delicada."
Tem gente que, de tão transparente, acaba se tornando invisível. Não deixem de ter uns mistérios guardados no fundo da alma, nem tudo precisa ser dito (muito menos no Facebook).
Quando todos nos unirmos contra as injustiças e em defesa da privacidade e dos direitos humanos básicos, poderemos nos defender até dos mais poderosos dos sistemas.
Quando você retoma a chave da sua vida, abre a porta e entra, encontra um território que sempre foi seu, mas que você tinha doado a alguém. Agora, você anda por este território com olhar de primeira vez, começa a conhecê-lo e apreciá-lo. Não precisará mais doar. Poderá compartilhar. E isto é maravilhoso!
Escolhida única e exclusiva
Quem ousaria em ser sua invasão de privacidade favorita
Para todo sempre
Sem engano, com face reconhecida
De nada adianta você optar por um sistema operacional com boa política de privacidade se você não filtra os aplicativos que instala e os sites que utiliza.
"O mínimo que devemos dar a quem amamos é a privacidade e a liberdade.! Se não a pessoa fica invadida e sufocada... Não existe relacionamento que resista a isto! Resumindo; É uma completa e explícita falta de amor próprio.. Se quer que a pessoa fique; liberte-a... Se quer liberta-la, sufoque-a. Eu não crio as regras. mas é assim que funciona."
Nunca escreva nada no Whatsapp, Facebook, ou qualquer lugar na Internet, que não possa ser mostrado no telão da igreja.
"Diz que não aguenta mais tanta fofoca, mas diz que “sua vida é um livro aberto”. Cuidado, muitos lerão esse livro e comentarão o que querem sobre o mesmo. Aprenda se não quer ser alvo de fofoca não deixe que as pessoas saibam o que você faz ou o que você deixa de fazer, ninguém precisa saber."
Quando era dona verdadeira e única dos meus pensamentos eu os compartilhava com Deus...
A partir do momento em que o homem se fez Deus por sua carência,perdi meus direitos autorais,os direitos da minha alma....
Aceitar convite em rede social é como convidar e ser convidado pra entrar na casa de alguem, vida exposta e coisas particulares
E na casa dos outros nós não damos palpite na decoração ou no tempero da comida,
Apenas aceitamos ou vamos embora.
Todos tem a responsabilidade de preservar sua privacidade e conhecer o limite da vida alheia.
Nofrinho Motorista
Nossa vida deixa de ter privacidade quando compartilhamos com os outros nossos segredos e intimidades.
Chegará uma hora em que a coisa mais valiosa do mundo será a nossa privacidade. Mesmo desligado, quem nos garante que a câmera do celular não está nos observando?
Amar não é mudar é somar as diferenças com respeito mútuo. O amor termina quando a falta de respeito invade a privacidade não permitindo que outro seja ele mesmo.
Contar ou não contar? Essa é uma das questões mais importantes na vida de um soropositivo. Desde o momento em que recebi o diagnóstico, passei horas e horas pensando nisso. Contar para a família, para os rolinhos casuais ou para os namoradinhos mais sérios? Cada situação é diferente e exige uma abordagem diferente.
No caso da família, senti que era minha obrigação contar, afinal, eles são as pessoas mais próximas e que poderiam me dar o suporte necessário. Contar para amigos e rolinhos casuais foi um pouco mais complicado, porque não queria que a minha sorologia me definisse. Afinal, sou muito mais do que o vírus que tenho no corpo.
Já em relacionamentos mais sérios, a decisão de contar se torna ainda mais delicada. Não apenas pelo medo da rejeição, mas também pela falta de conhecimento que ainda existe sobre a doença e como ela é transmitida. No entanto, acredito que a honestidade é sempre a melhor opção.
Mas é importante lembrar que existe uma lei que protege a privacidade do soropositivo. É o chamado sigilo sorológico, que garante o direito de não revelar a sorologia em situações como entrevistas de emprego ou acesso a serviços de saúde. Devemos preservar a nossa imagem e os nossos direitos.
Em resumo, contar ou não contar é uma escolha pessoal e não há uma resposta única e certa. O importante é se sentir confortável com a decisão e saber que, no final das contas, somos muito mais do que a nossa sorologia.
Do diário trancado à timeline escancarada
Antigamente, tínhamos um diário.
Capa florida, cadeado minúsculo, segredo guardado a sete chaves — e uma raiva danada se alguém ousasse ler.
Era ali que a gente chorava amores, reclamava da escola, escrevia o nome do crush mil vezes, sonhava com o futuro e desabafava tudo o que a boca não tinha coragem de dizer em voz alta.
Era íntimo. Era nosso.
Hoje?
O diário virou feed. O cadeado virou senha de Wi-Fi. O que antes era segredo virou post programado com filtro.
E o que antes nos irritava — alguém lendo — agora nos desespera quando ninguém lê.
Vivemos uma era onde a exposição virou afeto.
A curtida virou abraço. O compartilhamento virou aceitação.
E a ausência de reação virou rejeição.
Mas será que estamos realmente sendo vistos… ou só sendo exibidos?
As dores de antes eram sussurradas entre folhas. As de hoje são gritadas em posts. Mas será que alguém escuta?
Será que alguém realmente para para sentir o que há por trás de uma legenda melancólica ou de um “bom dia” automático com filtro de pôr do sol?
Talvez o problema não seja o quanto mostramos, mas o quanto estamos carentes de conexão real.
Falta olho no olho. Falta tempo. Falta silêncio. Falta abraço sem precisar postar.
O velho diário guardava sentimentos.
A nova timeline cobra aplausos.
No fundo, seguimos os mesmos: querendo ser ouvidos, vistos, compreendidos.
Só mudamos o palco.
Mas o coração… continua querendo o mesmo: verdade.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
